Yes, I Am Happy...
1 Capitulo Único.
A passagem passava para si, olhando nervosa para o seu destino, fazia muito tempo, refletiu, mas repeliu os pensamentos de desistência, estava ali para que? Estava atrás dele, estava querendo vê-lo novamente mesmo que isso fosse estranho para todo mundo, até mesmo para ela, a gata cinza dormia. O vento bateu em seu rosto, sentiu aquele frio na barriga, estava realmente fazendo aquilo? Perguntou-se pela milésima vez naquele dia, estava só no começo...
-Dorminhoca... – diz com risinho, mas controlando o riso. – Será que o Nii-san está bem?
Perdeu-se em seus pensamentos, estava refletindo sobre isso, era só uma visita, queria ver sua única família novamente, mesmo que só uma vez. O céu em Magnólia estava nublado, a chuva caia finamente sobre a cidade que sempre tinha um sol, os trens partiam da estação, a morena olhava ao redor, em pânico. Ela tinha péssimo senso de direção, mas sabia que estava em Magnólia, só não sabia como seguir naquela cidade sem arrumar confusão...
-Eu tô perdida... – gemeu a morena, olhando para a gata cinza. – Andy? Fala alguma coisa?! Sua gata tagarela...
Andy era uma gata cinza, os olhos intensos num tom azul, usava roupa preta com uma camisa cheia de corações em vermelhos, olhou a dona com intenção de demovê-la de suas ideias.
-Fala o que, nos não sabemos onde estamos e pronto... Nyah! – diz a gata cinza, olhando-a com os olhos azuis intensos. – Nos não vamos encontra-lo... Ele e muito arrogante...
A morena mandou um olhar mortal à gata, que deu de ombros.
-Ouça Andy, não ganharam chocolate... – ameaçou, enquanto cruzava os braços feitos uma criança de cinco anos.
Ela tinha cabelos curtos, e olhos num tom intenso de castanho, usava um casaco negro por cima do jeans e camiseta com símbolo estranho, ela olhava ao redor. Ela pegou a mochila negra, e andou, parecia uma garota estranha à primeira vista, pensou Andy andando atrás dela, para fora da estação, o céu estava escuro e chovia com trovoes.
-Aonde vai, Ray-chan? – ironizou a gata cinza. – Não podemos ficar zanzando por ai... Não nessa tempestade, você vai adoecer...
A voz dela soou, mas a morena ignorou aquele comentário.
-Cale a boca... – fez um sinal que a gata a seguisse, as duas estavam ensopadas, mas a morena não ligar. – Vamos encontrar o Nii-san de alguma maneira...
-Só nos seus sonhos... – suspirou a gata. – Sabe quantas pessoas tem nessa cidade... Ray-chan, desista, ele nem deve ser lembra-se de você...
-Às vezes Andy, você parece o papai... – reclamou, indo pela rua principal. – Pare com isso, já estamos aqui... Por que não encontra-lo...
A voz soou animada, a gata duvidava da saúde mental da jovem.
-Pelo menos Asga era sensato, e você ouvia... Além disso, não me compare a um dragão... – rosnou Andy, olhando com os intensos olhos azuis. – Sua fedelha!
-Mas você é ele era muito pessimista... – resmungou mostrando a língua para a gata. – Sempre dizia que algo ia dá errado, mas eu não o ouvia...
Ela sorri maliciosa, logo andava, a chuva caia finamente sobre as duas.
-Talvez seja por que você seja uma criança... – retrucou.
Ambas olharam-se com fúria contida. Era mais do que uma amizade... Meio estranha...
~*~
Era só mais um dia infeliz... A loira andava devagar, sem pressa nenhuma, parecia ter o semblante triste, sem nenhuma emoção feliz. Era assim o estado de espirito de Lucy Heartfilia. Não que ela estivesse num bom dia, estava sendo péssima, pelo menos ela achava isso... Andando apressada, a morena literalmente esbarrou em Lucy... Ambas caiem.
-Nyah! Já esta arrumando confusão... – ouviu-se a voz feminina.
-Cale a boca, Andy... – resmungou a outra com raiva.
Ela olhou a gata cinza que estava com o casaco posto em sua cabeça, os olhos azuis fitaram os castanhos da loira, enquanto ouviram insultos em sabe lá quantas línguas da morena, ela parecia bem irritada, que se levantou, olhando para a loira com raiva, expressão dela era bem infantil, pareciam uma bonequinha pálida e olhos castanhos olhava a loira com desculpas, coçou a cabeça constrangida.
-Desculpe-me... – resmungou ela, parecia irritada consigo mesma. – Meu nome e Raisu Senju... Prazer. Está e minha gata, Andy... Está tudo bem?
A voz dela soou preocupada, mas havia uma fagulha de felicidade. Lucy olhou o rosto dela, era pálido e olhos num tom intenso de castanho, mas havia um brilho que a loira não via algum tempo. Ela viu a roupa com símbolo estranho, e os cabelos ensopados, mas cortados de maneira moderna, curto.
-Ray-chan, você e um desastre... – resmungou a gata cinza, tirando Lucy de seus devaneios.
-Não se preocupe, eu estou bem... – mentiu, estava dolorida, mas cansado.
Raisu olhou o rosto da loira mais atentamente, seus lábios se abriram num sorriso zombeteiro.
-Você esta sentindo tudo, menos está bem... – caçou, rindo levemente.
Estendo a mão para ela, ajudando a loira a levantar.
-Vamos, Ray-chan, você precisa comer algo... Nyah! – diz a gata com sorrisinho, repreensão em sua voz.
Raisu deu de ombros.
-Quer ir conosco, estou morta de fome... – fez o convite, olhando Lucy com sorriso. – Venha, você precisa comer algo...
Lucy sentia-se confortável com a garota desconhecida, andou ao seu lado, quieta, Raisu não era de fala, isso era obvio, mas vivia em pé de guerra com Andy, sua gata e companheira de viagens. Chegaram ao café, estavam ensopadas, mas Raisu parecia não sentir frio... Sentou-se num canto, estaca quente o lugar.
-Bom Dia, o que querem? – veio à garçonete.
-Dois chocolates, uma vasilha de leite e pães... – diz a morena com sorriso alegre e infantil.
-Certo... Eu já trago... – diz a mulher retirando-se.
Lucy olhou o sorriso alegre.
-Tudo bem, Lucy... Eu sou Raisu... Estou me apresentando devidamente... – diz ela rindo, como uma criança. – Desculpe-me esbarrar em você... Mas estava atrás de alguém...
-Alguém? – indagar Lucy confusa.
-Uma coisa... – resmungou Andy, olhando feio para Raisu.
Que ignorou isso.
-Uma pessoa na realidade... Meu Nii-san... – diz ela com sorriso leve e infantil. – Mas ainda não o encontrei...
-Hm... Ele morar em Magnólia? – pergunta ela curiosa.
-Sim, na realidade e ele e um mago como eu... – diz ela brincando com o saleiro da mesa. – Ele e mago da Fairy Tail...
-Jura? Eu sou maga de lá... – admite corada. – Quem e o seu Nii-san?
-Sério, pode me ajudar? – felicidade emanava da garota, olhando para a Lucy.
-Claro, trocar de favores... – diz Lucy rindo;
-Nyah! Viu isso, só você que não acreditava, eu disse que encontrar o meu Nii-san... – diz feliz da vida, seus olhos brilhando de expectativa.
-Nyah! Pare de gritar Ray-chan... – reclamou, olhando a morena.
-Quem e o seu Nii-san? – indagar Lucy.
Raisu mordeu o lábio inferior pensativa.
-Laxus Dreyar, conhece? – pergunta com expectativa.
-Sim, mas tem certeza que ele? – duvidava da maga.
-Yes, ele e o meu Nii-san... – diz com alegria, tingindo a voz doce.
Lucy mordeu o lábio, por que tinha que ser ele...
~*~
Raisu olhava para a guilda com expectativa, estava ansiosa.
-Vamos lá, mas aviso... Laxus não e lá muito amável... – diz Lucy com a testa vincada.
Ela conhecia bem o seu Nii-san para essa loucura, pensou a gata Andy. Elas entraram, Raisu sentiu o cheiro conhecido por si, um sorriso subiu aos lábios, mesmo depois daqueles anos, Laxus estava ali, o loiro estava sentado com uma caneca no chão.
-Ora, ora... Se não e o Laxus... E ele né?– a voz de Andy chegou aos ouvidos de Laxus, que se virou levemente, olhando a gata.
-Pare com isso... – a voz chegou aos ouvidos dele, levantou olhar e viu os olhos dela sem si. – Yo, Nii-san...
-NII-SAN?! -vários magos olhavam a maga que sorri feliz.
Ela era a felicidade em pessoa. Laxus a viu abraça-lo, conhecia aquele abraço, ela sentira a sua falta, pensou olhando para as lagrimas.
-Por que me deixou Nii-san?! – choramingou, ele viu os olhos castanhos chorosos.
-Por que está aqui? – resmungou, magoando a maga que olhou. – Pensei que estivesse morta...
Um sorriso alargou-se no rosto dela, que encolheu nos braços dele. Lucy viu a felicidade mesmo que contida no rosto de Laxus, ele gostava da garota de alguma forma.
-Você está feliz? – pergunta Laxus, olhando os olhos em duvida.
-Yes, I´m Happy... – riu-se ela.
Era a felicidade em pessoa, sorri com veracidade Lucy...
Era só a felicidade de vê-lo novamente...
Fale com o autor