X-men - A Nova Geração
1 Prólogo - Jean Gray
Em uma pacata escola , alunos correm e lancham no recreio. Um grupo de meninas está conversando e rindo, quando de repente uma delas se sente estranha e pede licença. Ela sai correndo sentindo fortes dores de cabeça, então, ela começa a ouvir os pensamentos das crianças em volta, de todas as crianças. Ela sai correndo do pátio e entra nos corredores da escola, ela tapa os ouvidos mas continua ouvindo os pensamentos dos professores enquanto passam pelos corredores. Ela começa a chorar, entra em uma sala vazia, senta e suspira aliviada, em uma sala vazia não há nada para escutar, porém, algo mais estranho ocorre, de repente, ela sente todos os objetos da sala: cadeiras, mesas, armários...ela sente que pode manipulá-los , o que acha estranho. Mesmo assustada, ela testa aquela habilidade recém descoberta, ela se concentra em uma cadeira, e a cadeira começa a levitar. Ela pensa consigo mesma — Como isso é possível, como posso fazer isso?.
Mas ela perde o controle dos poderes, a dor de cabeça volta com tal força que ela abaixa a cabeça com os olhos fechados derramando lágrimas. Ela volta a ouvir os pensamentos de todos da escola ao mesmo tempo. Uma professora que passava pelo corredor fica horrorizada ao ver a cena pela janela da porta.O alarme toca, o recreio terminou. Ela ergue a cabeça aos prantos, assustada, e vê que todos os objetos da sala ao seu redor levitam e se movimentam ao seu redor como uma órbita. A professora liga para a polícia e impede os alunos de entrarem na sala.
A mesa da professora se levanta repentinamente e começa a se contorcer,aos prantos, a menina grita em quanto se debulha em lágrimas. A polícia chega na escola. Um policial pede que todos se afastem da porta da sala e se assusta ao ver a cena. Ele entra na sala e não consegue acreditar no que está vendo — Ei! Menina! — A menina, que estava com a cabeça abaixada, se ergue com um feição séria e aterrorizadora,como se estivesse possuída. O policial se sente intimidado com o olhar ameaçador da criança. As cadeiras começam a sair de órbita e batem á toda velocidade nas paredes. Todos se assustam e correm nos corredores.O policial se abaixa para tentar se proteger e vê um extintor de incêndio. Ele saca sua arma, pega o extintor e lança em direção na direção da menina. O extintor começa a girar em volta da menina, ele mira no extintor, erra, erra também na segunda tentativa, acerta o extintor na terceira tentativa. Tudo vai pelos ares. A mídia , que se apressou ao saber de tão bizarra notícia, chegam no local e presenciam a explosão. Enquanto vasculham os escombros, quando a poeira abaixa, os bombeiros se deparam com a menina suspensa no ar com espécia de campo de força. De repente ela desmaia e cai.
Os bombeiros avançam em direção á sala destruída, resgatam a menina e lutam para apagar o fogo. A menina é levada para a ambulância, enquanto isso, professores e alunos confusos são entrevistados por repórteres. Já na ambulância, a menina acorda.
Ei, psiu, tudo bem? — pergunta o enfermeiro, que não obtêm resposta — Qual o seu nome?
Ela responde, ainda tonta — Jean...Jean Gray.
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