Years Away

21 A promise of a perfect happy end


Notas iniciais
Entao... chegou o dia ! Me dediquei mto a esse capitulo e espero que gostem na mesma intensidade que eu gostei de escrever. Ameei essa relação que tivemos nesses meses e espero de verdade que gostem e que desconsiderem o fato de ser meu aniversario e me digam o que acharam... EU nao esqueci da surpresa ela esta no final...pfv nao pulem para lá leiam primeiro Vejo vocês no fim.

Mesmo que chuvosa Paris era a cidade mais linda na opinião de Kurt, como Pablo Picasso disse uma vez: “Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela; mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol.”. O dia poderia estar cinza, mas ele podia ver Blaine claramente em sua mente, ele era o seu sol.

K- “07 dias...” Kurt suspirou a olhar para as fotografias de Blaine que colocara ao lado de sua cama. Ele podia ouvir o vento soprando do lado de fora de seu quarto naquela manhã, vasculhando as memórias em sua cabeça enquanto admirava aquele sorriso que tanto amava. “Nunca segui as setas.” Pensou ele. “Nunca segui a direção me mandavam ir, desrespeitei todas as placas de aviso e sinais... e mesmo assim acertei o caminho que me levava a você. Eu não quero pensar na distância que nos mantêm afastados...”. Ele queria desesperadamente mandar mensagens ou ligar rapidamente apenas para ouvir a voz de seu amado e ao mesmo tempo não podia.

E- “Falando sozinho de novo”. Questionou o amigo enquanto entrava no quarto.

K- “Sinto tanta falta dele que estou falando com uma fotografia.”. Ele riu. “Eu sei isso é patético.”

E- “Ainda não fez nenhum contato?”. Perguntou ao se sentar ao lado dele na cama.

K- “Fizemos meio que um contrato silencioso sobre isso.”.

E- “Como você esta? Ansioso? Nervoso?”.

K­- “Bem, estranhamente calmo. Só mais 07 dias de estrada, Blaine é meu único destino. Parece que cada passo que eu dou me deixa mais próximo dele sabe? Mesmo que meus passos não me levem a nenhum lugar ou a uma distância longa.”

E- “O tempo passa Kurt, as nuvens cinzentas estão sumindo, o sol está brilhando ainda mais forte e o céu ficando ainda mais azul. Isso parece ser um bom sinal Kurt. Digamos que pessoas que são destinados a ficar e juntas sempre se encontram no caminho no final.”. Kurt olhou surpreso.

K- “Anda muito sábio Gilbert, o que você sabe que eu não sei?” perguntou desconfiado o mais alto apenas sorriu.

—Y.A—

Os dias realmente não podiam ficar melhores... Bem poderiam se Kurt estivesse do seu lado, mas era só questão de tempo. Faltavam 04 dias para Kurt voltar, Blaine estava animado em rever seu namorado, e pensar que há alguns dias atrás ele estava certo de que perderá o jovem que amara para sempre e que estaria indo embora antes de ter a chance de vê-lo novamente. Agora nada impediria seu reencontro.

Novo e-mail

De: f.wright@ccmkt.com

Cc: a.baker@ccmkt.com, m.carter@cccom.com, s.carter@cccom.com, d.miller@ccprom.com

Para: banderson@lccomun.com

Caro senhor Anderson,

Juntamente com meus companheiros que nos leem em anexo, esperamos ansiosamente por sua chegada em NY para nossa primeira reunião nessa quinta-feira as 15h30. A apresentação de seus projetos para toda a diretoria da Coca Cola será realizada na sexta feira as 11h00 da manhã.

Aguardamos também a relação de nomes de quais integrantes de sua equipe estarão se juntando a nós nesses primeiros encontros.

Desde já somos gratos por sua atenção. Esperamos seu retorno breve.

Com todo o drama do falso bebê Anderson/Fabray, Blaine esquecerá que havia informado a diretoria de comunicação da Coca Cola que chegaria a NY na terça feira, os gerentes marcaram um encontro na quinta e uma apresentação na sexta feira. Ele não podia causar impressões erradas, ele levava a ética e profissionalismo muito a serio. Ele teria que ir para NY amanha.

—Y.A—

B- “Eu sei Tana, você sabe melhor do que ninguém que eu estou louco para vê-lo novamente, mas você tem que entender.”. Disse o rapaz enquanto terminava de arrumar sua bagagem, o moreno já tinha 80 % de suas coisas encaixotadas, os 20% restantes correspondiam a moveis que não levaria por hora.

S- “Blaine eu sei que é questão profissional, mas não passei tanto nervosismo e drama para vocês não terem aquele encontro épico no aeroporto.”.

B- “Você não acha que eu estou bem mais chateado do que você? Aliais é meu namorado. O cara que eu pensei que nunca mais veria por conta de um bebe que não era meu.”.

S-“Boo hoo Blaine chega de drama, já tivemos muito disso nos últimos dias você não acha?”.

B- “Você tem certeza que não quer que eu vá para que você possa ir junto para ver a Brittany de novo?”. A latina ficou em silencio. “O silêncio diz tudo Tana.”

S- “Eu te odeio Anderson.E não mude o foco da nossa conversa.” Declarou com sorriso no rosto. “ E você o porcelana, o que vai fazer?”.

B- “Não se preocupe Tana, vou pensar em alguma coisa.”.

—Y.A—

Blaine chegará em NY por volta das 10h naquela quinta feira cansado, ele sabia que ficar em Ohio ate quinta feira não ajudaria, a ansiedade ficava cada vez maior e sua frustração também. Sua bagagem já estava espalhada no quarto do Hotel, enquanto procurava algo para usar na reunião, Blaine odiava ternos, uma das razoes de ter optado por uma área profissional liberal, embora tivesse que optar por um vestuário social de vez em quando. Blaine havia levado Sam Evans (que se tornara um grande amigo de Anderson) e seus assistentes de criação Tina Cohen-Chang e Mike Chang; nem todos os 12 membros de sua equipe aceitaram a transferência para a cidade grande, apenas 05 pessoas além de Blaine estavam indo para NY. A primeira reunião foi bastante tranquila, na verdade era apenas uma instrução de como seria a apresentação do dia seguinte, 1 h depois eles haviam sido liberados.

Na manha seguinte, Sam e Blaine se encontraram para um café antes da apresentação. Eles conversavam animadamente.

S- “Então como andam as coisas?” perguntou o loiro quando se sentaram à mesa.

B- “Bem, na verdade estou exausto, mas bem. Fico feliz que o pesadelo tenha terminado.” Sorriu ao lembrar-se do que o homem a sua frente fizera. “Obrigado a propósito.”

S- “Só falei a verdade” disse dando os ombros. “E Kurt?”

B- “Kurt não tem conhecimento de todo o drama que aconteceu ultimamente, ele foi passar 3 semanas na Europa e volta hoje.” Sam pode notar a atmosfera mudar. “Ele vai voltar e eu não vou estar lá para vê-lo.”

S- “Por que você simplesmente não pega um avião assim que a reunião terminar? Talvez você não o pegue no aeroporto, mas ainda sim poderá velho quando chegar.”.

B- “É o que planejo, mas. Ok isso pode parecer ridículo, mas estou nervoso com isso.” Sam parecia confuso. “Olha antes de ir Kurt disse que nosso relacionamento era difícil e eu sempre soube na verdade talvez ele não esteja preparado para um relacionamento tão serio ainda mais com o lance da Quinn e tal e.”

S- “Blaine cala sua boca e escuta. Eu te conheço a algum tempo e mesmo não tendo essa aproximação de agora eu sempre vi o quão infeliz você era. Quando te vi com Kurt eu realmente fiquei surpreso sabe por quer?”

B-“Por que eu fui chutado por uma vadia e estava namorando um garoto de 17?”.

S- “Ah isso também”. Ambos riram. “Mas na verdade eu vi 2 pessoas que se amam de verdade, sem se importar com a merda do mundo, 2 pessoas que precisam de uma da outra.”

Blaine não precisou de mais nada, Sam tinha dito o que ele precisava ouvir.

—Y.A—

Kurt não podia controlar os nervos. Seus amigos dormiram todas as 7 h 50 min do voo de volta. Hummel não sabia como se controlar, ele estava voltando para sua casa, para sua família e o mais importante para seu Blaine.

Brittany, Mercedes e Elliot estavam com rostos amassados, e Gilbert tinha nitidamente uma trilha de saliva na lateral da boca, enquanto desciam do avião. Kurt não entendia o porque as pessoas andavam tão devagar, ele só queria que tudo cooperasse com sua pressa, isso não iria acontecer.

Ele avistou Burt e Carole e correu na direção deles assim como seus amigos fizeram com seus familiares. Ele olhou por cima dos ombros de seu pai a procura de seu moreno, mas a única coisa que viu foi Santana se aproximando do grupo. Carole e Burt ainda o abraçavam e diziam como estavam com saudades dele enquanto ele observava as ações da latina, ele sentiu um pequeno desconforto dentro de si a velha insegurança dando sinais de vida. Seu pai e sua madrasta finalmente o soltaram despediram-se dos outros pais e começaram a caminhar levando a mala e puxando o castanho, que parecia ter esquecido como andar. Santana olhou para ele e fez um sorriso fraco, quase sem graça era isso Blaine não apareceria.

O caminho de volta a residência Hummel foi uma tortura para o castanho, ele queria chorar e gritar, mas ao contrário ele fez o que fazia de melhor, mentiu sobre estar feliz por finalmente estar de volta a sua casa, mesmo que temporário. Ao chegar na casa, ele deu a desculpa de estar cansado do voo e foi ‘dormir’, Burt e Carole resolveram dar uma passada no mercado e retornariam em breve, assim ele poderia aproveitar o silencio. Assim que Kurt teve certeza que seus pais não retornariam ele começou a chorar. As coisas poderiam ser mais fáceis, porque Elliot lhe disse todas aquelas coisas? Ele realmente achou que as coisas melhorariam mas não parecia ser assim. Ele adormeceu no meio de seus pensamentos.

—Y.A—

Burt e Carole retornaram dentro de 2h depois, Kurt ainda estrava dormindo. Carole colocou a comida chinesa que compraram sobre a mesa enquanto Burt colocava um filme para assistirem. O toque da campainha tirou a atenção do casal e Burt seguiu até a porta para verificar quem os visitava, ele abriu encontrando Blaine parado a porta.

BH– “Pois não?” disse o mais velho recebendo um olhar assustado do moreno.

BA- “D-des-culpe é inc-comodar s-senhor.” Blaine amaldiçoou-se pelo nervosismo causado pela aparição de seu ‘sogro’, ele tomou uns segundos para retomar o controle. “Desculpe senhor, eu sou Blaine Anderson e..”

C- “Blaine?” disse a mulher seguindo para a porta. “Blaine ?! O que você está fazendo aqui?” perguntou a moça.

BH- “Pera vocês se conhecem? De onde? Quem é ele?” disse Burt temendo a resposta, quer dizer sua mulher poderia ter um caso com um homem mais novo mas ele definitivamente não queria pensar nisso.

BA- “Eu sei que eu cheguei atrasado mas eu vim de uma reunião de NY mas eu precisava vir.” Respondeu o moreno ignorando totalmente o que Burt perguntará.

C- “Ow querido entendo, mas...”. Tentou dizer a moça antes de ser interrompida.

BA- “Não , eu preciso falar com ele.” Disse o moreno suplicante quase implorando de joelhos.

C- “Blaine, Kurt esta dormindo. Eu adoraria chama-lo, mas ele estava tão cansado da viagem e..eu não posso incomoda-lo agora.” Disse a moça enquanto Burt ainda estava confuso, bem aliviado porem confuso com toda a situação.

BA- “Compreendo.” Disse retirando algo do paletó que usava. “Poderia entregar isso para ele?” estendeu uma carta na direção da moça enquanto seu marido apenas acompanhava. “Eu me preparei caso ele não quisesse falar comigo.” Explicou. “Significaria muito para mim se você fizesse.” Concluiu recebendo um aceno suave da moça. Despediu-se e seguiu para seu veiculo deixando o casal ainda na porta.

BH- “Você poderia me dizer o que diabos acabou de acontecer aqui?” disse assim que viu o carro do moreno sair de seu campo de visão, Carole suspirou em desistência.

C- “Bem, Kurt deveria te contar isso, mas esse rapaz é namorado do Kurt.”. Burt arregalou os olhos, tentou pegar a carta das mãos da esposa, mas ela foi mais rápida. “Isso é pro Kurt, Burt!”.

BH- “Carole, ele é meu filho e esta namorando um cara mais velho?! Eu tenho direito de saber o que é tão importante!”.

C- “NÃO BURT!”.

BH- “Você não esta curiosa para saber?”. Burt disse recebendo um olhar da esposa, sabia que tinha atingido o ponto fraco. “É claro que você esta não é?! Vamos existem técnicas que nops ajudam a abrir a carta e fechar sem deixar vestígios.”

C- “Ai meu DEUS BURT! Você esta se ouvindo? Virou agente da CIA? FBI? É CLARO QUE EU ESTOU CURIOSA MAS É A PRIVACIDADE DO SEU FILHO E NÓS NÃO VAMOS INVADIR!”. Ela concluiu colocando a carta debaixo da almofada do sofá e sentando-se em cima.

—Y.A—

Cap. 21

Por volta das 20h Kurt acordou e sentiu-se mais leve, por alguns segundos ate lembrar-se de que não havia tido noticias de Blaine.

Ele despreguiçou-se antes de levantar e descer as escadas, a casa estava muito quieta, já fazia 4 horas desde que Carole e seu pai avisaram que sairiam, talvez não tivessem voltado e essa opção começara a preocupa-lo.

Do alto da escada ele pode ver seu pai e sua madrasta sentados na sala cochichando. Quando sua presença foi notada Carole levantou e retirou a carta amassada debaixo da almofada e entregou para o enteado.

C- “Blaine pediu para entregar.” Disse ao ver um olhar confuso no rosto.

BH- “Depois vamos fala sobre isso Kiddo.” Kurt pareceu ignorar o anuncio de seu pai antes de seguir para os fundos da casa e sentar-se debaixo de sua arvore, relutante ele abriu delicadamente a carta e começou a ler seu conteúdo.

Kurt Hummel,

Quando te conheci eu não imaginara que um jovem motorista imprudente daquele pequeno acidente, se tornaria mais tarde a pessoa mais importante de todo o meu universo.

Tem coisas na vida que são tão complicadas e difíceis. Mas nada pode ser comparada a miséria que passei ficando longe de você. Talvez você ainda não acredite, mas meu sentimento por você é muito forte.

Confesso que quando Quinn saiu por aquela porta eu achei que minha vida seria sossegada, do meu jeito... Besteira! Tudo começou quando meu coração fora partido e no momento em que seus olhos azuis me olharam pela 1ª vez ele foi concertado. Ao invés de paz, você me trouxe uma quantidade absurda de novidades. Ao invés de conforto, você me deu algo para pensar. Ao invés de rotina, você me mostrou lugares novos para conhecer. E o principal, ao invés de me fazer aceitar quem eu achava que era você me fez descobrir que eu poderia ser muito melhor.

Nós somos tão diferentes... Mas somos diferentes de um jeito perfeito para mim, você sabe o que eu vou dizer e pode me chamar de careta ou clichê, mas... Perfeito porque nos completamos.

Eu não tenho dormido direito há 03 semanas, a nostalgia arrepiando até o interior dos meus ossos. Eu fui até a varanda durante toda a noite, mergulhando fundo em meus pensamentos, pensando em você, porque de alguma forma assim eu não me sentia tão sozinho. Eu assisti a noite azul escuro ficar clara, mas não era o mesmo sem você. O silencio e a calma não eram tão ruins até olhar para minhas mãos ai, eu me senti triste, os espaços entres meus dedos são onde os seus se encaixam perfeitamente. Mas isso você já sabia.

Sinto saudade de quando meu anoitecer e meu amanhecer começavam com um beijo seu.

Sinto saudade de quando do frio na barriga de quando você se aproximava de mim.

Sinto saudade de quando me encontrava ouvindo as batidas do seu coração.

Sinto saudade do deu abraço.

Sinto saudade do tempo que era feliz do seu lado.

Sinto saudade do seu cheiro de baunilha... Sinto saudades de inúmeras coisas, talvez você não soubesse disso. Posso comparar minha saudade com o tempo, porque o tempo nunca para.

Você me faz sorri e me sentir bem, adoro você ao meu lado, adoro ouvir sua voz, adoro te sentir, adoro te tocar e fazer carinho... Momentos que não se esquece, momentos que eu tive com você, se a vida fosse do meu jeito, agora você estava do meu lado você nunca sairia do meu lado... Eu odeio o passado, torço para que o presente passe rápido, e desejo que o futuro que você esteja comigo.

Você é tudo que estava faltando em minha vida, e eu espero desesperadamente que eu seja o mesmo para você.

Eu disse a você antes de partir e repito novamente aqui: Eu te amo hoje, amanhã e vou amar para todo sempre e se você sentir o mesmo eu vou estar te esperando hoje... no nosso lugar, aonde disse que te amava.

Um lugar que só nós conhecemos.

Espero desesperadamente que você esteja lá.

Te amo,

Blaine Devon Anderson.

Kurt estava chorando descontroladamente, ele abraçou a carta como se fosse o moreno, seu Blaine ainda o amava e estaria esperando por ele. O castanho levantou rapidamente de desajeitadamente antes de correr para a garagem e pegar a sua moto. Não avisou aonde iria apesar de ser claro, Blaine estava esperando por sua resposta e apenas isso importava.

—Y.A—

Blaine não podia se ajudar, a noite começava a cair, a primeira estrela surgiu no céu e por mais banal que fosse ele desejou que Kurt estivesse vindo.

Ele repassava seus momentos juntos, as palavras que tinha escrito na carta, tinha sido exagerado? Ou pior tinha sido insuficiente? Ele não queria pensar nisso ele só queria Kurt de volta aos seus braços.

—Y.A—

Kurt tentou o máximo ser um bom motorista, mas a pressa e o desenho de rever seu namorado falavam mais alto que qualquer lei de transito. Ele estava obcecado e pessoas obcecadas não são responsáveis pelos seus atos.

Ele chegou a portaria do prédio correu para a portaria e digitou a senha familiar, passou pelo saguão do prédio e seguiu para os elevadores entrando em um que estava a espera. Finalmente algo cooperava para sua pressa.

A música irritante tocava pelo alto falante deixando o moreno ainda mais nervoso que já estava. As portas se abriram e ele não hesitou em correr para a porta do moreno onde ficou parado alguns minutos pensando se tocaria a companhia ou se simplesmente entrava. Bem Blaine já o aguardava então optou pela segunda opção.

Abriu silenciosamente a porta, a sala estava escura, o apartamento inteiro estava um breu para falar a verdade ele temeu que seu amado não estivesse ali, até ouvir uma voz distante. Ele seguiu o timbre maravilhoso até a varanda, Blaine estava lá cantarolando alguma música que Kurt não reconhecia. Exatamente do mesmo jeito que o encontrara semanas atrás, olhando para as luzes da cidade ou para as estrelas que decoravam o céu.

K- “Blaine.” ele disse baixinho porem o moreno escutará e virou para encontrá-lo parado próximo a porta de vidro. Ele sorriu antes de correr em direção ao namorado.

Como se seus corpos não os obedecessem mais, impossível de resistir a força que guiava seu encontro, não podiam conter a alegria de se beijarem, e assim o fizeram. Um beijo urgente, molhado, línguas dançando juntas, sugadas e mordidas nos lábios. Blaine mantinha as mãos no rosto do castanho e Kurt o mantinha e um abraço trazendo-o cada vez mais perto.

Eles se separaram pela necessidade de ar e colaram suas testas ainda com os olhos fechados, as respirações irregulares e a certeza que tinham um ao outro.

B- “Nunca mais me deixe.” Disse Blaine abrindo os olhos para encarar o anjo a sua frente.

K- “Nunca mais.” Respondeu o castanho também abrindo os olhos para encarar o moreno que sorriu em resposta. Eles se beijaram novamente antes de segurem para quarto deixando a trilha costumeira pelo apartamento.

Eles estavam deitados nus apenas se beijando. Sem qualquer pressa, apenas os dois matando a saudade e desfrutando do amor que sentiam um pelo outro. As mãos de Kurt explorando cada pedaço do publicitário que fazia o mesmo com o castanho.

Kurt gemeu quando o moreno introduziu um dedo em seu buraco, ele perdeu esses toques que tanto amava, ele queria mais e ao mesmo tempo não queria que acabasse tão cedo. Antes que percebesse Blaine já havia colocado os 3 dedos e ambos estavam ofegantes.

Blaine começou a penetrar o castanho lentamente, assim que toda sua extensão estava dentro do mais novo ele concedeu alguns minutos para que Kurt estivesse acostumado com a intromissão.

As estocadas se tornaram mais fortes e rápidas atingindo perfeitamente a próstata do castanho, gemidos e o som de pele batendo em pele eram os únicos sons que se ouvia naquele cômodo, fora as tentativas de chamar um ao outro.

Eles vieram praticamente ao mesmo tempo gritando o nome um do outro enquanto chegavam ao clímax. Blaine caiu sobre o castanho que o segurou depositando beijos em sua cabeça.

K- “Eu achei que voce não fosse me querer mais.” Disse o castanho enquanto acariciava o cabelo do namorado.

B­- “Eu achei o mesmo eu fiquei com tanto medo de te perder.”

K- “Eu ainda estarei aqui por um bom tempo.”

O sono havia chegado e os dois rapazes tiveram a melhor noite de suas vidas, agora com o conforto e a segurança nos braços um do outro o amor crescendo cada vez mais forte enquanto dormiam.

Blaine sentiu os raios do sol baterem em seu rosto antes de abrir os olhos lentamente se acostumando com a claridade, Kurt estava parado olhando para ele com um sorriso nos lábios. O publicitário se inclinou para capturar aqueles lábios que tanto amava ignoranto totalmente o mau hálito matinal e se perdendo noss prazeres daquele beijo.

B- “Eu te amo Kurt Hummel.”

K- “Eu te amo Blaine Anderson.” Respondeu sorrindo novamente.

B- “Precisa de ajuda com isso?” Blaine questionou ao notar a ereção matinal de seu namorado, Kurt mordeu os labios antes de encontrar os olhos amêndoas.

K- “Não “ respondeu confiante recebendo um olhar confuso. “Teremos muito tempo ainda agora eu só quero aproveitar e te beijar.” Kurt concluiu voltando a beijar Blaine

B- “Isso parece bom para mim.” Concluiu voltando a atenção e sorrindo para Kurt.

Eu acredito em amor verdadeiro. Acredito em amor á primeira vista. Acredito que o amor vence tudo. E isso não significa que não haverá dias difíceis. Ou situações difíceis para enfrentar, porque haverá. Mas achar aquela pessoa certa pra você, e saber que essa pessoa também te ama. Isso torna tudo tão mais fácil.

The end?

I don't think so.....

Notas finais
Tan tan tann ...nao achou q terminaria assim sem uma sequel nao é? hahahahahahahaha http://fanfiction.com.br/historia/539653/Forever_and_Beyond/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!