Yu-Gi-Oh! - Behind the Scenes
1 O curioso jovem - Hiroshi Wada
Notas iniciais
Nota: Eu não tenho grande conhecimento de nomes Japoneses, de tal forma que, alguns nomes aqui podem vir a ser de origem de outro país, em especial, podem vir do Inglês.
Nota 2: Vários decks aqui são decks profiles, que fiz com minha própria cabeça, então, não estranhem se eles forem meio estranhos para vocês.
Nota 3: Essa fanfic terá uma estreia de um novo estilo de escrita meu, o de narrar por terceira pessoa, se vocês quiserem que continue assim, deixem pra lá, não digam nada e apreciem o show. Se vocês não gostarem, digam, e eu escreverei como antes, em primeira pessoa.
Aquela era uma manhã agradável. Ninguém podia negar. O sol brilhava forte no céu, mesmo depois da enorme chuva que cairá no dia anterior, enquanto uma leve brisa refrescante soprava nas ruas. Até mesmo os pássaros aparentavam contentamento naquela manhã, cantando suas melodias. Essas melodias chegavam a acordar as pessoas com tamanho número de pássaros cantando, fazendo assim com que eles servissem de despertador... Embora fossem pássaros normais, e não Galinhas... Por outro lado, haviam uns que achavam aquilo irritante, e julgavam que os pássaros queriam, meramente, irrita-los... Se bem que, acordariam logo de qualquer forma. Era cedo da manhã, porém, a movimentação já podia ser vista nas ruas da cidade. Essa movimentação, porém, não era feita por pessoas com menos de 20 anos de idade. Ainda era cedo demais para que as crianças estivessem nas ruas para irem para suas escolas, porém, quanto aos pais de família, ou os jovens que haviam passado a morar sozinhos recentemente iriam trabalhar, criando assim, um relativo movimento nas ruas. Apesar disso, já estava na hora das crianças e dos pré-adolescentes se colocarem de pé. Era cedo demais para estarem na rua, porém, não para acordarem.
"Triii... Triii... Triii''
O som de um despertador se pôs a soar por um quarto de uma casa de classe média baixa da cidade. Ao lado do criado-mudo em que estava o despertador, dormia um jovem de aparentemente 14 anos. Ele dormia com um sorriso no rosto, até então. Deveria ser daqueles clássicos tipo de pessoa que adorava dormir, e julgava que essa era a melhor parte de seu dia... Ér... Isto é... De sua noite. De modo que não podia deixar de se sentir feliz, tendo algum sonho ou não. Porém, embora gostasse de dormir, o garoto não era do tipo preguiçoso. Simplesmente gostava de dormir, porém, uma coisa não leva, obrigatoriamente, a outra. Sem se importar em cortar seu sono, o garoto se livra de parte do lençol que o cobria para se por sentado na cama. Sim, ele estava coberto por um lenços. Afinal, choverá na noite anterior, dando um leve clima de frio, porém, era verão, então, um simples lençol era mais que o suficiente para ficar uma temperatura agradável. O garoto se espreguiçava com um sorriso no rosto. Ele não ouvia barulho de chuva, então, não precisaria levar seu guarda-chuva de tamanho exagerado comprado pelos seus pais para sua aula. Em questão de um minuto o despertador do chovem cessou seu barulho, ao mesmo tempo que o jovem se levantava. Assim que deixou sua cama, deixou escapar um bocejo. Estava com sono, isso era um fato. Porém, aquele garoto, não era do tipo que deixaria de acordar por algo tão besta. Afinal, nada o impediria de ir para sua tão amada aula. Não, você não ouviu errado. Ele, por mais estranho que soasse, era um tipo de pessoa que gostava de estudar, motivo esse que, conquistou por alguns, o título de nerd. Não que ele se importasse, no entanto. Aquele garoto possuía uma aparência curiosa. Seus cabelos eram de cor preta, relativamente curtos, de tal modo que ele não precisava nem mesmo pentear. O garoto deixava seu cabelo assim de propósito, por alegar não gostar dos penteados que sua mãe faz nele quando seus cabelos estão compridos, de tal forma que, pede para que seus pais deixem ele cortar assim que o cabelo alcança tamanho mediano. Devido ao fato de seus cabelos crescerem lentamente, seus pais não se importam com isso, embora sua mãe ainda lamente não pode mais pentear os cabelos do filho. Seu tom de pele, entra em contraste de seu cabelo, por ser realmente branca, sem nenhum pingo de tonalidade mais escura, porém, também não chega a ser muito claro... É de fato simplesmente branco. Mais, nada disso é o que chama atenção na aparência do garoto. O que de fato chama a atenção daqueles que colocavam os olhos no garoto eram seus olhos, que, possuíam coloração azul, geralmente alvo de reclamação das demais pessoas, que diziam que seus olhos eram irritantes, pois era inevitável que ao falar com o garoto não prestassem atenção nos mesmos por terem uma coloração extremamente viva. Sua altura, por outro lado, não era lá grande coisa. Ele possuía apenas 1,70, o que levando em consideração com os que o garoto conhecia de sua idade, era o mais baixo. O garoto, no momento, logicamente estava a se preparar para ir para seu colégio, e se preparar no caso, era anda mais, nada menos que fazer sua higiene matinal, tomar seu café, ajeitar suas coisas do colégio, e por fim, finalmente iria sair de casa, após responder o enorme questionário de sua mãe para ver se ele estava, de fato, pronto.
Finalmente, o garoto fechava a porta de sua casa, finalmente estando na rua. De imediato, o garoto sentiu o clima agradável formulado pelo sol em combinação com as brisas de vento, que proporcionaram ao garoto uma sensação agradável, o deixando ainda mais empolgado para aquele dia, afinal, era sexta, e mesmo gostando de estudar, aquilo, para o garoto, era um alívio. Ele foi seguindo, solitariamente, seu caminho para sua escola, cantarolando uma música que havia sido descoberta por ele no dia anterior, de fato, havia gostado do som. Com passos lentos, que ele usava para não chegar tão cedo assim no colégio, por sua casa ser extremamente perto de lá, tanto que se resultava em uma caminhada de não mais que 8 minutos. O garoto havia andado com extrema lentidão, e por isso, havia batido seu recorde de quanto tempo demorava para chegar no prédio, desta vez, demorando 9 minutos. Frente a frente com o portão, o garoto decide olhar seu relógio, ver quanto tempo mais teria de esperar para que o momento correto de sua aula tivesse começo. Oficialmente, as aulas deveriam começar em 5 minutos, pelo que o garoto sabia. No entanto, o mesmo também tinha conhecimento de que as aulas nunca começavam do horário marcado, de tal forma que, ele teria de esperar por cerca de mais uns 10 minutos. Não era uma espera longa, porém, ele não era o tipo de pessoa que costumava a demonstrar paciência com as coisas. Irritado por ter chegado cedo demais, o garoto se põe, desanimadamente, para dentro do prédio. Sem muito animo, o garoto vai passando pelos corredores com passos lentos, não queria ter de esperar muito quando chegasse na sala de aula, então, queria tardar esse momento... Infelizmente, de nada adiantou tal ação... Ao chegar na sua sala de aula, se deparou, decepcionado, com um sala de aula sem professor. O garoto solta um suspiro desanimado, mas, nada podia fazer, então, apenas adentra o local e se senta em sua classe. Apesar de o professor não estar presente no início, ele não tarda a chegar.
— Opa, opa, opa... Me desculpem o atraso, galerinha. Houve uns problemas com meu carro, e eu, bem, não estou acostumado a andar em ônibus... Acabei me perdendo no horário de quando ele passaria, e só consegui pegar o segundo ônibus que me levaria para cá... Mais bem, aqui estou eu, por sorte, não muito atrasado. — Explicou-se imediatamente o professor. Não que, de fato, houvesse necessidade de se desculpar, um atraso do professor sempre seria bem vindo pelos alunos, que tanto não iam com a cara dos estudos. Porém, isso não era compartilhado entre todos. O garoto que estava sendo mencionado até agora, estava feliz com aquilo. Ele era um dos pouco jovens de hoje que, simplesmente gostava de estudar... Não... Mais que isso. Ele achava que estudar era divertido. Não, meu caro amigo... Novamente, você não entendeu errado... Ele achava estudar divertido... Gostava de pensar em como ele poderia usar o que aprendia durante as aulas, em sua vida, quando fosse maior, e tivesse que viver as suas próprias custas.
Algumas horas se passaram. Todos os alunos olhavam a cada 1 minuto para o relógio que se encontrava acima do quadro negro. Era uma situação explicável. Estava muito próximo do momento em que a aula terminaria, e sendo sexta, todos mal podiam aguentar para que a aula se encerrasse, e eles pudessem ir para suas casas, passando o final de semana livre das chatas aulas que eram forçados a assistir durante a semana. Em questão de no máximo 15 minutos após os olhares começarem a se concentrar no relógio, um som irritante, e ensurdecedor se faz ouvir pela instituição. Finalmente, os estudantes estavam livres, e , antes mesmo de alguma declaração do professor, todos começaram a arrumar, com a velocidade apressada que usavam para essa situação, suas coisas, e logo, após a desistência do professor em colocar ordem ali, o mesmo declara que podiam sair, e tal como antes, realizam a ação com velocidade. Somente um aluno não havia se juntado ao mar de estudantes que pretendia sair o mais rápido o possível. Era o jovem que vem sendo mencionado até aqui. Ele não era o tipo de pessoa paciente, porém, valia a pena aguardar um pouco mais, se fosse com o objetivo de não ter de andar junto a enorme multidão de alunos que ali havia se formado. Esperando pacientemente todos os outro estudantes de sua sala saírem, o garoto ficou sentado, apenas encarando a porta, e então, quando finalmente o professor arrumou tudo, e chamou a atenção do mesmo para deixar logo a sala, o garoto finalmente se levantou, e, de imediato percebeu que sua espera havia valido um pouco apena. O número de pessoas não era pouco, porém, se ele não tivesse esperado, provavelmente, o número seria maior. O garoto, satisfeito por não ter de andar com várias pessoas ao seu redor, andou pelos corredores da instituição, com passos calmos, afinal, ele não era do tipo que comia muito, então, nem ao menos fome sentia, não havia um motivo para ter pressa, então, ele poderia andar tranquilo...
— Finalmente, Hiroshi! Eu já estava de saco cheio de ficar aqui esperando você aparecer, droga! Me diz ai, você por acaso quebrou a perna? Você tá muito lento, cara! — É... Parece que as coisas não estavam tão tranquilas. Ao longe, a voz de um garoto que aparentava já ter seus 15 ou 16 anos, de cabelos de coloração castanha, não muito curtos, porém, da mesma forma, não muito longos, de pele branca, porém, diferente do garoto para o qual ele gritará, a sua era mais escurecida, porém, ainda era de tom branco. Os olhos do garoto, da mesma forma, diferentes dos do amigo, possuíam uma coloração mais normal, eram negros, porém um pouco claros, e, provavelmente, se fosse possível, eles seriam até mesmo cinzas. Sua altura não se diferia muito a do amigo, tendo o garoto mais velho apenas 1,74 de altura. No momento, esse garoto gritava contra o garoto... Ér... Digo, o de nome recentemente apresentado a nós, Hiroshi.
— Epa... Nossa, Kazuo! É sério que você ainda está aqui, cara? Eu apostava metade do meu Baralho que você já estava longe, afinal, rápido como você anda né? — Respondendo ao chamado, Hiroshi manda essas palavras para o... Bem, também de nome recentemente apresentado a nós, Kazuo. Acho melhor eu dar algumas explicações aqui, para entendamos melhor o que se passa. Bem, Hiroshi é um garoto de 14 anos, pertencente a nona séria, seu nome completo é Hiroshi Wada. O garoto possuí uma grande amizade com o segundo, que, apesar de ser mais velho, é um trata Hiroshi também como um amigo... Tanto que se deu ao trabalho de o esperar na saída, mesmo fazendo com que ele tivesse de esperar mais um pouco para poder sair... Mais enfim... O garoto estuda em uma turma diferente, porém, pertence a mesma séria do outro... No entanto, é um pouco mais velho pelo fato de haver rodado certa vez. No momento, os dois estavam na frente do portão de saída, conversando.
— Tsc... Não venha dar uma de engraçadinho pra cima de mim, Hiroshi! Eu já aguentei muita coisa te esperando aqui e na derrota de ontem, quando jogamos naquele Simulador Online! — Reclamou o enraivecido garoto de cabelos castanhos, Kazuo.
— Ora, em primeiro lugar, não tenho culpa se sou bom e puxei aquela carta bem na hora certa. Agora, se você acha que eu estou bancando o engraçado, sinto desapontar, mais eu estou aqui de boa, falando como sempre falo. — Hiroshi fazia sua voz soar calma, e, de fato era assim que ele estava. Seu amigo era irritado, porém, não ao ponto de começar uma briga sem um justo motivo.
— Tch... Não me venha dar uma de espertinho também... — Murmurou Kazuo, no entanto, Hiroshi o ouviu.
— Ora, ai estamos falando de outra coisa! Eu sou espertinho sim, e você sabe disso muito bem, eu nem mesmo me importo em admitir isso! — Reclamou Hiroshi, fazendo uma expressão facial de alguém que estava perturbado, como se estivesse revoltado com as palavras do amigo. No entanto, era apenas fingimento. Ele, na verdade, não possuía qualquer mínimo fio de raiva do amigo, apenas fingia. Não que fosse novidade, os dois viviam fazendo brincadeiras assim.
— Aff... Maldito ouvido ninja. Mais enfim, diz ai, que raios você pensou hoje para aguentar a droga dessa aula? — Perguntou Kazuo, curioso. Achava muito esquisito seu amigo, em todos os sentidos, especialmente seu gosto por aulas que, certamente, não era compartilhado pelo mais velho.
— Nossa cara, foi muita coisa. Prefere que eu comece por onde? Pelas aulas de ciências, as de inglês, as de mate... — Começou Hiroshi, mais interrompido rapidamente pelo amigo.
— Tá, tá, tá bom, eu já entendi, deixa pra lá isso cara, vamos falar de algo mais interessante do que isso. Como foi a atualização de baralho que você disse que ia realizar, conseguiu alguma estratégia nova?
— Ho-hou, agora estamos falando de algo interessante mesmo... Sim, consegui umas estratégias bem legais da última vez... E também consegui umas novas cartinhas... Que já digo, melhor você se preparar para a próxima surra. — Brincou Hiroshi, fazendo uma expressão convencida.
— He... Só em seus sonhos, cara. Eu também consegui umas novas jogadas muito legais, e ontem mesmo comprei algumas cartas. Meu baralho está melhor que o seu em umas 3 vezes, até parece que teu baralhinho aquático vai aguentar. — Debochou Kazuo, assumindo a mesma expressão convencida que o amigo.
— Ora, mais que ousadia. Se você tá tão confiante, tá decidido, hoje, as 4 da tarde, melhor estar no seu PC ou o taxarei de covarde para o resto da sua vida, cara.
— Beleza, tá fechado... E dessa vez, vamos jogar com uma aposta! — Declarou, já se animando com a ideia.
— Epa... Agora a coisa ficou séria, quanto tempo faz que não apostamos nos duelos? Umas duas semanas? — Perguntou Hiroshi, interessado na ideia.
— Hehe... Foram três semanas, cara. Só que, dessa vez, a aposta vai ser louca mesmo... O perdedor vai ter que chegar em uma pessoa aleatória da rua, e então... — Começou a explicar a aposta... E com esse tipo de conversa, os dois garotos foram lançando várias frases convencidas para cima do outro, confiantes em sua vitória no duelo planejado, e assim fora, até chegarem nada rua onde Hiroshi morava. Os dois iam até aquele ponto junto, pois a casa dos dois ficava na mesma direção, porém, Kazuo morava um pouco mais adiante, então eles se separavam ali.
— Tem certeza que não vai dar pra trás, né? Olha que se quiser desistir, só falar que já era. — Com uma última frase convencida de Kazuo, os dois se separariam.
— E isso é pergunta que se faça? Pois fique sabendo que eu digo o mesmo. — Por fim, os dois fizeram um "bate aqui'', e logo, se separaram, encerrando sua conversa.
Hiroshi, por fim tomou caminho, virando na esquina, enquanto Kazuo seguia em frente. O garoto estava achando o dia divertido, de fato, estava o dia para o garoto estava tranquilo, e sem muitos problemas. Não que ele não gostasse daquilo, porém, já estava ficando enjoado... Porém... O garoto mal sabia... Mais sua tranquilidade não iria longe...
— Vá, meu todo poderoso Dragão X! Dizime essa pobre alma que se pôs em meu caminho! — O garoto havia ouvido essa declaração. Estranhou. Que raios essa pessoa, seja lá quem fosse, estava falando... Pois, declarar algo assim... Porém, um estalo veio a mente do garoto, que logo entendeu. Ele estava a comandando um dragão... O significado era óbvio... Era um duelo... Um duelo do famoso jogo de cartas que a poucos comentará com seu amigo. Estava na frente de sua casa, e, embora a direção da qual veio o som se tratava do final de um beco, ele não se importou. Decidiu que iria ver o duelo, correndo animadamente na direção da onde o grito havia sido escutado. Correndo com pressa, para não perder o duelo, o garoto adentra o beco, e ,para sua sorte, não havia nada, nem mesmo algum animal que pudesse ser violento, permitindo assim que ele passasse tranquilo e em segurança. A corrida não durou nem 2 minutos, afinal, não era um beco comprido. Por fim, finalizando a sua travessia pelo beco, o garoto sentiu uma sensação de eletricidade que ele estava acostumado a sentir. O choque não era capaz da o machucar... Porém passará por todo o seu corpo quando passou em certo ponto... Era óbvio o que havia acontecido... Ele adentrará um Campo Eletromagnético... Os campos de duelo. O garoto então voltou sua face para cima... E viu uma cena nada agradável... Ali mesmo, em sua frente, um dragão de escamas negras, não possuidor de olhos, porém, possuidor de várias esferas avermelhadas por seu corpo, que lhe davam um tom sombrio, no momento, cortava os céus, pronto para avançar em sua direção... Ele achou estranho... Já havia o percebido?! Mais então, se deu conta do que ocorrerá ao olhar para sua frente... De costas para o mesmo, havia um homem com um aparelho altamente tecnológico no braço, que continha instalado em um devido compartimento, um Baralho de cartas... Era um Disco de Energia, sem dúvidas. Ele era o duelista, que, no momento, estava prestes a perder... Não possuía carta alguma em seu campo, e seu oponente declarará um ataque com aquele poderoso e horroroso dragão. De fato, foi isso a acontecer... Um golpe acertou o homem na frente do garoto, que foi ao chão imediatamente, e logo, o Campo Eletromagnético e o Disco de Energia sumiram... Juntamente ao dragão na frente do oponente do homem...
Aquele que comandava o dragão vestia um sobretudo negro, acompanhado de luvas negras, e, botas da mesma cor... Isso sem comentar que o mesmo possuía o capuz posto em sua cabeça, usava um cachecol de cor cinza, que tapava seu nariz e boca, e também óculos escuros.... Não dava para saber a aparência dele, somente sua altura, que era de incríveis 1,80... O homem na frente de Hiroshi, por sua vez, vestia uma roupa curiosa... Se aparentava muito a de um sacerdote de jogos da internet, porém, era de coloração negra, e possuía várias pedras preciosas nas cores vermelho, azul, cinza, marrom e verde, espalhadas pela estranha roupa... Ele tinha sua cabeça não coberta, revelando seus cabelos estranhamente grisalhos... Sim, estranhamente, pois seu rosto não se mostrava tão velho assim... E seus olhos, bem, seus olhos eram... De coloração amarela... Uma aparência absurda, que o garoto só acreditava por estar vendo.
— Argh! — Declarou o homem que estava de frente ao garoto, segurando fortemente seu próprio peito.
— O que foi... Está doendo? Hehe... Sinto muito, porém, como eu já havia avisado, meu caro... Eu já estou de saco cheio de você e suas ridículas atitudes covardes, que insistem em tardar nossos planos... Já chega dis... — Antes que terminasse de falar, o ser completamente coberto avista Hiroshi... Com um olhar assombrado, que era coberto pelas lentes negras de seus óculos ele o encarou... E então... Soltou um grito. — Você... Você não deveria estar aqui... Mais que raios... Meu plano... Eu... Tch... Droga, sinto muito mas... Você não deveria estar aqui! — Declarou o homem imediatamente se pondo a correr na direção do pobre garoto, que olhava assustado, sem fazer ideia de que atitude deveria tomar na situação que se encontrava... Porém, o homem caído em sua frente, imediatamente reagiu ao ver a atitude do outro.
— Não! Isso é contra as regras, não tem esse direito! Você... Eu não posso acreditar que se rebaixaria a isso...!
— Você sabe que é o certo a se fazer, ele não tem o direito de observar o que nós, seres superiores temos a fazer! Ele é apenas um peso que deve ser eliminado... E nós temos esse direito... Temos todo o direito sobre esses seres estúpidos! — Declarou o homem totalmente coberto, prestes a fazer algo que... Bem... Não se sabe direito o que ele faria...
— Tsc... Você... Droga, não tenho escolha! Pode ser ridículo confiar a você, porém, eu não posso fazer mais anda, e não vou deixar isso continuar! Que a paz ande ao seu lado, garoto! — Pegando de... Bem... Literalmente do ar uma caixinha negra, tão fina e pequena como um celular, o mesmo avança na direção do garoto, e por estar mais perto o alcança com velocidade o empurrando longe, porém, deixando a caixa nas mãos do mesmo... E então...
Nada... O garoto havia desmaiado...
O sol já estava um pouco distante do centro do céu, posição que ele se encontrava durante o meio dia... Já deveria ser uma da tarde... E então... Os olhos do garoto se abriram... Ele estava meio zonzo... Achava que estava vendo coisas, e que tudo que ocorrerá era uma ilusão... Imediatamente, se pôs a olhar para os céus, e então... Desabou... Com um grito de horror surpreendentemente alto, que chamou atenção de muita gente que passava perto dali... O garoto desabafou o pavor que sentirá, porém, por estar travado não conseguirá gritar antes...
O que raios que aconteceu?!
Notas finais
Próximo capítulo de Yu-Gi-Oh! - Behind the Scenes - Vida vazia - Yoshiaki Takashi
Não é curioso... Não enxergarmos o que está debaixo de nosso nariz?
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