Notas iniciais
Olááá meninas, eu sei, eu sei que deveria ter postado domingo, mas não deu então me desculpem. masss aqui estou eu hoje kkkk Bomm esse capitulo eu não sei o que dizer, então vocês vão ver. Obrigadaa aqueles que comentaram, vocês são divas demais. Boa leitura!

POV ANNIE

Abro meus olhos, tudo dói, meu corpo parece que levou uma surra, estou dormente. O branco predomina quando meus olhos se acostumam, estou em um quarto todo branco em cima de uma cama de ferro presa ao chão, minhas antigas roupas se foram, estou vestida com uma camisola de hospital também branca, meus braços enfaixados e minha mão está espetada com uma agulha que leva a um tubo com um líquido amarelo.

Estou presa assim como Piper, constato. Não sei se os demais conseguiram escapar, não sei onde estou, estou incapacitada em uma cama e presa sem poder fazer nada.

Mas não posso desistir.

Varro o cômodo com meus olhos e percebo câmeras com luzes vermelhas piscando, estão ligadas. Fora isso o quarto está vazio, as paredes brancas contrastam com a porta de ferro.

É isso! Se eu consegui estourar essas portas antes agora vai ser moleza.

Forçando meu corpo a se mover me sento na cama, não consigo conter uma careta de dor quando arranco a agulha da minha mão, me levanto. Eu estou fraca mas não posso permanecer aqui, estendo minha mão para a porta em minha frente.

Antes que eu possa explodir a porta ela se abre. Um homem entra cercado de pessoas vestidas de preto dou um passo para trás, seja lá quem ele for, não é confiável.

– Ora, ora a garota que fez um estrago na unidade de detenção está com medo?

Trinco meu dentes, mas me recuso a respondê-lo.

– Olha só, pelo jeito ela também é muda. Porque vocês Dotes sempre agem deste jeito?

– Deve ser pelo mesmo motivo que você faz perguntas retóricas. – Mudo de ideia. Se for pra lutar vou lutar direito.

Os guardas riem, mas são repreendidos por um olhar do homem.

– Vamos começar por uma pergunta simples. Qual seu nome?

– Qual o seu nome?

– Dionísio. Sabe vamos poupar o ódio eterno e as promessas de vingança, vou resumir. Ou você ajuda e coopera ou as coisas vão ficar feias pra você e também para seus amiguinhos que ajudaram na destruição da unidade e os dotes fugitivos quando os encontrarmos.

Eles conseguiram, eles conseguiram fugir. Mas agora o que eu vou fazer? Como eu posso ajuda-los e me ajudar ao mesmo tempo?

Só se... Agente duplo. É claro!

– Annabeth. Meu nome é Annabeth Chase.

Dionísio sorri presunçoso e mal sabe que eu estou em sua cabeça.

– Qual os seus poderes, dons ou seja lá o que você chame?

– Telecinese.

É um bom começo dizer telecinese, mas como explicar os guardas terem derrubados as armas durante a luta?

Bom seja lá a resposta, esta estava em sua cabeça. Bom ele quer saber onde os Dotes estão, mais ainda a Piper, eles haviam descoberto os dons dela. Eles também queriam saber o que eu podia fazer, se eu era uma boa... Espera! Eles têm Dotes que trabalham para eles. Esses...essas pessoas, guardas atrás dele, eram Dotes.

– Telecinese. Bom, nunca havia visto uma tão boa. Sabe senhorita Chase você pode ser bem usada aqui. – Diz ele – Assim como o nossos amigos aqui presentes.

Tento fazer cara de confusa e espantada, não foi tão difícil já que eu estava confusa e espantada mesmo.

– Eu sei, deve ser um choque, eu entendo. Nosso amigo aqui Lucca sabe como é difícil ver que perdeu e que pode ser ajudado. – Diz ele apontando para um garoto loiro e de olhos azuis muito bonito, ele podia manipular as pessoas assim como eu, mas apenas diz as pessoas o que elas devem fazer, não é como eu que entro em suas mentes e os convenço a fazer, sem voltas. Ele também luta bem.

– Luke, senhor.

– Tanto faz.

Olho para as pessoas atrás dele, eram jovens assim como eu 16, 17 e 18 anos. Todos Dotes.

– Quero ser ajudada. –Digo, tento ser convincente e tirar a raiva que sinto por eles.

– Sendo assim, acho que você pode terminar de responder minhas perguntas. – Ele sorri e aponta para a cama, devo me sentar, mas não consigo me mexer, o loiro chamado Luke vem até mim e segura meu braços e sorri para mim, ele me ajuda a sentar novamente na cama, mas mantem o braço me segurando enquanto Dionísio começa.

– Bem Annie Bell...

– Annabeth.

– Tanto faz. Continuando, Porque vocês invadiram a unidade e como?

– Eu... nós queríamos ajudar os outros, só isso. – Digo. Verdade, mas não totalmente, procuro usar a manipulação de pensamentos para deixar de fora a parte do como.

– Ajudar os outros?

– É, Luana disse que iriamos trazer nossos amigos de volta, seguimos vocês até aqui quando capturaram Karina, uma amiga nossa e então atacamos. – mentira, e das feias, mas consegui manipular o suficiente para que eles pensassem que fosse verdade.

– Bom, você tinha um grupo bem valioso. Conhece uma pessoa chamada Nico Di Angelo?

– Sim, ele nos ajudou a entrar. – Não dava para mentir essa, eles tinham vídeos de Nico com eles.

– humm... Para onde eles foram depois do ataque?

– Não foi dado essa informação, íamos decidir quando todos fossemos liberados, quando e se ficarmos livres que íamos decidir. – Mentira que deveria ter sido verdade, admito.

– Como soube que a presa Piper Mclean estava no terceiro nível? – Pergunta difícil. Olho em seu olho, ele é fraco.

– Eu não sabia, apenas queria sair de lá.

– Certo, onde vocês estavam antes de atacarem aqui?

– Em uma casa, eu não me lembro o endereço, eu bati minha cabeça tem coisas que não lembro, me desculpe. –Balançado minha cabeça de forma teatral eu começo a marejar os olhos, eu devia ser atriz.

Certo já chega de perguntas velhote, penso.

Ele pisca confuso, mas obedece.

– Tudo bem, deixe ela descansar. Sabe garota você fez muitos estragos, mas podemos usa-la como uma de nós, mas precisa de uma lição para que não venha a se voltar contra nós. Uma semana sem comida, deixem as luzes acesas, vamos ver se ela é digna de trabalhar para nós.

Ele se vira, e sai junto com os guardas, Luke sorri para mim e diz baixinho antes de sair:

– Fique viva. Seremos uma família quando sair.

Notas finais
Entãaaaoo Gostaram? Espero que sim. Comentem, favoritem e recomendem seus lindoss