Notas iniciais
Sorry a demora guys, ta tendo uns rolos muito loucos na escola, em cada, com meus amigos principalmente, mas ainda assim estou aqui escrevendo o que vier na cabeça, espero que gostem desse capítulo, enjoy. Imagina que louco se no ultimo capítulo, uma delas acorda e vê que tudo foi um sonho... Iria ser muita filha da putagem kkk... Anyway, have fun

Já haviam passado algumas semanas que Jane estava no hospital, ela havia ficado em observação e depois recebeu alta, ela estava enlouquecendo, ficou quase um mês sem ir trabalhar, e assim que recebe alta, tem que ficar uma semana afastada do serviço.

Maura estava levando Jane para sua casa, ela passaria os dias de “férias” lá. A detetive no trajeto todo para a casa, não conseguia desviar os olhos da legista, ela estava linda, estava com um vestido azul ciano, uma maquiagem leve que a deixava muito sexy, com o carro em movimento e o vento batendo, os cabelos dourados da legista flutuavam com um movimento quase em câmera lenta, ela estava linda, e claro, ela estava usando seus indispensáveis saltos, ela estava linda, ela era linda, ela É linda. Esse momento de admiração estava fofo, até que Maura reparou os olhos de Jane vidrados nela.

– Assim eu não consigo me concentrar. – Disse Maura, prestando muita atenção no transito.

– Você precisa de concentração pra dirigir? – Sorriu enquanto tentava coçar seu braço dentro do gesso.

– E foi com esse pensamento que você foi parar no hospital. – Olhou para Jane rapidamente. – Pare com isso, vai acabar se machucando. – Voltou a olhar o transito.

– Maura! Ta coçando! – Disse num tom manhoso, fazendo bico.

– Jane, quando chegar em casa a gente vê isso.

– Até lá eu já vou ter arrancado meu braço. – Maura a olhou com espanto. – Foi uma expressão, é que coça muito. – Começou a vasculhar o carro.

– O que está procurando?

– Não sei, alguma coisa.

– Jane, como pode estar procurando algo, se não sabe o que está procurando?

– Eu sei o que eu estou procurando, alguma coisa... Uma lixa de unha! Onde está sua lixa de unha?

– Na minha bolsa, mas amor, você não tem unha para lixar.

– Eu deveria me sentir ofendida? Oh well... – Deu de ombros, pegou a lixa e a colocou dentro do gesso fazendo com que a coceira parasse e tendo uma sensação de alivio.

– Jane! O que...? Jane! – Ficou sem argumentos. A detetive sorriu e depois continuou encarando Maura.

– Você é linda. – Maura ficou vermelha. – Adoro quando fica envergonhada e seu rosto fica assim rosado.

– Estou lisonjeada de ouvir isso saindo de você.

– Como assim? – Passou a mão nos cabelos, na tentativa de sossegar eles contra o vento.

– É muito encantador, ouvir uma mulher linda como você me elogiando. – Sorriu e deu uma piscadinha para Jane.

O caminho até a casa de Maura foi longo, muita fila, e muita gente xingando, gritando e buzinando. Ambas estavam ansiosas para chegar, de poder finalmente deitar em suas próprias camas, digo, a casa não era de Jane, mas a cama... Pois é, a cama era quase dela.

Assim que chegaram, Jane se jogou no sofá, ligou a TV e começou a assistir coisas aleatórias, não conseguia ficar só em um canal, Maura não se incomodou com os pés de Jane em sua mesa de centro, ela apenas fez pipoca e se juntou ao sofá com Jane, que já tinha escolhido um filme, sentou-se do lado da detetive que abriu os braços para que a loira encostasse a cabeça em seu ombro. E assim ficaram, até o celular de Maura tocar.

– Isles. (...) Okay, estou indo. – Desligou e olhou para Jane que fazia bico. – Tenho que ir, você consegue se virar sozinha?

– Consigo... – Entristeceu e ficou olhando para baixo.

– Hey, depois eu volto. – Pôs a mão no queixo de Jane e selou os lábios com os dela. – E você não vai ficar sozinha, sua mãe está logo ao lado se precisar de algo.

– Acho que eu consigo sobreviver. – Sorriu e puxou Maura para mais um beijo, mas dessa vez mais demorado. – Eu te amo, vá trabalhar e me deixe orgulhosa. – Sorriram.

– Também te amo. – Deu um beijo na testa de Jane e saiu.

Já na cena do crime, Maura começou a fazer um exame rápido na vitima.

– Achou alguma coisa Frost? – Perguntou enquanto ficava de cócoras.

– Sim, o nome da vitima, Raphael Rodrigez. Não levaram identidade, nada, estava tudo junto a vitima.

– Okay, podem levar o corpo. – Se levantou e foi em direção á Korsak que estava chamando-a.

– Como Jane está?

– Enlouquecendo e me enlouquecendo, mal chegamos e ela já está reclamando por estar longe do trabalho. – Sorriram.

– Um dia desses, eu faço uma visitinha.

*****

Em casa, Jane estava afundada em tédio, ficou apenas um dia lá e já estava enjoada de ficar vendo TV, queria sair pra dar uma volta, mas Maura pediu para que Jane esperasse por ela. Então a detetive decidiu que queria fazer algo especial para loira, sabendo que ela chegaria em uma hora. Começou a preparar um jantar romântico, abriu o vinho favorito de Maura e preparou a mesa, depois começou a separar as coisas para uma deliciosa macarronada. Assim que pronta, sentou um pouco no sofá, o gesso na perna pesava bastante, o do braço também e causava um desconforto enorme, mas não á impedia de querer surpreender sua namorada.

Logo que terminou de se arrumar e desceu para preparar alguns detalhes, ouviu a porta se abrir, e mancou até a mesma na tentativa de poder chegar á tempo para abri-la.

– Jane! Você deveria estar descansando. – Repreendeu assim que abriu a porta, mas viu como a detetive estava vestida e se impressionou. – O que é isso? – Apontou para o vestido.

– Você também está linda querida. – Ironizou, se inclinou e selou seus lábios nos de Maura. – Entre, fiz uma coisa especial. – Se afastou da porta para abrir espaço.

Maura caminhou até a copa onde tudo estava muito lindo e com um ar muito romântico, velas, flores, vinho, um cheiro de comida hipnotizante e Jane maravilhosa com um vestido preto, que combinava muito com seus gessos.

– Jane... – Ficou sem palavras, enquanto admirava o cômodo. -... Você fez tudo isso?

– Yep, você gostou?

– Se eu gostei? Eu amei! – Fez um movimento rápido e agora estava frente a frente com a detetive, laçou seus braços no pescoço de Jane e a beijou delicadamente.

– Tá, eu estou com fome, vamos comer? – Deram mais um beijo rápido e sentaram-se à mesa, apreciando a deliciosa macarronada de Jane, que na verdade era uma receita de sua mãe, mas mesmo assim, ela não se importaria se Jane recebesse os créditos. Conversaram sobre diversos assuntos, e Jane sempre tentava arrancar alguma informação sobre o caso que Maura estava trabalhando, mas ela não falava sobre o trabalho por nada.

Terminaram de jantar e foram assistir a algum documentário que Maura esperava semanas para assistir, pegaram suas taças e um cobertor, e sentaram-se no sofá, Jane deitou a cabeça no colo da legista, que massageava os cabelos negros da morena. Não se passara nem trinta minutos e Jane já adormecera no colo de Maura, que tentava se levantar sem acordá-la, o que parecia impossível, então desistiu e mesmo não querendo, teve que acordar a namorada.

– Jane... Jane, acorda, vamos dormir na cama. – Disse em um tom suave enquanto acariciava o braço da detetive.

– Ah Maur, me deixa dormir aqui... Só hoje... – Falou sonolenta.

– Não, vai prejudicar sua coluna, e pode fazê-la ficar mais dias com atestado médico. – Ao ouvir isso Jane levantou-se rápido, fazendo Maura dar uma risadinha. – Vêm, eu te ajudo.

Ao chegar ao quarto, Maura ajudou Jane a botar o pijama e deitar na cama delicadamente para não machucá-la. Assim, que feito, tomou um banho, passou seu creme, penteou os cabelos, escovou os dentes e todas essas coisas que Maura fazia sempre, á noite e de dia, como se fosse um ritual. Assim que feita sua higiene, Maura se deitou junto á Jane na cama, a morena viu o cansaço da namorada então a abraçou por trás e deu um beijo em seu ombro.

– Boa Noite. – Disse ao sentir os braços de Jane envolvendo sua cintura.

– Boa noite.

E assim elas dormiram de conchinha e com um sorriso no rosto.

Ambas se consideravam as mulheres mais felizes do mundo, apenas por terem uma á outra, e Maura achava isso impressionante, pois nunca se apegou á alguém assim, ela amava Jane e faria qualquer coisa por ela, e Jane pensava o mesmo. Algumas pessoas dizem que não sobreviveriam sem internet, sem o celular, sem o computador, sem seus livros, sem sua cama ou outros objetos materiais, mas Maura, Maura nunca sobreviveria sem ter Jane ao seu lado, à vida da legista mudou completamente no momento em eu conheceu Jane, ela aprendeu muitas coisas com ela, aprendeu a ter mais senso de humor, a ver a vida mais colorida, e a dar importância tanto aos vivos quanto aos mortos. Maura poderia sim se dizer a pessoa mais feliz do mundo, pois ela tinha Jane, e com Jane ao seu lado, ela nunca se lembraria de como é a sensação da tristeza.

Já haviam passado algumas semanas que Jane estava no hospital, ela havia ficado em observação e depois recebeu alta, ela estava enlouquecendo, ficou quase um mês sem ir trabalhar, e assim que recebe alta, tem que ficar uma semana afastada do serviço.

Maura estava levando Jane para sua casa, ela passaria os dias de “férias” lá. A detetive no trajeto todo para a casa, não conseguia desviar os olhos da legista, ela estava linda, estava com um vestido azul ciano, uma maquiagem leve que a deixava muito sexy, com o carro em movimento e o vento batendo, os cabelos dourados da legista flutuavam com um movimento quase em câmera lenta, ela estava linda, e claro, ela estava usando seus indispensáveis saltos, ela estava linda, ela era linda, ela É linda. Esse momento de admiração estava fofo, até que Maura reparou os olhos de Jane vidrados nela.

– Assim eu não consigo me concentrar. – Disse Maura, prestando muita atenção no transito.

– Você precisa de concentração pra dirigir? – Sorriu enquanto tentava coçar seu braço dentro do gesso.

– E foi com esse pensamento que você foi parar no hospital. – Olhou para Jane rapidamente. – Pare com isso, vai acabar se machucando. – Voltou a olhar o transito.

– Maura! Ta coçando! – Disse num tom manhoso, fazendo bico.

– Jane, quando chegar em casa a gente vê isso.

– Até lá eu já vou ter arrancado meu braço. – Maura a olhou com espanto. – Foi uma expressão, é que coça muito. – Começou a vasculhar o carro.

– O que está procurando?

– Não sei, alguma coisa.

– Jane, como pode estar procurando algo, se não sabe o que está procurando?

– Eu sei o que eu estou procurando, alguma coisa... Uma lixa de unha! Onde está sua lixa de unha?

– Na minha bolsa, mas amor, você não tem unha para lixar.

– Eu deveria me sentir ofendida? Oh well... – Deu de ombros, pegou a lixa e a colocou dentro do gesso fazendo com que a coceira parasse e tendo uma sensação de alivio.

– Jane! O que...? Jane! – Ficou sem argumentos. A detetive sorriu e depois continuou encarando Maura.

– Você é linda. – Maura ficou vermelha. – Adoro quando fica envergonhada e seu rosto fica assim rosado.

– Estou lisonjeada de ouvir isso saindo de você.

– Como assim? – Passou a mão nos cabelos, na tentativa de sossegar eles contra o vento.

– É muito encantador, ouvir uma mulher linda como você me elogiando. – Sorriu e deu uma piscadinha para Jane.

O caminho até a casa de Maura foi longo, muita fila, e muita gente xingando, gritando e buzinando. Ambas estavam ansiosas para chegar, de poder finalmente deitar em suas próprias camas, digo, a casa não era de Jane, mas a cama... Pois é, a cama era quase dela.

Assim que chegaram, Jane se jogou no sofá, ligou a TV e começou a assistir coisas aleatórias, não conseguia ficar só em um canal, Maura não se incomodou com os pés de Jane em sua mesa de centro, ela apenas fez pipoca e se juntou ao sofá com Jane, que já tinha escolhido um filme, sentou-se do lado da detetive que abriu os braços para que a loira encostasse a cabeça em seu ombro. E assim ficaram, até o celular de Maura tocar.

– Isles. (...) Okay, estou indo. – Desligou e olhou para Jane que fazia bico. – Tenho que ir, você consegue se virar sozinha?

– Consigo... – Entristeceu e ficou olhando para baixo.

– Hey, depois eu volto. – Pôs a mão no queixo de Jane e selou os lábios com os dela. – E você não vai ficar sozinha, sua mãe está logo ao lado se precisar de algo.

– Acho que eu consigo sobreviver. – Sorriu e puxou Maura para mais um beijo, mas dessa vez mais demorado. – Eu te amo, vá trabalhar e me deixe orgulhosa. – Sorriram.

– Também te amo. – Deu um beijo na testa de Jane e saiu.

Já na cena do crime, Maura começou a fazer um exame rápido na vitima.

– Achou alguma coisa Frost? – Perguntou enquanto ficava de cócoras.

– Sim, o nome da vitima, Raphael Rodrigez. Não levaram identidade, nada, estava tudo junto a vitima.

– Okay, podem levar o corpo. – Se levantou e foi em direção á Korsak que estava chamando-a.

– Como Jane está?

– Enlouquecendo e me enlouquecendo, mal chegamos e ela já está reclamando por estar longe do trabalho. – Sorriram.

– Um dia desses, eu faço uma visitinha.

*****

Em casa, Jane estava afundada em tédio, ficou apenas um dia lá e já estava enjoada de ficar vendo TV, queria sair pra dar uma volta, mas Maura pediu para que Jane esperasse por ela. Então a detetive decidiu que queria fazer algo especial para loira, sabendo que ela chegaria em uma hora. Começou a preparar um jantar romântico, abriu o vinho favorito de Maura e preparou a mesa, depois começou a separar as coisas para uma deliciosa macarronada. Assim que pronta, sentou um pouco no sofá, o gesso na perna pesava bastante, o do braço também e causava um desconforto enorme, mas não á impedia de querer surpreender sua namorada.

Logo que terminou de se arrumar e desceu para preparar alguns detalhes, ouviu a porta se abrir, e mancou até a mesma na tentativa de poder chegar á tempo para abri-la.

– Jane! Você deveria estar descansando. – Repreendeu assim que abriu a porta, mas viu como a detetive estava vestida e se impressionou. – O que é isso? – Apontou para o vestido.

– Você também está linda querida. – Ironizou, se inclinou e selou seus lábios nos de Maura. – Entre, fiz uma coisa especial. – Se afastou da porta para abrir espaço.

Maura caminhou até a copa onde tudo estava muito lindo e com um ar muito romântico, velas, flores, vinho, um cheiro de comida hipnotizante e Jane maravilhosa com um vestido preto, que combinava muito com seus gessos.

– Jane... – Ficou sem palavras, enquanto admirava o cômodo. -... Você fez tudo isso?

– Yep, você gostou?

– Se eu gostei? Eu amei! – Fez um movimento rápido e agora estava frente a frente com a detetive, laçou seus braços no pescoço de Jane e a beijou delicadamente.

– Tá, eu estou com fome, vamos comer? – Deram mais um beijo rápido e sentaram-se à mesa, apreciando a deliciosa macarronada de Jane, que na verdade era uma receita de sua mãe, mas mesmo assim, ela não se importaria se Jane recebesse os créditos. Conversaram sobre diversos assuntos, e Jane sempre tentava arrancar alguma informação sobre o caso que Maura estava trabalhando, mas ela não falava sobre o trabalho por nada.

Terminaram de jantar e foram assistir a algum documentário que Maura esperava semanas para assistir, pegaram suas taças e um cobertor, e sentaram-se no sofá, Jane deitou a cabeça no colo da legista, que massageava os cabelos negros da morena. Não se passara nem trinta minutos e Jane já adormecera no colo de Maura, que tentava se levantar sem acordá-la, o que parecia impossível, então desistiu e mesmo não querendo, teve que acordar a namorada.

– Jane... Jane, acorda, vamos dormir na cama. – Disse em um tom suave enquanto acariciava o braço da detetive.

– Ah Maur, me deixa dormir aqui... Só hoje... – Falou sonolenta.

– Não, vai prejudicar sua coluna, e pode fazê-la ficar mais dias com atestado médico. – Ao ouvir isso Jane levantou-se rápido, fazendo Maura dar uma risadinha. – Vêm, eu te ajudo.

Ao chegar ao quarto, Maura ajudou Jane a botar o pijama e deitar na cama delicadamente para não machucá-la. Assim, que feito, tomou um banho, passou seu creme, penteou os cabelos, escovou os dentes e todas essas coisas que Maura fazia sempre, á noite e de dia, como se fosse um ritual. Assim que feita sua higiene, Maura se deitou junto á Jane na cama, a morena viu o cansaço da namorada então a abraçou por trás e deu um beijo em seu ombro.

– Boa Noite. – Disse ao sentir os braços de Jane envolvendo sua cintura.

– Boa noite.

E assim elas dormiram de conchinha e com um sorriso no rosto.

Ambas se consideravam as mulheres mais felizes do mundo, apenas por terem uma á outra, e Maura achava isso impressionante, pois nunca se apegou á alguém assim, ela amava Jane e faria qualquer coisa por ela, e Jane pensava o mesmo. Algumas pessoas dizem que não sobreviveriam sem internet, sem o celular, sem o computador, sem seus livros, sem sua cama ou outros objetos materiais, mas Maura, Maura nunca sobreviveria sem ter Jane ao seu lado, à vida da legista mudou completamente no momento em eu conheceu Jane, ela aprendeu muitas coisas com ela, aprendeu a ter mais senso de humor, a ver a vida mais colorida, e a dar importância tanto aos vivos quanto aos mortos. Maura poderia sim se dizer a pessoa mais feliz do mundo, pois ela tinha Jane, e com Jane ao seu lado, ela nunca se lembraria de como é a sensação da tristeza.

Notas finais
O comentário de vocês sempre me deixa muito feliz >u< Obrigado a todos que favoritaram a história: Thais, Caskett forever, Ana Paula Paulinha, Camila, e Naty. E obrigado também aos que estão acompanhando: Caskett Forever, e Ketley Pedrosa