You Belong With Me

39 Capítulo 39


Notas iniciais
Mais um cap.

Entrei no carro e pedi que me levasse pra casa de Hinata para buscar meu filho.

Eu sabia que não devia ter saído de casa hoje.

Cheguei à mansão dos Uzumakis e os seguranças me deixaram passar direto. Já me conheciam.

— Entra Sah. O kouji esta lá em cima dormindo.

— Ele deu muito trabalho?

— Não. Brincou com a Umi até cansar. Tentei dar alguma coisa pra ele beber mas ele não quis.

— Ele só bebe meu sangue Hina. – ela olhou em volta como se procurasse por algo.

— Onde está o Sasuke? – fiquei nervosa. Droga.

— Me senti cansada e pedi para vim primeiro. Ele continuou na festa. – menti. Me senti mal por isso mas não queria contar que eu estava chateada porque o tinha visto bebendo sangue de outras garotas. – E o Naruto onde está? – tentei mudar de assunto.

— Está lá em cima com as crianças. Você está agitada. Quer beber alguma coisa?

— Não. Estou bem. Só estou cansada. – me sentei no sofá. – Você poderia ir pegar o kouji pra mim? É que minhas pernas doem pra subir escada.

— Também Sah, com esse barrigão. O Sasuke não devia deixar você andar por ai sozinha. É perigoso no seu estado. Não quer ficar aqui até o Sasuke voltar? Assim você descansa.

— Acho melhor ir pra casa. – menti. A ultima coisa que queria era ir pra casa e encontrar Sasuke.

Provavelmente ele estaria furioso porque eu sair da festa sozinha. Meu bebe se mexeu dentro de mim. Por hábito levei a mão a barriga.

— O que foi? – ela estava desconfiada.

— Nada. Meu bebe está agitado, só isso. Deve ser o cansaço.

— Vou pegar o kouji. – e subiu as escadas. Alguns minutos depois ela voltou com kouji nos braços. Ele estava com os olhos fechados mas sentiu meu cheiro e abriu-os e sorriu ao me ver. O peguei no colo com dificuldade por causa da barriga.

— Mama. – ele disse me dando um beijinho no rosto.

— Sakura tem certeza que você quer voltar pra casa sozinha? Posso pedir ao Naruto que te leve.

— Já disse que não precisa! – fui um pouco grossa com ela. – Me desculpe.

— Tudo bem. Vou pedir para que o nosso motorista te leve, assim você não precisa pegar um taxi.

— Não se incomode Hina.

— Não é incomodo. E não aceito não como resposta.

— Tudo bem.

— E depois quero que me conte.

— Contar oque?

— O que aconteceu entre você e o sasuke.

— Não aconteceu nada Hina.

— Eu não sou boba. Vejo que brigaram pela sua cara. Mas se não quer falar sobre isso agora tudo bem.

— Obrigada.

— Por que ?

— Por ser minha amiga. – sorrimos. Nesse momento meu celular começou a tocar. Olhei o visor e não atendi.

— É o sasuke?

— Sim.

— E não vai atender?

— Não. – o telefone tocou mais duas vezes até que parou. Uma empregada veio até nós com o telefone nas mãos.

— Senhora Hinata, o senhor Uchiha está no telefone e gostaria de falar com a senhora. – ela pegou o telefone. E eu sussurrei.

— Hina por favor, diga eu não estou aqui.

— Você quer que eu minta?

— Não é mentir. Ok, então diga que estive aqui mas já fui embora. O que não deixa de ser verdade já que estou de saída.

— Não sei Sah. Não acho certo você mentir.

— Por favor Hina. Eu estou chateada com ele.

— Tudo bem. – ela atendeu o telefone. – Oi Sasuke. Sim ela esteve aqui, pegou o kouji e foi embora. Ela me disse que iria para casa. Tudo bem qualquer coisa eu aviso. – ele desligou antes que ela pudesse se despedir.

— Obrigada Hina.

— Por nada. Agora vá para casa.

— Ok. — Ela me levou até a porta. O carro já me esperava. Entrei no carro e o motorista disse:

— Boa noite senhora Uchiha. Vou leva-la pra casa agora. Não demorara muito.

— Obrigada. Mas não vamos para minha casa.

— E pra onde quer ir senhora? – dei o endereço a ele e seguimos em direção a casa.

— Pode me deixar aqui e ir.

— Tem certeza senhora?

— Sim. Obrigada por ter me trazido aqui. – ele entrou no carro novamente e saiu me deixando sozinha em frente a mansão. Peguei o telefone e disquei o numero.

— Alô, Tenten?

— Sakura, quanto tempo. Você sumiu. Você hein, nem pra me fazer uma visita.

— Não seja por isso... Estou na porta de sua casa agora.

— E porque não entrou? Os seguranças te conhecem.

— Porque não quero que ninguém saiba que estou aqui. Vem aqui fora, estou ao lado do portão. – em menos de 5 minutos ela estava no portão me mandando entrar.

— Por Deus Sakura. Você sozinha a essa hora da noite e com uma criança no colo. Como o Sasuke deixou que isso acontecesse? Deveria pelo menos ter mandado alguém traze-la. Onde ele esta?

— Provavelmente na festa. Eu o deixei lá e sai.

— Brigaram foi?

— Não.

— O que aconteceu então?

— Eu o vi se alimentando de outras garotas e fiquei chateada.

— Sei como é. No começo eu ficava chateada com o Neji, mas depois de um tempo me acostumei.

— E como vocês estão?

— Estamos nos dando bem. Mas não vamos ficar aqui fora, vocês estão pegando sereno. Entre. – entramos. Fomos direto para a sala e sentamos no sofá. Kouji dormia em meus braços. – Sah, você quer comer alguma coisa?

— Não Tenten. obrigada. – nesse exato momento Neji entra na sala

— Tenten vou sair, preciso me alimentar. – depois de dizer isso ele percebeu minha presença. – Sakura. Você aqui sozinha a essa hora da noite. – fique sem graça.

— Desculpe por vim tão tarde. Já estou de saída. – ia me levantando.

— Nada disso. Neji seu cretino mal educado, como pode dizer uma coisa dessa?

— Não quis ofender. Só estranhei por você está andando a essa hora da noite sozinha com uma criança. Digo com duas. – e olhou pra minha barriga. Bom, preciso ir. Tenten se comporte. – e saiu nos deixando sozinhas.

— Vem Sah. Você deve está com fome. E o kouji também.

— Ele não come tenten. Só bebe.

— Entendi. Mas você come. E por dois. Venha. – eu realmente estava com fome. Então fomos para cozinha. – As empregadas já foram dormir então vou preparar um sanduíche pra você. – ele preparou um sanduíche de queijo pra mim que eu comi com vontade. Meu celular voltou a tocar. – Não vai atender?

— Não. – o telefone de Tenten tocou. – Não atende.

— É o Neji, é o numero do celular dele eu tenho que atender... Alô... Sakura, é pra você.

— O que o Neji quer comigo?

— Não é o Neji. – hesitei. – O Sasuke sabe que você está aqui. – droga. Ele iria me matar.

— Alô.

— O que você tem na cabeça pra sair sozinha pela noite com MEUS filhos. – ele não me deixava falar. – Minha vontade é te castigar severamente. Tenho sido muito paciente com você e você tem abusado de minha paciência. Estarei aí em 10 minutos. E NÃO OUSE SAIR DAÍ OU JURO QUE TE DOU UMA SURRA, MESMO VOCÊ ESTANDO GRÁVIDA. – e desligou. Ele estava furioso. Tive medo. Meu filho se agitou dentro de mim. Eu não sabia o que fazer, estava apavorada.

— Sakura? Tudo bem com você?

— Tenten, preciso sair daqui agora.

— Você é louca? Sair sozinha uma hora dessa. Não mesmo.

— Não pode me impedir Tenten. – fomos para sala.

— Eu não falei em impedir. Vou com você... Espera, vou pegar uma manta pro kouji. – ela foi ao quarto rapidamente e voltou me entregando a manta. Peguei kouji no colo e o enrolei com a manta. Ele estava acordado mas permanecia quieto. Ele encostou a cabeça em meu colo e ficou observando enquanto andávamos para fora da mansão. – Sakura, quer que eu o leve. Você me parece cansada e não é bom que leve peso.

— Tudo bem Tenten. Quando eu não aguentar mas você o pega. Agora vamos procurar um ponto de taxi.

— Porque não usamos o motorista?

— Provavelmente o Sasuke sabe onde estou pelo motorista da Hinata que me trouxe aqui.

— Entendo. – andamos um pouco. Dois quarteirões para ser exata. Eu só podia está louca fazendo isso. Mas já estava ferrada mesmo então que se dane. Só não queria arrastar Tenten comigo, mas ela insistiu tanto em vir que acho que nem se eu a amarrasse conseguiria mantê-la em casa. Andamos em silencio. – Droga.

— O que foi?

— Minha sandália arrebentou a correia. – paramos. Nesse momento quatro homens chegaram até nós. Foram muito rápidos para serem humanos.

— Boa noite senhoritas. Vocês duas andando por aqui sozinhas a essa hora, só podem está atrás de problemas. – um dos homens disse.

— Já temos problemas demais, agora nos deixem ir. – Tenten disse e tentou passar sendo barrada por um dos caras. – Nos deixem passar ou vão se arrepender. – o cara não se moveu e mostrou as presas pra ela. – Vampiros.

— Está com medo princesa? Imagine a nossa surpresa. Saímos para caçar essa noite e encontramos duas lindas senhoritas perdidas por aqui.

— Não tenho medo de vampiros inúteis. – ela disse.

— Pois deveria ter. – o que disse isso se aproximou de mim. – Adoro sangue de crianças. São tão puras e o sangue é doce, mas seu cheiro também e muito convidativo. – dei um passo pra traz. – Não tenha medo. Prometo não machuca-la muito. – quando ele tocou meu braço kouji mostrou as prezas pra ele e ele arregalou os olhos – Uma criança vampiro? Droga! – ele olhou para os outros. – Estamos ferrados. A criança é filho de um sangue puro.

— E como você sabe? – disse um dos homens.

— A criança tem presas. Crianças dessa idade não podem ser transformadas porque morrem e só os puro sangue podem ter filhos. Vampiros transformados são estéreis. Vamos embora agora antes que o pai desta criança apare... – ele não pode terminar a frase. Sua cabeça voou para um lado e o corpo pro outro. Ele estava morto, assim como seus outros amigos.

kouji sorriu achando a cena divertida. Ele pensava que tudo não passava de uma brincadeira.

— Vamos Tenten. – disse Neji.

— Mas...

— Sem mais. – pegou ela no colo e saiu me deixando sozinha com Sasuke. Kouji quando o viu sorriu para ele e estendeu os bracinhos para o pai não entendendo o clima tenso que estava entre nós.

Ele insistiu com os braços levantados até que Sasuke o pegou. O segurou em um braço e com o outro segurou o meu braço com força. Aquilo ia deixar uma marca.

— Vamos. – ele disse e praticamente me arrastou.

— Me solta.

— Eu devia quebrar o seu pescoço. – passamos pelos corpos caídos no chão e fomos embora.

Notas finais
E ai? Odiando o sasuke? kkkkkk Eu digo que a história ta chegando no final e fico inventando drama. kkkkkk