Young Blood

13 Só entre nós


Notas iniciais
HOJE TEM MEU POVO QUERO MTS COMMETS SO O TITULO JA DA UM QUENTINHO JMcatro esse é exclusivamente pra vc sua recomendaçao foi... AHHHHH

Annie.

Thalia não respondia nenhuma das minhas mensagens. Ficando puta. Mais ainda porque meu pescoço doía pra caralho. Merda de osso, tinha que tá ali pra dificultar a tatuagem.

Eu tinha gostado delas. Muito mesmo.

— Bolado com você, Annabeth— Percy entrou sem bater.

— Sabe bater não? Se estivesse nua?

— Aí, eu não responderia pelos meus atos.

Lembrei de.... NÃO, era o Percy. Devo ter feito uma careta.

— Tudo bem?

— Sim, preocupada com a Thalia.

Não pareceu engolir, mas se jogou ao meu lado, e me aconcheguei nos seus braços.

— Eu senti sua falta essa noite.

O quentinho que ele me fazia invadiu de novo meu corpo e meu coração acelerou. Mordi o lábio.

— Eu também— enterrei minha cabeça no seu corpo, e aquele cheiro típico seu: o amadeirado do Azzaro e maresia. Eu não sabia como, só sabia que sentia esses cheiros.

— Vai ficar me cheirando mesmo?

Subi no seu colo, cheirei roçando meu nariz seu pescoço e sussurrei no seu ouvido.

— Seu cheiro é maravilhoso.

Eu não acredito que tinha dito aquilo. NÃO! Merda, eu não me controlei, eu precisava provocá-lo. Instintos idiotas. Por que eu estava pensado assim?

— Annabeth...— sussurrou baixinho e inverteu as posições, apertando forte minha cintura— Você tá brincando com fogo...

Sorri de lado, coloquei de leve minhas mãos debaixo da sua camisa e falei rente ao seu ouvido.

— Nunca tive medo de fogo— nossas respirações pesadas se misturavam, ele se aproximava lentamente da minha boca. Como ontem, senti vontade de devorar aquela boca carnuda. Qual será o gosto, e a textura? QUÊ QUE EU TO FALANDO? Ele roçou singelamente nossas bocas e eu o joguei pro lado tirando-o de cima de mim.

— Mas hoje... temos 3 coisas importantíssimas pra fazer— disse ficando de pé.

Percy riu, merda! Ele estava decepcionado. Eu não podia fazer isso. Não isso! Ah, deuses, esse garoto me deixa perturbada.

— Vou ficar com bolas azuis de tantos foras que me dá.

— Termina oficialmente com ela e eu te recompenso— oi? Terra procurando a verdadeira Annabeth.

Se sentou e me olhou, ansioso.

— Desculpa, eu não faço nada com caras comprometidos.

Caminhou até mim, e me puxou pela cintura, nossos corpos se chocaram e eu estava molhada. Pulsava loucamente, babava por aquele cara. Estranhei meu desespero, tinha ficado com algumas garotas desde que cheguei. E não transava a duas semanas, não era muito. Por que estava assim? Por que ele fazia me sentir assim?

— Acho que ontem ficou bem claro que tínhamos terminado.

Peguei o celular do seu bolso e lhe entreguei.

— To me sentindo uma cafetona.

Ele digitou umas coisas e me mostrou a tela do celular.

— Sou solteiro.

— Não acredito que vou fazer isso— sorri de leve.

O conduzi de costas pelas (ainda) infinitas caixas que tinham no meu quarto e o sentei em um dos pufes. Fiquei de joelhos e o encarei.

— Estava errado. Você consegue ser mais excitante— murmurou, tirei sua bermuda o deixando com uma box branca. Deuses, acho que gozei sem mesmo ser tocada, o volume lá dentro era, digamos, muito visível (sendo mesquinha com o tamanho do seu pênis). Apertei ali com força, e subi pra sussurrar em seu ouvido.

— Isso fica só entre nós dois, ouviu?— virou a boca pra me beijar, e com a mão que segurava seu membro, segurei seu queixo o impedindo, encarei sua boca e depois seus olhos.— Nem se atreva, eu que dito as coisas por aqui.

Minha outra mão entrou na sua cueca, me senti quente de novo, seu pau quente pulsava forte. Mordi o lábio dele e tirei minha mão do seu queixo, abaixando a box.

— Merda, Annabeth.

Suspirei, aquilo era o maior que da última vez que vi (tomávamos banho juntos quando crianças, ok?). Lindo, umedeci os lábio e o segurei.

— Então é assim que você fica quando me vê?— descia rápido e forte, e subia lento e fraco, rodando um pouco a mão.

— Cala a boca, caralho— nós encarávamos intensamente.

— Fala palavrões pra mim, você fica muito gostoso assim— rosnou e tentou procurar um apoio. Talvez estivesse violenta e esfomeada demais, mas gostei do joguinho.

Beijei sua glande, fazendo os mesmos movimentos. E engoli o seu membro todo, fazia um tempinho que não praticava meu boquete, mas pelos gemidos e palavrões de Percy, eu me saia bem. O chupei forte, ele puxava meus cabelos e encarava todos meus movimentos. Massageei suas bolas, e com a outra mão arranhei seu tanquinho.

Chupava seu pênis avidamente, sentia seus músculos cada vez mais contraídos. Ouvia seus gemidos baixos e sexys, querendo que ele gritasse meu nome. Troquei as posições, passei a lhe masturbar e chupei suas bolas. Macias... gente, cara perfeito. Senti pulsar mais, ele ia gozar, parei de fazer tudo e o encarei. Suado e vermelho, mordia o lábio forte. Arqueei a sobrancelha e sorri de lado.

— Acho que terminei aqui— fiz menção de levantar e ele me puxou pra baixo de novo.

— Você vai terminar— me olhava ameaçadoramente, sua voz rouca me deu calafrios.

— Pode continuar só, né?

— Não vai me fazer pedir.

— Pede— sussurrei— pede, com carinho.

Fiz movimentos circulatórios ao longo da seu membro.

— Deixa eu te dar prazer...— depositei um beijinho na base. Passei a acariciar sua virilha branquinha.

Pede...— beijei seu membro e subi os beijos molhados pra sua barriga.

— Deuses mulher, me faz gozar— sorri satisfeita, esfreguei sua glande e voltei a lhe chupar. Poucos minutos depois, senti seu liquido na minha garganta, engoli tudo, diferente das outras vezes, era doce, melhor ainda. Um fio de gozo escorreu pelo meu queixo, limpei com o polegar e chupei o mesmo.

Sentei em um pufe ao seu lado, olhando o nada.

— O melhor boquete que alguém já me fez— falou fitando o nada comigo, rimos juntos extasiados. Sentia um peso descomunal no ventre, mas já estava satisfeita com o boquete que lhe fiz.

— Você me cansou, herói. Seu pau é enorme. E bem maior que lembrava— olhei o mesmo de relance.

— Seu primeiro elogio a mim— ri sem graça.

— Estou expondo os fatos.

— Agora me diz, que habilidade é essa? Sério, tudo do seu boquete é perfeito.

— Pare de me bajular, eu, sem dúvidas, vou fazer isso de novo.

Se inclinou pra falar no meu ouvido.

— Espero atenciosamente— deu um beijinho na minha tatuagem, tinha até esquecido da dor.

— Sai,— o empurrei— temos coisas a fazer agora.

— Ah, não.

— Ah, não é o caralho. Acabei de te chupar, você VAI me ajudar. Considere como um pagamento.

Ele levantou e pegou a cueca. Sua bunda era tão perfeita que tive que mordê-la. Lisinha e durinha.

— Ai, cacete— fez uma cara de indignado.

— Sua ex nunca mordeu sua bunda?

— Não!— falou como se fosse óbvio.

— Que sem graça. Não sabe o que tá perdendo, sempre quis fazer isso— dei um tapinha e a apertei de novo.

— Pervertida!

— Temos que: arrumar meu quarto, desempacotar essas coisas— abanei minha mão para as caixas.— Fazer um vídeo novo e ASSSITIR VIZINHOS.

Percy comia seu Oreo preguiçosamente, e me olhava com desdém. Ele acabou fazendo uma careta e nós rimos.

— Ok, adorei a parte da gente sair e ir no cinema. O vídeo, podemos fazer indo pra lá. Depois editamos e postamos. E a parte de arrumar o quarto é contigo.

Fiz um bico e subi no seu colo.

— Por favor. Preciso de braços fortes pra carregar meus livros— eu acariciei seus braços e apertei seus ombros, encarávamos em uma disputa silenciosa.— Vai, to te pedindo com carinho.

Fiz cara de choro.

— Rápido— suspirou.

— Começamos pelos livros. São muitos— corri até a caixa que dizia "livros de A a G".— Vai colocando nas prateleiras de cima. Na ordem alfabética, por Atena.

— Fresca.

Joguei a caixa na cama. Peguei duas outras "de H a P" e "Q a Z", as coloquei na cama.

— Leu todos esses livros?— Percy já estava na metade da caixa.

— Mais é claro que sim. Eu não trouxe todos, meu pai não deixou. Na verdade os outros eram da minha mãe— comecei a lhe ajudar. Conversamos sobre baboseiras e em meia hora minha estante ficou superlotada.

— Pretendo comprar mais hoje.

— Livromaníaca— deitou na cama.

— Você deveria ler mais. Olha, Ender's Games é uma puta coleção. As crônicas do Gelo e Fogo. Ah deuses, são tantos mundo incríveis, mágicos e diferentes— eu gesticulava loucamente, lembrando de cada livro que já li. Me sentia ótima falando deles.— Percy, você ia amar Harry Potter. E Maze Runner, o filme vai estrear em setembro, Newt aquele fofo. Hush Hush e Instrumentos mortais. As Lendas de Kane...

— Qual é a próxima caixa?

Suspirei, triste com seu desprezo por literatura.

— Meus discos. Vou colar alguns na parede.

Percy começou a fuçar a caixa de discos.

— The Beatles, Aerosmith, Bon Jovi, Rolling Stones, Lana Del Rey, The Pretty Reckless... seu gosto musical é ótimo.

Sentada na cama, o olhava mexendo na caixa sonhadora.

— É, são meus bebês.

— Onde vai colocar eles? Todos na parede? Não vai ficar legal.

— Tem um vão atrás das cabeceiras que cabe.

Deu trabalho, mas terminamos. Coloquei os discos na paredes juntos e outros nas cabeceiras, botei meu toca discos e o telefone de boca em cima da mesma, arranjei um cantinho pra fazer os vídeos. Joguei os equipamentos de filmagem e cadernos de anotação do canal na bancada de estudos e em cima dela Percy colocou meu quadro de fotos e avisos. Era bem bonito, amarelo com detalhes trabalhados, colamos nossas fotos, e fotos antigas e TANDAN... Me livrei das caixas.

— Eu quero comer, mas não quero ir lá em baixo— Percy e eu estávamos esparramados no chão, encarando o teto. Cansados de mais pra comer.

— Tem um frigobar no corredor.

Franzi a testa e o olhei.

— Sério?

Ele assentiu.

— Zeus diz que, é pra não ter que descer, à noite, as escadas. Mas ele não coloca no quarto dele, nem dos filhos porque diz que é coisa de gordo.

Ri da idiotice do meu padrinho. Ele sempre foi assim, desde pequena. Não via ele desde de ontem, queria saber o que aconteceu.

— Vai lá!

— To com preguiça, Ann.

— Nós ainda vamos no cinema! Vou tomar um banho, vê se acha Kit Kat.

Me levantei e fui até o banheiro. Tirei as roupas, entrei no chuveiro; a água corria gelada. Ultimamente tem feito um calor do cão aqui em LA. Percy escancarou a porta.

— Ei, eu to tomando banho!— não tinha vergonha de ficar nua na frente dele, mas qual é...

— Relaxa, tava silêncio demais no quarto. Não queria ficar lá só. E não tem nada pra esconder, tomávamos banho juntos, não ta lembrada?— Tinha um Kit Kat na mão e na outra o mordia, olhando pros meus peitos.

— E, sim eu lembro, MAS FAZ SEIS ANOS. Eu só acho estranho, você não ficava encarando meus peitos!

— Não mesmo, até porque eles nem existiam e agora...— ele não desgrudava o olhar do meu corpo.— Seus peitos são incríveis.

Tirei o sabonete do corpo. Ele abriu a porta do box e colocou a mão com o chocolate.

— Brigado, babe— peguei e praticamente engoli o doce. Porra, era muito bom. Apertou minha bunda.

— Percy!

— Desculpa, não resisti— deu de ombros.

Vestia um blusão com a foto do elenco de Maze Runner, uma legging florida azul, botei um chapéu oval e calcei uma sapatilha.

EU VOU ASSISTIR VIZINHOS, AQUELES TESÕES DO ZACK E DO DAVE! ACHO QUE TO MORRENDO!

Seguimos pro Los Angeles Mall. Peguei a câmera e a preparei.

— Vamos filmar...tchutchutchu— fiz um bico, desci do carro e liguei a câmera.— Diga oi pros cafona, Percy.

— Oi pros cafonas, Percy.

Ele me abraçou e filmei nossos rostos.

— Sério isso, cara?

Assentiu e entramos no shopping, procurando pelo cinema. As pessoas olhavam sem sutileza alguma, apontava e sussurravam uma com as outras. Parei algumas vezes pra tirar fotos e dar uns autógrafos.

— Vocês sabem que amo vocês. Quantos "vocês"...

— Duvido tu falar uma frase com a maior quantidade de "vocês" que conseguir— Percy me encarou.

— O que eu ganho com isso?

— Um beijo— balançou as sobrancelhas.

— E de comer?

— Hum, você pode morder—arqueou a sobrancelha.

— Ok,— sorri perversa.— vocês sabem que amo vocês. Mas vocês provavelmente, não amam vocês, porque vocês me assistem. Mentira, amem vocês mesmos, e vocês me amem. Já que vocês, estão aqui, vou mostrar pra vocês onde vocês queriam estar— virei a câmera e dei um giro.— Shopping, hora das comprichas com vocês me vendo— imitei uma fresca metida.— Mentira de novo. Mal temos dinheiro pro cinema— fiz uma careta.— Porque vocês não dão like no vídeo. E eu já tive essa conversa com vocês, preciso que vocês deem likes pra eu ganhar meu salário e poder fazer mais vídeos pra vocês.

Percy riu e paramos na entrada do cinema.

— Eu disse uma frase! Fez um texto. Nada de beijo.

Fiz uma carinha triste pra ele e virei pra câmera.

— Então eu vou roubar— fingi que ia beijá-lo, ele segurou uma cara com a mão toda.

— Há, você que pensou que eu ia beijá-la— Percy apontou pra lente.

— Tira o dedo ai, vai desfocar... E desfocou. Ótimo, seu otário.

Percy bufou.

— Não fica chateada porque não te beijei, é porque você tem bafo. Desculpe.

— Veado, vai cagar.

Entramos na fila da bilheteria.

— Outro dia rola.

— Rola a minha rola na tua cara— Ri da minha piadinha, ele ficou na minha frente e eu o filmei.— Fala ai, última coca-cola do deserto, não fui eu que não tomei banho... Cofcof e usei a escova de dente dos outros... Cofcof...

Olhava pra mim sorrindo por cima da câmera. E aquela voz nos interrompeu.

— O que vocês fazem aqui?— A morena de shortinho curto, acompanhada por o mesmo cara da esquina do 4 de Julho.

Notas finais
eita porra q hj teve ate quinta povo ESTOU ABERTA A SUGESTÕES