Notas iniciais
Como prometido, um capitulo cheio de emoção :)

– Onde ela está? – Emma irrompeu no apartamento de Robin.

– O que? – Ele disse espantado.

– Onde está, Regina?

– Ela não está aqui. Eu a deixei em frente a pensão.

– Você está mentindo! Ela não voltou pra casa. – Emma disse desesperada.

– Emma, fique calma. Eu não sei onde ela está, mas... eu vou te ajudar a encontrá-la.

– Eu não preciso da sua ajuda!

– Emma... – Robin segurou o braço da loira. – Assim como você a ama e está preocupada eu também estou.

Emma silenciou. – Eu sei... me desculpe...

– Vamos pegar meu carro e sair para procurá-la, ok?

– Não precisamos procurar, eu sei exatamente onde ela está. – Emma disse com pesar na voz. – Robin, eu o que eu vou te dizer agora vai mudar tudo que você sabe sobre sua vida. Mas você tem que acreditar em mim.

O homem assentiu e no caminho para mansão de Elphaba, Emma contou uma versão rápida de toda a historia, de como todos haviam perdido a memória, de quem realmente eram.

– Eu sou o Robin Hood? – Ele ergueu a sobrancelha.

– Sim. – Emma mantinha os olhos na pista.

– E a Regina é a rainha má? Isso não faz nenhum sentido, ela é tão... adorável.

Emma quase sorriu. – Então você não acha que eu sou louca? Só acha que os personagens não condizem.

– Eu não acho que você é louca. Uma maldição é a única coisa que explica a vida das pessoas nessa cidade. Todos tem vidas tão ruins, ninguém é feliz, as coisas só começaram a mudar quando vocês chegaram aqui. Foi como se de repente todos nós despertássemos.

– Isso é porque viemos aqui quebrar a maldição. Mas não sabíamos quem Elphaba era e o que queria.

– Você acha que...?

– Ela não matou Regina, não ainda, ela sádica demais para fazer isso rápido.

– Ela sabe que você vem por Regina, Emma.

– É, mas ela não sabe que eu tenho ajuda.

– O que vamos fazer?

– Eu vou entrar la e confrontá-la, você vai me dar cobertura sem que ela saiba.

– Como eu posso fazer isso?

Emma parou o carro em frente a casa da bruxa, desceu e abriu o porta malas. – Regina encontrou isso há alguns dias. – A loira disse tirando um arco e uma aljava cheia de flechas ao arqueiro.

– Você sabe que na minha memória eu nunca usei algo assim na vida.

– O arco é mágico e algo me diz que suas habilidades estão intactas. Vamos.

Emma entrou na casa sem rodeios, tinha a espada de seu pai em uma das mãos, a arma já havia a ajudado a derrotar um dragão antes, ela esperava que lhe desse sorte desta vez também. – Elphaba! – ela gritou. – Sei que está aqui!

A bruxa se materializou a frente dela. – Vejam só se não é minha convidada de honra. – sorriu maldosamente.

– Onde está, Regina?

– Me diga, Emma, você conheceu Regina como uma mulher forte e poderosa, uma rainha. Me pergunto o que acharia dela agora, fraca, implorando por sua vidinha miserável.

– O que fez com ela? – Emma exigiu, se aproximando perigosamente de Elphaba.

– Ah você vai ver.

***

– Por que ela não me mata logo? – A voz de Regina era um fraco sussurro, estava cansada. Elphaba tinha tirado dela seus poderes e tinha se divertido torturando-a um pouco.

– Ela gosta de fazer joguinhos, é assim que ela é. – Alex disse inexpressiva.

– Há quanto tempo você está aqui?

– Desde que Emma terminou comigo em NY, meu trabalho era mantê-la longe daqui.

– Por que você não nos contou a verdade? Você a odeia tanto quanto eu, ela roubou seus poderes também.

– Porque eu estava sob um feitiço. Elphaba é poderosa Regina, ela pode facilmente controlar qualquer um... e agora que ela tem meus poderes e os seus eu não acho que ela possa ser detida.

– Nós vamos dar um jeito...

– Não, não vamos. Agora que ela tem você eu sou descartável, você vai dar muito mais divertimento a ela do que eu.

– Eu não entendo porque minha mãe a abandonou. Porque ela nunca me disse nada.

– Sua mãe queria que você fosse a rainha, Regina, ter Elphaba no caminho atrapalharia seus planos. Alem disso nosso pai nunca deixaria Cora levar a criança. Foi uma troca, sua mãe deu Elphaba a ele e ele disse a ela o que deveria fazer para te tornar rainha.

– Eu pensei que tudo isso fosse ideia do Rumplestiltskin.

– Quem você acha que é nosso pai? – Alex provocou.

– Gold é o pai de vocês?

– Sim, mas no nosso mundo ele é conhecido como o mágico de OZ.

Era muita coisa pra Regina assimilar, então no fim das contas Cora e Gold tinha tido uma criança juntos, com base em um novo acordo. Cora tinha feito mesmo tudo para que Regina fosse rainha, o mais triste é que Regina nunca quis ser uma.

– Por que ela me odeia tanto? Eu não tenho culpa.

– Pra ela você roubou tudo que deveria ser dela, ela acha que se Cora tivesse ficado com ela, era ela quem seria a rainha e não você.

– Isso é insanidade.

– Bem vinda ao meu mundo.

***

Elphaba empurro Emma pra dentro do porão, a loira desceu a escada em meio a escuridão. – Irmãzinha, você tem visitas. – A bruxa disse com divertimento, então as luzes se ascenderam.

– Regina! – Emma correu e se ajoelhou ao lado da morena, que estava jogada ao chão, suas mãos e pernas acorrentadas.

– Emma... – As lagrimas corriam o rosto da rainha. – Você não deveria ter vindo aqui...

– Você acha que eu não viria por você? – Emma tocou gentilmente o rosto da mulher que amava.

– É, Regina, você acha mesmo que ela não viria por você? – Elphaba provocou. – Vou deixar que vocês se consolem um pouco, tenho negócios a cuidar. – A bruxa andou ate a outra mulher, só então Emma se deu conta de sua presença e a encarou surpresa. – Alex, querida eu tenho brinquedinhos novos. – A ruiva ergueu a irmã sem nem ao menos tocá-la.

– Alex? – Emma disse ficando de pé.

– Ah é, quase esqueci que você conhecia minha irmãzinha. Você tem uma quedinha por bruxas não é mesmo, Emma?

– O que vai fazer com ela?

– Matá-la, é claro. Ela não me serve mais de nada. – Ditas as palavras, Elphaba arrancou o coração enegrecido da irmã. – Estou fazendo um favor para o mundo, veja só quanta maldade. – Sorriu e esmagou o coração em suas mãos, ate que só restasse o pó. Elphaba se virou como se nada tivesse acontecido, Emma a encarava chocada, mas seu olhar encontrou o de Regina. – Admirando o seu futuro?

– Você não vai machucá-la. – Emma se colocou entre as duas, já recuperada do choque.

– É claro que vou, é só por isso que ela está viva, mas antes vou me divertir um pouco. E é por isso que você está aqui. – A bruxa acenou impaciente e Emma caiu ajoelhada ao lado de Regina. – Me diga, salvadora, você gosta de respirar?

Emma não teve tempo de proferir nenhuma palavra, todo o ar foi sugado de seus pulmões, ela se contorceu inutilmente tentando respirar.

– Pare! Por favor, pare! – Regina implorava e Elphaba sorria se divertindo com o desespero da irmã. Então de repente a risada da bruxa silenciou, o ar voltou aos pulmões da loira. Regina ergueu seu olhar e viu a flecha atravessada no corpo da ruiva. Robin descia as escadas correndo.

O olhar vazio de Elphaba se contorceu em raiva e ela puxou a flecha de seu próprio corpo e a atirou no chão. O homem a encarou com terror. – Mais um brinquedinho. – A bruxa anunciou. Tomado pela influencia dos poderes de Elphaba, o arqueiro largou o arco e se colocou ao lado de Emma, ajoelhado diante a bruxa.

– Com quem eu devo começar? Acho que já está na hora de arrancarmos um coração.

– Não! – Com esforço Regina se pôs de pé, entre a bruxa e as pessoas que amava. – Deixe-os em paz, é a mim que você odeia. Fique com o meu coração.

– Não. – Emma e Robin disseram atrás dela, nenhum dos dois conseguia se mover.

Regina estendeu a mão para trás e a loira a alcançou. Imediatamente a energia mágica começou a fluir do corpo da salvadora para o da rainha. Os olhos da morena se arregalaram brevemente em surpresa, mas ela se manteve impassível.

– Bem, para que não digam que eu sou uma pessoa ruim, vou fazer o que me pede irmãzinha. Você vai morrer primeiro. — Elphaba enfiou a mão no peito de Regina e envolveu seu coração. A bruxa encarou a rainha surpresa, não conseguia arrancar o órgão do peito da irmã. – O que está fazendo? – disse com claro desespero.

– Mostrando pra você que amor é a magia mais poderosa de todas! – Regina respondeu com um sorriso, Elphaba foi arremessada para longe com uma explosão de energia.

A bruxa não demorou muito a se recuperar, mas quando ela ficou de pé, Emma e Robin já estavam ao lado de Regina, que brincava com uma bola de fogo em suas mãos, já livre de suas amarras. – A caixa la nos fundos. – A rainha disse a Robin e ele correu ate lá. – Já ouviu a frase, o inimigo do meu inimigo é meu amigo, Elphaba? Alex me disse onde estava seu coração. Que tolice a sua mantê-lo tão perto de você.

– Não! – Elphaba disse se aproximando, mas Regina mandou um ataque de advertência.

O arqueiro parou ao lado da rainha, o coração em uma mão e uma flecha apontada pra ele na outra. – Eu nunca erro um alvo, bruxa. – anunciou. – Essa flecha foi destinada ao seu coração e lá que ela vai estar.

– Tolinhos. – Elphaba sorriu. – Vocês acharam que ia ser fácil assim? Se me matar a maldição não vai ser desfeita, alias me matar é o gatilho pra destruição da cidade.

– O que? – Regina arquejou. Robin se tencionou onde estava. E Emma encarou a rainha em expectativa.

– Devolva meu coração agora! – Elphaba disse como uma clara ordem, estava usando sua magia de controle no homem.

– Regina...? – Emma apertou a mão da morena.

– Não podemos matá-la... – Regina sussurrou de volta.

Elphaba tomou seu próprio coração as mãos. O órgão era completamente negro, não havia nenhum vestígio de que um dia houve luz correndo ali. – Eu sei o que está pensando Regina. – A bruxa anunciou colocando seu coração de volta na caixa. – que talvez se colocar meu coração de volta eu ainda tenha alguma chance. Mas me deixe dizer, com ou sem coração eu vou continuar odiando você e querendo ver você sofrer! Exatamente assim. – A ruiva enfiou a mão no peito do homem a sua frente, o coração pulsante logo foi transformado em um pó sem vida.

– Não! – Regina gritou em meio a lágrimas, quando homem caiu ao chão. Ela foi a seu encontro e tomou seu corpo sem vida nos braços.

A bruxa sorria ensandecidamente quando sentiu as mãos da loira a segurarem e a empurrar contra a parede, o poder que fluía dela deixando a ruiva imobilizada. – Você gosta de tirar o poder dos outros, Elphaba? – Disse com certa crueldade na voz. – Vamos ver como se sente quando tiram seu poder de você!

Raios roxos, verdes e amarelos fluíam do corpo da bruxa para o da salvadora. Os olhos da ruiva foram de azuis para o completo branco, ela estava sendo drenada. – Ahhh... – Emma gritava, era poder demais para ela absorver, o poder das três bruxas mais o seu era algo descomunal.

– Emma! – Regina tentou se aproximar, mas a energia a repelia. – Emma, você não pode matá-la. A maldição! – A rainha lembrou a salvadora.

– Eu não consigo parar... – Emma disse em desespero.

– Concentre-se na minha voz... – Regina tentou. – Acalme seus pensamentos, tudo vai ficar bem, meu amor... você já a derrotou, deixe-a ir agora...

– Eu não posso...

– Sim, você pode. Deixe-a ir e volte pra mim, Emma.

Emma largou a bruxa, que caiu aos seus pés, a loira cambaleou pra trás alguns passos e também foi ao chão inconsciente. – Emma! – Regina se ajoelhou ao seu lado e tirou os fios dourados de seu rosto. – Emma... – chamou novamente.

Pequenas cargas de energia passavam pelo corpo da loira, minúsculos raios azuis, roxos, verdes e amarelos tremulavam por sua pele. Regina a encarou desesperada, sabia que havia poder demais em um corpo só para que ela conseguisse resistir. Lágrimas quentes rolavam pelo rosto da rainha, quando ela levou seus lábios de encontro aos da salvadora e a beijou ternamente. A energia que corria em Emma logo começou a fluir para ela, a rainha sentiu seu poder se reestabelecer, agora mais forte. O ar tremeluziu em volta delas, seguido por um pequeno abalo nas estruturas da cidade. A maldição havia sido quebrada. Lentamente Emma abriu os seus olhos e encontrou a visão da rainha debruçada sobre seu corpo.

– Meu amor... – Regina disse emocionada. – Nunca mais me assuste desse jeito.

Emma sorriu. – Pode ter certeza que eu nunca mais quero fazer isso. – disse se levantando com a ajuda da rainha. – Nós conseguimos. – seu olhar de contemplação encontrou o de Regina.

– Sim, nós conseguimos. – A rainha beijou Emma mais uma vez, como se fosse para garantir que tudo aquilo era mesmo real.

O olhar de Regina se voltou para Robin. Uma lagrima silenciosa correu seu rosto. – Sinto muito... – Emma disse segurando a mão da rainha. – Ele realmente amava você...

– Eu sei... sinto tanto por ter terminado assim, ele não merecia isso, era uma boa pessoa.

– Não merecia.

– Emma... – Regina se virou para encará-la. – ele tem um filho. A maldição foi quebrada, o garotinho vai acordar e não vai ter mais ninguém.

– Não, ele vai ter a nós.

– O que quer dizer?

– Quero dizer que ele não precisa ficar sozinho, nós seremos as mães dele.

– Você faria isso?

– Claro que sim, meu amor.

Regina abraçou Emma, lágrimas emocionadas tomando o lugar das antigas. – Obrigada.

***

– Você vai ser minha mamãe? – Os olhos do garotinho ainda brilhavam com as lagrimas, decorrentes da notícia da morte do pai.

– Sim, Roland, eu vou ser sua mãe. – Regina tocou o rosto do garoto gentilmente, secando sua lagrima.

– Eu nunca tive uma mamãe.

– Bom, agora você vai ter duas e um irmão mais velho também.

Um sorriso se formou no rostinho de Roland. – Eu vou ter um irmão?

– Sim, o nome de é Henry. Sua outra mãe, Emma, fui buscá-lo em NY.

– Eu sempre quis ter um irmão. E um cachorro... – Disso o garotinho já um pouco mais animado.

– Não temos um cachorro, mas se você quiser podemos ter um.

O garotinho sentou na cama e abraçou a rainha, que o acolheu em seus braços. – Sempre achei que ter uma mãe seria bom assim.

Regina o encarou e uma lágrima correu em seu rosto. – Prometo que vou tentar ser a melhor mãe do mundo pra você, meu principezinho.

***

Regina e Emma tinham decidido ir ate Roland e Henry, respectivamente, antes de qualquer coisa. Então, quando a rainha saiu do hospital com o garotinho e encontrou Snow e David, não sabia o que esperar.

– Regina! – Snow andou ate ela e abraçou. A morena levou um segundo para reagir. Encarou a princesa surpresa. – Vocês quebraram a maldição...

– Sim, nós quebramos.

– Onde está, Emma?

– Ela foi buscar Henry em NY. Eu dei a ela um portal, logo ela deve estar de volta.

Snow dirigiu seu olhar ao garotinho ao lado de Regina. – E esse, quem é? – disse bagunçando o cabelo dele.

Roland a encarou apreensivo. – Está tudo bem, meu amor. – Regina disse a Roland. – Ela é amiga da mamãe.

– Mamãe? – Snow ergueu a sobrancelha.

– Longa historia, depois eu explico. – Regina sorriu para ela.

– Oi Roland. – Snow estendeu a mão pra ele. – Eu sou Snow.

– Oi. – Roland disse timidamente. E depois se virou para Regina. – Mãe, quando vou conhecer minha outra mamãe?

– Hum... logo querido. – Regina disse ciente do olhar atento de Snow. Ate agora não tinha tocado no fato de que sabia que ela e Emma estavam juntas.

Como se fosse uma deixa, o carro de Emma parou do outro lado da rua, ela e Henry correram para abraçar Snow e David.

– Você fez de novo. Você quebrou a maldição. – David disse orgulhoso.

– Nós quebramos. – Emma disse lançando um olhar a Regina. Andou ate a rainha, junto de Henry, os dois foram apresentados a Roland. Emma pegou o garotinho no colo e começou a brincar com ele, enquanto Henry abraçava Regina.

Snow e David trocaram um olhar de entendimento. – Nossa família está toda junta novamente. – A princesa dirigiu seu sorriso a filha e a Regina, então nada mais precisou ser dito, estava claro o amor que havia entre as duas e agora eram uma família completa.

A cidade inteira apareceu no Grannys naquela noite. As comemorações se estenderam por um bom tempo, tudo parecia ter voltado ao seu lugar, todos tinham seus finais felizes de volta, mas ninguém parecia mais do que Emma e Regina, nem mesmo Ruby e Belle, que agora eram oficialmente um casal.

– Acho que algumas pessoas cansaram de festejar. – Emma disse a Regina sorrindo, o olhar das duas indo para Henry e Roland que dormiam em um dos bancos.

– Devíamos ir pra casa. – Propôs Regina.

– Você quer dizer pro nosso quarto do hotel? – Emma sugeriu, não queria voltar a mansão Mills, não depois de tudo que aconteceu lá.

– Não, na verdade eu tenho uma surpresa pra você.

***

– Que lugar é esse? – Emma disse com surpresa ao parar o carro em frente a uma casa que ficava afastada da cidade, bem em meio à floresta.

– É a nossa casa. – Regina sorriu. A casa era bem diferente de sua antiga mansão, era simples e tinha o ar aconchegante de um lar.

– Eu me lembro desse lugar. – Henry disse do banco de trás.

– Nós vínhamos aqui quando você era da idade do Roland, querido.

Os quatro desceram do carro, sendo envolvidos pelo ar mágico da floresta. Os garotos não fizeram cerimônia e entraram correndo no lugar, afoitos por explorar a nova casa.

Emma sorriu e enlaçou sua mão a da rainha. – Então é aqui que acontece nosso final feliz?

– Não, é aqui que acontece nosso feliz pra sempre. – Regina a corrigiu.

A salvadora puxou a rainha contra si e recostou sua testa contra a dela. – Você é muito mais do que um dia eu sonhei pra mim sabia?

– E você é o meu sonho se tornando realidade. Você meu tudo que eu sempre quis, me deu minha família e me deu tanto amor... que eu nem sei se acho que mereço.

– Você merece tudo, Regina. E eu vou garantir que todos os seus dias sejam repletos felicidade e amor. Prometo isso pra você, aqui diante no nosso lar, onde viveremos juntas pra sempre com os nossos filhos.

Uma lagrima corria o rosto da rainha. – Eu te amo tanto, Emma.

– Eu te amo, Regina, minha Regina. – Emma selou seus lábios aos da rainha, com o beijo do inicio de suas novas vidas. Finalmente estavam em casa, finalmente estavam completas, uma era o lar da outra e sempre seriam.

FIM

Notas finais
Bom, chegamos ao fim da nossa historia, queria agradecer a todos que acompanharam ate aqui, aos que favoritaram, aos que mandaram recomendações lindas, aos que deixaram os comentários mais adoráveis
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!