(Querido Korn, eu ficaria bem, se todas as palavras não fossem despejadas, como se fosse uma competição de quem fosse mais cruel. E talvez toda a culpa caia sobre mim, são 9 da noite e eu me lembro de quando prometi que não contaria. O que eu falei, certamente não é o que você pensou que seria. Contando meus passos, rezando para o chão não cair outra vez, meu irmão me acusou de ter perdido a cabeça. Você não acha que 11 anos é muito jovem pra você jogar eu jogos obscuros quando eu a amava tanto? Nunca me impressiono com seus testes, e como você a secou com seus olhos sem vida. Você me quis ver queimar, mas eu peguei seus fósforos antes que o fogo pudesse me pegar.

Querida Isabel ou mais alguém, com palavras violentas e ameaças vazias, você só vai ficar lá me vendo chorar? Saiba que a garota de vestido azul chorou por todo o caminho para a casa. Bem, talvez a culpa seja minha e de meu otimismo cego que você iria melhorar. E eu vou olhar para trás e lamentar como eu ignorei quando Hayley e Zoe diziam "Corra o mais rápido que puder”. Eu começo uma briga, porque você não é o que eu queria. Você vem com uma ótima historinha, e eu sou a sonhadora com a coragem para te adorar. Isso vai te trazer tantos problemas? Eu quero saber, quem você é e o que pede para as estrelas. Eu apenas não disse tudo naquela tarde/noite porque preferia ficar sozinha do que te perder. Eu queria ficar perto de você, mas estava cansada demais para lutar. O futuro parecia tão brilhante, e isso se tornou tão mal. O vidro está quebrado por causa da briga, sim, eu me lembro. Você se encheu de remédios, como sempre. Eu tentei correr para longe, e você também, mas eu te pedi para você ficar. Eu não podia deixar o destino te levar, então fiz tudo o que pude, mesmo sendo inútil. Eu realmente não conheço muito bem, mas eu poderia dizer que seu sorriso era apenas algo para se esconder atrás. Nessa noite, eu me arrastei para casa, estava mal e mal respirando, mas precisava ver como você estava. Eles tentam me afastar de você, pois não sabem a verdade. Eu não me importo com o que eles dizem sobre você. Me veja tentar explodir esse passado, ir para outra época. Eu e o meu orgulho estúpido, eu estava tão brava com você, que eu poderia dizer que acabou. Eu continuo repensando nas coisas que ambas falamos, você parecia tão cruel, metade você, metade algo. Me importei no momento errado, com a coisa errada. Só com as coisas que me interessam, e uma delas é você. Vai se assustar quando soube que passei por cima de tudo e de todos por você? Foram os 3 piores dias para mim, e para você foram anos de espera para conseguir o que queria. O que você é, não é o que você fez. É como se eu fosse a Gabbe, e você, a Isabel mesmo. Você está arrependida? Eu acho que não. )

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Flash Back

Zoe se pergunta por que Gabbe voltou para a cidade. E finalmente irá conhecer a famosa ‘criadora de Agyle’. Talvez Gabbe a odeie, e Zoe não a culpa por isso. Zoe se jogou na cama. Pegou seu celular, e mandou uma mensagem para Isabel.

“A garota de vestido azul chorou por todo o caminho para casa”. Provavelmente, Korn responderia a mensagem. A xingando de fraca, e tudo. Korn é um demônio que entrou em Isabel, e não quer mais sair.

Na casa de Isabel, um pouco antes...

Isabel pegou uma caixa de remédios, e os tomou.

- Não morra, diva.

- Diva? Eu sou a diva? Você era a minha diva. – disse Isabel. Seus olhos estão vermelhos, não tem noção do que fala.

- É. Você é.

Uma sombra pulou a janela. Com o cabelo preto para cima, e um manto com capuz cobrindo seu corpo e um pouco seu rosto.

- Venha comigo. – sussurrou Gabbe, pegando na mão de Zoe – que está assustada – e a levando para o outro quarto.

- Olha, talvez eu te odeie, mas só por tomar meu lugar. Se você ainda está viva, é porque ela te ama. – disse Gabbe, trancando a porta.

Zoe a olhou assustada.

- É mais fácil eu a matar, do que ela fazer ao contrário. Nessa fase, traga algum espírito ou demônio que te atormenta, que ela extermina para você. Ela sabe que se me tratar mal, ficará sozinha, então não tenha medo dela. Korn a convencerá a voltar para Agyle, mas lá está destruído. Nunca notou que ela tem os dentes afiados? Ela é como uma vampira. Tudo o que ela pode fazer para mim é me magoar, e... Para você também. – disse Gabbe, sentando na cadeira.

- Tudo bem...

- NÃO! NADA ESTÁ BEM! – gritou Gabbe.

- Oh, desculpe. – disse Gabbe.

- Eu acabei de te conhecer, não deixe uma má impressão gritando comigo. – comentou Zoe.

- Não foi isso que eu queria fazer, desculpe mais uma vez.

- Ok. O que Korn e Isabel estão conversando? – perguntou Zoe.

- Ele mudou o humor dela. Ele vai dizer para ela, nos tratar mal até se cansar. Esse é o jogo dele.

Isabel destrancou a porta, Korn está ao seu lado.

- Ei, Corna, saia daqui. – disse Gabbe, o olhando irritada.

- É Korn. Mas respeito comigo se não eu te mat... – Korn ia dizer algo, mas Gabbe o interrompeu.

- EU QUE VOU TE MATAR, DESGRAÇADO! – Gabbe pulou em cima de Korn, o derrubando no chão. Korn ao ficar ali está na forma humana, pois não sabia que a reação de Gabbe seria isso. Ninguém percebeu que Gabbe tinha passado na cozinha, e estava segurando uma faca, a escondendo em suas costas. Seus olhos estão rosas, não que significasse algo para Zoe. Gabbe desfigurou seu rosto. Isabel a empurrou para o lado, pegando sua faca e ameaçando Gabbe.

- Ninguém me supera, Isabel. – Gabbe foi para frente, lutando com Isabel. Gabbe pulou e pegou a faca, foi cortando Isabel, até sua roupa ficar ensanguentada. Isabel está recuando para trás. Korn se levantou lentamente. Começou a ventar, todos olharam para Zoe. Os cabelos de Zoe estão voando de um lado o outro, a mesma está com uma capa escura, como a de Korn. A capa esconde suas roupas, e seu rosto não se consegue ver muito bem. Com uma espada na mão direita, levantou a espada lentamente. Essa sim é Zoe Campbell, segunda Rainha de Agyle. Pulou para cima de Korn, em silêncio. Foi avançando em quanto ele anda para trás. Descontou toda a sua raiva em Korn.

- Me arrependo de quando me falaram “Corra o mais rápido que puder” mas eu fiquei. Agora estou lutando com minha melhor amiga, porque ela virou uma vampira que mata todo mundo. – disse Gabbe, desviando de Isabel.

- Ao menos não sou obcecada pela melhor amiga, em vez de estar namorando algum garoto do colegial. – acusou Isabel, em controle de Korn.

- Essa é uma competição de quem é mais cruel? – perguntou Gabbe.

- É.

- E então a loirinha me surpreende. Você não pode contra mim. Você é fraca, uma humana. Inútil, mesmo que saiba lutar. Com outros demônios você morre. Não deveria ficar ao lado de Isabel. Eu a levarei ao mundo dos vampiros. Você nem é maga como Gabbe. Você não pode me vencer. – Korn jogou as palavras de tal modo que Zoe quase caiu. Zoe sentiu que Isabel queria dizer a mesma coisa, e disse, repetiu tudo o que Korn disse. Gabbe lutou tanto com Isabel, que mais 12 cortes Isabel pode morrer.

- Não é normal eu ser assim, certo? – perguntou Gabbe, parando de lutar, para discutir com Isabel.

- É normal. Se você diz que não é normal, é porque nunca viu ou entende. A maioria das pessoas são assim. – disse Isabel.

- Sou como os outros então? Como a maioria das pessoas?

- Não.

- Olha, eu não me importo com o que acorde em você, ou se é algo que se deixa perder e falar o que quer. Eu não me importo se você está com raiva, ou simplesmente está fora de controle. NINGUÉM PODE ME CONTROLAR E NEM ME TRATAR MAL, EU NÃO FIZ NADA PARA VOCÊ! – algo dentro de Gabbe simplesmente explodiu. Começou a socar Isabel com toda a força.

- No momento eu sei, você nunca me amou, a amou, ou amou qualquer coisa ou qualquer pessoa. É por isso que tudo sempre está ruim para você. A culpa é toda sua, sempre será. – Zoe falou para Isabel, e Gabbe concordou. Saíram da casa de Isabel e foram para casa. Zoe começou a chorar enquanto caminha para sua casa, tirou sua capa e continua segurando sua espada. Seu vestido azul florido está todo cheio de sangue. Esse é o dom da família Campbell, seja o que nunca foi. Quando chegou em casa, Isabel ligou para Zoe.

- Eu não me importo se Korn considera você ser minha diva como um problema, mas você esqueceu que era ao contrário. Algo está errado, e a culpa sempre cai sobre mim. Eu nunca vou me esquecer disso. Nunca. – disse Zoe, desligando o celular, não dando a chance para Isabel falar.

Três dias depois...

- O nome desse espírito é Gabriel, mas eu vou chamar ele de manga. – disse Gabbe para Zoe.

- Vocês duas dão nomes de frutas para demônios e espíritos?! – exclamou Zoe.

- Sim. Não queira conhecer o laranja, e o uva.

- Talvez eu não queira conhecer também o maça. – comentou Zoe.

- Não tem nenhum maça. Ainda não. – disse Gabbe.

- Ah, ok.

- Eles vão embora agora? – perguntou Zoe.

- Vão... Para seus mundos, e eu também. Vou para Agyle, dê adeus para Isabel por mim, espero te encontrar novamente.

- Eu também espero, Gabbe.

Fim do Flash Back