You Belong With Me

5 Capítulo 4: A solidão de Gatsby e a paixão de Mr. Darcy


Notas iniciais
Boa tarde! Como vocês estão? Antes de tudo, me desculpe pela demora gigantesca em atualizar a fanfic... Eu estava em fase final de faculdade, meu TCC estava dando errado... Tive que me concentrar em uma coisa. Mas saibam que esse tempo sem escrever quase me enlouqueceu u.u Por isso, estou de volta com esse capítulo de título estranho e que eu prometo, fará sentido lá no final... Hahahahaha No mais, boa leitura! P.S.: Indico "Already Home" do A Great Big World para a leitura.

Hermione achava extremamente elegante a forma como ela e Fleur mantiveram contato nos últimos dias. Os bilhetes escritos à mão, depositados nos armários, livros e até mesmo, bolsas, de cada uma tornavam a situação ainda mais romântica e, por que não, excitante? A situação era de risco, qualquer um poderia pegá-las naquela interação, mas não deixava de ser apaixonante a forma como Fleur preocupava-se em sempre responder cada uma de suas cartas... A morena sempre acreditara que, quando se apaixonasse, não faria o tipo de “romântica bucólica”, mas Fleur estava revelando camadas de sua personalidade que ela nem imaginava que existissem.

Porém, desde o dia anterior, Hermione não obtivera uma resposta às suas cartas. O que acabara por causar uma mudança drástica em seu humor, as cartas de Fleur a ajudavam a enfrentar o dia, sempre que escutava uma piada de Draco ou Pansy a respeito de seus óculos (Hermione resolvera mantê-los, não somente pelo elogio de Fleur, mas também, pelo custo que a manutenção de suas lentes resultaria a seus pais) ou uma bronca de Madame Pince a respeito de sua lerdeza no trabalho, ela retirava a última carta de Fleur de dentro dos bolsos e logo, um sorriso apaixonado ocupava seu rosto.

Aquela situação, que se interpunha entre ela e Fleur, era confusa e inexplicável e poderia até não dar em nada, mas Hermione estava feliz por, pelo menos, conhecer aquela parte da líder de torcida.

Fleur, longe das pressões da popularidade, era uma menina sonhadora e cativante que tornava ainda mais difícil a tarefa de não se apaixonar. Os sonhos de Fleur incluíam viagens, estudos e coisas simples, como assistir a um pôr-do-sol em boa companhia ou caminhar às margens do Rio Tâmisa à noite... Hermione esperava viagens a Paris e, até mesmo, compras em Milão. Quando as cartas continuaram, a morena fez uma promessa de que não se apaixonaria ainda mais, mas até mesmo a sua razão parecera desistir e se render aos encantos de Fleur Delacour.

Falando em razão, Fleur era extremamente culta. Ela também gostava de Literatura Vitoriana, mas os clássicos franceses ainda eram seus preferidos. Quanto ao cinema, a líder de torcida amava o cinema europeu e, de certa forma, abominava a maioria dos filmes norte-americanos. E a música... Francesa e canadense em suma, algumas exceções para música italiana. Hermione foi surpreendida por se apaixonar, também, pela intelectualidade de Fleur.

Diante de todas essas facetas, Hermione perguntava-se porque ela se escondia atrás da fachada de menina popular se podia ser muito mais. A morena se perguntava, mas jamais manifestara em sua escrita. Não sabia da onde vinha a sensação, mas sentia que aquele assunto era delicado para Fleur.

No mais, Hermione escondia as cartas de todos, até mesmo de seus pais. Tinha um sentimento de possessão em relação ao que as duas tinham e não queria dividi-lo com ninguém. Por isso, seus amigos não entenderam seu isolamento naquele dia depois de vários outros em que ela passara com eles, rindo abertamente.

Fleur não respondera sua última carta enviada há dois dias. Portanto, Hermione preferira recolher-se às sombras da biblioteca e, naquele instante, encontrava-se empurrando seu carrinho pela seção de Literatura Americana Contemporânea. Aquela seção, em particular, lhe deixava um pouco depressiva. Hermione tinha um sério problema com a chamada “Geração Perdida” de Hemingway, Fitzgerald e demais integrantes do movimento.

Hermione separava os livros de acordo com os autores, aquela seção sempre fora uma das que mais tinham livros retirados e arrumá-la sempre era uma árdua tarefa. A morena acabara de colocar os livros de Ernest Hemingway de lado quando escutou um som oco e baixo. Hermione franziu a testa e ignorou o som, voltando-se a concentrar em seu trabalho.

Minutos depois, um pigarro interrompeu novamente seu trabalho. Hermione depositou um exemplar surrado de “O Grande Gatsby”, as pesadas lágrimas da mulher da capa a distraíram por alguns segundos, e esperou mais alguma manifestação de seja lá quem a interrompia. Mais um pigarro e, a voz rouca e suave que não escutava há dias, cumprimentou:

– Não sei há quanto tempo está aqui, mas já anoiteceu e a maioria dos estudantes já foi embora da Academia...

Hermione engoliu em seco, seu coração acelerou diante da possibilidade de estar sozinha com Fleur Delacour e poder olhar, depois de tantos desencontros nos corredores, verdadeiramente, para ela. Lenta e insegura, a morena girou em seus calcanhares e seus olhos castanhos encontravam os olhos azuis. Estes estavam mais calmos, tranqüilos e não existiam bolsas debaixo deles. Hermione sentiu o calor corar suas bochechas e, tímida, respondeu:

– Eu percebi. Mas Harry virá nos buscar assim que Ginny sair do treino de futebol.

– Uma pena, eu realmente esperava poder te levar para casa, mais uma vez... — Fleur comentou com um sorriso gentil no rosto, mas Hermione percebeu que seus olhos estavam opacos, como se realmente lamentassem aquele fato. A morena não soube responder àquela reação de Fleur e nem teve tempo para interpretar os olhos dela mais profundamente, pois a líder de torcida caminhou de cabeça baixa em sua direção.

Naquele dia, Fleur usava calças jeans skinny escuras, uma camisa branca de botões e um blazer azul que chegava até seus quadris. A líder de torcida arregaçou as mangas do blazer conforme se aproximava de Hermione, próxima a morena, apanhou um exemplar de “O Grande Gatsby” no carrinho e comentou melancólica:

– Nunca me dei bem com literatura norte-americana.

– O que não me surpreende, vindo de alguém que é apaixonada pelos clássicos europeus... — Hermione respondeu com um sorriso tímido e um olhar de lado, preocupado. Fleur assumira uma postura distante e até tristonha, a morena observou quando um discreto sorriso de lado ocupou os lábios finos e bem desenhados da outra, Fleur, ainda olhando distraída para a capa do livro, respondeu:

– Mas, confesso que “O Grande Gatsby” é uma das exceções à regra. Eu me identifiquei com Jay em muitos aspectos e compartilho da visão de Fitzgerald a respeito da sociedade...

– “O Grande Gatsby” relata a década de 20, Fleur... O que Fitzgerald pode saber da nossa sociedade do século XXI? — Hermione perguntou com um ar risonho, achando graça da comparação feita pela líder de torcida. A francesa riu baixinho e ergueu os olhos para Hermione, a morena foi arrebatada pelos olhos azuis.

Naquele instante, Hermione sentiu como se tivesse enxergado Fleur pela primeira vez desde que se conheceram. Não era a líder de torcida que estava a sua frente, muito menos a aluna modelo ou a popular da Academia de Hogwarts... Aqueles olhos não pertenciam a nenhuma das facetas que Fleur acostumara-se a carregar diariamente.

Aqueles olhos, Hermione compreendeu, pertenciam a Fleur Delacour. A verdadeira Fleur Delacour. A garota que Hermione conhecera atrás das cartas, cheia de sonhos e bom gosto.

A garota que era sozinha.

Hermione, motivada pelo turbilhão de sensações que sufocaram seu interior, inclinou-se para frente e seu olfato foi invadido pelo cheiro de lavandas. Fleur continuou a olhá-la de perto, a loira suspirou e, inquieta, disse:

“Mas tudo passava, agora, demasiado depressa diante de seus olhos turvos, e ele sentiu que perdera para sempre uma parte de tudo aquilo — a parte mais fresca e melhor.”

Um silêncio desconfortável instalou-se entre elas, Hermione olhava para os olhos azuis em busca de uma resposta que uma citação confusa e contraditória não pode lhe dar. Fleur, por sua vez, tinha os olhos azuis marejados e respirava com dificuldade. A morena ergueu a mão direita e apreendeu as mãos de Fleur que ainda apertavam o livro, Fleur fungou e finalmente desviou os olhos de Hermione, corada. As duas ainda mantiveram-se em silêncio, até que Hermione abriu a boca para falar quando as duas escutaram a voz de Madame Pince, alguns corredores atrás:

– Miss Granger, a senhorita ainda não terminou?!

Fleur afastou-se de Hermione, assustada e surpresa com a proximidade que se instalara entre elas. Agora, com Fleur há alguns passos de distância e suas mãos envolvendo o nada, Hermione compreendeu a importância daquele curto momento que compartilharam juntas. Fleur piscou os olhos várias vezes e nervosa, disse:

– Espero lhe ver no jogo desse final de semana.

– Estarei lá, com a banda... Mas prometo estar lá! — Hermione gaguejou enquanto corava. Fleur Delacour acabara de pedir para que ela fosse ao jogo e ela respondeu da pior forma possível. Fleur sorriu, o sorriso gentil que Hermione acostumara-se a ver e acenou apressada antes de correr pelo corredor da seção de Literatura Americana Contemporânea, antes de desaparecer, Fleur virou-se e piscou para ela.

Hermione respirou fundo, ensurdecida pelas batidas exageradas de seu coração e pela fúria de sua mente que tentava entender a que Fleur se referia. A morena colocou os exemplares de volta ao carrinho e assim que escutou os saltos de Madame Pince atrás de si, respondeu:

– Eu estou terminando, pode deixar que eu tranco a biblioteca, senhora.

Madame Pince resmungou algo e saiu, deixando Hermione novamente sozinha na biblioteca e nutrindo esperanças de que Fleur voltasse. Na verdade, de que a sua verdadeira Fleur voltasse...

# # # # #

Fleur não voltou e tampouco as duas trocaram cartas no restante da semana. Entretanto, Hermione não estava sentindo-se deixada de lado, porque todos os momentos que seus olhares cruzaram-se nos corredores, eles foram mantidos e jamais desviados. Fleur poderia até estar envergonhada do que acontecera na biblioteca, mas isso não mudava o fato de que ela ainda a queria por perto.

Hermione, no entanto, estava fazendo de tudo para compreender o que se passava na cabeça da francesa. Mais uma vez, estava isolada dos outros que começavam a reclamar sua ausência. Só que aquele olhar desolado de Fleur ainda a assombrava antes de dormir, queria que a líder de torcida se abrisse e falasse o que estava acontecendo... Hermione chegara a um ponto em que, querendo ou não, a dor impressa naqueles olhos azuis ecoava dentro de si.

A semana se passou e o jogo chegou.

Hermione terminava de arrumar sua farda negra com detalhes dourados em um dos banheiros da academia, afinal, era proibida a entrada de membros da banda nos vestiários dedicados aos atletas e às líderes de torcida. Naquele dia, em especial, os revoltos cabelos castanhos pareceram querem dar uma folga a Hermione e encontravam-se encaracolados de forma compreensível. Hermione colocou o chapéu e, olhando uma última vez no espelho, saiu do banheiro.

Estava se sentindo patética naquela farda e se perguntava como pudera acreditar que alguém como Fleur Delacour olharia para ela. Era sonho demais e sonhos, para uma pessoa racional como ela, era sinal de idiotice.

Sabia que estava se sentindo incomodada pelo silêncio de Fleur, por mais que os olhares que trocavam deixassem claro que a líder de torcida a queria por perto. Mas Hermione não sabia ficar no escuro, não daquela forma. Estava acostumada a ser quem ajudava e não a ser quem esperava...

Hermione bufou impaciente e apertou o flautim na mão direita, ajeitou a postura e estava caminhando para a sala de música quando foi parada por vozes conhecidas. A voz masculina pertencia a Roger Davies, ela reconheceria em qualquer lugar por que já a memorizara, afinal, era a voz que chamava por Fleur sempre que estava perdida observando-a.

Porém, a voz que a acompanhava não era de Fleur e sim, de Daphne Greengrass. Hermione não queria tomar uma decisão precipitada e, por isso, apoiou-se na parede do corredor e, o mais discretamente possível, pôs-se a observar o casal que, agora, se beijava. Os olhos castanhos arregalaram-se para, em seguida, semicerrarem-se. Até onde sabia, Roger ainda namorava Fleur.

Hermione observou o jogador prensar a também líder de torcida de encontro à parede e subir a saia escura que ela usava. Ele apalpava as pernas dela cheio de volúpia, provocando nojo na morena. Hermione apertou os punhos na parede e totalmente instintiva, levou o flautim aos lábios, soprando-o em seguida.

O som apaziguador do flautim fez o casal se separar assustado. Hermione viu quando Roger aplicou um último beijo nos lábios de Daphne e bateu na bunda dela, a garota soltou um irritante gritinho e sorriu maliciosa para ele antes de sair correndo dali. Roger sorriu triunfante e ajeitou a braçadeira de capitão e a camisa 10 do time de futebol da Academia antes de ir para a direção oposta. Hermione saiu de seu esconderijo e, totalmente furiosa, foi na mesma direção de Daphne.

Daphne rumou em direção aos vestiários femininos, mas já desaparecera de vista. Hermione, ainda furiosa pelo que presenciara, entrou no vestiário das líderes de torcida, arrependendo-se no mesmo instante.

Como se o destino conspirasse contra ela, o vestiário estava vazio, com exceção de uma única pessoa. Fleur Delacour já estava com a saia preta da Academia de Hogwarts, só que não usava a blusa da mesma cor e sim, um top esportivo. A loira soltou um gritinho assustado e procurou-se cobrir diante da entrada efusiva de Hermione no vestiário.

Mas assim que os olhos azuis viram de quem se tratava, os mesmos se acalmaram e a postura tensa se relaxou. Fleur respirou fundo e sentou-se em um banco de madeira, Hermione corou furiosamente da cabeça aos pés. A morena ajeitou o chapéu na cabeça e, desconcertada, gaguejou:

– Ahm, é... Desculpe.

– Bem, você veio ao jogo. — Fleur comentou sem graça, apertando a toalha em torno do torso e também corando, envergonhada. Hermione sorriu sem graça e segurou o flautim com as duas mãos, murmurando:

– Eu viria, de qualquer forma. Sou da banda, esqueceu?

Fleur riu de forma nervosa e soltou a toalha que segurava, Hermione engoliu em seco quando teve um vislumbre dos músculos bem delineados na barriga da loira, assim como os demais músculos do torso dela. A morena virou de costas e estava prestes a sair quando Fleur, nervosa, disse:

– E eu acho que nós duas sabemos que não foi somente por causa da banda que você veio ao jogo. Assim como sabemos que não foi somente meu interesse literário que me levou tantas vezes à biblioteca, tarde da noite...

O corpo de Hermione paralisou diante das palavras calculadas de Fleur. Seu coração acelerou e sua razão se calou, ela não conseguia se mover, subitamente, sentiu-se quente e sentia algo, irracional e complexo, brotar dentro de si. Escutou passos atrás e segundos depois, sentiu o calor do corpo de Fleur próximo ao seu, a francesa tocou, delicadamente, seu pulso direito, virando-a para si.

Hermione viu-se, mais uma vez, presa aos olhos azuis. Fleur, sem dizer mais nada, segurou seu rosto e a puxou para um beijo.

Delicado, sensível, confidente... Como tudo estava sendo entre elas.

A morena sentiu o peso do par de lábios sobre os seus e, insegura, entreabriu os próprios. A língua de Fleur, inquieta, envolveu a sua e a líder de torcida apertou o corpo contra o seu. Hermione suspirou pesado e o flautim escapou de suas mãos, caindo no chão entre elas. As mãos de Hermione, agora livres e ansiosas, apertaram a cintura de Fleur que agora, já estava coberta pela blusa do uniforme. Fleur segurou seu rosto com as duas mãos e respirou com dificuldade, antes de sorrir de encontro aos lábios cheios da morena.

As duas se afastaram e Fleur tinha um sorriso, destoando da expressão confusa de Hermione. A loira aplicou mais um beijo nos lábios cheios e encostou a testa de ambas, Hermione sentiu seu interior aquietar, mesmo que buscasse uma explicação racional para aquele acontecimento abrupto e inesperado. A morena olhou para baixo e Fleur beijou sua testa, murmurando de encontro a sua pele:

“Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente.”

– Mr. Darcy, “Orgulho e Preconceito”. — Hermione murmurou atônita, mas com um sorriso gigante nos lábios enquanto as palavras ecoavam e se faziam entender em sua mente bagunçada. O que ela, por muito tempo, julgara ser platônico, acabara de se revelar recíproco e, principalmente, intenso. Hermione encontrava-se perdida na intensidade com a qual Fleur gritava seus sentimentos, o segurar delicado de seu rosto, o beijo inesperado e irresistível, os olhos sinceros...

Hermione enxergava a Fleur. E Fleur, desde sempre, a enxergava.

Fleur se afastou dela, o máximo que os braços morenos, que envolviam sua cintura, permitiram e sorriu também, piscando o olho direito charmosamente. Hermione ficou na ponta dos pés, decidida e certa de si, prestes a beijá-la mais uma vez até que a porta, atrás delas, abriu-se subitamente.

Hermione retesou e sentiu seu corpo ser seguro por Fleur, a líder de torcida colocou-se protetoramente a sua frente e preparou-se para enfrentar quem quer que fosse.

Parada, no portal, estava Cho Chang, líder de torcida, co-capitã e companheira de Fleur no último ano. A asiática abriu um sorriso enorme quando observou as expressões assustadas das duas outras garotas e, divertida, comentou:

– Finalmente, Delacour! Mas largue sua garota, temos um jogo para torcer e um babaca para chutar!

Hermione observou estupefata, Fleur abrir um sorriso aliviado e se afastar dela para empurrar Cho para o lado, de forma brincalhona. A asiática continuou rindo e esperou pacientemente que Fleur calçasse as meias e os tênis brancos, enquanto olhava discretamente para Hermione. A morena olhava de uma para a outra tão perdida que não percebeu Fleur parada a sua frente, a loira prendeu os cabelos no alto e, com os olhos azuis brilhando de forma que Hermione nunca tinha visto, aproximou-se e sussurrou:

– Não se assuste com tudo que aconteceu. Venha aqui depois do jogo, eu prometo lhe esperar e explicar tudo.

Hermione apenas acenou debilmente e, depois, recebeu um beijo nos lábios. A última coisa que viu, antes de desabar no banco de madeira do vestiário, foi o sorriso nos lábios de Fleur e não conteve o próprio.

O que diabos acabara de acontecer naquele vestiário?

# # # # #

Notas finais
Se eu disser que não planejava nada disso para esse capítulo, vocês acreditam? Hahahahahaha Pois é, dona Fleur resolveu ser linda e eu tive que ajudar! :P Mas o o que vocês acharam? Querem matar o Roger? Querem amar a Fleur? Querem apertar a Hermione? Estão surpresos com a Cho? Hahahahaha Aguardo comentários e feedback, aliás, obrigada a Cristinna Black Malfoy pela recomendação! Fiquem ligados que "La Petite Mort" logo será atualizada também! Beijos e até a próxima, FerRedfield.