Notas iniciais
olha só, minha história tá um lixo a a "quando nem o tempo" tá tirando minhas ideias PQE AQUELA HISTÓRIA É MT PERFEITA PQP NUNCA VIIIIIIII *-* amo amo!!!! enfimmm, tá ai :D

Acordei toda feliz, pois o Pedro iria sair do hospital. Eram umas 9h da manhã e eu já estava saindo de casa com a Gabriela, e passamos na casa da Heloísa.


Fomos em direção ao hospital, e somente eu entrei no mesmo. As meninas disseram que iriam comer algo, e mais tarde iam na casa dele.


POV'S Pedro

Argh, não aguentava mais aquela cama, aquele quarto. Queria minha cama e MEU quarto!
Finalmente havia chegado o dia de voltar pra casa, e eu já estava até andando, só que a Malu não sabia disso.
Saí pela recepção do hospital e ela estava lá, perto das mesas de atendimento, em pé totalmente ansiosa. Tal como ela sempre era.
Sorriu abobada, e não contendo o lindo brilho de seus olhos. Eu sorri involuntariamente só de olhá-la. Fiquei muito feliz de vê-la ali. Minha vontade foi de correr, pegá-la em meu colo e girar até cairmos juntos. Mas, eu andava lentamente, e com apoio de alguém ainda. Esse alguém era minha mãe.
Ela colocou a mão na boca, deixando a mostra seus olhos brilhantes.
-Você, tá andando! Isso é... isso é maravilhoso! — Ela não sabia o que fazer com as mãos. Sorri sem mostrar os dentes, me soltei da minha mãe e abri os braços chamando ela pra um abraço.
Ela me abraçou, e aninhou sua cabeça logo abaixo da minha. Cheirei e beijei o topo de sua cabeça. Minha pequena, minha linda.

Caminhamos até lá fora, e ela me abraçava de lado, enquanto eu estava com um braço envoltado no seus ombros.
Parecia que a caminhada até o carro dos meus pais era enorme, mas era só descer uma rampa minúscula e atravessar a rua.
Minha mãe ia logo na nossa frente, abrindo o carro.

-Você vai lá pra casa, né? Se não ia, agora você vai porque eu te obrigo!- Falou e disse dona Leni
-Ok, acho que vou! — Maria Luiza fez uma cara de susto e sorriu.
Ela foi no banco de trás comigo, e segurava minha mão, me olhando docemente no mesmo tempo.

POV's Malu

O ajudei a entrar em casa, junto com sua mãe. E lá estavam todos os meninos e seus amigos e familiares, junto com as meninas, minhas amigas.
-Bem vindo de volta! Se cuida logo que temos shows marcados! — O Thomas falava, apertando a nuca do Pedro.

-Ah tá, pode deixar! Se depender de mim eu entro no palco hoje. — Ele disse arrancando risadas de todos na sala.

O Pedro Lucas estava mais afastado de todos, com um copo vermelho cheio de refrigerante em mãos. Ele me olhava diferente, e eu sorri fazendo ele sorrir fraco retribuindo.

-Ai Deus — Disse baixo

-O que foi? — Gabriela falou se aproximando de mim — Falou comigo?

-Ah, não gabi. Eu tava aqui pensando alto mesmo. — Peguei um salgado.

O Pedro ficava levantado, e quando sentia algumas dores se sentava. Mas ele sentado, não durava nem 5 minutos. Ele queria mesmo é cumprimentar a todos e curtir, depois de dias naquele hospital


-Hey Pedro, tudo bem? — Eu disse,me sentando perto do Pedro Lucas

-Sim, é claro. Ér.. por que não estaria? Estou bem ! — Percebi na hora que ele não estava tão bem assim. Me assustei um pouco com sua resposta

-Que bom! — Sorri tentando quebrar aquele seus nervosismo.

Me levantei e o Pê me puxou para perto dele. Me abraçou e me beijou rápido.

-Vem aqui comigo. — Me puxou, de sua maneira lentinha e fofinha pro seu quarto. Fechou a porta e a trancou.

Sentei em sua cama, e ele sentou a meu lado.


Começou a me beijar intensamente, se deitando por cima de mim, passeando com as mãos por toda extensão de meu corpo. T-O-D-A.

Foi abaixando os beijos até meu colo dos seios, e desabotoou minha blusa xadrez vermeelha.

Ouvimos alguém bater na porta, e nos olhamos assustados. Foi a cena mais engraçada do mundo pois ele estava por cima de mim, com as mãos na minha blusa prontas para terminar de desabotuá-la e beijando meu colo. Na verdade, foi tenso.

-Quem é? — Ele perguntou, ainda por cima de mim

-É a Mih, eu quero o Note!

-Ah tá, perai — Ele levantou, pegou o note, entre abriu a porta e entregou pra Michele.

-Onde paramos? Já ia se deitando em mim denovo. Veio engatinhando desde os meus pés.

-Hum.. não acha melhor irmos lá junto com a galera?

-Não — Me beijou — Depois — Me selou — A gente — Outro selo — Vai — Beijou meu pescoço. Fiquei dias e dias sem fazer isso contigo, não aguento mais esperar.

-Menino, se controla, sério!

Ele fazia tudo lentamente e carinhosamente. Confesso que estava com mais prazer daquela maneira, do que quando tudo rolava mais "selvagem".

Pedro me beijou de uma maneira frenética, e acariciava minha cintura, descendo para minhas pernas. Ele soltou um leve gemido, e eu achando que era de dor.

-Tá bem? — Eu segurei em seus ombros assustada.

-Claro, por que não? — Voltou a me beijar.

Eu sorri, e o beijei intensivamente. Sentia sua calça apertada e procurava com as mãos o seu zíper.

Ele abriu os ultimos botões da minha camisa e beijou de meu pescoço, até o cós do meu shot. Aquilo me arrepiou, muito.

Prensei ele contra meu corpo, devagar. Eu estava com medo de machucá-lo, embora ele tivesse bem melhor, por tanto tempo no hospital.

-Eu tô bem, isso é sério — Pedro parou e me olhou, me prensando mais ainda contra ele.

Entrou em mim, me fazendo gemer de prazer, fazendo com que eu pedisse que ele continuasse. Descia com suas mãos por meu corpo, e dava chupões em meus seios. Eu puxava seus cabelos e mordia minha própria boca, para não gritar.

Entramos juntos no nosso ápice, e ele se deitou em mim.

-Não teria recepção melhor. — Ele me olhou e sorriu

-Não podíamos ter feito isso. Está cheio de gente aqui pra ter ver, e a gente aqui, trancado, transando! Eu disse isso arrancando uma longa risada dele.

-Eles podem me esperar um momento. -Acariciou minha cintura.

Notas finais
lixo total! sem criatividade plus vontade de postar dá nisso né =/