Notas iniciais
Oie queridos, esse capitulo foi demorado, pois nele tem um momento que todos esperam a bastante tempo na historia e espero imensamente que apreciem. Skye deu o melhor de si para fazer de toda saliência algo que gostoso de ler lido por todos vocês. Tem alguns momentos engraçado e uma tensão no fim, mas o capitulo em si esta leve, aproveitem. O meu enorme agradecimento a xandoca pela recomendação linda, esse capitulo dedico a você querida, muito obrigado! Boa leitura! Esta sem revisar se tiver erros relevam.

[Regina]

Os dias que vieram depois da chegada dos Nolan foram de sorrisos, e momentos engraçados, ter a casa cheia me fazia um bem tão grande, eu pensava porque não os tinha convidado antes. David sempre com suas piadas durante o café, Mary e eu trocando receitas, Henry e Evan aprontavam correndo pelo meu apartamento. A vida tinha cor e sentindo novamente. Há e o melhor de tudo ver Emma sempre sorrindo, um sorriso genuíno e radiante que iluminava de forma única as minhas manhãs.

— Eu não quero ouvir gemidos durante a madrugada Regina. – Meu sogro começava o dia com mais de suas piadas.

– David pare com isso! – Exclamou chamando atenção do marido. E Emma ficou vermelha feito um pimentão.

— O que foi mulher? Sabe que tenho sono leve. E bem nossa nora e filha não são nada silenciosas durante a noite.

— Papai! Podemos não falar sobre isso durante o café. – Emma se pronunciou para o que assunto não rendesse. Evan tinha um sorriso na cara e Henry ainda olhava todos meio confuso.

– Mamãe porque vocês estavam gemendo a noite? Vocês estavam com alguma dor? – Meu filho se virou para mim me questionando.

Naquele momento eu queria me afundar em um buraco qualquer. Ainda não estava preparada para ter aquela conversa com ele. Henry para mim era meu pequeno príncipe como iria explicar para ele sobre o que Emma e eu fazíamos a noite ou sobre sexo? Não tinha a menor ideia.

— Não filho, sua mamãe apenas me contou uma piada e eu estava rindo. – Emma respondeu ao pequeno antes que conseguisse racionar e formular uma resposta que nos comprometesse. Todos na mesa estavam rindo e eu com cara de boba.

— Mamãe me conta a piada também? – Henry me fez outra pergunta.

— Outra hora eu te conto. Agora termina logo seu cereal que vou te levar para escola.

Meu filho pareceu se contentar com resposta e voltar a tomar o café, mas é claro às piadinhas continuavam. Depois de alguns minutos Henry se levantou e foi para seu quarto, mas antes gritou do corredor.

— Mães eu sou pequeno e não bobo. Sei que vocês gemem quando namoram. – Antes que pudesse dizer algo ele já tinha corrido para banheiro, e provavelmente rindo da minha cara. Quando virei para mesa todos seguravam o riso.

— Esse, garoto, esta esperto demais para o meu gosto. – Comentei.

E por fim todos se renderam as gargalhas. Definitivamente aquilo era tão bom, constrangimentos, loucuras e confusões de família me faziam um bem tão grande.

[Zelena]

Eu estava nas nuvens com Ruby, só que as recusas dela não ter sexo entre nós estava me deixando maluca. E com Regina tinha me dito, eu sei que era maldade, mas eu iria apelar. E duvido que minha morena resista por muito tempo. E já sabia como e o que faria para acabar com aquele jejum sexual, e seria hoje mesmo.

— Zelena eu já terminei meu banho. – Ruby chegou ao quarto secado os cabelos com uma toalha e vestindo um dos meus roupões.

Quando ela olhou para cama onde eu estava, acho que suas palavras se perderam no caminho, porque ela tentou abrir a boca, mas não saia um som si quer.

— O que foi morena perdeu a língua foi? – Perguntei a ela de forma irônica e com uma voz arrastada de desejo.

Afinal eu estava quase nua sobre a cama. Estava usando uma, lingerie, negra, mas completamente transparente que davam a ela a visão parcial dos meus seios. A calcinha acompanhava uma cinta liga que unia a calcinha minúscula à meia calça.

— Zel... Isso... – Ruby gaguejava tentando formular uma frase.

— Isso é o que amor. Diz para mim vai. – Respondi abrindo as pernas e dando a ela a visão do meu sexo exposto pelo tecido transparente da calcinha.

Vi Ruby soltar um suspiro longo como se estivesse prendendo a respiração por logo tempo. – Isso é covardia Zelena. – Ela falou finalmente com voz falhada.

— Sabe que não quero as coisas sejam assim.

— Covardia é você me deixar molhada toda noite e não terminar o serviço meu amor. – Argumentei com voz manhosa.

Levei minhas mãos para o meio das minhas pernas e comecei a massagear meu sexo por cima da calcinha e soltei um longo gemido. Tudo isso sobre os olhos atentos da minha namorada. E para acabar com sanidade dela tinha jogar mais baixo possível, levei meus dedos para dentro da calcinha, brinquei com minha umidade e dei mais um longo gemido. Depois tirei meu dedo de lá que estava molhado pela minha excitação.

— Está vendo amor, só você me deixar assim. – Depois levei a boca e lambi. – Huum... Vai ficar ai só olhando não vai vir provar amor. Provar direto da fonte.

Foi o fim para ela, se havia alguma resistência, ela tinha jogado tudo para o espaço naquele momento. Porque no segundo seguinte Ruby já estava sobre mim, com as mãos em todos os lugares, beijando minha boca. Distribuindo beijos molhados pelo meu pescoço e me deixando completamente louca por ela.

— Ruiva você acabou de acender um fogo, que vai ser vai completamente difícil de apagar.

— E quem disse quero que ele se apague Lucas? Eu quero que ele queime ardente e intenso, e me consuma durante um longo tempo.

Acho que aquilo foi suficiente para ela esquecer a conversa e voltar a me beijar de forma urgente e selvagem, e quando dei por mim Ruby estava sentada sobre a cama e eu estava sobre seu colo.

— Zelena você tem certeza disso? – Ruby falou próxima a minha boca enquanto cessava nossos intermináveis beijos. Confirmei apenas balançando a cabeça, e ela voltou a capturar meu lábio inferior e eu respirei fundo.

Ruby sugou meus lábios de forma possessiva. Porém eu voltei a devorar seus lábios com minha boca e isso a fez ofegar. Ruby aproveitou mês lábios entreabertos e enfiou a língua em minha boca. Esse beijo foi totalmente diferente de todos que já havíamos trocados antes, era desesperado e intenso.

Nossas línguas se encontravam, e minha morena controlava completamente o beijo, e eu me deixei levar seja lá para onde Ruby queria me levar, seus lábios eram tão macios e quentes eram deliciosos que vontade de brigar pelo controle foi deixada de lado por mim. E eu já não tinha controle sobre mais nada, desde o momento que sua língua encontrou a minha. Agarrei alguns fios de cabelos atrás de sua nunca e puxei, fazendo seus lábios se afastarem dos meus. Passei minha língua pelo seu pescoço, distribuindo mordidas e beijos por toda região. Senti seus pelos se arrepiarem. O primeiro gemido fraco escapou de sua boca. E eu voltei a beija-la.

— Zel..eena.

Passei minhas pernas em volta se sua cintura, para diminuir a distancia entre nós. Ruby levou suas mãos, direto para minha bunda e apertou com força, e dessa vez fui eu quem gemeu.

— Isso é tão bom. – Disse sem fôlego e recebi um sorriso lascivo da minha namorada.

Ruby levou uma das mãos ate o meio das minhas pernas e pressionou minha intimidade, eu gemi e movimentei meus quadris em direção a sua mão. E aquela safada não perdeu a chance de me torturar, massageando meu sexo que latejava de necessidade. Eu estava quase explodindo e minha intimidade estava completamente encharcada.

– Puta que pariu Ruby chega de me torturar. – Disse toda manhosa.

— Isso que ganha por me provocar ruiva. – Ela me respondeu com a voz arrastada e cheia de tesão. – Diz para mim o que você quer amor. – Ela mudou de tática e invadiu minha calcinha fina pela lateral e começou a fazer círculos preguiçosos em meu clitóris, espalhando minha umidade ameaçando chegar perto da minha entrada e depois voltava para o mesmo lugar.

Eu não ia resistir por muito tempo e ceder era melhor caminho para ter o que eu queria.

— Eu quero que você me faça gozar amor, bem lento e bem gostoso. – Sussurrei para ela ao pé do ouvido.

E foi o suficiente para ouvir o barulho da minha calcinha sendo rasgada, e seus dedos longos e habilidosos me invadirem com tanta pressa que gritei surpresa, mas não de dor e sim de excitação. Ruby começou um vai e vem lento, e meu sexo a recebeu ansioso, pelos seus toques. Minha morena começou a morder meus seios ainda coberto pelo sutiã enquanto seus dedos iam fundo dentro de mim.

— Zel, você esta tão molhada e apertada amor. – Ruby gemeu enquanto metia com vontade dentro de mim.

— É isso que você faz comigo morena. – Respondi ofegante. A essa altura eu cavalgava sobre seus dedos.

Quando o orgasmo ameaçava tomar conta do meu corpo, Ruby simplesmente parou seus movimentos e eu reclamei frustrada.

— Eu preciso sentir seu gosto minha ruiva selvagem. – Minha namorada me respondeu.

E antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ela me jogou sobre a cama e arrancou o que tinha sobrando da minha calcinha. Tomou minha boca e outro beijo faminto e voltou a me tocar lá em baixou, mas acho que ela estava com pressa de sentir o meu gosto. Desceu depressa da minha boca para minha intimidade, respirei pesadamente quando a respiração quente de Ruby bateu lá. Sem muita demora ela enfiou sua língua na minha entrada. E eu praticamente gritei. Ela me chupou, lambeu e mordeu meu clitóris de forma lenta, como se aquilo fosse a ultima transa de nossas vidas.

E a essa altura meus gemidos preenchiam o quarto, e aquilo pareceu se musica para ouvidos da minha namorada, pois ela passou a me chupar com mais vontade. Ela aumentou a velocidade da língua e joguei meus quadris para frente buscando ainda mais contato com sua língua em meu sexo. Agora eu praticamente gritava, eu precisava gozar, eu tinha uma necessidade urgente de sentir aquela sensação de libertação. Eu esfregava minha intimidade na língua da minha morena em uma velocidade impressionante, o suor escorria pelos nossos corpos, mas eu pouco me importava com isso naquele momento. Meu abdômen começava a se contrair, e Ruby sabia que eu estava quase chegando ao clímax. Logo ela introduziu um dedo na minha entrada, mas sem nunca parar de chupar meu clitóris e ao mesmo tempo foi fazendo movimentos de vai e vem com seu dedo.

— Mais amor. – Eu implorei e ela acrescentou mais um dedo ao processo.

Eram movimentos firmes e profundos, meu corpo ficou rígido e fui levada ao lugar onde nada mais importava a não ser aquela doce sensação de prazer, e tudo se partiu em mil pedaços. Depois eu apenas relaxei, eu havia gozado de forma longa e maravilhosa. Minha morena sugou todo liquido que escorria por minha intimidade.

— Que gosto maravilhoso. – Ouvi Ruby dizer.

Ela subiu beijando todo meu corpo e me encarou, eu continuava com olhos fechados querendo saborear cada segundo daquilo. Lentamente abri os olhos e vi o sorriso mais lindo e carinhoso do mundo.

– Você é perfeita, minha gata tentadora. – Ruby brincou.

— Você é que foi perfeita em cada detalhe morena. – Ela me puxou para seus braços e me beijou de novo.

— Com uma provocadora como você impossível, tudo tem ser perfeito. Bom e agora que começamos você não acha que vamos fazer só uma vez e vou deixar você ir né.

Não tive tempo para responder, pois Ruby se livrou do roupão e do meu sutiã fazendo com que nossos corpos se tocassem por completo, e o resto da manhã foi dedicada intensamente ao sexo. Se eu reclamei? É claro que não eu estava adorando tudo aquilo.

[Regina]

Eu estava animada minha manhã tinha sido extremamente tranquila e tinha certeza que trabalho seria da mesma forma.

— Dr. Regina. – Belle me chamou assim que coloquei os pés no corredor ante da minha sala.

— Olá Belle, algum problema? Ela me olhou com olhar que já conhecia. Algo grave estava acontecendo.

— Houve sim. Uma reunião foi marcada de ultima hora pelo conselho e pelos acionistas Dr. Mills.

— Belle apenas me informe a data e hora para que me organize minha agenda ok. – Respondi não querendo parecer ansiosa.

– Dr. Mills esse o problema a reunião foi marcada para hoje, e será daqui a dez minutos.

Eu gelei ao ouvir aquela frase, porque isso significava o que tanto temia estava prestes a acontecer e algo me dizia que minha mãe tinha algo a ver com isso.

— Belle quem autorizou isso?– Belle nem precisou responder, pois uma voz respondeu minha pergunta logo atrás dela.

— Eu autorizei Regina. Essa empresa ainda me pertence e as coisas vão voltar ao seu devido lugar. – Era Cora Mills que respondia com toda sua audácia e arrogância, eu estava sem saber o que dizer ela tinha pegado de surpresa.

Porém eu não iria recuar iria defender meu cargo e meu trabalho dentro do escritório Mills, todos conheciam minha reputação, e o quão profissional eu era. E se Cora Mills queria guerra eu não iria me dar por derrotada mesmo que ela tenha dado um passo a minha frente.

— Muito bem Cora! Eu te vejo na reunião então. – Respondi a ela entrei na minha sala sem dizer mais nada.

Notas finais
Ouvi amém de todos aqui? Amém né teve hot WickedRed. Teve David e Henry zoando as mães hahahaha... O final foi o começo da confusão que vem por ai, aguardem. Agora quero teorias, opiniões e sugestões nos comentários isso é importante para continuidade da historia. Vejo vocês na próxima atualização ate breve!