You Again...
38 Capítulo 38
Notas iniciais
Deixa eu falar uma coisa sobre o nome da filha delas: uma amiga minha me falou esse nome e eu como sou pouco viciada em Orphan Black( é uma série) amei a ideia!
Boa leitura!
Cinco anos depois
Santana estava deitada na cama com Brittany em cima de si. Um sorriso bobo habitava seu rosto enquanto ela acariciava as costas nuas da esposa. Sarah havia dado um pequeno descanso as duas mulheres noite passada e elas resolveram aproveitar, não era sempre que a menina ia dormir cedo e dormia a noite toda. É claro, que quando isso acontecia, queria dizer que a pequena iria acordar cedo. Foi nesse momento que o choro da criança ecoou na casa. Santana beijou a cabeça da esposa e acariciou se braço de leve.
- Britt. – Ela disse doce.
- Hum... – A loira gemeu já sabendo do que se tratava.
- A Sarah está chorando. Eu preciso levantar. – A latina disse carinhosamente ainda acariciando o braço da esposa.
- Se você sair daqui, quem vai chorar sou eu... – Brittany reclamou, mas já saindo de cima da morena.
Santana sorriu e levantou da cama.
- Eu volto rapidinho. – Disse saindo do quarto, mas sendo impedida pela voz de Brittany. – Que foi amor?
- Que eu saiba, a Sarah parou de mamar faz alguns meses. Os seus peitos voltaram a ser propriedade minha, coloca um roupão antes de sair. – A loira disse fazendo Santana revirar os olhos, mas fazer o que a esposa lhe pedia.
- Você é boba sabia?
- Mas você me ama. – Brittany deu de ombros e sorriu para a morena.
Santana sorriu e saiu, abrindo a porta do quarto ao lado e sorrindo ao ver a filha se segurando no berço para ficar em pé.
- Bom dia princesinha! – A latina se aproximou do berço e tomou a pequena em seu colo.
Sarah tinha um ano e quatro meses de idade, a pequena possuía os cabelos negros de Santana, mas sua pele era branca e seus olhos tinham a mesma coloração dos de Brittany. O doador que as duas escolheram era uma cópia masculina da loira.
Santana arrumou a pequena e a levou até seu quarto e de Brittany, onde a loira ainda estava deitada na cama.
Brittany sorriu ao ver a esposa e a filha entrando no quarto.
- Minhas duas princesas. – A loira abriu os braços e esperou que Santana se sentasse a sua frente. Quando a latina o fez, Brittany a abraçou e plantou um pequeno beijo na cabeça da filha que ainda estava nos braços da esposa.
- Ei Britt? – Santana a chamou depois de um tempo.
- Fala amor... – A loira disse enquanto brincava com as pequenas mãos da filha.
- Hoje faz cinco anos que nós casamos... – A latina falou levantando o rosto para olhar a esposa no mesmo instante em que a campainha tocou, fazendo Santana estranhar.
Brittany abriu um sorriso e fez sinal para que Santana deixasse ela se levantar.
- Eu sei que dia é hoje amor... – Disse colocando seu roupão e saindo do quarto sendo seguida pela esposa. – Por isso eu chamei as melhores madrinhas do mundo pra ficarem aqui com a Sarah enquanto você e eu vamos sair. O dia todo.
Santana sorriu.
- Eu te amo. – Ela disse.
- Eu também te amo San... – Brittany se aproximou da latina e beijou seus lábios, cuidando para que Sarah não puxasse seus cabelos.
Quinn abriu a porta.
- Depois vocês brigam comigo quando eu entro sem tocar a campainha! Demorar sete horas pra atender a porta! – A loira mais baixa falou interrompendo as duas e pegando Sarah dos braços de Santana. – Como vai minha afilhada? – Ela perguntou com voz infantil fazendo a pequena rir.
- Cadê a Beth? – Santana perguntou sentindo falta da menina.
- Tá na casa da nossa vizinha. – Rachel respondeu abraçando Santana de um jeito um pouco desajeitado por conta da barriga de seis meses de gravidez.
Ela e Quinn resolveram que já era hora de aumentar a família depois de mais de cinco anos casadas.
Quinn e Rachel ficaram sentadas no sofá apenas paparicando a afilhada enquanto Santana e Brittany foram se arrumar.
Depois de algum tempo as duas saíram do quarto já vestidas. Demoraram algum tempo para se despedirem da filha e saíram.
- Então... Onde é que você vai me levar? – Santana perguntou entrando no carro.
- Onde você quiser... – A loira disse simplesmente antes de fechar a porta do motorista e ligar o veículo.
Realmente não importava o lugar em que as duas fossem, o importante era as duas estarem juntas. Se isso acontecesse, qualquer lugar era bom.
Notas finais
Muito Obrigada por acompanharem a história e comentarem, obrigada até aos leitores fantasmas. Eu amei escrever pra vocês:')
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