Notas iniciais
Então esse é o primeiro capitulo. Espero muito que vocês gostem, porque eu realmente amo muito essa história e estou muito envolvida com ela. Espero fazer vocês sentirem o mesmo!

Boa leitura ~

“Isso está me aborrecendo

Me irritando

E me torcendo todo

Sim, eu estou infinitamente

Desmoronando

E virando do avesso”

(Hysteria – Muse)

*

Os passos fortes da garota estalavam por todo o corredor. A face vermelha e a expressão contraída entregavam a sua fúria descomunal. As poucas pessoas que ali passavam saiam de seu caminho.

“Grrr...”

O monstro em seu peito, grunhiu.

Hermione ainda não entendia de onde o monstro viera, ou o motivo, mas estava com ele desde o início das férias. Sendo alimentado por seu tédio e revolta contra os títulos que sempre a lhe impuseram, o monstro estava crescendo e ficando cada dia mais implacável. Neste momento o monstro estava furioso, e por um bom motivo:

- Aquele besta quadrada! – Esbravejou ao vento – Weasley miserável!

Seus pés batiam no compasso de sua fúria, e está só aumentava ao relembrar as palavras do ruivo.

“- Hermione, você é uma menina

- Bem observado!

- Tudo bem um cara ir ao baile sozinho, mas uma garota. É bem deprimente, sabe?”

- Idiota! Babaca! – Em seu ataque verbal ao ruivo, não olhava o caminho em que seguia.

PLAFT!

O choque dos corpos foi muito forte, devido a intensidade em que a castanha marchava:

- PORRA! – Uma voz masculina gritou, audivelmente irritada – Não olha para onde não, garota?

Com o choque repentino, a garota fechou os olhos e só tornou a abri-los ao ouvir a voz do rapaz... apenas para se dar conta de que estava estatelada em cima do Malfoy. Hoje, definitivamente, não era o seu dia:

- Ora, ninguém mandou ficar bestando em meu caminho! – Ela respondeu a altura.

- Granger, saia de cima de mim! Não quero a sua pele nojenta de sangue ruim, contaminando a minha. – Ela não estava com paciência para joguinhos.

Antigamente, Hermione receberia a ofensa com certa tristeza e mágoa. Provavelmente ela se manteria calada diante a tal insulto, ferida demais par reagir. Mas não hoje. As palavras do louro, foram um atiçador de brasa, cutucando o ‘pequeno’ monstro em seu peito. O monstro reagiu:

- Seu cretino idiota! – Ela falou lançando a mão aberta no rosto dele – Quem você acha que é? – Outro tapa, dessa vez com um pouco mais de força.

- Gran... – O garoto aturdido, tentou argumentar. Péssima ideia, pois o tapa que ela descera, cortou seus lábios e o fez morder a língua.

Ele sabia que era mais forte que ela, mas não esperava por um ataque intensivo daquele jeito. Ela tinha a face corada, seus cabelos estavam bagunçados, o peito subia e descia rapidamente, na velocidade de suas mãos, ela estava sentada em cima dele com as pernas abertas, uma de cada lado da sua cintura. Malfoy, sem controle, ficou excitado... Era muito sexy.

Os alunos começaram a se reunir ao redor deles, todos um tanto abestalhados com a cena. Era inédito, Malfoy nunca fora humilhado daquela forma. Gritos de incentivo a ela eram ouvidos, Hermione se empolgou.

- Nojento! Ridículo! Filhinho de papai! – Ela gritou mais forte, e dessa vez sua mão desceu em punho.

CRECK!

O som do nariz dele quebrando, foi audível. Todos pararam de gritar e só ficaram olhando. O som fez com que ela voltasse a si e se desse conta do que estava fazendo:

-Hermione! – Harry gritou ao chegar ao local – O que está fazendo? – O moreno a ajudou a se erguer.

Draco gemeu.

Nott e Blás também abriram caminho pelo amontoado, e ajudaram o louro.

- O que a sangue ruim fez? – Perguntou Nott

- Não vai ficar assim Granger! – Grunhiu Blás — Vamos contar ao Snape e você será punida! – Ela estremeceu

- Calados! – Draco disse firme, cuspindo um pouco de sangue – Ninguém vai fazer porra nenhuma, isso é entre mim e ela – Ele falou o mais forte que podia, com seus lábios machucados, mas de alguma forma para Hermione, soou viril e excitante. O mostro gostou disso – Até que para uma sangue sujo, você bate muito bem – Ele deu um sorriso maroto de lado, o monstro se regozijou. – Mas isso não acabou por aqui. – Ele completou, ajeitando a gravata e caminhou de forma elegante para longe dali.

- E ele ainda te ameaça! – Esbravejou Rony – Você está bem? Essa doninha não te machucou? – Hermione revirou os olhos.

- Mas o que aconteceu? – Harry disse confuso.

- Ele me xingou como sempre – Ela respondeu – Mas dessa vez eu revidei, com as mãos.

- Brilhante! – Rony exclamou dando soquinhos no ar.

- Mas você nunca foi agressiva... – Harry ainda tentava entender a cena bizarra que presenciou.

- Não foi nada Harry, foi só um devaneio – Ela sentiu o monstro no peito, e soube que não era apenas isso. Bem, o monstro agora seria Devaneio.

Os amigos ainda ficaram rodeando-a, fazendo perguntas desnecessárias e aborrecendo-a profundamente, mas logo ela os despistou para ficar sozinha. Precisava pensar nessa sua raiva agressiva.

A escola estava sediando o Torneio Tribruxo, então estava duas vezes mais cheia do que o normal. Ainda tinha aquele baile idiota para ir. Ela achava um desperdício de tempo um baile que só serviria para os garotos ficarem bêbados e as meninas se exibirem em belas roupas. Ela quase esquecera que havia aceitado ir com Victor Krum ao baile, mas graças a babaquice de Rony, essa decisão repentina veio lhe atormentar a mente.

Suspirou melancólica ao se lembrar disso. Tudo porque Devaneio se sentiu ofendido.

Estava na biblioteca, tentando ler e esquecer que ali perto as três cobras da Sonserina fofocavam sem parar. Graças ao seu orgulho ela recusou-se a sair dali. Logo o búlgaro chegou e sentou-se à sua frente, nada disse, apenas ficou olhando-a intensamente. Irritada com o olhar sobre si, fechou o livro e virou-se para expulsá-lo. Então ele fez o pedido, e ela se sentiu compelida a negar imediatamente. Mas Pansy, Astória e Daphne agora prestavam atenção neles e ela pode ouvi-las murmurarem coisas como: “ele não sabe que ela é uma sangue ruim?”, “por que ele não chama uma de nós?”, “até a Bulstrode é mais aceitável que ela”. Então ela aceitou o convite, apenas para fazê-las calarem e engolirem suas palavras.

Lembrou-se de tudo isso e sua visão avermelhou. Ela ia fazer todos pagarem, qualquer um que a ousou diminui-la, iam se arrepender, ela só não sabia como.

*

Desde o ataque da castanha, Draco ficara curioso em relação a ela. Nunca uma menina tinha agido daquela forma em toda a Hogwarts, principalmente com ele. A demonstração de raiva e poder dela o excitou. Por esse motivo, ele resolveu observa-la mais de perto.

A semana seguiu-se e ele continuou com a sua investigação. As mudanças dela eram sutis para qualquer um de fora, mas gritantes para os amigos. As demonstrações de brincadeiras a entediavam, reações furiosas a pequenas ofensas, ficou ainda mais reservada e reclusa e principalmente deixara de ajudar os amigos com suas ‘bobagens sentimentais’ e com as tarefas da escola:

- Interessante... — Draco murmurou consigo mesmo, após assistir mais uma das recusas dela ao Weasley – Oh Granger, o que está acontecendo com você?

*

O dia do baile chegou, todas as garotas passavam saltitando pelos corredores, dando gritinhos e risadas, até os garotos pareciam meio tensos e agitados, todo mundo estava ansioso, exceto uma garota. Hermione passou a manhã toda dentro da biblioteca e só saiu quando a Madame Pince a expulsou. Ficara extremamente irritada com a bibliotecária, mas acabou se retirando. Foi arrastando seus pés pelos corredores, tentando prolongar ao máximo a sua chegada ao Salão Comunal. Estava distraída demais, tentando conter a sua irritação, que não notou os passos apressados que vinham em sua direção, a castanha só sentiram se pendurarem em suas costas. O toque agressivo e inesperado, alertou Devaneio e Hermione com um golpe duro, tirou a pessoa de suas costas:

- Ai! – A ruiva gemeu ao atingir o chão – Que droga Hermione!

- Gina? – Hermione a reconheceu – Ora, não se jogue mais nas pessoas desse jeito! Só loucos fazem essas coisas. – A ruiva levantou-se e encarou a colega.

- Hermione o que aconteceu com você? Está toda azeda, anime-se! O baile é hoje!

- Gina, eu realmente não estou com paciência para você e muito menos para esse baile estupido!

- Não venha descontar seu desafeto em mim! Não é minha culpa se ninguém a convidou pro baile – Gina disse venenosa – Sim, o Rony me disse.

Gina arrependeu-se de sua atitude, assim que fechou a boca. Notou os olhos da colega fecharem-se em fendas e sentiu o tapa estalado em sua face, a ruiva cambaleou para trás.

- Você enlouqueceu? – Ginevra berrou, mas antes que ela continuasse seu discurso, Hermione desferiu um segundo tapa. Quando ia descer um terceiro, uma mão segurou o seu pulso e a impediu de prosseguir.

- Mas o quê... – Ela virou-se furiosa para encarar o infeliz que a impediu. Logo se viu encarando olhos cinzentos atrevidos, e lhe encaravam de volta com curiosidade.

- Dê o fora daqui Weasley! – Draco rosnou para ruiva, sem quebrar o contato visual com Hermione.

Os dois continuaram a se encarar de forma curiosa e desafiante, nem perceberam a saída de Gina. A castanha pareceu relativamente calma ao dizer:

- Quer fazer o favor de me largar? – Draco soltou o braço dela e continuou encarando-a – Posso saber por que me impediu de acabar com aquela ruiva?

- Granger, você sabe que o que acabou de fazer terá consequências, certo? Seus amigos já perceberam a sua mudança, mas isso foi a gota d’agua – Hermione pareceu vacilar na sua máscara de tédio, mas se recompôs e respondeu:

- E o que você têm a ver com isso, afinal? – Ele arqueou a sobrancelha em desafio

- Bem, você obviamente não é da minha conta e não me importo nenhum um pouco com a sua existência medíocre – Ela ruborizou de raiva e ele percebeu que ela estava em seu limite – Entretanto, eu estou curioso em relação a você – Ela o encarou surpresa – Granger, eu conheço o monstro que você carrega em seu peito, eu posso ajudá-la a domesticá-lo.

- O que você está querendo insinuar com isso? Você quer me ajudar? Você? Está louco, Malfoy? Sou eu, a sangue ruim – Devaneio reprovou a própria humilhação.

- Seu sangue impuro é um problema – Ele continuou – Mas eu posso contorna-lo. Pense nisso Granger, suas atitudes ficaram ainda mais brutas e impensadas se não souber se controlar.

Ele foi embora sem esperar resposta alguma. Hermione respirou fundo e relaxou. Draco não sabia o que falava, aquilo era só uma fase e ela poderia muito bem se comportar e voltar ao normal se quisesse. Ela estava na adolescência, era normal os hormônios agirem e a gente se descontrolar de vez em quando.

Satisfeita com o rumo de seu pensamento, a garota deletou o que o rapaz disse e retomou o seu caminho.

Inocente Hermione.

A menina não fazia ideia do que estava acontecendo dentro de si. Todos os humanos tinham trevas e luzes no coração, e sempre há momentos que uma se sobressai a outra, mas as vezes, por algum motivo, uma se alastra rapidamente e sufoca até a quase extinção da outra. Hermione vinha sentindo tédio, raiva, melancolia, frustração e indignação por tempo demais, as trevas já se espalhavam e tomavam forma, ainda assim havia volta se alguém a acolhesse e a arrastasse de volta a luz. Porém o único que a percebeu confusa e lhe estendera a mão, há muito era tomado de trevas.

*

- Argh! – Hermione resmungou mais uma vez, para ver se Krum notava o seu tédio.

- O que foi Mione? Está tudo bem?

- Meu nome é Hermione! – Ela disse fria – E será que podemos parar um pouco? Essa música é lenta demais e eu estou com calor.

O baile havia sido interessante para ela, nas primeiras horas. Todos ficaram embasbacadas com a sua beleza. Olhares de cobiça dos garotos e de inveja das garotas, alimentaram Devaneio muito bem.

Ela desfilava e dançava graciosamente com o Krum, enquanto ouvia cochichos sobre si mesma. Até Draco havia lhe lançado um sorriso camarada e tudo estava maravilhoso... Até agora.

O Baile agitou demais, as pessoas se dispersaram e logo não se importaram mais com ela. Krum era certinho demais, a cercando de cuidados e atenção que ela desprezava. Agora dançar abraçados, uma música lenta, era pedir demais. Devaneio estava impaciente e nada lhe agradava mais.

- Tudo bem! – Krum disse a conduzindo para fora da pista – Fique aqui e eu vou pegar umas bebidas. – Ela revirou os olhos, mas se manteve onde ele indicara.

- Divertindo-se Hermione? – Ela virou para ver quem lhe falava com tamanha agressividade.

- O que você quer Rony? – Ela disse com uma voz falsamente animada.

- Eu quero saber se você está ficando louca! – As orelhas dele estavam vermelhas e seu rosto distorcido de raiva e repulsa – Primeiro você vem ao baile com o Krum, e quando perguntei aos outros qual seria o seu problema, Ginny disse que você a estapeou!

- Foi só uns tapinhas de nada, ninguém mandou ficar falando besteiras – Ela deu de ombros – E por que te interessa com quem eu vim ao baile?

- Ora sua...

- Rony, pare com isso – Harry insistiu – Hermione é melhor você ir embora agora, não estou contente com o seu comportamento.

- Ah você também? – Ela acusou – Se nenhum dos dois queria que eu viesse com o Victor, porque não me chamaram antes?

- Hermione, você poderia até ter vindo com o Draco – Harry disse frio – Mas bater em Gina foi demais, até mesmo pro seu comportamento estranho. Eu não reconheço mais você. Por favor, melhore.

Uma raiva borbulhante subiu pelo peito dela, a garota estava com uma vontade imensa de gritar e sair batendo em todo mundo. Porém trincou os dentes e virou-se bruscamente, no exato momento em que Victor chegou com as bebidas.

- Mione, aqui está... – Ele franziu o cenho ao notar a expressão de raiva dela, mas antes que pudesse perguntar, ela bateu nos copos fazendo o liquido se espalhar por toda a roupa do búlgaro.

Ela desviou-se de Krum e marchou bufando de raiva para fora do castelo. Uma parte do seu cérebro ficou comparando a sua saída a de Draco naquele dia. Enquanto ele parecera uma Lorde importante, ela com certeza só parecia uma garotinha mimada batendo os pés. Devaneio rugiu no peito dela e ela gritou de raiva, assim que pós os pés nos jardins:

- Malditos! – Ela puxava os cabelos de raiva, sem conseguir conter a sua fúria. Ela sentiu o gosto amargo do ódio na boca. Levou o braço esquerdo ao lábios e o mordeu fortemente, serrou os dentes na carne e só soltou quando sentiu o gosto de sangue. Seu corpo relaxou e a dor se concentrou em um ponto, ela respirou fundo.

Mais calma, ela se pôs a andar no jardim respirando o ar puro e clareando a mente. Ela estava mesmo com problemas, seus amigos estavam furiosos, mas ela não queria dar o braço a torcer. Na verdade não sentia que devia desculpas, por que não achava que estava errada, a culpa era deles por serem espalhafatosos, esquisitos e ridículos.

- Argh! – Ela grunhiu frustrada.

Acabara de chegar até a beira do lago negro e tentou se concentrar na água. Entretanto sua visão periférica captou um movimento, então ela se virou e deparou-se com uma cena inusitada.

Draco Malfoy estava sentado em um banco, os braços largados ao seu lado e o rosto relaxado com uma expressão zombeteira, um sorriso leve despontava de seus lábios finos. Ajoelhada aos seus pés, encontrava-se Pansy, em uma posição totalmente submissa enquanto socava o pênis do louro em sua boca. Se ele não tivesse tão concentrado, teria notado a castanha próxima, apreciando a cena.

Hermione parecia grudada no chão ao ver aquela cena tão íntima do casal. Uma vontade enorme se alastrou por seu corpo, ela precisava fazer aquilo O monstro delirou de vontade em seu peito. Seu sexo se contraiu ao som baixo que Draco deixava escapar, a expressão dele era mais que um estimulo para ela.

- Olá gostosa! – Hermione pulou de surpresa ao ouvir uma voz em seu ouvido, interrompendo suas fantasias. Ela encarou o garoto indesejado e constou que era Simas. Um Simas sem camisa, tri bêbado e já armado.

Olhou em volta para saber de onde ele surgira, e notou um grupinho de alunos, em uma situação parecida ou pior que a de Finingan, saindo de uma das entradas da Floresta Proibida.

- Bom, acho que você vai servir – Ela disse agarrando-o. Beijou-lhe agressivamente, o menino ficou meio assustado, mas logo respondeu entusiasmado.

Hermione não estava para brincadeira, logo estavam rolando pela grama, devido a intensidade que ela atacava o rapaz. As mãos dele foram direto para sua bunda e subiram tirando-lhe o vestido, deixando os seios desnudos.

- Uhuu, sem sutiã – Ele disse trôpego. Ela gargalhou e tomou as mãos dele, fazendo-as apertar seus seios, e ele pareceu entender. Ela voltou a beijá-lo na boca, e desceu pelo pescoço. Ela mexeu o quadril e sentiu o volume aumentar.

- Não tenho tempo para mais enrolação – Ela disse, antes de abrir a calça dele e liberar o membro duro. Não era grande, também não era fino. – Vai servir. – Ela abaixou-se para abocanha-lo, mas Simas tinha outros planos.

O rapaz girou, ficando por cima, rasgou a calcinha delicada dela e abriu-lhe as pernas. Ela tentou relutar, já que ainda era virgem, mas estava tão excitada e a imagem de Draco tornando seus pensamentos embaçados, que cedeu. Ele lhe invadiu inesperadamente e ela gritou:

- Ai meu Merlin, eu estou com a Hermione Granger – O garoto disse aos risos. Ela nada respondeu, apenas queria que a dor parasse.

Ele saiu e entrou dela, e repetiu o movimento várias vezes, até que a dor foi sumindo e um prazer começou a surgir. Logo ela estava movimentando o quadril ao encontro do dele, buscando seu próprio prazer.

Draco tinha gozado duas vezes, antes de dispensar Pansy. A morena não pareceu muito satisfeita com o seu papel, e saiu correndo de lá tentando segurar as lágrimas de vergonha. Ele riu consigo mesmo, quando a garota aprenderia? Estava voltando, lentamente, para o castelo e ouviu o grito de Hermione. Notou o aparente casal, e viu o quanto a cena era bizarra. Mas Hermione tinha uma expressão tão sexy, com os olhos fechados, a boca entreaberta enquanto gemia, que ele sentiu-se obrigado a presenciar.

- Ah Hermione eu vou... – Ele ouviu o garoto dizer.

- Aaaah Draco… hmm – Hermione gemeu. Malfoy ficou espantado, por um momento ele achou que ela o tivesse visto, mas percebeu que ela estava apenas gozando. E gemeu o seu nome. Ele sorriu sacana.

Simas saiu de cima dela e caiu ao seu lado com um sorriso idiota.

- Ai ninguém vai acreditar que eu peguei a Granger – Hermione não pareceu ouvir, ainda estava em êxtase.

- É uma pena que ninguém vai acreditar – A castanha murmurou – É uma pena que você não é o Malfoy. – Draco pareceu mais surpreso por aquela revelação, o que levara a Granger desejar-lhe? Antes que ele pudesse pensar em uma resposta decente, a garota se levantou-se e virou-se para o seu parceiro – Obliviate. Desculpe Finingan, mas ninguém ia acreditar mesmo.

Draco ainda viu ela vestir-se e caminhar até o castelo, como se nada tivesse acontecido:

- Ah Granger, você fica cada dia mais deliciosamente misteriosa.

Notas finais
E então? O que acharam? Espero muito a opinião de vocês!
Beijos, até logo ;)