You Belong With Me
31 Capítulo 31-Lies/Drugs/Love/Deception
Notas iniciais
Capítulo dedicado á:
LívianLima que deixou um comentário fofo e aproveito para pedir que continue comentando, sem falar na Recomendação linda que ela escreveu. Diva é você minha leitora linda ♥
As demais eu li e amei o comentário de vocês... Eu já disse isso, mas repito EU AMO VOCÊS!
Boa leitura!
Atenção:
Leiam ouvindo essa música:
http://www.youtube.com/watch?v=m15Xnqw1V6w
Autora: ON
Era uma noite como outra qualquer, o céu estava nublado, nenhuma estrela para contar história. Caroline estava na casa de Bonnie, Spencer estava estudando, Klaus estava resolvendo seus “negócios” e Toby estava em casa sofrendo com a abstinência da droga.
Caroline se despediu de Bonnie lhe dando um abraço terno e logo depois um beijo demorado na bochecha da amiga e saiu caminhando nas ruas que estavam escuras, Care estava com os fones no ouvido escutando “Down-Jason Walker” e mirando o chão.
–Ei loirinha. –Ouviu uma voz masculina que pelo tom parecia ser maldosa e então Care apressou os passos já quase correndo quando dois homens apareceram na frente dela olhando-a dos pés a cabeça e rindo. –Loirinha bonita, você. –Care tentou passar e um dos homens a encurralou enquanto o outro passava a mão nos fios dourados da moça que estava em pânico. –Para começar eu quero que você passe o celular e a bolsa e depois... Depois, a gente vê. –Olhou para o comparsa e riu. Caroline lhe entregou a bolsa e o celular, então um dos homens veio até ela. –Boa menina. –Deu um beijo asqueroso no rosto da menina e passou a mão nas costas dela.
–Deixem a menina ir. –Uma voz soou atrás deles.
–Mas... Você disse que era para a gente arrumar dinheiro pra pagar os “bagulho” que pegamos com você cara. –Um dos homens se pronunciou.
–Não mecham com ela. –Care continuava de costas. –Devolvam as coisas dela e peçam desculpas.
–Sim senhor. –Os homens pareciam temer o outro que defendia Caroline e então devolveram as coisas e saíram o mais rápido que puderam, Caroline queria se virar para agradecer, mas sabia que conhecia aquela voz e tinha medo de encarar a realidade.
–Care. –Ele olhou assustado olhando para os fios dourados da menina que se virou devagar com medo de encarar a realidade que batia a sua porta.
–Klaus? –Os olhos de Caroline jorraram lágrimas de pura decepção, e sua mão foi á boca em sinal de desespero.
–Care... Eu... Eu... –Ele secava as mãos soadas na perna da calça.
–Não quero ouvir! –Ela fitava o chão com as lágrimas escorrendo por seu rosto pálido.
–Care, por favor! Me escuta! –Ele segurou o braço dela que olhou para ele com nojo e raiva por ele ter escondido coisas dela.
–Não quero! Não consigo! Fica longe de mim. –Ela estava exaltando o tom da voz.
–Care eu... Eu não uso muito não, eu só vendo! –Ele tentava explicar para Caroline que agora encarava o rapaz.
–Só vende? –Ela estava indignada.
–É Care! Eu juro para você que eu uso pouco. –Ele encarava para menina que parecia ter pedido o pedaçinho de chão que ainda lhe restava.
–Deus! Deus! Deus! Deus! –Ela colocou as mãos na cabeça irada. –Ai meu Deus! –Ela tremia e os olhos dele estavam jorrando lágrimas sem parar. –Deus! –Ela limpou as lágrimas.
–Care...
–Cala a boca Klaus! Você é hipócrita! Mentiroso! Idiota! Assassino! Suicida! Psicopata! –Ela tampava a boca com as mãos para não gritar.
–Care... Me desculpa! –Ele foi pegar a mão dela e ela puxou a mão.
–Não me toque! Não me toca... Não me toca! –Ela estava fora de si e isso estava assustando ele.
–Care me deixa consertar as coisas.
–Não me chama mais assim! Para você é Caroline! E você vai consertar como? Por culpa sua as pessoas se drogam e morrem! Morrem! Elas morrem Klaus! Elas morrem! Não dá para voltar atrás! Não dá! Não para consertar nada! –Ela gritava extremamente irada e as lágrimas pareciam aumentar de quantidade, quanto mais ela chorava mais lágrimas ela ainda tinha para dar.
–Care... Me perdoa pelo amor de Deus!
–Já disse para não me chamar assim! E não toque no nome de Deus! Você não é digno de tocar no nome de Deus!
–Caroline você não tá me deixando falar! –Ele estava começando a se exaltar. –Me deixa explicar! Merda! –Ele estava com raiva.
–Falar o que? Falar que você é um drogado maluco? Falar que ajuda as pessoas a se matarem? Falar o que Klaus? O que?
–Eu não sei, falar que eu sinto muito, falar que você é a única coisa que eu tenho e que eu dou valor.
–Era isso que você me escondia? Todo esse tempo você me escondia uma coisa dessas? Por que Klaus?
–Eu precisava ganhar um dinheiro por fora.
–Você deveria trabalhar para conseguir esse “dinheiro por fora”. Pessoas se machucam para eles pagarem você! Você viu o que eles iriam fazer comigo. –Caroline chorava cada vez mais. -Você deveria ter me contado isso Klaus, deveria. Eu ia te ajudar a superar essas coisas, ia fazer você parar de vender e usar essas coisas.
–Você não ia entender!
–Por que você nunca me contou?
–Porque eu tive medo de perder você Care. –Ele abaixou a cabeça e as lágrimas que já estavam contidas brotaram novamente em seu olhar.
–Perdeu. Parabéns! Você me perdeu! –Ela bateu palmas para ele ironicamente e depois passou a mão nas bochechas limpando a maquiagem que estava borrada.
–Tá. Beleza então! Eu não quero mais essa droga de amor não! Cansei de ser bonzinho com você Caroline! Cansei desse negócio de amor! Cansei! Cansei de você Caroline! Seu jeitinho certinho! Eu posso ter qualquer uma, eu não preciso ficar me humilhando para você ficar comigo não.
–Tudo o que você sempre quis de mim, sempre foi pesado demais! É pesado e dói namorar uma pessoa que tem vergonha de você, do que você é!
–Você sabe o que meus amigos diriam se soubessem que eu namoro uma nerd? Por mais que você seja mais arrumadinha ainda continua sendo nerd! Eles diriam que isso é uma palhaçada, me olhariam torto.
–Eles não fizeram isso com Damon quando ele estava com a minha amiga Bonnie.
–Eu fiz! É uma piada um popular e uma nerd. Entenda isso de uma vez por todas, você teria que ser popular para que eu pudesse te assumir.
–Você é um monstro Klaus! Eu odeio você! Odeio!
A loira cruzou os braços na altura do peito e saiu correndo sumindo na escuridão da rua, deixando o cara que ela julgava que a amava parado com os olhos cheios de lágrimas que agora transbordavam molhando o seu rosto ele se odiava mais que tudo naquele momento.
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Não muito longe dali, Spencer estava em seu quarto estudando para o teste que teria daqui a dois dias, ela ouviu um barulho vindo de baixo, mas achou que fosse paranoia e voltou aos estudos e barulho insistia.
Spencer ouviu novamente o barulho no andar debaixo e desceu devagar para ver o que era. Estava chovendo muito forte. Ela não queria acreditar no que estava vendo.
Ficou pasma, as mãos tremiam, a boca ficou seca e queria sumir não queria estar ali e ver aquilo.
–Toby? Toby eu sei que é você.
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–Spencer eu posso explicar. –Ela estava chocada com o que estava vendo, estava vendo o cara que ela ama roubando a casa dela.
–Então começa.
–Eu preciso disso, eu vou morrer se eu não usar.
–E você prefere roubar a minha casa de madrugada para comprar aquela “coisa” e ficar se matando?
–Eu preciso Spencer. Você não entende porque não é você que fica sentindo insônia, fica irritado, náuseas toda hora, taquicardia e várias outras coisas que me deixam maluco Spencer. Eu preciso disso, como eu preciso de ar e se roubar você for o preço que eu tenho que pagar... Eu estou disposto a pagar, mesmo que você me odeie.
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–Eu sinto muito! Eu não queria fazer isso, mas foi preciso! –Toby nem sabia o que estava sentindo.
Ele fechou os olhos e as lágrimas percorreram o seu rosto e nenhum dos dois falaram mais nada, nem se olharam.
–Spencer? Quem é o rapaz? O que ele estava fazendo aqui?–A mãe de Spencer falou com um tom de voz preocupado.
–Ele... Ele estava... –Ela olhou para baixo. –Estava falando comigo.
–Uma hora dessas?
–É. Ele é meu namorado, mãe.
–Ah! Então me perdoem. –Ela se retirou.
–Porque você não contou a verdade?
–Eu não quero que você seja preso, agora vai embora antes que eu resolva contar a verdade para ela.
–Obrigado.
Ela não respondeu e ele saiu por onde entrou. Spencer subiu as escadas se trancou no quarto e foi para a janela e pode ver ele em pé do outro lado da rua e as lágrimas tomaram conta do rosto dela. Ela precisava ajuda-lo e iria fazer de tudo para conseguir tira-lo do mundo das drogas, e iria fazer isso porque o ama e ela sabe que o seu sentimento é recíproco.
Notas finais
:'(
Até amanhã!
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