Young Blood

17 Vivendo uma vida intensamente


Notas iniciais
atenção mt lesbiquice nesse cap AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH recomendação linda e suspirativa da Rachelcada (DIVAAAAAAAAA< ME COME) n isso é coisa de Annie...

Annie.

— Pensei que ele era carinhoso com as meninas! Ele sempre foi um paizão, bem, aparentava— foi difícil acreditar no jeito que tio Tristan tinha tratado Piper e Silena hoje mais cedo, na discussão que Jay presenciara. Ele nos contou que o cara tinha sido um bruto.

Jason e Percy estavam deitados na minha cama, e eu me trocava
no closet, de lingerie preta.

Os dois não precisavam medir esforços pra abalar corações. Que merda de expressão foi essa? Enfim, eles eram os sinônimos de perfeito.

Vestiam jeans, vans e blusas de bandas. Percy com a do Ramones e um casaco preto na cintura, e Jason com uma do Nirvana e uma blusa quadriculada por cima.

— Hoje tá foda, hein?— rimos do comentário de Percy.

— Nem me diga cara! Precisamos mesmo sair— Jason falou.

— Merecemos!— fizeram um brinde.

— Ei, do que eu vou? Vestido ou calça?— apareci na porta do closet segurando um vestido rodado estampado com pílulas coloridas e uma calça jeans de bolinha.

Ouvi bufarem alto sem paciência.

— Mulheres... Por que tanta alvoroço por causa de uma roupa?— Jay me olhava reprovador.

Percy concordou e deu um gole na sua Corona.

— Eu hein, só perguntei qual ficaria melhor? Não precisava ser estúpido— e um babaca mesmo, completei mentalmente. Ia voltando ao closet, chateada com a resposta deles.

— A calça— Percy escolheu aliviado, talvez por causa do comprimento do vestido. Me virei.

— Obrigada— fiz uma reverência, ironia? Passou longe.

Precisava generalizar a mulher assim? Muito desnecessário.

Voltei ao closet irritada, terminei a maquiagem e dessa vez não escondi os cortes no pulso. Foda-se, eles são a prova que eu sobrevivi uma fase ruim. Eu devia me orgulhar delas, não esconde-las. "As melhores pessoas carregam cicatrizes", lembrei do que ele disse e sorri. Você já pode imaginar quem mudou minha opinião.

Coloquei uma regata branca solta e a calça, peguei um gorro cinza e o cordão cobre longo. Amarrei um casaco tribal na cintura e sai, presenciando o verdadeiro céu. Ainda com os saltos pretos fechados na mão.

Nico tinha chegado, de jeans com suspensórios largados e uma blusa de caveirinhas mexicanas.

Suspirei alto, vendo aquela convenção de caras gostosos. Eles notaram minha presença, mas continuei secando-os mordendo os lábios.

— Desde quando cresceram e ficaram tão tesões?

Gargalharam com a minha cara sonhadora.

— Todos vocês já pingaram a boca com cerveja?— perguntei indignada.— Estou avisando, to levando estoque de chiclete de menta. Pretendo vomitar 3 vezes hoje! Quero ver quem vai dirigir!

Entramos no Mustang de Percy, eu ia dirigindo graças aos abstinados de álcool.

— Tá desesperada hoje?— Nico perguntou se sentado atrás com Jay. Se aproximou cutucando minhas costelas.

— Na moral?— o olhei.— Sim.

Riram, no momento de descontração percebi o que estava fazendo. Levando dois caras lindos e comprometidos para uma boate. O que eu tinha na cabeça pra fazer isso? Me virei bruscamente e os puxei pela camisa, as amassando toda.

— Vou deixar bem claro pros dois— ficaram tensos, não esperavam isso de mim. Acredito que não naquela hora. Aproximei mais seus rostos do meu, olhando repetidamente um pra cara assustada do outro.— Eu sou uma bêbada violenta. Caso um dos dois sonhar em triscar em alguma puta nesse boate, eu juro, pelo meu pinto, que vocês nem querendo vão ter filhos? Ficou claro?— assentiram hesitantes e olharam por cima de mim segurando o riso, sem dúvidas Percy sacaneava com minha bunda empinada pra ameaça-los.

Joguei o quadril pro lado, esperando acertar a cara de Percy. Na lata! Sorri maldosa.

— AI, PORRA!

Soltei os garotos e virei pra ele, que tinha a mão sobre o nariz.

— Vou fazê-lo mastigar suas bolas se fizer o que dez de novo— o encarava ameaçadora.

— Virou imitação genérica da Clarice!— Jay falou.

— Cosplay, cara— Nico reclamou.

— Não gosto dessa palavra. É estranha.

— Vocês são estranhos— falei o óbvio.

Percy riu, bateu na minha perna e apertou o local forte.

— E os nossos filhos, loira?

Senti minha intimidade pulsar, sua mão continuava me apertando. Me obriguei a respirar, ou me remexer incomodada.

— Eu to falando que isso vai dar rolo— Jay sacudiu meus ombros pela cadeira.

— Me poupe!— tirei as mãos deles de mim, e liguei o carro, tentando ignorar o quanto estava excitada.— Ele é bonitinho, mas não tem toda essa bola não. Preferia cometer zoofilia!

Escutei um "Ai" em coro vindo do bando de trás e acelerei saindo de Bel-Air.

— Essa tá abusada!— Nico brincou.

— Eu sou— liguei o rádio.
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Exchange LA.

Que lugar era aquele? O prédio velho da Bolsa, a oeste no Downtown estava lotado. Depois de furar a fila quilométrica (por causa de nossos nomes) pra entrar, perdi o fôlego, olhando aquilo tudo em êxtase. Como podia ser tão magnífico?

O piso de madeira, as escadas de ferro pra quatro andares de gente bêbada pulando ao som da batida eletrônica de Levels. As luzes coloridas, os papeizinhos pratas em todo canto e a fumaça deixavam o lugar luxuoso.

Perdi a visão nas pessoas.

— Caralho, é isso que eu chamo de morena! Olha essa bunda— avistei uma adolescente, pedindo algo no bar. Ela era GOSTOSA!

— Sabe quem é ela?— perguntou Nico ao meu lado enquanto seguimos, nós quatro, para o bar.

Neguei.

— Kylie Jenner— Jay respondeu significativo, com se glorificasse o seu nome. Eu nem me importava quem era, só queria...

— Prefiro loiras— Percy apertou a minha bunda e fingi não ligar. Alguma parte de mim teve vontade de virar e transar com ele loucamente. Tratei de me concentrar na bunda.

— Já peguei— Nico falou indiferente. E a observava nostálgico.

— Bem, meu objetivo é pegá-la, e só relembrando. Se traírem minhas amigas, digam adeus à vida—mandei um beijinho no ar. E desfilei até a garota. Recebi vários comprimentos, as pessoas me reconheciam. Ouvi suspiros e as pessoas paravam pra me ver. Eu me senti naquele momento. Nunca fui os centros das atenções, nem queria ser. Mas ali, eu queria ser idolatrada. Me senti poderosa, capaz de tudo. E olha que nem tinha bebido ainda.

Me aproximei da morena com os cabelos acima do ombro azuis, a roupa toda trabalhada no paetê e o salto vermelho sangue denunciava sua classe. Bem alta.

Boa noite— dei um sorrisinho de lado, tentando passar minhas intenções pra ela.

Virou e me encarou sorrindo graciosamente, lembro de ver seu rosto em algum lugar. A maquiagem pesada e preta a deixavam misteriosa e sexy. Continuei a encarar.

— Suponho que não me conheça— falou, um pouco esnobe.— Quero dizer, nunca ouvi um boa noite tão natural. Mas eu conheço você. Annabeth Chase,— se deliciou ao falar meu nome— a vloguer com mais prestígio na internet. Fiquei muito feliz quando voltou.

Estendeu sua mão de princesa, e em vez de apertar eu a beijei. Sentindo a maciez de sua pele. E riu do meu gesto.

A achei um pouco nojenta, mas o que me levava a uma transa. Queria ser formal, eu não era assim... Mas aquela bunda.

— Enchanté!

— Uma dama— ela pareceu entender o que eu queria. E entou na onda.

— Na verdade não, e sim. Eu não a conheço, mas meu amigo Di Angelo, me contou quem é.

Seu copo colorido chegou, e sorriu com malícia até o último fio de cabelo. Bebeu no canudinho rosa, a fazendo uma verdadeira it girl. Parecia bem modista, eu não curtia muito isso, precisava beber.

— Um gostoso, se me permite. Todos os Olympius. Vale vários remembers, pena que voltou com a prima. As coisas entre nós eram bem...

Seu olhar expressavam muitas coisas. Pensei em Thalia, ela teria dado um soco nessa garota.

— E você, Kylie? O que faz?— pedi uma garrafa de rum ao barman.

— A garrafa toda?— riu negando meu alcoolismo.— Modelo, escondida nas sombras da minha irmã, Kim. Estamos aqui pra comemorar o sucesso do reality show. Keeping Up With The Kardashians. Aposto que não assiste... É fútil.

Ela fez uma cara de "é a vida". Coisas tinham ali...

— Não,— falei— meu lance é a internet.

Sorriu pela sinceridade.

— Você não vem muito por aqui, não é?

Ri da sua cantada.

— É a primeira vez.

Peguei a garrafa do barman, sendo puxada por Kylie pra pista gigantesca no meio do lugar. Estava lotada de gente suada e bêbada. Consegui ver Percy dando em cima de uma loira. E aquilo me irritou tanto. A colei na minha cintura, e abraçou meu pescoço, mesmo sendo bem mais baixinha, sussurrou no meu ouvido.

— Deixa que eu te apresento.

Eu prensava sua cintura em uma das paredes da boate, e a beijava com uma ferocidade que nunca tive antes. Talvez fosse seu jeito misterioso de ser que me deixava louca.

— Pensei que nunca faria isso— ela puxava meus cabelos, eu já havia perdido o gorro por aí.

Nossas línguas sugavam uma a outra me fazendo querer mais. Levei minha mão por dentro do seu vestido apertando sua coxa e a outra não desgrudava da sua bunda. Ah, aquela bunda.

— Você queria tanto isso, Jenner?— chupei seu pescoço, deixando-a respirar, apertei mais suas coxas e subi até sua intimidade, molhada, sorri. Adorava fazer esse efeito nas menininhas.

Beijei seu pescoço enquanto gemia baixinho. Afastei sua calcinha pro lado, e abriu as pernas pra facilitar.

— Boa garota— chupei o vão dos seus seios, apertando sua bunda e deslizei dois dedos pela sua entrada pulsante. Era apertada e quente, suas paredes engoliam meus dedos.

Arranhou forte minhas costas por dentro da blusa, jogando a cabeça pra trás e mordendo os lábios. Meu ritmo era forte e preciso. Ela enlaçou uma das pernas na minha cintura, rebolando contra meus dedos, e gemendo alto.

Pouco nos fudendo para as pessoas ao redor, literalmente. E as pessoas ao redor faziam o mesmo. Senti um molhado extra nos meus dedos, gritando alto, seu rosto ficando vermelho. Acho que tinha a feito gozar. Fiquei orgulhosa de mim mesma, a beijei de leve, tirando os meus dedos dentro dela.

Chupei, sentindo seu gosto, não desgrudava nossos olhos.

— Gostosa de todos os jeitos— me soltei dela, sem esperar reação e fui até o bar mais próximo pegar a terceira garrafa de vodka. Já estava bem animada, sentia a adrenalina nas veias, queria dançar mais, beijar mais, beber mais. Peguei um cigarro no bolso traseiro e acendi rapidamente sentindo a fumaça podre invadir meus pulmões. A toxina me fazendo mais leve. Ri, cambaleando pelo conjunto de sofás cheio de gente se pegando, desci as escadas para o terceiro andar, traguei de novo, soprando a fumaça longe.

Me surpreendi em vê-la de novo.

— Kylie?— tinha os olhos arregalados como mudara de roupa tão rápido? Agora vestia uma saia verde e um cropped rosa com pirulitos.

Me olhou raivosa. E deixei meu cigarro cair, pisei em cima por precaução.

— Kendall, sou sua irmã. E você é...

— Annabeth— tropecei e cai em cima de seus peitos.— Desc...— coloquei a mão nos seus seios e os apertei.— Caramba! São muito confortáveis, são naturais? Nunca vi tão grandes!

Sua raiva pareceu passar, e um sorriso divertido apareceu nos seus lábios. Riu, e sorri ao vê-la assim.

— Você é a vloguer!— falou se tocando de quem eu era. Fiquei feliz em saber que famosos me viam. Por mais que não soubesse quem eram esses famosos.

— E você é um pecado— não desgrudei os olhos dos seus peitos.

Pedi a mesma bebida roxa que Kendall bebia, e logo chegou num copo psicodélico.

— Me diz uma coisa, você é a gêmea do mal da Kay?— falei impressionada de como eram iguais.

Ela riu.

— Eu sou mais velha que ela.

— Igualmente gostosa... e legal— sorri, e virei pra frente meio bamba. Sentia tudo girar, eu precisava outro cigarro, procurei nos bolsos traseiros, mas deixei cair no chão. Droga! Tinha uma horda de pés. Xinguei alto.

E riu de novo, sua risada era doce, senti uma mão delicada entrando sorrateiramente na minha blusa. Talvez estivesse bêbada, não como eu, mas solta o bastante pra me provocar. Apertou minha cintura, olhei Kendall e ela não desgrudava o olhar dos minha boca. Olhei pra sua mão, acariciando minha barriga agora.

— Sabe, Annabeth, eu tenho um apartamento aqui no centro, e eu queria te mostrar...

Puxei sua cintura, que se chocou forte com a minha. Sua bebia tinha caído em poucos respingos na minha blusa, e eu apoiei meu braços nos seus ombros na altura dos meu.

— Seria uma honra!

Arrombei a porta do apartamento e a joguei no sofá vermelho, sem prestar atenção em nada. Com ela sentada, tirei sua calcinha preta rapidamente e enterrei minha cabeça na sua intimidade, a inclinei e ela passou as pernas pelo meu ombro facilitando meu oral. Puxava meus cabelos longos sem dó, fazendo dele um emaranhado horrível.

Mordi seu clitóris duro, e ouvi seus gritinhos. Lambi toda sua fenda sugando forte sua entrada, tentou fechar as penas, mas eu a virei deixando de quatro, sentei no sofá e trouxe sua intimidade até meu rosto, ela se encaixou e eu enfiei minha língua nela. Determinada a lhe dar prazer. E seus gritinhos e risadas me deixavam mais animada.

Rebolava forte em mim, e eu segurava sua bunda dando tapinhas. Maior que a da irmã. Enterrei minha língua na sua entrada mais uma vez, e senti me apertar involuntariamente. Seu líquido escorreu pela minha cara, e eu ouvia seus urros de prazer.

Kendi se jogou no sofá tremendo.

— Acho que você achou meu ponto G— rimos juntas extasiadas. Eu tinha ficado bem molhada dentro das calças sem mesmo ela me tocar, não que eu deixasse. Acariciei suas pernas macias e torneadas, ela ainda estada com o cropped, não deu tempo de tirar.

— Isso que eu chamo de sexo, nem tirei sua roupa toda!

Mordeu o lábio e me encarou.

— Nunca pensei que transar com Annabeth Chase seria tão...

— Perfeito?

Soltou uma risadinha, viajando, assim como eu estava.

— Gostoso, intenso...—Bati no sua coxa e esfreguei sua virilha.— Eu to acabada.

— E eu preciso ir— de repente os meninos me passaram pela cabeça. Será que tinha feito besteira? Ela soltou um resmungo alto.

— Dorme aqui comigo.

Opa, hora de pular fora.

— Tenho que dirigir pra uns amigos— falei me levantando. Não deixava de ser verdade, era só um bônus. Eu realmente tinha gostado dela, mas relacionamentos me assustam.

Ela me puxou de volta. Com um bico na cara.

— Por favor, Annie— parecia triste, mas eu realmente tinha que ir. Os meninos deviam estar preocupados, ou não né?

— Não posso, princesa— beijei sua boca vermelha. E me afastei, a caminho da porta, com as coisas mais embaçadas que antes.

— Deixa eu te levar, você está muito bêbada— colocou a saia e pegou na minha mão. Tinha ido descalça mesmo.

Ao sair, uma chuva de Paparazzi nos atingiu na porta do prédio, caminhei na frente, com as mão entrelaçadas a Kendi. Abaixei a cabeça, pra tentar evitá-los.

A boate não ficava muito longe assim, apenas dois quarteirões. Depois de passar pelo mar de fotógrafos, começamos a correr até lá, senti a brisa quente da madrugada, desviávamos das poucas pessoas na rua. A noite tinha sido intensa, do jeitinho que eu gosto. Paramos no estacionamento que havíamos deixado o carro.

Ao longe via três figuras desfocadas. Fomos caminhando devagar continuando o percurso. Eu começava a ficar tonta e enjoada, devido a corrida repentina.

— Eu vou te matar, Annabeth! Onde estava?— bufei e olhei pra Kendi.

— Liga não!— abanei a mão indiferente com dificuldade de formar um frase coerente. Percy parecia puto. E Jay e Nico descrentes do que estava acontecendo.

— Você ficou com minha irmã— apontou pro Nico, que não mudava de expressão. Kendi riu fraco, e eu a olhei. Sua beleza era simples, mas encantadora. Se virou pra mim, percebendo que eu a encarava.— Annie, tem uma caneta?

Ela era hipnotizante.

— Annie?— cutucou meu braço.

— Hm... Ah, sim! Rapidinho!

Afastei os garotos da lateral do carro e peguei minha bolsa de franjas no porta malas. Logo achei uma caneta e estendi pra Kendi, que riscou algo no meu braço. Seu número, suspeitei, eu não conseguia ler nada.

Encarava meus olhos significativa.

— Me liga— sussurrou e me beijou.— Cuidem dela— falou pros meninos.

Humpf! Não precisava que ninguém cuidasse de mim!

Saiu correndo desaparecendo nas ruas movimentas. Suspirei, cocei a cabeça e olhei pros meninos de boca aberta.

— Você pegou uma Jenner— A cara do Jay era hilária.

— As duas— ri, e peguei uma garrafa de água no carro e segui para a lixeira do lado do carro e vomitei.

—Quantos chicletes já colocou na boca?— Percy perguntou com uma careta de nojo. Estávamos sentados no carro, esperando o efeito do álcool diminuir pra ir pra casa.

— Trinta e cinco— minha voz saiu abafada. Tinha uma bola de goma gigante na minha boca. O gosto doce substituindo o do vomito. Tirei a bola babada da boca e joguei no chão de terra do estacionamento. Ouvi várias exclamações de repulsa.

— Veadinhos!

Sentada no motorista coloquei minhas pernas sobre Percy. A cena da loira palpitava na minha cabeça. Tentei evitá-la.

— Morri— falei exausta.

— Vejo que a noite foi cheia— Nico falou malicioso.

— Se foi— fechei os olhos

Percy tirou meus saltos e descansou seus braços em mim, apoiando a cabeça na janela.

— Não sei como aguentam usar isso!

— Nem eu.

— Como foi, conquistadora?— Jay ainda não acreditava no meu dom pegador.

— Annabeth, a galã.

Nico gesticulou, como se fosse um anúncio. Acabamos gargalhando por alguns minutos, mergulhando num silêncio gostoso.

Jason começou a fuçar rapidamente seu celular, com uma cara estranha, olhamos pra ele em expectativa. Me ajeitei no banco, olhando pra trás. Tentando entender o que acontecia. Troquei olhares nervosos com Percy.

— Ah meu Zeus— eles nos encarou.— Thalia está no hospital.

Notas finais
bjbj ate.....