Notas iniciais
Ola queridos(as) desculpem minha ausência mais a inspiração tinha me abandonado e não conseguia mesmo escrever uma linha, por fim depois de fazer uma nota de aviso e receber opiniões relevantes eu reli toda historia e consegui aos poucos me reencontra e aqui estou com novo capitulo. Temos o primeiro contato da Emma com a família espero que apreciem. Boa leitura! Ps: Capitulo sem revisão erros relevem que farei a correção depois.

Ver Regina interagindo com Henry era algo monótono e ao mesmo tempo nostálgico. Fazia-me lembrar do momento em que Regina bateu no carro e dali para frente tudo mudou, veio minha prisão a noticia de que mais um filho estava a caminho, a amizade forte com Regina e depois o amor nos uniu mais ainda, nosso namoro e finalmente chegamos nesse momento. Foram cinco meses que mudaram a minha vida mais dos cinco anos ao lado de Neal, e a profundidade do que sentia por ela não chega nem perto do senti por Neal um dia. Com Regina era uma entrega tão grande e com Neal era apenas comodismo, com Regina o tempo e os problemas fizeram que nos aproximassem mais. Com Neal apenas me fez vazia e nos distanciou ate que um dia eu não soubesse mais quem era o cara que estava vivendo e tudo que ele me deu de bom foi Henry e Isabel. E ver que Regina ama meus filhos como dela me fez ama-la ainda mais.

— Mil beijos pelos seus pensamentos amor. – Minha namorada chama minha atenção me tirando das minhas lembranças.

— Nada Regina é que estava pensando como tudo mudou em tão pouco tempo. – Respondi a ela sorrindo.

— Espero que ache que tudo mudou para melhor.

— É claro que para melhor amor. Você mudou minha vida para melhor mandona e em todos os sentidos. Regina você me deu muito mais do que podia querer na vida. Regina me deu um daqueles sorrisos tímidos, mas tão lindo que fazia toda minha existência ate ali valer a pena só para poder contemplar aquele sorriso.

— E o que seria teimosa? – Ela me questionou já sabendo a resposta. Eu sentei em seu colo na cama como fazíamos todas as manhãs, acariciei seu rosto e olhou bem no fundo dos olhos dela antes de lhe dar uma resposta.

— Amor Regina. Amor de amiga, amor de família, amor de mulher. Amor de todas as formas que existem no mundo e que jamais imaginei ter um dia. Seus olhos brilharam denunciando a primeira lagrima que ameaçavam rolar por seu rosto.

— Como você consegue me deixar sem palavras Emma? Você sabe que tudo para mim não sabe? Eu não consigo imaginar mais minha vida sem você, sem Henry e nossa pequena. Eu amo tanto você e nossa família que às vezes dói. As confissões e afirmações de Regina nesses momentos intensos que aconteciam entre nós, só me davam a certeza que eu amaria para sempre.

— Eu não tenho a menor duvida mandona. Cada gesto seu diz isso. Eu te amo. – Reafirmei o que ela já sabia, mas o que eu tinha necessidade de dizer sempre.

— Eu também amo você Emma! Nossa conversa foi interrompida por Henry como sempre que tinha acordado de sua soneca da tarde.

— Mãeees... É amanhã não é? – Ele dizia pulando na cama.

— Se você quer dizer é amanhã que vamos conhecer a família da sua mãe. Então a resposta é sim. Amanhã vamos viajar para Storybroke novamente e conhecer seus avós. – Regina respondeu a nosso pequeno rapidamente.

— Caramba é mesma cidade que passamos o feriado de ação de graças mãe.

— Sim filho é a mesma cidade. Ironias de a vida meus pais morarem justo na cidade onde desejava morar um dia e onde consequentemente havia tido os momentos mais felizes da minha vida.

— Tomarem que meu vovô e minha vovó gostem de mim.

— Henry meu amor impossível eles não gostarem de você. Porque você filho é menino mais doce e gentil do mundo. Henry sorriu com as palavras de Regina e abraçou seu pescoço com mãozinhas. Ele estava atrás dela em pé na cama. Logo lhe deu um beijo estalado na bochecha e sorriu novamente.

— Mamãe você diz isso porque sou seu filho e você me conhece, mas eles não. O medo de Henry talvez refletisse o meu. No fundo eu temia isso, mas eu sabia que uma primeira impressão nesse caso não seria suficiente e somente o tempo poderia fazer a diferença na relação que iríamos construir com nossa família.

— Filho e se eu disse que também sou com medo da reação dele. Meu filho me olhou com aquela carinha curiosa que só ele sabia fazer.

— Serio mãe? Achei que você não tinha medo de nada.

— Henry ate os adultos tem medo. E a mamãe também, mas sabe o que faz diferença? – Não mãe, o que é?

— Nos temos uns aos outros para nos apoiar e dar força para superar nossos medos e enfrentar as situações da vida. Somos uma família lembra? Eu e Regina estamos aqui com você, e juntos vamos passar por esse momento sendo ele bom ou ruim.

Henry pulou em cima de nós sorrindo a tensão foi esquecida e ele como sempre reclamou de fome era só mais um dia na vida da minha família e estava grata e rezava para que todos os dias sempre fossem assim.

(...)

O Mercedes de Regina parou bem frente a casa que constava no endereço me dado por Bela, eu estava nervosa e percebi naquele momento que toda teoria se esvai quando você precisa botar o que treinou em pratica. Eu suava frio, eram tantas incertezas. E se eles não aceitassem quem eu era? Eu namorava uma mulher, estava grávida de outra pessoa, tinha um passado turbulento. Talvez eu não fosse o que eles esperassem, eu não me envergonhava do meu passado eles me levaram ate aqui e me fizeram quem eu sou. Embora eu me arrependesse de algumas decisões, mas se tivesse feito e outra forma, eu não teria Henry, nem Isabel e muito menos Regina. Então tudo aqui eu sei que tinha valido a pena. Olhei para Regina e ela me olhou de volta, apertou minha mão como se dissesse eu estou aqui vai ficar tudo bem. Henry estava no banco de trás e se levantou acariciou meu rosto e me deu um beijo na bochecha como se tentasse da sua forma infantil demonstrar seu apoio.

— Vamos lá mãe. Junto como uma família! Eu sorri para meu, o garoto cheia de orgulho.

— Sim filho vamos lá.

Saímos do carro e eu caminhei com direção à porta enquanto Regina ficou com Henry esperando em frente ao carro. O primeiro contato seria meu e depois veríamos como seria depois. Cheguei a frente a porta e toquei a campanhinha nesse momento mil coisas passaram em minha mente, meu coração batia acelerado dentro do peito. E aquele seria um dos momentos mais marcantes da minha vida. Aguardei alguns poucos segundos e não demorou ate alguém atender a porta. Para minha surpresa foi um garoto que reconheci imediatamente da foto que Bela havia me dado era meu irmão e por alguns segundos tentei encontrar nele alguma semelhança, para minha surpresa ele tinha os olhos verdes como os meus e sorri diante desse fato.

— Olá senhora. Eu posso lhe ajudar em algo? Procura alguém. – Ele logo começou a falar. Eu estava tentando parecer normal, mas o meu nervosismo era evidente.

— Boa tarde, eu estou procurando Mary Margaret Blanchard Nolan ela esta? Minha primeira reação foi falar o nome de minha mãe, já que não sabia se ela tinha dito ao garoto sobre mim.

— Ela é minha mãe. E quem seria você?

Ser questionada de quem eu era talvez fosse o que mais me deixou em pânico mesmo que ele não associasse meu nome ao fato de ser sua irmã ou talvez ele nem soubesse ainda de toda historia, mas e se ele não gostasse da ideia? Eu era a irmã que chegava agora e talvez ele gostasse de ser filho único, mas eu teria que arriscar.

— Meu nome é Emma Swan. Poderia chamar sua mãe, eu marquei de encontra-la hoje. A expressão dele ao ouvir meu nome foi meio que mistério, mas o gesto a seguir deixaram todos os medos de lado e tive a resposta se ele sabia quem eu era ou não.

— Emma você demorou. Eu o ouvi dizer com braços já em volta do meu pescoço me dando um forte abraço. E quando pude olhar em seus olhos havia lagrimas lá e automaticamente as minhas vieram também.

— Você sabe quem eu sou? – Eu perguntei a ele meio confusa.

— Sim eu sei. No momento em que abri a porta eu já sabia só precisa ouvir você dizer seu nome para ter certeza que finalmente minha família estava completa de novo. – Ele me respondeu com sorriso que me lembrava de meu filho.

— Obrigada. – Foi tudo que consegui responder a Evan.

— Vou chamar a nossa mãe. Só um minuto.

Aquilo era surreal em alguns poucos instante eu veria de frente a mulher que idealizei a vida toda , mas a melhor parte era ouvir Evan dizendo nossa mãe com naturalidade. Era como se aquilo acontecesse desde sempre.

— Mãe visita para você. Eu o ouvi gritar da ainda da porta. E uma voz respondia de dentro.

— Evan pare de gritar, não vivemos em um hospício. A voz cessou e não a ouvi mais. O que veio depois foram pisadas fortes no assoalho que demonstravam pressa. E logo uma mulher de cabelos negros e curtos apareceu no corredor perto a porta, era ela a mulher que meu deu a vida, a minha já amada mãe. O que veio depois foi tão rápido que ficou difícil processar, mas quando dei por mim estava em seus braços em abraço carinhoso que havia esperado a minha vida inteira.

—Emma meu amor, minha filha, minha menina. – Mary dizia repetidas vezes passando as mãos por meu rosto. Eu ainda não conseguia dizer nada apenas desfrutava de todos os afagos de mãe que me haviam sidos negados a vida inteira. Evan nos olhava parecendo feliz.

— Vou deixar vocês duas a sós e ou buscar o papai na delegacia.

— Vá logo garoto seu pai precisa saber que nossa filha voltou para casa.

— Ela é sempre assim terá que se acostumar. Bem vinda ao lar Emma. – Evan me disse se aproximando para que só eu pudesse ouvir e correu para dentro de casa novamente. Muitas emoções ainda estavam reservadas para aquele dia e esperava viver todas, uma de cada vez.

— Eu não sei o que dizer por enquanto, apenas estou feliz de estar aqui finalmente. Eu rompi meu silencio e consegui dizer algo a minha mãe. Ela me olhou com semblante calmo e sorriu.

— Não mais que eu Emma, eu sonhei a vida toda desde dia que soube que estava grávida de você. Como seria ter minha menina nos braços. Logo ela tonou minha barriga e em seus olhos eu pude ver lagrimas, mas não de tristeza e sim de alegria.

— Deus você esta grávida. Eu vou ser avó.

— Sim eu estou é uma menina. E na verdade você já é avô. Existem algumas pessoas que quero que conheça. Nesse momento olhei para trás onde estavam Regina e Henry e minha morena percebeu que era hora dela trazer Henry.

Ela caminhou de mãos dadas com ele, ate nós. E apresentei meu filho a minha mãe.

— Mary... Quero dizer mãe... Esse é meu filho Henry Swan.

Meu garoto parece meio tímido e se agarrou nas pernas de Regina.

— Ei filho não seja tímido, vá falar com sua vovó. – Regina tentava encorajar nosso garoto. Por um momento vi uma confusão nos olhos de minha mãe, havia muitas coisas a serem ditas. Mas era uma coisa de cada vez. Henry se aproximou e disse um oi meio sem jeito.

— Oi. Bom eu sou Henry seu neto e espero que goste de mim.

— Henry eu tenho certeza que vou amar tanto você como já amo sua mãe. Meu filho deu um sorriso e um gesto involuntário correu ate Mary e abraçou.

— Obrigado vovó. Espero que possa amar minha mamãe também, como ama a mim e minha mãe. Talvez não fosse a hora mais não queria começar as coisas com mentiras e quando Henry fez essa afirmação, busquei uma das mãos de Regina e entrelacei nossos dedos. Mary olhou o gesto e me surpreendeu sorrindo.

— Eu tenho certeza que amarei toda sua família Henry, que agora é minha família também. Agora vamos todos entrar temos muito que conversar.

Se eu estava feliz naquele momento? Acho que já tinha passado desse estado, e não havia palavras para expressar o que sentia naquele momento. Entramos dentro da casa, daquela que seria a minha casa também era uma nova etapa e novo começo dos milhões que Regina e eu viveríamos ainda.

Notas finais
Então espero ter agradado nesse primeiro momento entre Emma e a mãe. No próximo vamos ver como Mary vai lidar com fato de Emma namorar uma mulher, reação do David ao ver a filha pela primeira vez e o como os laços entre todos sera formado. As atualizações aqui não iram demorar tanto eu prometo. Quanto a minha outra fic Stand Bye Me não abandonei estou apenas reformulando a ideia e logo retorno com ela. Agora me deixem saber o que acharam desse capitulo e deixem um comentario porque me fara feliz, rs. Ate breve!