You Belong With Me

7 Capítulo 6: O que tornou-se real


Notas iniciais
Boa noite, leitores! Como vocês estão? Espero que todos tenham sobrevivido a esses dias de manutenção do Nyah... Eu não sei vocês, mas eu quase enlouqueci. Ainda mais porque eu tive crises histéricas de inspiração para TODAS as minhas fanfics e, também, porque mais uma resolveu surgir em minha mente. Eu realmente não entendo a minha tendência a ter ideias quando eu não posso executá-las HAHAHA Gostaria de agradecer a leitora Arwen pela recomendação ♥ Bem, no mais, estou aqui com mais um capítulo de "You Belong With Me" que, como vocês podem ver, tem uma conexão direta com o capítulo anterior. A princípio, ele é um "capítulo de preenchimento", mas tem algumas coisinhas escondidas que influenciarão na história da fanfic daqui para frente. Espero que gostem, boa leitura!

Hermione perdera a noção do tempo desde que entrara no café. A morena não era de se entregar cegamente aos momentos e às sensações proporcionados por eles, mas isso fazia parte dela antes de Fleur Delacour a enxergar no meio da multidão de alunos que freqüentavam a Academia de Hogwarts.

Os minutos logo se tornaram horas e nenhuma das duas percebeu. Ambas continuavam dentro do café e depois de observarem a pequena exposição de arte, estavam no andar superior, no meio dos livros, sentindo o cheiro das folhas novas e observando as lombadas dos livros empilhados nas enormes estantes de madeira. Hermione tinha sua atenção dividida entre Fleur e os livros, mas tentava, de alguma forma, manter a igualdade entre os dois.

Aparentemente, fracassara. Porque Fleur tinha se aproximado sorrateira, pelas suas costas, e envolvido sua cintura. Hermione deu um pulinho, surpresa, mas logo relaxou quando escutou a risada musical de Fleur em seu ouvido. A loira beijou-lhe a bochecha e disse brincalhona:

– Eu devo ficar preocupada por ter que dividir sua atenção com os livros em geral?

– Eu gostaria de dizer que não... — Hermione tinha o tom de voz divertido, porque sabia que, atrás de si, Fleur estava franzindo a delicada testa pálida tentando entender o que ela queria dizer. Porém, a morena afagou os braços que envolviam sua cintura e virou-se para a líder de torcida. Fleur a recepcionou com uma expressão confusa e olhar azul inquieto, Hermione sorriu para ela e lhe beijou a bochecha, aproximando-se do ouvido de Fleur. — Mas se a história é boa, eu posso facilmente me envolver nela.

– Eu sou Fleur Delacour. — Fleur sentenciou com a expressão séria e compenetrada, Hermione continuou sorrindo de forma vitoriosa, iniciando uma massagem na nuca da loira com lentos movimentos circulares de seus dedos polegares. A loira fechou os olhos, apreciando a sensação e os abriu intrepidamente, apertando a cintura da morena e a puxando para perto. Hermione deixou-se ser puxada e, depois, prensada de encontro à estante. O cheiro dos livros impressos desapareceu e o cheiro de Fleur, lavanda, preencheu o ar entre elas. Hermione entreabriu os lábios, olhando diretamente para a boca de Fleur. A loira sorriu e afagou-lhe a bochecha. — Acho que eu sou mais bonita e interessante que qualquer livro presente nessas estantes.

– De fato, você tem um ponto. — Hermione respondeu ofegante, perdida entre suspiros e respirações pesadas devido à proximidade e ao calor que Fleur provocava em si. A líder de torcida permanecia sorrindo e, daquela vez, a vitória estava impressa nos seus dentes brancos e lábios finos bem desenhados. Hermione conseguiu, finalmente, erguer os olhos para o restante do rosto de Fleur e assumiu uma expressão mais concentrada. — Você precisa me fazer ter certeza de que é mais interessante que qualquer livro aqui.

Hermione não sabia da onde vinha toda aquela coragem em estabelecer aquela conversa, mas, alguma coisa dentro dela fazia com que ela pressionasse todos os botões de Fleur. De certa forma, Hermione Granger não era de baixar a crista para qualquer um. Porém, se ela achou que Fleur ia recuar, ela não o fez.

Primeiro, os belos traços da loira formaram uma careta de grata surpresa, depois, o sorriso felino e, de certa forma, desafiador brotou nos lábios róseos e Hermione sentiu-se ainda mais presa entre a estante e o corpo de Fleur. A loira deu-lhe um delicado beijo nos lábios, depois, sem lhe dar o devido tempo para respirar e pensar sobre o que acabara de acontecer, sugou-lhe a boca de forma mais lânguida e ainda mais intensa. As unhas de Hermione arranharam a nuca de Fleur e esse foi só um incentivo para que a loira lhe segurasse ainda mais apertado e se dedicasse ainda mais ao beijo.

Entretanto, algo irritantemente chato começou a vibrar no bolso de Hermione. A morena não estava tão perdida nos lábios e cabelos de Fleur para não perceber que se tratava de seu celular, ainda assim, ela estava perdida o bastante para decidir ignorá-los. As mãos de Hermione desceram da nuca de Fleur e se moveram para a gola do moletom dela, a loira recuou e as mãos abandonaram a cintura de Hermione para encontrarem o aparelho escandaloso e vibrante em seu bolso.

Antes que Hermione percebesse o que acontecera, Fleur estava com seu celular em mãos e já o tinha no ouvido. A morena chacoalhou a cabeça, colocando a racionalidade no lugar ao mesmo tempo em que seus óculos escorregavam pela ponte de seu nariz, Fleur sorriu para ela, ainda próxima e os ajeitou de volta aos olhos. Hermione continuava chocada demais com a atitude da outra para sequer ter um ataque, Fleur escutou pacientemente até que respondeu educada:

Pardon, Madame Granger. Sou Fleur Delacour, uma colega de Hermione.

Hermione tentou apanhar o seu celular, mas Fleur afastou o braço e, depois, colocou a mão esquerda de volta a sua cintura, mantendo-a no lugar. Depois, beijou-lhe a bochecha delicadamente e Hermione cruzou os braços, emburrada, fazendo Fleur rir de sua posição desconfortável. Dando-se por vencida, Hermione procurou se concentrar em escutar o que sua mãe lhe dizia, mas em vão. Segundos depois, Fleur lhe piscou um olho e respondeu:

– Sim, sabemos que é tarde e eu lhe peço desculpas, madame. Resolvemos aproveitar a vitória do time a nossa maneira e acabamos nos distraindo com alguns livros... Quer dizer, sua filha se distraiu.

Hermione semicerrou os olhos e franziu a testa, indignada pela mentira que Fleur contara a sua mãe. O sorriso brincalhão e ligeiramente malvado ainda brincava nos lábios de Fleur, ela posicionou o polegar esquerdo sobre os vincos da testa morena e os massageou até que desaparecessem. Hermione revirou os olhos logo em seguida, quebrando o contato visual. Fleur passou a afagar-lhe a cintura e logo depois, a morena a escutou responder:

– Não se preocupe, madame... Ela não voltará sozinha, eu vou deixá-la em casa daqui a meia hora. Tudo bem?

A morena voltou a se virar para Fleur, um pouco desconcertada pela surpreendente ideia de ser deixada na porta de casa por ela. Hermione planejara voltar para casa de ônibus e já tinha até pensado em quais trajetos deveria seguir. A loira voltou a se aproximar dela e beijou-lhe os lábios delicadamente, ainda escutando o que Jean Granger falava, Hermione podia apostar que sua mãe estava agradecendo e dando uma série de recomendações. Fleur escutou tudo, olhando para Hermione e sorriu antes de responder:

– Não é trabalho algum, madame. Logo mais estarei parando na frente de sua residência, ce fut um plaisir... Au revoir!

Fleur desligou o celular e voltou a colocá-lo no bolso do sobretudo de Hermione. A morena arqueou a sobrancelha para ela e envergonhada, disse:

– Eu não acredito que você atendeu meu celular e conversou com a minha mãe enquanto me beijava.

– Corrigindo: eu dei um passo para sua mãe gostar de mim, até falei francês com ela! — Fleur respondeu de forma dramática, como se tivesse ficado ofendida com o que Hermione dissera. A morena voltou a revirar os olhos e saiu da prisão que se encontrara desde o toque de seu celular, caminhando a frente. Fleur a acompanhou sem esforço algum, um sorriso enorme nos lábios. — E eu sou eficiente o bastante para conseguir pensar em desculpas, falar e lhe beijar ao mesmo tempo.

– Muito modesta também! — Hermione já não estava tão brava assim, somente envergonhada e temerosa pelas perguntas que seus pais fariam. Ela parou no meio da escada que levava à pequena biblioteca e se encostou ao corrimão de madeira. Fleur parou um degrau acima dela, acentuando ainda mais a diferença de altura entre as duas. — Você é incorrigível, não é, Delacour?

– E você está adorando! — Fleur anunciou satisfeita, roubando-lhe mais um selinho e caminhando à frente. Hermione virou-se para observá-la caminhar até a mesma que ocuparam e apanhar seus pertences antes de pagar no caixa, a morena, observadora, decidiu não comentar nada sobre o fato de Fleur ter bancado tudo e, muito menos, sobre o pacote que a loira escondeu debaixo de sua mochila.

Afinal, como a própria Fleur dissera, Hermione estava adorando e a morena tinha certeza que aquilo não acontecera por acaso e que ela tinha tempo o bastante para retribuir tudo que recebera naquele fim de tarde.

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Hermione observava Fleur batucar os dedos no volante do carro, ao mesmo ritmo e melodia da música que tocava baixo dentro do carro. A música era dita francesa, Fleur a cantarolava delicadamente e seus longos dedos pareciam dedilhar as notas de um violão, exatamente no mesmo tom dedilhado na música.

A morena estava há uns bons dois minutos observando a loira que, distraída pelo trânsito e pela fina garoa que caía na noite londrina, não percebera. Os cabelos de Fleur haviam secado e agora estavam emoldurando seu rosto, nas pontas, existiam pequenos cachos bagunçados que quebravam a cadeia de perfeição na face de Fleur, mas que a deixavam mais bela que nunca. Os olhos tinham uma tonalidade azul metálica, proporcionada pelos reflexos da variedade de luzes que as cercavam e as iluminavam. A testa estava levemente franzida, concentrada no trânsito enquanto os lábios finos sussurravam o idioma francês que Hermione pobremente conhecia.

Hermione suspirou porque estava pensativa, não da forma racional e convencional a sua postura, mas sim, da forma sonhadora e desleixada. Ela estava estupidamente ainda mais apaixonada por Fleur Delacour e, para completar, estava certa de que era correspondida da mesma forma. O impossível tornara-se realidade naquele peito, o platonismo deixou de existir porque Fleur a enxergava tão bem quanto ela, Hermione, a enxergava.

Era clichê, mas Hermione sentia como se somente as duas pudessem se enxergar na bagunça que preenchia a Academia de Hogwarts.

Imersa em seus pensamentos e devaneios, Hermione não percebeu quando Fleur parou no semáforo vermelho e inclinou a cabeça para o lado, procurando contato visual. A morena foi apreendida pela intensidade já familiar dos olhos azuis que brilhavam claros quando perceberam que ela estava distraída, Fleur pausou o cantarolar da letra e, ligeiramente corada pelo olhar de adoração que lhe era destinado, perguntou:

– O que foi?

– Ah, nada, eu acho! — Hermione apressou-se a responder, desviando os olhos de Fleur para a janela que estava salpicada pelas gotas da chuva. A morena podia sentir suas bochechas queimando, assim como escutou a risada musical e ligeiramente rouca de Fleur. Hermione fechou e apertou os olhos, procurando pensar em alguma saída, mas acabou abrindo um sorriso. — Acho que fiquei um pouco distraída por você estar cantando.

Fleur entreabriu os lábios, numa versão minimalista de surpresa e, de certa forma, rubor. Hermione gargalhou de forma gostosa para o discreto embaraço da loira e Fleur piscou para ela e, junto com a música, sussurrou:

Car je suis l'amoureuse, oui je suis l'amoureuse

Et je tiens dans me mains la seule de toutes les choses

Je suis l'amoureuse, je suis ton amoureuse

Et je chante pour toi la seule de toutes les choses

Qui vaille d'être là, qui vaille d'être là

Hermione franziu a sobrancelha para as palavras em francês que chegaram aos seus ouvidos e se perderam em sua mente. E ela nunca desejou tanto saber francês como naquele momento. Fleur terminou a estrofe com um sorriso misterioso e nenhum indicativo de que traduziria o que cantara, a morena fez um discreto bico e perguntou:

– Eu tenho que adivinhar o que você estava cantando?

O semáforo que as parara tornara-se verde e Fleur lhe roubou um discreto selinho antes de engatar a marcha e acelerar o carro. Hermione sorriu, mais uma vez. Parecia impossível fazer algo além de sorrir, suspirar e observar Fleur. Durante tanto tempo, fizera aquilo sozinha e, agora, saber que Fleur, talvez, fizesse o mesmo sem o seu conhecimento só inflava aquele sentimento quente e aconchegante que se instalara em seu peito desde que Fleur Delacour a roubara o seu primeiro beijo.

Hermione desistiu de perguntar algo a Fleur, pois a mesma passou todo o trajeto cantarolando as demais músicas francesas que tocaram em seu carro. Por fim, ela finalmente parou o automóvel em frente à discreta casa dos Grangers. Hermione ficou surpresa por Fleur sequer ter lhe pedido alguma orientação, o que reforçava quão atenta ela estava desde a primeira vez que lhe dera carona.

Fleur puxou o freio de mão e espalmou as mãos nas próprias coxas, a garoa deixara de cair do lado de fora e um clima tenso se instalara dentro do carro. Hermione mordeu o lábio e olhou de lado, discretamente, antes de soltar o cinto e arrumar a bolsa sobre seu colo. Fleur se remexeu no banco do motorista, virando-se de lado, a loira envolveu a mão da morena com a sua e disse envergonhada:

– Está entregue.

– Eu sei, mas isso não quer dizer que eu queira sair do carro. — Hermione respondeu tensa, virando-se para olhar nos olhos de Fleur. A loira sorria para ela e apertou-lhe a mão, satisfeita com sua pequena confissão. Hermione retribuiu o sorriso, de lado, dividida entre sair ou permanecer ali, na presença inebriante de Fleur Delacour. A líder de torcida aproximou-se e lhe beijou a bochecha, mas ela não se afastou e, próxima a bochecha morena, murmurou:

– Não quer, mas deve ir. Sua mãe está preocupada e, provavelmente, muito brava comigo por ter lhe mantido fora de casa por tanto tempo.

– Ela não ficaria tão brava se soubesse o tanto que você me fez bem nessas últimas horas... — Hermione sabia escolher bem as palavras e, por mais que estivesse nervosa e insegura do que dizer, parecia extremamente certa e decidida. Fleur afastou o rosto, surpresa pelas palavras da morena e, de certa forma, um pouco impressionada. Ela colocou uma revolta mecha castanha atrás da orelha e, beijando-lhe os lábios de forma delicada, disse:

– Prometo que amanhã nos veremos, mas agora você precisa ir. Ou nem todo meu charme francês será capaz de convencê-los a me deixar levá-la para sair de novo.

As bochechas de Hermione coraram e ela se afastou, o brilho em seus olhos formava um conjunto interessante e mágico com o rubor de seu rosto. Não havia mistério quanto ao que passava-se dentro da cabeça e do coração dela, Fleur afagou-lhe a bochecha e Hermione, de olhos fechados, curtindo o carinho, perguntou:

– Então, estamos dispostas a termos uma ”próxima vez”?

– Acho que deixei bem claro que vamos ter todas as vezes que forem necessárias. — Foi a vez de Fleur ser certeira e incisiva em suas palavras. O sorriso que Hermione lhe concedeu seria capaz de iluminar toda a noite sombria de Londres, tamanho foi o brilho que ele tinha. A morena, afoita e excitada, abraçou Fleur de forma desengonçada e apertada e a líder de torcida riu quando a apertou junto de si.

Quando se separaram, o frio se fez presente e se tornou ainda mais incômodo quando Hermione abriu a porta do carro e caminhou até a porta de casa, os pés chapinhando na calçada molhada. Na porta da casa, Hermione acenou e Fleur piscou os faróis antes de acelerar e desaparecer na rua escura.

Hermione ainda sentia o cheiro de lavanda, assim como suspirava, quando Jane Granger irrompeu da cozinha. As mãos na cintura e uma expressão fechada no rosto, Hermione engoliu em seco e murmurou:

– Desculpe pelo atraso e pelo sumiço.

– Você vai precisar de mais do que desculpas para resolver essa situação, mocinha! — Jane retrucou com a voz inalterada, mas extremamente ácida e chateada. Donald veio logo atrás e sua expressão estava a mesma ou ainda mais irritada que da esposa, mas ele logo abrandou as feições quando observou o ar corado e os olhos brilhantes da filha. Jean abriu a boca para continuar o monólogo quando Donald a interrompeu e disse:

– Mas podemos resolver isso depois do jantar, querida... Suba e lave as mãos, eu estou morrendo de fome!

Hermione olhou confusa para o pai e seu estado piorou quando ele lhe piscou um olho e a empurrou escada a cima. Jane bufava enquanto Hermione subia a escada, trêmula e um pouco assustada pela percepção de seu pai e com medo da conversa que ela provavelmente teria a qualquer momento depois do jantar.

E, mais uma vez naquele dia, seu celular vibrou em seu bolso do sobretudo. Hermione o apanhou e, na tela, acusava-se o recebimento de uma mensagem de um número desconhecido. A morena encostou-se no batente da porta de seu quarto para ler a seguinte mensagem:

Porque eu estou apaixonada, sim eu estou apaixonada

E eu tenho nas mãos a coisa mais importante do mundo

Eu sou amada, eu sou a tua amada

E eu canto pra você a única coisa do mundo

Que faz existir valer à pena, Que faz existir valer à pena

Hermione arqueou a sobrancelha para a mensagem e estava prestes a digitar uma réplica quando outra mensagem chegou, do mesmo número. A morena a abriu e sorriu ao ler:

Era isso que a música dizia. Espero que seus pais peguem leve contigo. Durma bem, chérie... Boa noite, Fleur.

Hermione sorria para a tela do seu celular quando seu pai a gritou mais uma vez. Foi a primeira vez, em anos, que ela se esqueceu de lavar as mãos antes do jantar...

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Notas finais
O que acharam do excesso de fofura nesse capítulo? *-* O objetivo era mostrar um pouco mais sobre o sentimento da Fleur que, como vocês podem ver, é o melhor possível... E perceberam alguma coisa que pode influenciar no futuro delas? Se sim, me diga nos comentários! Bem, também gostaria de falar que chegamos, oficialmente, a metade da fanfic e que, daqui para a frente, as coisas vão mudar bastante... Continuem acompanhando. Agora, algumas observações: A música do capítulo é "L'Amoureuse" da Carla Bruni! E para aqueles que acompanham "La Petite Mort", essa também foi atualizada! Por hoje, é só. Beijos, FerRedfield