Notas iniciais
troquei a sinopse :), é um tasquinho de um cap q esta por vir estou mt decepcionada cm vcs, mt msm... por isso esse castigo LEIAM AS NOTAS FINAIS

Percy.

— Percy, pelo amor de Zeus, não deixa essa menina tocar em heroína— Tio Fred pediu.

Esperávamos as meninas descerem. E eu e Nico fomos castigados a ouvir recomendações sobre drogas e bebidas... Como se fosse nossa primeira festa. Já estava ficando com dor de cabeça por causa dessa palhaçada.

Vestíamos calças brancas rasgadas e blusas cor marca texto, azul e laranja. Passei a mão pelo cabelo, deixando-o em pé.

— Relaxa, Travis nunca compra heroína!— Nico deu um gole na sua cerveja, tranquilo, pra depois fazer uma careta.— Mas isso não quer dizer que não usam nas festas deles— falou sombrio.

Deu de ombros, eu olhei pra Frederick, acolhedor.

— Deixa comigo, sem drogas.

Nico deu uma risada medonha, me assustando.

— Se você conseguir ficar sem delas...

— Quê?— minha mãe soltou um pouco alto demais e o encarou com uma careta.

Pisei forte no seu pé, ouvindo um sonoro "Ai". Nico não tinha escrúpulos a própria vida, não?

— Nada mãe...— sorri amarelo.

— Eu espero mesmo!— meu pai falou.

Olhei Nico, eu ia matá-lo qualquer dia. E ele riu da minha cara.

— Nem deixem a outra ser presa de novo, ok?— Meg continuou apreensiva.

Som de saltos contra o piso ecoaram.

— Quem, eu?— Thalia apareceu.

Droga, estava muito gostosa! Usava uma minúscula saia preta rodada e uma blusa de manga comprida colada roxa fluorescente, completamente aberta nas costas com um salto e batom combinando.

— É, e sem carros! Vão de táxi, ou falem com Argos— Hades completou.

— Você fez isso com a gente, Lia— Nico a puxou pro seu colo, a beijando fervorosamente, apertando suas coxas.

Dava pra ouvir seus gemidos.

— Ah, cara...— desviei meu olhar da cena erótica, até Tia Maria jogar uma almofada neles.

Muito obrigada— ela agradeceu num falso sorriso.

— Onde está a Ann?—perguntei, mudando totalmente o assunto.

Thalia se virou pra mim, e incrivelmente não estava borrada.

— Falando com um tal de Pierre. Me pediu pra sair de lá. Era 'particular'— gesticulou aspas.

Franzi a testa curioso, e talvez um pouco incomodado. Quem era aquele cara? Olhei Tio Fred que parecia um pouco surpreso.

— Quem é?— minha voz pareceu desesperada. Merda!

— Que ciúme é esse, Percycho?— Thalia cutucou minhas costelas, e se sentou ao meu lado, se aconchegando em mim.

Ouvi os risinhos na sala.

— Eu hein, só quero saber quem é o cara! Não é como se fosse o stalkear, perseguir e depois matar!—falei, irritado.

Thalia revirou os olhos, acariciando e puxando de leve os pelinhos do meu braço.

Malcom entrou na sala com uma caixa da Domino's. Salivei.

— O primeiro namorado, professor de dança e um dos meus melhores amigos— sentou no braço do sofá, entretido com sua pizza, nem desgrudava os olhos de lá.

Eu, Nico e Lia franzimos o cenho quase automaticamente.

Namorado?— Nico perguntou.

Dança?— Thalia fez uma careta.

Professor?

— Ajudou com TDAH— Mal deu de ombros.

Realmente eu nem sabia o que pensar... Imaginar Annie com outro cara me dava raiva. Controlei a pulsação encarando minha cerveja.

— Percy não gostou muito, hm?— Mal enfiou uma pedaço de pizza todo na boca, sorrindo.

— GRACE— ouvi a voz da loira, que logo apareceu na sala. Virei a cabeça para olhá-la. E o ar me faltou.

O vestido curto e branco tinha duas fendas laterais até sua barriga. Deixando amostra sua tatuagem e as pernas lisinhas, cabelo preso em um rabo de cavalo apertado, realçando sua californiana roxa, batom rosa neon, os saltos fechados da mesma cor. Meus olhos quase saltaram da órbita.

Senti Nico bater na minha cabeça com a cerveja.

— Não baba, cara...

Vamos viajar— de repente falou rouca, sorrindo excitada. Pegou um pedaço de pizza e enfiou na boca. E continuou a digitar no celular.

Thalia arregalou os olhos surpresa e satirizou, com um sorrisinho de lado.

— Sem problemas. Estava pensando em adotar uma criança, já que sou estéril, também.

Zeus suspirou.

— Você não é estéril, e só...— tentou.

Nico deu um tapão na sua cabeça, fazendo voar cachos negros em todas as direções, inclusive na minha cara.

— Deixa de ser ridícula— se encararam em uma disputa de olhares. Pelo visto Nico ganhou.

— Isso tem haver com Pierre?— Fred perguntou do outro lado da sala.

Ela continuava a digitar fervorosamente, mastigando a pizza.

— Só nós duas?— Thalia perguntou curiosa. Já se animando com a ideia.

— A Piper tá... De castigo— deu uma intonação como se não tivesse, e sorriu.— Bianca, na puta que pariu. E Hazel, grávida. Só sobra você— a olhou dando de ombros.— Então... É!

— Sou segunda opção agora, é?— Lia fez uma cara de ofendida.

Foi notória a aproximação delas.

— Última na verdade. Lei do só tem tu, vai tu mesmo. Nunca ouviu?— Lia pegou a cerveja da mão de Nico e a entornou, raivosa. Caímos na gargalhada, apenas Malcom que a olhava com uma careta 'No, bitch'.

— Cala boca, estrelinha! Devia agradecer a única 'amiga'— fez aspas— que tem. Volta pro teu pedestal, branquela.

Minha barriga doía, e a cabeça parecia que ia explodir de tanto rir. A suposta raiva de antes foi substituída por gargalhadas sufocantes.

— Olha que te mando pra França em um chute— falou boçal. Pegando mais um pedaço de pizza.

— Essa daí chuta nem bola— olhou pra nós com cara de deboche apontando pra Annie.

— Vocês são iguaizinhos— minha mãe falou, balançando a cabeça e rindo.

Thalia e Nico, ao meu lado, não se aguentavam. Ouvi um grito de terror, e me virei preocupado, com a respiração acelerada. Todos fizeram o mesmo, surpreendidos. Ninguém esperava o berro.

Annie tinha a mão no peito, e uma expressão de falso medo.

ELE NÃO! SOU PARECIDA COM A NANA, MAS MALCOM NÃO!

— Porra, pensei que fosse sério. Quase me matou!— resmunguei com o coração na boca. Ouve reclamações em toda sala.

— Sapatona leprosa, me dá minha pizza— Mal tentou agarrar a fatia da mão de Annie, que deu uma bela lambida e entregou a ele.

Exclamei em nojo, quando ele engoliu a pizza goela a baixo, com baba de Annie. Olhou pra mim.

— Saímos tudo do mesmo saco e da mesma buceta. Afinal, continua sendo pizza— deu de ombros, arrancando mais risos seguidos de 'Credo!'.

— Eu faria o mesmo— meu pai falou.

— Ah, meus filhos...— Fred parecia cansado.

— Pra onde irão?— Tia Meg cortou.

— Bélgica— Annabeth voltou a digitar no celular.

Arregalei os olhos, negando milhões de vezes mentalmente. A raiva me preencheu de novo.

— É pra onde eu estou pensando?— fiz uma careta irritada.

Olhou pra mim com um sorrisinho maléfico, e continuando a prestar atenção no celular.

— É lá mesmo!

— Annabeth, pergunta!— Nico levantou o braço como um aluno em classe e ela se virou pra ele.— Você chega aqui na maior moral e do nada, dizendo que vai levar minha namorada pro outro lado do mundo, pra um festival de maconheiros amantes de música eletrônica?

Thalia se levantou entendendo o que estava acontecendo.

— Sua vadia louca, você não fez isso!

Feliz aniversário atrasado— fez uma careta e abriu os braços.

...

— Vocês tão de sacanagem que vão deixar elas viajarem sozinhas!—falei indignado.

— Percy, pare de ser inconveniente— minha mãe repreendeu.

Não, isso não podia ser real. Eu acabo de reencontrá-la e ela quer ir embora? Inadmissível! Tamborilava meus dedos, inquieto.

— Nós estamos falando de duas fudidas emocionalmente e viciadas indo pro maior festival de música do planeta. Vai dar merda? Sim, claro ou com certeza?— Nico tinha um tom mais sarcástico do que a própria mãe. Podia estar tão irritado quanto eu.

— Talvez sejam isso que elas precisam...— Tia Maria o contrariou.

— Depois, talvez, passar na India e Tailândia... São ótimos lugares pra renovar os chácaras. Passar a depositar a fé em alguma religião, eu fiz isso quando mais nova,— Tia Meg tagarelou animada com a ideia— conheci várias tribos hindus e budistas...

Thalia se levantou do sofá.

Papai...— não, ela não tava fazendo isso— o senhor pode ver as passagens pra gente...

Ficou próxima dele, fazendo cara de cachorro que caiu da mudança. Zeus sorriu brilhantemente caindo na sua armadilha venenosa.

— NÃO CAI NA DELA, TIO!— choraminguei/gritei.

Thalia me olhou, assassina.

— Tivesse pegado a Annie antes, agora vamos viajar, amor! Com o ex dela...— riu maliciosamente, jogando a cabeça pra trás.

— Porra, vai deixar, Percy?— Hades provocador.

— Sou um produto agora? Que pode ser pego em uma prateleira?— Annie estava furiosa também.

— Bem que você parece com a Barbie— Nico avaliou, arrancando risada de todos.

Vous malédiction. Diable pousser votre nuit de cul...— sussurrou baixinho, o olhando de canto.

— ANNABETH!— Fred cortou, nervoso.

— Sempre falei que ela era bruxa— Mal defendia-se com as mão acima da cabeça, ainda comendo.

— O que você falou?— Lia perguntou, curiosa.

— Nada— disse Annie emburrada.

— Então tá certo. Vou ver isso pra vocês— Zeus falou.

Me virei pra Annie, em forma de apelação. Mas ela estava ocupado com os próprios devaneios.

— Eu sempre quis ir a Cingapura...

— Um mochilão por países exóticos...— Fred coçou a barba.— Não em parece uma má ideia.

— É, é claro que não parece...— sentei no sofá, do lado de Ann, o desespero inicial se tornando em derrota.

— Foda-se!— Nico falou.— Temos uma festa pra ir!

— Temos que arranjar barracas pra dormir no camping de lá— Lia falou pensativa.

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— Não fiquem bolados— Annie falou cabisbaixa, pintando meu abdômen com tinta fluorescente. Fazia cócegas.

Suspirei, escorado no capô de um carro qualquer. Thalia fazia a mesma coisa com Nico ao nosso lado.

Faltava apenas alguns quarteirões pra casa dos Stoll, e já dava pra ouvir a música abafada e ver a casa colorida e brilhante ao longe no céu escuro e estrelado.

— Poxa, olhem o quanto vai ser bom, sabe? Esvaziar a cabeça, poder esquecer um pouco dos problemas— Thalia falou com ar tristonho, concentrada nos traços tribais que desenhava.

Nico puxou seu queixo e começou a lhe beijar, desviamos o olhar, dando privacidade.

Annie continuou a desenhar, silenciosa, no meu rosto. Fechei os olhos sentindo suas mãozinhas geladas.

— Não desenhe um pinto no meu rosto— a adverti, escutei sua risada melodiosa.— Por que terminou com ele?— lancei, e a senti sorri.

— Demorou pra perguntar— se afastou, fechando um pote de tinta verde.

Seus olhos estavam límpidos, quase brancos, e inocentes, talvez tristes.

— Ei, não faz esse olhar— a puxei mais pra perto, acariciando sua cintura.

— Eu me apaixonei perdidamente e...— fez uma longa pausa, acariciando seu "P".

— Ele te decepcionou?— criei esperanças de que o cara era um merda e que eu podia ser melhor.

— Muito pelo contrário! Ele foi maravilhoso! Eu ganhei na loteria, acertei em cheio. Nós apaixonamos e, apostei todas as fichas nele. E foi maravilhoso, sem dúvida a parte mais feliz da minha vida— respondeu num sorriso vazio e nostálgico.

Senti murchar por dentro. E eu? Ficou difícil respirar.

— Me entendia muito mais que eu mesma. Eu até mesmo que Hazel e Frank— continuou tentado segurar o sorriso.

— E o que aconteceu?— esfregou o lóbulo da minha orelha.

Ela riu.

— Ele é gay.

— Uau!— falei aliviado e soltei uma risada, como se um peso saísse das minhas costas.

— Eu o amei tanto, a ponto lhe deixar ir embora. Ele viajou o mundo todo por causa da dança— seus olhos cintilaram, como diamantes.

— Você vai visitá-lo?

Um singelo sorriso cresceu em seu rostinho lindo.

— É, ele mora na Bélgica hoje.

A curiosidade me consumia.

— Você o amou mesmo?

Ela fitou meus olhos, pela primeira vez em toda nossa conversa.

— Eu só me envolvo com homens que eu realmente amo.

Senti meu coração bater mais rápido.

— Eu preciso disso, Nico— ouvi Thalia suspirar.

Amarramos a blusa na cintura e saímos caminhando até a casa.

...

A casa enorme era iluminada toda por luz roxa neon. Fumaça rosa, azul e verde saia por todas as janelas e portas de vidro ou acumulavam fazendo um efeito incrível. As paredes brancas e as de pedra estavam manchadas com respingos coloridos.

No jardim frontal, cheio de papel higiênico, copos coloridos e tinta em pó, pessoas corriam pra cá e pra lá, algumas conversavam e outras deitadas na grama, já, provavelmente, chapadas. Havia um riacho azul claro reluzente cortando horizontalmente o jardim e as palmeiras compridas brilhavam verdes fluorescente no caminho da entrada. Tinha até uma mini ponte no caminho.

Via vultos neon e dançantes. Reconheci a batida de Levels, fazendo meus ossos tremerem. Atravessamos os portões, caminhando lado a lado em silêncio, apreciando a intensidade de tudo ao nosso redor.

Meu coração bateu mais forte, e meus ouvidos zuniram. Uma sensação ruim percorreu o meu corpo.

De uma coisa eu sabia, a noite prometia.

— Connor— Thalia o abraçou, vi ela pegando um pacotinho da sua mão e escondendo na manda da blusa. Quase imperceptível, quase.

Os meus pêsames do Joe— sussurrou. Senti um gosto ruim na boca.

— Fala Percy— trocamos um aperto de mão. Mas continuei desconfiado.

Me perdi em pensamentos enquanto os outros conversavam.

— Percy, tá tudo bem?— Annie passou os braços na minha cintura. E eu a olhei atordoado, mas logo voltei ao normal.

— Vamos, eles já entraram— apontei, onde os três desapareciam na escuridão da casa.

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Os tubos de tinta passavam pelo teto, se distribuindo em cada parede para quem quisesse, e junto a elas, potes gigantescos com pó colorido. Haviam papeizinhos picotados em todo canto, fitas compridas se embolando em nossas cabeças, manequins que soltavam uma fumaça suspeita por lugares indecentes.

THE BEAT GOT HARD THOUGH— Annie gritou, com um copo amarelo tão comprido quanto ela, aqueles legais de drinks. Dançou loucamente, se esfregando em mim. Bem sexy, pode se dizer. E eu aproveitei da situação.

Colei suas costas no meu peito, e deslizei minhas mãos por suas fendas, percebi que estava sem calcinha, gargalhei de tanta que era sua ousadia.

Rimos mais alto e acabamos saindo da pista de dança. Ficando do lado de um manequim, ela me olhou maliciosa e chupou os peitos, por onde saiam a fumaça.

Deu uma risadinha longe e atordoada, ficamos chupando o peito da "mulher boneca" juntos, a cena era hilária.

Juro ouvir os gemidos da boneca.

O cheiro impregnado no lugar nunca me foi tão bom quanto dessa vez, eu sentia o que me faltava sendo preenchido em mim, lentamente. A risadas bobas, a visão embaçada e distorcida. Vi Annie me oferecendo seu copo, tomei da sua mão sugando a mais pura vodka queimando a garganta. Fiz uma careta, e foi o tempo de ver mãos sujas de laranja apalpando os seios de Annabeth, e ela desaparecer no meio da zorra que estava aquele lugar. Provavelmente Nico tentando pregar uma peça.

Chupei mais uma vez o seio da manequim, e me sentei no chão não sentindo minhas pernas direito, bebendo o resto que tinha no copo.

Uma família de mamutes passou na minha frente com narghiles.

— Será que o Sid* veio?— sussurrei.

Sorri, aquilo era tão divertido. A festa, aquele clima leve. Descansei a cabeça na parede. Sentindo aquele cheiro de brownies batizados. Travis fazia os melhores.

Quer?— alguém gritou contra a batida da música. Um saquinho foi jogado no meu colo, com pequenas bolinhas brancas.

— Quero!— falei rouco pro nada. A pessoa já havia ido embora, sorri em saber o que eram aquelas bolinhas. Enfiei todas na boca, tentando conseguir alguma gota de líquido no copo.

Consegui ver Nico agarrando Annie e a girando no ar, os dois pareciam tão felizes e alegres. Eu queria me sentir assim com a Annie!

Eles começaram a dançar juntos e sujos uma música qualquer. Eles se transformaram em baseados gigantes.

Do nada, a batida parou e um voz ecoou pela sala. Travis.

— Hoje, quer dizer ontem, foi o aniversário de uma antiga e grande amiga. ANNABETH CHASE!— ele apontou pra ela, em cima de um elevado pro DJ.

Aplaudi, gritei e assobiei junto a umas centenas de pessoas.

— E como toda festa de aniversário tem que ter um bolo...— mais assobios.— Tá aqui o seu Annie!

Não tive muita atenção, mas pelo que entendi jogaram um bolo nela. Ouvi risos doentios, me levantei tonto, indo atrás dela pra ver se estava bem. Just Girly Things voltou tocar as alturas. E a vi rindo como uma criança, e tentando rebolar sem sucesso, de tão tonta estava.

Sai andando pelas beiradas das salas que passei, derrubei alguns potes de tinta no caminho. E peguei um cookie não sei da onde. Entrei em uma quarto vazio com móveis destruídos no chão, havia alguns jornais rasgados e tinta em todo lugar. O quarto brilhava neon, e uma música sinistra começou a tocar abafada.

A sensação ruim de cedo me invadiu de novo.

— Oi, Percy— me virei assustado com a voz feminina, no meio do quarto, olhando a porta.

O vulto se transformou em uma aranha gigante, e senti meu corpo todo formigar. A aranha caminhava lentamente.

E me beijou.

...

— Onde elas se meteram?— Nico perguntou tão sóbrio quanto eu.

A festa continuava dentro da casa. Sentados no jardim da frente com companhia das estrelas.

Traguei profundamente, fechando os olhos. O cigarro foi puxado por Nico, que repetiu meus movimentos e soltamos anéis de fumaça no ar. Vi lápis voadores.

— Ligar é uma boa ideia— coloquei a mão dentro do bolso, com o cigarro entre os lábios, puxei o celular. E franzi a testa.

Nele tinha uma corda.

E nela tinha um "P".

Notas finais
* Sid da era do gelo, pra quem n entendeu (sei q teve gnt q n) TO FAZENDO UM FIC NOVA, SIM! e quero levar ela tão a serio quanto young blood coisa q vai ser difícil... então quero um parceira ou um parceiro (PFV, ME CHAMEM NA MP OU COMENTEM AQUI MESMO, PFV GENTE) COMENTEM NESSA DROGA, FAVORITE E RECOMENDE... N TEM MAIS ESSA PALHAÇADA DE DIA MARCADO PRA POSTAR! DEPENDE DE VCS