You My Everything

1 Chapter 1: Meeting You Part One


Notas iniciais
Bom pessoal, acho que alguns já devem ter visto essa história em outro perfil, pois ele era meu e eu estou transferindo pra esse mas isso não vem ao caso. A trama a seguir é uma visão da realidade contada a minha maneira para o seu entretenimento.

Olá Pessoal, meu nome é Pedro Henrique Ghael Magalhães, mas podem me chamar somente de Pedro Henrique ou simplesmente Pedro. E a partir daqui, vocês conhecerão a minha história. Acredito que muitos de vocês leitores já devem ter passado por isso ou passarão... Enfim deixa-me parar de enrolar e iniciar a história!

“21/02/12”

Esse é o meu primeiro dia de aula no Ensino médio, finalmente poderei sentir na pele o que é ser um veterano.

Além do meu primeiro dia no ensino médio, era o meu primeiro na Imperial já como tinha mudado de escola, pois a que eu estudava ia até o fundamental II.

Inicialmente eu mal sabia onde era minha sala e muito menos como me localizar lá dentro. Procurei um mapa do local com as informações e achei minha sala, que ficava no terceiro andar perto do elevador.

Ás 07h20m, o sinal no pátio tocou e subi em direção a minha sala. Não conhecia ninguém naquele novo colégio, todos os garotos e as garotas pareciam se conhecer a anos e eu era um estranho no ninho.

Assim que entrei na sala, fiz aquela rápida vistoria de campo, vendo onde eu deveria sentar e então avistei o local perfeito: Terceira carteira, ultima fileira e ao lado da janela no fundo.

Apesar de eu ser baixinho, eu deveria sentar na primeira carteira, pois eu quase não enxergo para ajudar. Durante a minha rápida verificação de campo, vi que já tinha mais meninos que meninas na minha sala, aquilo era meio que reconfortante.

Sentei-me então e fiquei mexendo no celular e a sala continuara se enchendo e então eu realmente tive a certeza de que era único novato na turma.

Minha primeira aula foi a de matemática. O professor se apresentou e explicou como seriam as aulas e que a pegada delas seria totalmente diferente do ensino fundamental. Em seguida, disse que haveria uma cerimônia de abertura e apresentação do corpo docente para os novatos ao ensino médio e nos guiou até o auditório.

Minha turma se sentou na terceira fileira perto do palco seguido pelas turmas do 1°A e 1°B e minha turma era o 1° C com 28 alunos. (A maior por sinal)

Enquanto o coordenador fazia seu discurso de boas vindas, uma menina que estava ao meu lado começou a resmungar:

— Esse cara não cansa de ficar fazendo esses anúncios todo ano?

— Amiga, ele não se cansa mesmo, parece que sente prazer em fazer isso... — Respondeu um garoto ao seu lado.

Olhei para os dois com uma cara de não entendi nada e então a menina disse:

— Ei novato, não se assuste conosco. Só estamos resmungando, pois isso ocorre todo ano e já estamos cansados de ficarem horas aqui dentro sentadas...

— Ah não, eu não estou assustado, apenas achei engraçado. – Respondi. — A propósito meu nome é Pedro Henrique Ghael, é um prazer conhecer vocês.

— Prazer Pedro Henrique Ghael, meu nome é Maria da Glória, mas pode me chamar de Margô e esse ao meu lado é o Lucas.

— Seja bem vindo ao inferno Pedro hahaha. – Disse Lucas.

— Muito obrigado hahaha. – Respondi.

Eles dois pareciam ser gente boa e então decidi que ficaria com eles por segurança. A cerimônia de apresentação do novo corpo docente começou, e então primeiro entrou o professor de Matemática, Paulo Shinjo, seguido da professora de língua portuguesa, literatura e redação, Fernanda Teixeira, a professora de línguas estrangeiras (Inglês, espanhol e francês), Janaína Vianna, o professor de educação física, Matheus Carrão, o professor de História, filosofia e sociologia, André Dantes Andrada, o professor de Geografia, Nathanael Marcondes, a professora de química e física, Cibele Alvim de Franca e o professor de biologia, Murilo Emmerich.

No momento em que eu vi o professor de biologia, passar pelo palco, meus olhos se fixaram completamente nele. Aquele andar, era simplesmente fabuloso, o cabelo, os olhos... Ele era o mais bonito de todos ali e ele me fez sentir pela primeira vez atração por um homem... (Mal eu sabia que mais tarde iria acontecer tanta coisa...)

— Meu deus do céu!!! Esses tirando os professores de língua portuguesa e estrangeira, matemática, história e geografia, os novos parecem ser de boas? – Disse Margô. – A propósito, aquele de biologia é um gatinho não é?

— Espero que sim! Porquê se dependermos do Paulo e da Janaína por exemplo... Vamos reprovar... -Disse Lucas. — Sim menina, ele é um arraso, mas meu namorado é mais Hahaha.

Bicha você não me arrasa logo cedo não hein! – Disse Margô para Lucas.

— E-eu estou atento ao de biologia... – Falei. — Então são tão carrascos assim? – Perguntei.

— Você não tem ideia menino. – Respondeu Margô.

Depois de 2h de cerimônia, finalmente retornamos a sala após e demos inicio as aulas.

14/04/2012

Após algum tempo depois do inicio das aulas, eu já tinha me acostumado com o ritmo do ensino médio, estava mais próximo do Lucas e da Margô que por sinal nos tornamos BFF’s. (Os tapas da Margô futuramente me causariam sérios hematomas)

Tinha ótimos desempenhos em matemática, história e geografia. Tivemos as primeiras provas e fui bem quase em todas exceto na matéria fudida que era biologia.

Houve um dia na aula de biologia, eu comecei a sentir uma enorme excitação ao ver o professor Murilo lecionando... (Por enquanto eu não entendia o que era aquilo exatamente...).

Eu queria saber o porque de ser ruim em biologia, eu prestava atenção na aula, era centrado, realizava os trabalhos, estudava feito um condenado, mas parecia não ter efeito...

21/06/2012

Chegamos a época das provas finais do 2° Bimestre e eu já tinha passado em todas as matérias com notas altíssimas e excelente menos na minha querida e fudida matéria de biologia e então não passei na prova e peguei recuperação.

No 1° bimestre consegui me safar da recuperação por causa de um trabalho que me salvou. Suas provas eram muito difíceis e não tinha fé de que conseguiria pegar aquele sete que eu necessitava.

Lucas e Margô já haviam passado direto sem recuperação e mesmo assim insistiram em ficar comigo estudando e tentando me ajudar a passar.

Um dia antes da prova de recuperação, fui à escola procurar o professor Murilo. Ele estava sozinho na sala dos professores e então eu bati na porta e disse:

— Professor, posso entrar?

E então ele respondeu com a cabeça fazendo um sinal positivo

Entrei e coloquei os livros e mochila sobre a mesa e prossegui:

— Por favor, professor Murilo... Ajude-me a passar nessa prova! Eu estudo todos os dias para ser o melhor e não ficar para de recuperação nas matérias, mas a única que eu não tenho um bom desempenho é na sua! Ajude-me a passar, por favor. — Falei ajoelhando-me a sua frente.

Eu estava olhando o de baixo para cima admirando-o com aquela camiseta rosa, com aquele óculos preto e vermelho sobre a cabeça, seus cabelos morenos quase loiros refletindo a luz do sol, me faziam sentir com um calor interno inexplicável!

— Primeiro, se levante. Segundo, sem problema. Eu estou livre agora então podemos estudar um pouco. Mas por que você não me procurou antes? — Perguntou Murilo.

— Muito obrigado! É que eu fiquei com vergonha... Minhas notas não estão lá essas coisas e eu queria me esforçar o Maximo sozinho, só que já cheguei nos limites da minhas energias pra sua matéria. – Respondi.

— Compreendo. Bom, não posso e nem vou te dar as respostas, pois seria desonesto com os outros. — Falou ele com um sorriso. — Sabe, você é o pior aluno na minha matéria, mas é o único cujo eu gosto de dar aula. Eu vejo que você se empenha muito mais do que os outros e meus colegas de trabalho só tecem comentários positivos ao seu respeito.

— Ai Deus... – Respondi envergonhadamente.

— Você me faz pensar na essência do meu trabalho e o porquê de eu ter o prazer de dar aula. — Falou Murilo.

Sentei-me ao seu lado e fiquei o restante do dia estudando e revisando matéria novamente, tirando as minhas duvidas e sentia que estava compreendendo, porém, a cada momento, cada minuto, cada segundo que ficava perto dele, eu me sentia diferente, meu corpo estava muito quente e meu coração parecia que iria sair pela boca.

Ele ficou me ensinado a matéria até as 19h e todos já tinham ido embora. Absorvi toda a matéria e estava muito confiante. Ele me disse que levaria para casa, pois estava tarde, mas disse que não e ele insistiu e acabei aceitando.

Quando descemos as escadas, eu tropecei em meu cadarço e ia caindo e por sorte ele estava lá e me segurou. Seu rosto estava tão próximo ao meu, tão quanto seus olhares estavam me penetrando completamente como uma cobra avistando sua presa, o cheiro de seu perfume dele vinha diretamente as minhas narinas... Que maravilha...

— Perdão professor! – Falei gemendo.

— Foi nada! – Respondeu. — Só tome verifique os cadarços na próxima.

E por fim, saímos e fomos conversando sobre várias coisas, como ele se tornou professor e o que o motivou a fazer isso enquanto me levava para casa.

Ele me deixou na porta de casa e esperou eu entrar e depois partiu. Avisei meus pais que já estava de volta e corri direto pro meu quarto, me deitei com a luz apagada, tirei a roupa e fiquei apenas de cueca e abraçando a minha camiseta e me perguntando:

— O que aconteceu hoje? Por que eu estou sentindo isso? O que é isso? Que sentimento estranho é esse? Eu gosto de homens? Eu estou apaixonado por um? E ainda por cima meu professor?

Uma vez quando eu estava no 8° ano, tinha um menino na minha sala, o Enzo. Éramos amigos, mas ele saiu da escola por motivos financeiros. Nós dois vivíamos como unha e carne, super amigos e em um dia, o Enzo foi até a minha casa fazer um trabalho e depois começamos a brincar de luta.

O Enzo subiu em meu peito e me rendeu no chão e abriu um sorriso e disse:

—Eu ganhei seu pateta, eu sou o mais forte.

— Você me venceu desta vez seu babaca, mas vai ter volta. – Falei.

Me virei e subi em cima de Enzo e então nossos olhares se cruzaram e eu perdi a força e cai sobre ele por completo e rapidamente ele se virou e me dominou novamente dizendo:

— Feche os olhos.

— Ta bom né... – Falei.

Quando percebi, Enzo havia me beijado. Eu sentia o meu corpo todo em chamas, como se algo preenchesse as minhas veias com muito calor e aquela sensação de satisfação dentro peito...

Em seguida se levantou e disse para abrir os olhos e lá estava ele com um sorriso no rosto, pegou a minha mão, me levantou e me abraçou...

Para um menino de 12 anos, na minha concepção, não era errado um menino beijar outro menino, eu não via mal algum... Mas eu mal sabia que aquele beijo com o Enzo foi o gatilho para a situação que estava se iniciando recentemente em minha vida...

Antes de ir dormir, peguei a camiseta que eu estava usando o dia todo e aproximei do meu rosto. O cheiro do perfume de Murilo estava em minha roupa e segui para a masturbação conjunto a camiseta. Era como se eu estivesse em seus braços novamente...

No dia seguinte, levantei bem cedo e fui dar uma corrida pelo bairro para ver se aliviava a tensão para fazer a prova bem tranqüilo.

Na parte da tarde, fiz a prova com calma. E respondi questão por questão, me lembrando de cada momento que tive com ele, como ele explicava e eu entendia tudo perfeitamente.

Levantei-me e entreguei lhe a prova e ele deu uma batida de olho e liberou o sorriso e me deu uma piscada.

Aquilo foi tão especial para mim que eu podia morrer com aquilo. Aquela sensação de ser consumido pelas chamas ao chegar perto dele quase me fez entrar em “erupção“.

Antes de recolher, disse que a turma que os resultados sairiam pela manha no portal das notas.

Olhei o portal, procurei meu nome e achei-o no topo com a nota máxima: 10. Eu queria gritar de alegria e então esperei a escola abrir e fui correndo agradecer ele pessoalmente, mas infelizmente não o encontrei.

03/07/2012

Felizmente, as férias chegaram e eu estava muito feliz com meus resultados e então resolvi sair e fui dar um passeio no shopping e lá encontro o professor Murilo na praça de alimentação.

Sorrateiramente cheguei pela frente e cumprimentei-o com um sinal de mão e disse bancando o sonso:

– Professor o senhor por aqui?

– Pensou que professores não curtiam a vida também? – Respondeu ele.

— C-Claro que sim haha. Posso ficar aqui com o senhor? — Perguntei novamente.

— A vontade... Eu também estou sozinho! – Respondeu ele.

Então, ficamos conversando por umas duas horas e eu o agradeci várias vezes pela ajuda e ele ficava sem jeito. (EU ESTAVA PRESSIONANDO O HOMEM SANTO DEUS, RINDO DE NERVOSO) ficamos conversando por um tempinho. Nossos olhares se cruzaram por vários momentos e até que por pouco, nossas mãos se tocaram e recuamos as mãos e demos risada.

Ele disse que precisava ir ao banheiro e eu também então fui junto...

O banheiro estava completamente vazio e ficamos lado a lado no mictório. Aquilo era meio constrangedor, mas eu não queria deixar de matar a minha curiosidade...

Eu ficava olhando o tamanho do pau dele, era grande mesmo mole... Meu rosto estava começando a ficar avermelhado e eu comecei a suspirar alto.

Ele levantou o zíper e foi lavar as suas mãos e fui em seguida atrás. Terminou de secar suas mãos e foi até a porta e verificou se vinha vindo alguém (até então eu não sabia o porquê disso... cuidado com a burra).

Verificou e voltou até mim e lentamente me empurrou e me colocou contra a parede e disse:

— Pedro, o que você quer? Não precisa mais mentir... Eu sei o que está acontecendo.

— Q-que loucura professor. Está enganado, não estou querendo n-nada!- Respondi.

— Aquela vez que caiu em mim então foi acidental? Eu senti que tinha algo a mais. — Falou me fitando. — Eu olhei dentro de seus olhos e eles me disseram muita coisa

— Você esta e-errado... – Falei abaixando a cabeça.

— Se eu estou errado, por quê a sua respiração está ofegante? E não pense que você é o primeiro a tentar fazer isso... Você está vermelho, está suando frio! – Falou ele.

Murilo começou a passar a mão em meus cabelos, nas minhas costas e eu respondia apenas com gemidos e passava minha mão em sua calça... Seu pau estava muito duro...

Então me encaixou e me pegou no colo e colocou seu rosto perto de meu pescoço. Eu já estava latejando e ele começou a apertar a minha bunda com uma vontade e eu rapidamente me atirei em sua boca, beijando ela suavemente enquanto colocava minhas mãos dentro de sua calça e sentia seu pau latejando em minhas mãos!

Quando eu ia começar a desabotoar sua calça, comecei a ouvir uns vozes no corredor e então cessamos, afastamos e voltamos a pia para fingir que estávamos lavando as mãos .

Um grupo de garotos entrou e saímos do banheiro. Na saída do shopping ele me disse:

– Pedro... Me perdoe... Esse meu deslize, por favor, que isso fique entre nós! – Falou Murilo sem jeito — Você conheceu um lado meu que eu geralmente não mostro...

– Não seu preocupe... Eu sei que também me deixei levar, mas sabe ... Eu gostei – Respondi.

Ele se afastou de mim e perguntou se eu gostaria de uma carona, porém eu a recusei, pois tinha de ir a outro lugar... (Que mentira, se eu fosse pro carro dele as coisas tinham ficado piores...)

— Bom Pedro... Vemos-nos por ai? – Perguntou Murilo.

— Sim... Sim professor... — Respondi.

No caminho para casa, eu ainda sentia aquele calor consumindo meu corpo,o toque de sua boca com a minha, suas mãos agarrando fortemente a minha bunda... Meu coração de fato saiu pela boca, mas eu pude conter um pouco da tentação que eu havia guardado dentro de mim desde o primeiro momento em que nos vimos.

Em vários dos meus pensamentos impuros, a serenidade e a bondade ainda residiam dentro de mim... O aproximar desse homem em minha vida seria perigoso, mas também bastante excitante.

Professor Murilo, você consegue conter o calor que percorre o meu corpo...Tem o poder de alimentar a tentação que o diabo plantou e fez vida... Podendo ser até a cura para as minhas vontades...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.