Notas iniciais
Oi genteee esse é minha primeira fic peguem leve kkkespero que gostem fiz o melhor possível e por favor comentem ♥

POV ANNIE

– ANNABETH!

Essa é minha mãe gritando por mim do andar de baixo. Geralmente é assim, fico a maior parte do tempo no meu quarto escutando musica, ouvindo nada mais nada menos do que uma boa trilha sonora pra tirar todos esses pensamentos da minha cabeça. O engraçado é que você deve estar se perguntando o que tanto eu tenho de pensamentos que me incomodam a pondo de eu não conseguir sair do meu quarto, é que bom , não é uma questão tão simples assim.

Eu posso ler mentes. MENTES. Isso inclui toda e qualquer pessoa estupida da face da terra. Isso não é ótimo? NÃO, não é.

Passei a melhor parte da minha vida longe das pessoas me afastando ao máximo de qualquer contato, porque assim que eu penso em alguém que esta perto de mim escuto o que ela esta pensando e de fato é legal as vezes, porém as vozes e memórias que vem pra minha cabeça são bem difíceis de suportar, e geralmente eu pareço uma estranha quando as pessoas vem falar comigo e eu ajo sendo insuportável e antissocial, por que na verdade assim é mais fácil, e essa é minha vida. Só que eu estou tentado mudar.

– Oi mãe. Diga? – na verdade eu nem precisaria perguntar eu já sabia antes de descer as escadas que ela me queria para ir buscar meu irmão Malcon no aeroporto. Ele e todas as pessoas que conheço teve a sorte de ser normal, bom assim como eu, Annabeth Chase, A estranha por onde quer que passe, tem cabelos loiros e pele um pouco bronzeada , apenas os olhos são diferentes, o dele é azul e o meu , bom o meu cinza. Sou estranha até nisso, mas voltando o NORMAL que digo é que ele não tem esse probleminha com ler mentes e só pra deixar claro ninguém sabe que eu tenho, é meu fardo, tenho que aguenta-lo sozinha. Bom, ele esta voltando das férias passadas na casa dos meus avós, eu como uma boa rebelde sem causa como ele e os amigos gostam de me chamar, me recusei e fiz de tudo para não ir e acabei por conseguir, porque com esse poder que eu tenho consegui reduzir os argumentos da minha mãe e ainda garantir férias sem nenhuma memória e pensamento alheio em minha mente. Eu preciso estar forte para a volta as aulas, me manter firme, no controle.

Minha mãe é a mulher mais bonita que já vi grandes cabelos enrolados iguais aos meus só que morenos, olhos cinzas que ao contrario de mim que ficam meio assustadores, nela ficam perfeitos e corpo esbelto. Hoje ela colocou um vestido verde e um blazer bege para trabalhar e um salto também bege, ela é advogada e quer que eu também seja. É uma pena decepciona-la mas eu em plenos 16 anos não estou nem um pouco inspirada pra isso.

Fui para cozinha, e lá estava ela como imaginei sem os saltos com o cabelo em um coque e lavando verduras para o jantar, é dessa vez não ia ter escapatória eu ia ter que sair mesmo. Só pelos seus pensamentos que diziam:

onde essa menina esta esto atrasada pra fazer o jantar e ela não vem logo Malcon já deve ter chegado e blábláblá’’

É sempre a mesma coisa com ela atrasada, arrumar a casa, fazer janta, e é claro reclamar de mim...

– Mãe, que foi em? – digo fazendo minha melhor cara de emburrada, quem sabe ainda tenho uma chance de não sair, não custa tentar.

Ela me olha, e com uma mão secando um tomate e a outra pegando as chaves diz:

– preciso que vá buscar o Malcon no aeroporto, tomas as chaves, e não me olha com essa cara você passou as férias inteiras naquele quarto, pelo menos vá fazer esse favor pra mim.

E como eu disse dessa vez não teve jeito, peguei as chaves do carro e sai sem trocar de roupa nem nada, estava com uma camiseta preta e um shorts todo rasgado jeans e chinelo, foda-se as pessoas to cansada de ouvir reclamações na minha cabeça.

Assim que entro no carro ligo o som o mais alto possível e parto em direção ao aeroporto de Nova Iorque, hoje o dia estava nublado, mas calor do mesmo jeito, pessoas passeavam com animais e crianças corriam no parque.

Eu nunca tive uma infância muito boa eu comecei a desenvolver meu ‘talento’ cedo com 8 anos, aos 15 consegui controla-lo direito, agora consigo controlar quando ler mentes ou não ,mas ainda estou testando. Na maioria das vezes que forço a parada de pensamentos me dá uma insuportável dor de cabeça mas com o tempo melhora.

Esse vai ser o primeiro ano na escola com controle de quando utilizar os poderes, espero ter um ano normal e aprender a utilizar meu dom melhor, sem dores nem memorias de pessoas que não quero e pensamentos de pessoas insuportáveis que existem na minha escola: a Goode, lá só existeem patricinhas e populares metidos a fodões que se acham e amam zoar excluídos como eu, mas esse ano tudo vai mudar , eu voltarei mudada e com controle de mim mesma, não vou me excluir, nem fazer o que fazia antes. Esse ano quero ser normal.

POV PERCY

– Eu sou Percy Jackson ...

Disse a garota do barzinho que estava sentada me paquerando, é sempre assim fácil com meu corpo gostoso, meus cabelos pretos e olhos verdes as gatas caem em cima nem precisa de esforço é só lançar um sorriso galanteador umas piscadelas e pronto.

Sabe ás vezes me canso de ser assim ficar com essas garotas sem sal, uma noite e depois ir embora com elas correndo atrás durante em tempo tentando laçar Percy Jackson garanhão da Goode , mas nenhuma , nenhuma consegue, só fazem é me irritar, tudo bem que é muito bom ficar com a maioria das gatas da escola e do bairro mas as vezes enche o saco você quer conversar e elas só falando que roupa, cabelo e etc., fala serio.

Meus melhores amigos na escola são Grover e Malcom, e sempre se metem em encrenca comigo, mas são os verdadeiros se é que você me entende o resto são todos por causa da popularidade. Eu sou popular mas tem muitos momentos que preferiria não ser.

Meu pai sumiu quando eu era pequeno, não sei bem o porque ou o que aconteceu, agora vivemos apenas eu e minha mãe, Sally Jackson, ela é a mulher mais maravilhosa do mundo, tem paciência comigo, me escuta e não me colocou pra fora por tudo que eu fiz. Eu não queria dar tanto trabalho á ela, mas eu sou assim agora e as regras dizem que não dá pra eu mudar. Tudo isso é uma merda, eu queria ter coragem o suficiente para mudar isso que eu estou virando, ou ter a motivação certa para eu parar de ser assim, mas enquanto isso não acontece eu continuo.

Malcon está viajando e acabou de me mandar uma mensagem pra eu ir busca-lo no aeroporto porque parece que a mãe dele se esqueceu que ele volta hoje. O que a gente não faço por um amigo em?! Deixo a gata no vácuo e saio do bar, parando para arrumar meu cabelo no vidro do carro e parto pra buscar aquele mané.

Notas finais
ESPERO de todo coração que tenham gostado gente vlw pretendo postar mais o mais rápido possivelxoxo, camila chase