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10 Capítulo 10: Beijando Steve


Notas iniciais
AQUIIIIII Tentem nao me matar :p Comentem! Favor item! E se pirar em recomendem! ♡

Ele ia abrir a boca pra falar.
— Às vezes tenho medo de me apegar, de criar expectativas além do que devo. E essa insegurança vai, aos poucos, alimentando minha frieza. Vai me distanciando cada vez mais do amor...
— O amor é um risco. Mas é o melhor risco que alguém pode correr. — ele fez carinho em meu rosto, em quanto minhas lágrimas caíam sem controle. — Mas não tenha medo. Eu nuca vou te deixar. Muito menos te machucar. É a última coisa que eu faria. Lembra... Quando jurei que não a machucaria? Acho que sabia que ia acontecer sem saber. — ele sorriu. — Fala alguma coisa... — Eu ri.
— É que... As pessoas acabam saído da minha vida. Eu já me acostumei. Mas... Jurei a mim mesma que nunca mais deixaria ninguém se aproximar. E olha o que você fez. Está me vendo chorar! — disse com um pequeno sorriso no rosto.
— Eu choro o tempo inteiro. — Seve disse. Eu o olhei. Nunca havia o visto chorar. — Mas ninguém percebe. Porque o cara que está chorando não é o Capitão América. É só... Eu. — ele deu de ombros e sorriu.
—Mas... — ele continuou — Se prefirir... Ficar longe de mim... porque de algum lugar estúpido que surgiu na sua cabeça você diz que eu vou te deixar... Eu... Respeito isso. Mesmo que isso vá me matar. Eu não ligo, se for seu desejo, se for te deixar feliz. Mas não posso dizer que entendo. Porque não entendo. Eu avaliei a situação de milhões de jeitos e não entendo, de verdade. Mas... Mulheres são peculiares de mais pra gente entender. — ele riu pelo nariz. — É isso? Você quer isso?
— Eu não sei... Na minha cabeça... A viúva negra diz pra mim que isso é um erro. Mas... Eu... Você me faz feliz de mais pra perder essa chance.
— Não deixa ela te controlar. — ele disse. Pude notar um pouco de desespero no fundo dos seus olhos. Ele não estava mentindo, sentia da qui seu desespero em me perder. Deus, ele existe mesmo?
— Acho que... Não posso deixar ela vencer. Eu não quero deixar ela vencer. Eu... Pela primeira vez eu sei o que quero de verdade. — sorri, fitando o chão.
— O que você quer Natasha Romanoff? — ele levantou meu queixo. Agarrei sua nuca e o beijei. Ele posicionou a mão em meu rosto, me levantando. Ele passou a outra mão pela minha cintura, e eu acariciei seus cabelos loiros. Sorri.
— Você é bem lerdinho. — disse sem desgrudar meu rosto do dele.
— É a idade. — Eu comecei a rir, e ele fez o mesmo. -E você é muito... Muito...
— Am, indecisa? Rápida? Linda?
— Trouxa. — ele sorriu.
— É o que?! — Afastei meu rosto para fitar esse sorriso enorme.
— Minha trouxa.
— Meu lerdinho. É assim? Eu não seu fazer esse negócio de apelido...
— É assim mesmo. — Ficamos abraçados por muito tempo, apenas fitando o pôr do sol, em quanto uma brisa gelada batia em nós, me causando arrepios de vez em quando.
— Steve.
— Hum — ele me olhou.
— E se não der certo? — ele deu um sorriso triste. — Digo... Não que... Eu... Não sei... Bem... Nunca fui boa com palavras mas vou me esforçar... Não foi isso que eu quis dizer é só... É se não der certo? Bem é exatamente isso...
— Vamos ter ter tentado. É melhor que se arrepender por não termos tentados sermos felizes. E se for pra ser, vai durar. -e segurou meu rosto.
— Isso foi... Meloso...
— Anw, eu só tentei...
— Tudo bem. Pode me dar um tempo? Pra pensar... Só...
— Claro. O tempo de precisar trouxa. — ele sorriu.
—Tá tudo bem. — Eu fui andando pelo quarto, e assim que cruzei a porta comecei a correr. O máximo que pude, evitando o olhar curioso dos agente que pensavam: "A Viúva Negra fuigiu correndo, concertando os problemas com corretivo, estamos sendo atacados?" Bem, talvez corte a parte do corretivo.

Subi as escadas o mais rápido que consegui, e cheguei no telhado. Sentei na beirada. Senti o vento esvoaçando meu cabelo, e os últimos raios de sol aquecendo meu rosto.
E aquele lerdo vem a meus pensamentos de novo.
"Eu não posso viver sem você" Oh, Deus, acho que meu coração derreteu. Estava sorrindo igual a uma adolescente apaixonada. Bem, a um tempo atrás eu não gostaria disso. Odiaria mesmo. Mas toda vez que vejo Steve, essa sensação volta. Eu acabei me acostumando com ela. Mesmo isso sendo perigoso de mais... É algo bom eu admito. É algo bom... E é uma sensação que eu nunca senti antes. É desconhecida, e por isso tenho medo dela. Mas confio quando Steve diz que não me deixaria, porque ele é um grude.


Sorrir, agora faz parte da minha vida. Graças a Steve.

Eu acredito que esteja no lado certo. Graças a Steve.

Me sinto em casa com alguém. Graças a Steve.

Me sinto humana. Graças a Steve.

Estou aqui e bem, graças a Steve também.

Devo tudo a Steve. Nunca poderei pagar isso a ele. Eu pressiso fazer isso. Por ele, por mim. Por nós.
Sai correndo mais do que antes. Tinha que chegar a Steve. Passei por um corredor cercado por janelas. Vi Steve guiando o treino dos Vingadores. Tony estava sentado apenas ouvindo, em quanto Wanda e Clint repetiam os passos de Steve. Corri até a sala de treinamento. Arrebentei a porta chamando a atenção de todos, e pulei no pescoço de Steve. Ele me segurou pela cintura me mantendo no ar, o puxei pela nuca com as duas mãos e o beijei.
— AÍ MEU DEUS — Wanda disse pulando junto com Tony e Clint.
— Deu certo! Mesmo que nós não tenhamos feito nada, Deu certo! — Tony berrou, pegando o celular e tirando uma foto.
— Bobbi, vem ver isso! — Clint berrou. A loira apareceu na porta seguida por Pepper.
— Jesus, quando isso aconteceu? — Pepper disse.
— QUEM LIGA, ELES ESTÃO SE BEIJANDOOOOOO AMIGAAAAA! — Bobbi gritou.
— Que gritaria é essa... — Sharon apareceu na porta. Ela fez uma cara, que queria que tivesse tirado foto. — Ah... — Ela deu um sorriso triste. Steve parou de me beijar.
— Sharon — ele disse.
— Sejam felizes — ela sorriu e saiu correndo. Steve me olhou confuso. Gente como é lerdo. Ele fez um aaahhh com a boca, E foi atrás dela. Fiquei olhando ele gritar o nome dela de boca aberta e olhos arregalados, assim como todos na sala. Bem, nem começamos e Steve fez merda. Isso foi uma péssima idéia. Sai andando.
— Puta que pariu, eu vou matar o Steve se ele não resolver com essa tarântula! — Bobbi berrou.
POV Narrador
— Sharon! — Steve gritou.
— Me deixa Steve! — ela enxugou as lágrimas em quanto corria.
— Sharon! Sharon para com isso! Por que está correndo?! — Ele disse.
— Você é lerdo e não percebeu! Steve eu gosto de você! — ele parou, assim como ela.
— Eu sou lerdo mesmo, não havia percebido. Me desculpe. Eu viu ser mais cuidadoso, eu prometo. Não fica com raiva de mim, por favor. Mas eu sou apaixonado pela...
— Natasha eu sei, eu sabia, eu percebi, eu sabia de verdade e por isso não gostava dela, acho. — ela fechou os olhos e respirou fundo. — Adeus Steve.
— Onde vai?
— Washington DC.
— Não precisa ir em bora Sharon...
— Eu gosto muito de você, não aguento ve-los assim.
— Sharon...
— É por mim também, vou protejer o presidente. Fury me escolheu.
— Entendo. Então adeus Sharon. — Ele se aproximou dela. Sharon ia dar um abraço nele, mas desistiu apertando sua mão. Ela tomou caminho pelo corredor. Steve deu meia volta, e voltou pra sala de treinamento. Os amigos o aguardavam com os braços cruzados.
— Haam. — Bobbi pigarreou.
— Cadê ela?
— Não sei pergunta pra Shar...
— Sharon vai em bora. — ele disse. Eles ficaram em silêncio e descruzaram o braço.
— No quarto, provavelmente. — Wanda disse. Corri até lá e bati na porta. Sem resposta.
— Nat por favor, abre essa porta. — ele esperou um tempinho, e bateu na porta inúmeras vezes. — Natasha eu vou abrir... — estava trancada. — Nat? Está tudo bem? Natasha?! — Ele se afastou da porta, e a arrombou em seguida.

Tinham cadeiras derrubadas, papéis, livros, pedaços de madeira pra todo lado. E um buraco enorme na janela de vidro. Ele correu até ela, e viu Natasha deitada na grama. Estávam no décimo andar do prédio.

Notas finais
Oh, quando ela se decide mais rápido que a América, ele se resolve com a tarântula, a guria morre! Calma gnt