Youll Be In My Heart
4 Capítulo 4
Notas iniciais
que foi a musica que eu ouvi para me inspirar a fazer esse capitulo!
O jardim estava repleto de rosas de todas as cores,desabrochando,espalhando seu delicioso aroma.
Tudo ali, aquelas rosas,os gatos deitados numa almofadinha perto do banquinho de ferro no meio do jardim,gritava a presença de Arthur.
Desde que ele estava na sua casa, que o jardim, o seu gato, tudo parecia mais vivo e mais bonito.
Como um sonho.
America sentado no banco de ferro no meio do jardim não pode deixar de pensar que aquele lugar lembrava e muito sua antiga casa que ele vivia com Inglaterra quando ainda era colônia do mesmo.
Nostalgia.
Esse era o sentimento que o americano estava sentido, nostalgia de uma época em que Arthur sempre esteve ali com ele.
Mais America sabia que não deveria lembrara-se do passado se não quisesse reabrir velhas feridas já cicatrizadas.
Quando havia chegado a casa e não havia encontrado o inglês, se sentira estranhamente so. Não havia tido nem vontade de jantar, não queria mais ficar naquela casa sem a presença do britânico. Sem ele, a casa parecia maior e mais sombria.
Mais Arthur so havia saído, ele disse que iria fazer algo relacionado a cinema e livraria, so que o americano esperava chegar a casa e encontrar o loiro na cozinha, ou na porta esperando por ele com um bonito sorriso no rosto.
Passou às mãos nos cabelos, ele sabia que não podia se acostumar àquela rotina, que talvez ao chegar a casa tudo já tivesse voltado ao normal, seu coração doía so de pensar nisso, nesses três dias era como se um de seus sonhos tivesse tomado forma.
Ou melhor, a sua felicidade.
Por que ele so sentia totalmente vivo perto de Arthur, seja com ele brigando consigo ou nesse estranho estado.
Apoiou o rosto nas mãos, frustrado. As coisas estavam saindo do controle. Alfred não sabia mais o que fazer, não conseguia dormir, nem comer e muito menos agir normalmente perto de Arthur. Ele tinha certeza que o inglês já estava desconfiando de algo, Arthur podia estar lesionado mais não era burro.
-O que eu faço?
-Sobre o que Alfred?
Alfred se virou rapidamente para trás, encontrado ali a razão de sua dor de cabeça, Arthur o olhando com seus grandes olhos verdes.
Inglaterra andou calmamente ate America e sentou ao lado dele entrelaçou as suas mãos com as do americano.
-Eu não me lembro direito do o porquê de estarmos brigados, mais eu peço desculpas.
Desculpa... Brigados?
Arthur achava que eles estavam brigados?
A risada do norte americano se fez ouvir alta e animada. Alfred riu tanto que ate sair pequenas lagrimas dos olhos.
-Nos não estamos brigados Iggy.De onde você tirou essa bobagem?
Arthur tinha a sobrancelhas franzidas, se não era isso o que era então?
-Se não estamos brigados, então por que você tem me evitado America?
America arregalou os olhos, ele sabia que mais cedo ou mais tarde Arthur notaria algo de errado naquele “namoro”, mais ele esperava que fosse muito, mais muito mais tarde!
-Eu não tenho te evitado Arthur, so estou com alguns problemas, você sabe a crise e tudo mais.
O inglês suspirou,e claro que ele sabia dos problemas que o americano vinha passando,deveria ser isso mesmo.
O americano não acreditava que tinha inventado uma mentira que nem ele acreditaria. Arthur iria acusá-lo de infidelidade como nas novelas, e sairia chorando pela porta com ele atrás e pegaria o carro e...
-Me desculpe por acusar você de negligencia Al.
Arthur havia acreditado nele, naquela mentira esfarrapada.
-Iggy,tenho fome.
Melhor mudar de assunto.
Inglaterra riu e se, pois de pe,e puxando o americano pela mão em direção a casa.
Eles não estavam brigados?Ótimo.
Mais que ainda tinha algo estanho com Alfred há tinha.
***
A mesa de cozinha estava repleta de embalagens de Mac Donald. Arthur visando fazer as pases com seu irritante namorado havia comparado a comida favorita do mesmo.
E pelo visto Alfred estava mais caloroso.
Quando o americano vira sobre a mesa sua comida e bebida favorita, trazida pelo seu inglês favorito, não pode se conter e abraçá-lo com força e beijar aqueles lábio vermelho.
Arthur sabia como mimá-lo.
-De vez enquanto você tem umas boas idéias Inglaterra.
Inglaterra que tomava calmamente uma xícara de cha e comia um pedaço de bolo, resolveu por um bem maior ignorar o americano, se não eles brigariam de verdade.
-hum.
Alfred estava no quinto hambúrguer com fritas e mais um enorme copo cheio de coca-cola. Era como um sonho, Inglaterra e hambúrgueres.
-Eu trouxe um daqueles seus filmes cheios de explosões e heróis para vermos junto mais tarde.
Na mesma hora, América parou de mastigar, e sua mente começou a trabalhar. Olhou para o hambúrguer mordido em suas mãos e foi como se um luz tivesse se acendido em sua mente. Isso tudo era um jantar romântico, do jeito do Inglaterra, mais era.
Era isso que o inglês estava tramando desde início, comprá-lo com comida e filmes!
Mais se Inglaterra achava que podia enganar o Herói estava muito enganado!
Ele não se deixaria levar por isso, mesmo que isso tivesse mexido consigo profundamente!
-Hein Arthur, isso esta parecendo um jantar romântico.
As bochechas da representação do Reino Unido se tingiram de um vermelho adorável, e Alfred teve a sua confirmação, era um jantar romântico.
-Bem eu não me daria todo esse trabalho para nada.
A expressão do americano se suavizou. Se Inglaterra fosse sempre honesto assim, seria tão lindo. Talvez ele pudesse entra um pouco nessa farça,não machucaria mais do que ele já estava.
-Eu adorei a surpresa Iggy,você realmente tem boas idéias de vez enquanto.
O sorriso pequeno mais doce se espalhou pelo rosto do ex-imperio, e America se sentiu feliz por ser ele o causador daquele sorriso.
-Não fale como se as minhas idéias não fossem todas boas. Eu não sou você America.
As bochechas americanas se inflaram, Inglaterra era muito cruel consigo.
-Não quebre o clima Arthur. E fique sabendo que as minhas idéias são incríveis demais para você compreende-las.
O inglês mirou o americano com curiosidade, onde America via idéias incríveis, Inglaterra via coisas irreais e impossíveis de se fazerem acontecer.
-Construir um robô gigante para proteger a terra do efeito estufa não me parece muito incríveis e real America.
America respondeu dando uma grande mordida no seu hambúrguer, ora não era culpa sua se esses países velhos não conseguiam acompanhar o seu raciocínio.
Arthur olhou divertido para Alfred, às vezes ele agia como quando era criança, sua colônia.
-Não faça essa cara, comer assim pode fazer mal sabia querido?
Numa atitude ainda mais infantil America virou o rosto contrário ao do inglês e inflou ainda mais as bochechas. Atitude essa que arrancou uma pequena risada do pais mais velho,o que acabou atraindo a sua atenção,não era todo dia que ele viu Inglaterra rir.
-Não tem graça Iggy,você me critica muito severamente.
O inglês bebeu um pouco de cha, já um pouco frio e ergueu uma sobrancelha.
-Eu não acho America, e você que não aceita que ninguém discorde de você.
America podia muito bem sobreviver e ate tolerar as criticas do outros países,o problema era que Inglaterra não se continha e a vezes pegava pesado demais,e o deixava inseguro.
-Posso não aceitar, mais você pega pesado Arthur admita.
Arthur olhou para o americano, ele sabia que às vezes pegava pesado demais, so que ele não conseguia se conter.
-sim, sim America. Agora termine de jantar.
Por incrível que pareça America não sentia tanta fome, ele queria conversar mais com esse Inglaterra mais suave. Eles nunca conseguiam sentar e conversar assim, pelo menos não sóbrios, sem que acabasse em brigas e palavras doloridas sendo proferidas.
-America eu trouxe algo doce para você comer depois, mais ao vou dar pra você se não terminar de jantar.
-Você esta me chantageando?
Inglaterra que tinha s levantado para colocar a louça suja na pia se virou para o americano, se ele o estava chantageando?
-E óbvio que sim.
Bem pelo que parecia estava dando certo.
***
Em mais ou menos meia hora de ação na cidade norte America de Manhattan, Inglaterra já havia perdido as contas de quantas bandeiras dos estados unidos haviam aparecido.
-Que bom que essas coisas os acontecem no seu pais não e Alfred?
-Shiii,quieto Iggy essa e a minha parte favorita.
Os dois se encontravam embolados no sofá do americano assistindo um filme qualquer de ação. Inglaterra não ligava para o filme que estava passando, ele so queria ficar assim, abraçadinho com o seu namorado. Na mesinha no centro da sala, havia pacotes de chocolate que o americano devorara em menos de dez minutos, a surpresinha doce de Inglaterra.
Escorado no braço do sofá, Alfred tinha os olhos azuis pregados na televisão, não conseguia prestar total atenção no filme, não com Inglaterra sentado entre as a suas pernas e recostado em seu peito. Era tentação demais para o herói.
O americano agradeceu mentalmente quando o filme acabou ele não sabia mais quanto tempo poderia permanecer assim.
Inglaterra se levantou se espreguiçando, o que deixou a mostra um pedacinho da pele branca da barriga do mesmo, o que fez o americano desviar o olhar como um criminoso que e pego olhando para uma jóia.
-Vamos para a cama Alfred?
Não pense bobeiras seu grande idiota!
-Vai indo na frente, eu vou colocar retirar o DVD e pegar a caminha dos gatinhos.
O inglês começou a subir a escada, e quando não estava mais o campo de visão do americano, era hora de colocar o plano em prática. America tinha que sempre ir deitar depois que o inglês já estivesse na cama e prestes a mergulhar no mundo dos sonhos.
Foi no jardim, pegou a cama dos gatinhos,voltou,tomou chocolate quente, brincou um pouquinho com Hambúrguer, tentou brincar com Scone mais acabou ganhando um arranhão bem feio na mão.
Ok, tudo isso em meia hora, tudo corria de acordo com o plano.
Subiu as escadas, abriu a porta devagar, e o viu deitado na cama como um anjo, Arthur dormindo.
Pegou sua roupa de dormir do capitão America, e se dirigiu ao banheiro e fez a sua higiene.
Voltou para o quarto e...
-Arthur que susto, quer me matar do coração?
Arthur estava sentado na cama, esperando pelo o seu “namorado”, que havia demorado mais do que deveria.
-Você demorou.
Alfred se encaminhou devagar para o lado vago da cama, nervoso, com essa ele não contava. Arthur tinha que estar dormindo quando ele chegasse ao quarto.
-Me distrai com Hambúrguer e Scone.
Olhou para Arthur, que levantou as sobrancelhas, America estava esperando o que para se deitar um convite formal?
-Você não vai deitar Alfred?
O aludido então se deu conta que estava parado, ao lado da cama como um idiota. Nervoso America se deitou e se cobriu o silêncio reinando no quarto.
-Você sabe que eu não mordo não e?
Por que so podia ser isso a razão do americano estar deitado na beirada da cama.
Devagar, e agradecendo por estar escuro impedindo assim que Arthur visse as suas bochechas coradas e seu olhar de desespero, Alfred se aproximou do pequeno inglês.
-Al você parece uma donzela virgem com medo de se deitar perto do esposo.
-Eu... Não e nada disso Arthur!
So tenho medo do que eu poço fazer se eu me aproximar de mais de você. Isso e para sua própria segurança.
Pelo visto que teria que quebrara aquele muro seria o inglês.
Arthur se aproximou e deitou a cabeça sobre o peito americano, dormiria embalado pelo som do coração de Alfred.
-Boa noite Alfred. Eu te amo.
Alfred sentia as bochechas queimarem, e devagar e com muito custo passou o braço em volta de Arthur trazendo o menor para mais perto de si, ouvindo com tal ato um suspiro de contentamento do inglês.
-Boa noite Arthur, eu também te amo, muito.
O inglês se ajeitou melhor, e depois se deixou mergulhar no mundo dos sonhos.
Alfred sabia que aos poucos sua força de vontade ia caindo diante aquele pequeno inglês,mais ele não conseguia resistir mais.
Arthur também não ajudava em nada, agindo daquela forma tão tentadora.
Fechou os olhos, talvez se ele ficasse ali so essa noite, amanha suas forças estivessem renovadas, e ele conseguisse resistir a Inglaterra.
Talvez.
Notas finais
espero que a historia esteja do agrado vcs!
obrigada pelos leitores que deixaram de ser invisiveis,mais vamos la,tem mais gente que precisa aparecer!nao vamos dar uma de Canada!
eu tbm queria agradecer a todos que tem lido essa historinha boba e sem noçao!
e como sempre ,descupem pelo erros de portugues!
beijos e ate a proxima gabiXD
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