Notas iniciais
Ficou curtinho eu sei, eu demorei eu sei. Sorry. A fic vai ter só mais dois capítulos (provavelmente) Então tenham uma boa leitura, have fun. Como sempre, eu não revisei

O dia estava clareando, eram oito horas da manhã, Jane acordou antes do despertador e estava fazendo o café da manhã, ela queria fazer um mimo para Maura, então procurou em algumas gavetas um manual especifico, achou-o e foi apertando alguns botões. Fez seu café e o de Maura também, preparou algumas torradas e queijo quente, botou tudo em uma bandeja e se dirigiu até o quarto com ela. Antes de entrar no cômodo, Jane encostou seu ombro na vista da porta e depositou seu peso nela, e ficou observando Maura dormir. Após alguns minutos, Maura acordou e Jane ainda a observava.

– Você sabe que não consigo dormir com você me observando.

– Desculpe-me Bela adormecida. – Disse Jane se aproximando da cama.

– Que cheiro bom. – Maura disse sentando-se na cama, Jane sentou também

– Fiz café da manhã. – Depositou a bandeja delicadamente na cama. – Gostou?

– Não sei, tenho que experimentar antes.

– Então o faça, meu ratinho.

– Ratinho? – Maura perguntou mordendo uma torrada.

– É. Como meu ratinho de experimentos

– Está delicioso.

– Eu sei, eu que fiz. – Riu. – Prove seu café.

– Instantâneo? Está querendo me matar? – Perguntou antes de tomar.

– Eu nunca te mataria na véspera de nosso casamento, apenas prove.

Maura a olhou desconfiada, mas tomou o café.

– Você mexeu na minha maquina? – Perguntou um pouco assustada.

– Sim, mas eu li o manual, não se preocupe doutora. – Sorriu.

Elas tomaram café da manhã em silencio, mas depois de alguns minutos Maura o quebrou.

– Você realmente leu o manual todo?

– Sim, eu queria te surpreender.

– Well, parabéns, você conseguiu. – A legista então, se aproximou e selou seus lábios com os de Jane.

– Acho que já comemos o suficiente. – Riram, e Jane afastou a bandeja.

– Acho que sim...

Jane calou Maura com um beijo que logo ficou mais urgente, mas mais uma vez foram interrompidas pelo celular.

– Rizzoli

– Isles

– Estou a caminho. – Disseram juntas.

Elas então tomaram banho, e juntas foram para a cena de crime. Já perto da cena, viram um aglomerado de pessoas e vários policiais barrando essas pessoas. Saíram do carro, passaram pela fita amarela e caminharam até o corpo.

– O que temos aqui Frost? – Jane perguntou.

– Homem negro, baleado no peito, identidade estava junto com ele, 34 anos, nome: Louis Trupper.

– Bom trabalho Frost. Acharam a arma?

– Não, mas alguns policiais estão procurando por ela.

– E o que você me diz Maur?

– Eu digo tudo o que o Frost falou, mas o resto, só posso confirmar no laboratório.

– Okay... – Jane parou assim que viu Korsak e foi até ele – Korsak acharam a arma?

– Não achamos nada até agora, mas ainda temos policiais procurando.

– Certo, obrigado Korsak. – Jane estava preparada para ir, mas Korsak a chamou.

– Jane...

– Sim.

– Como está Frankie? Não tive tempo pra visitá-lo

– Bem, ele estava meio grogue no inicio, mas agora está melhor.

– Espero que ele consiga ir ao casamento.

– Sim... Korsak, se por acaso, Frankie não conseguir ir, você se importaria de...

– De?

– Esse não é o lugar apropriado, mas você se importaria de me levar até o altar, caso Frankie não consiga?

– Seria uma honra Jane. – Ele a abraçou, e ela retribuiu sem muito esforço.

– Já liberei o corpo, podemos ir? – Maura interrompeu.

– Claro.

Todos foram para seus respectivos carros e dirigiram até a BPD, chagando lá cada um foi para seu escritório. Todos passaram horas trabalhando no caso, que estava um pouco fácil, o que estava difícil era achar o assassino.

Jane na hora do almoço, não acompanhou Maura, mas sim foi para o hospital visitar Frankie.

– Oi maninho. – Disse Jane ao entrar no quarto.

– Oi sis. – Respondeu desligando a TV.

– Como está se sentindo?

– Ótimo, já consigo ir ao banheiro sozinho, já posso comer comida de verdade e daqui a algumas horas, já posso ir pra casa.

– Sério? – Se animou.

– Sim, afinal, o que seria do casamento sem mim?

– Humilde você. – Riram. – Pelo o menos, você não está tão meloso.

– Como assim? – Frankie perguntou confuso.

– Quando você saiu da cirurgia, e pode receber visitas, você começou a falar sobre a vida e sobre amor...

– Não me lembro disso. – Disse botando a mão na cabeça.

– Não, acho que você ainda estava com efeitos de alguns medicamentos.

– Faz sentido... Mas mudando de assunto, como está o trabalho?

– Normal.

– Sim, mas no que estão trabalhando?

– Não vou falar. Se lembra quando eu sofri o acidente de carro e vocês não queriam me falar nada sobre os casos? Essa é minha vingança. – Sorriu.

– Isso é injusto, mas tudo bem. Como ma está indo?

Os dois ficaram conversando até dar o tempo de Jane voltar para o serviço. E voltando pra lá não tinha nada de novo, apenas mais alguns suspeitos. Jane então entrevistou algumas pessoas, o tempo estava passando rápido, logo estava na hora de ir pra casa, mas recebeu uma mensagem de Korsak convidando-a para ir no Dirty Robber, de imediato ela aceitou, precisava se divertir um pouco.

Chegando ao Dirty Robber, Jane se sentou na mesa de sempre, e fez seu pedido junto com os meninos.

– E aí Jane? Nervosa? – Perguntou Frost.

– Pra quê? – Pensou um pouco e lembrou-se – Ah claro! Um pouco, mas é um nervoso bom sabe? — Sorriu

– Sei sim. – Frost concordou dando um gole em sua cerveja

– Falando nisso, cadê a outra noiva? – Perguntou Korsak

– Provavelmente no necrotério, vou chamá-la. – Disse pegando o celular.

No necrotério, Maura estava dando uma ultima checada o corpo, mas foi interrompida por uma mensagem de Jane.

Estamos no Dirty Robber, venha pra cá quando terminar. Beijos. – J

Sorriu e deu uma resposta. Terminou seu trabalho, apagou as luzes, trancou tudo e foi para o bar onde todos estavam.

– Boa noite rapazes. – Maura cumprimentou-os.

– Bom dia Dra. Isles – Disse Korsak.

– Fora do serviço pode me chamar de Maura.

– Mas “Dra” soa mais importante. – Deram uma risada frouxa.

– Oi amor. – Disse sentando ao lado de Jane e depositando um beijo rápido em seus lábios.

– Oi. Você estava ocupada quando te chamei?

– Sim, mas já estava acabando.

Jane assentiu e fez o pedido de Maura. Todos ficaram contando piadas e conversando até uma da manhã.

– Opa! – Exclamou Frost.

– O que houve? – Perguntou Korsak.

– Já é sábado. Parabéns meninas!

– É mesmo! Parabéns!

– Já é sábado? Nossa perdemos a noção do tempo.

– Jane, não seja rude, agradeça. – Deu um tapa no braço de Jane, e voltou a atenção para os meninos. – Obrigado rapazes.

– É, obrigado... Agora vamos embora.

– Jane, vamos ficar mais um pouco. – Pediu Maura.

– Não, você precisa de seu sono de beleza e eu preciso dormir. – Levantou e esticou a mão para Maura. – Vamos?

– Ta bem... – Chegou perto do rosto de Jane e cochichou em seu ouvido. – Mas eu tenho outros planos... — Sorriram maliciosamente

– Tchau meninos. — Jane disse pegando suas coisas

– Tchau, até o casamento.

– Até, tchau.

Se despediram, voltaram para o carro e foram pra casa, e então tomaram banho juntas, fizeram o que fazem todo o dia a noite, a rotina delas,mas não era a noite, era de manhã, e era um dia especial para as duas, mas ainda assim elas iriam passar como um dia normal, que acabava em uma cerimônia.

Deitaram-se na cama de frente uma para a outra.

– Você é linda. – Disse Jane contornando o rosto de Maura com o dedo.

– Você também...

– Sabia que hoje eu vou me casar com a mulher mais linda e mais inteligente do mundo?

– Eu vou me casar com a mulher mais linda e mais corajosa do mundo.

– Okay, isso ta ficando estranho. – Riram. – Boa noite amor.

– Boa noite meu amor. – Se beijaram e dormiram abraçadas como sempre.

O dia mais importante da vida delas estava para começar...

Notas finais
Só mais dois capítulos... Deixem seu comentário, preciso saber se estão gostando ou não.