World Sekai Gakuen | Interativa

5 Regra 4#: Don't Make a Party for a French


Notas iniciais
Tradução do Título (Inglês): "Não Faça uma Festa para um Francês".

Daisy F. Jones

Não estou com vontade de ir para a tal festa de aniversário da Charlotte, e não, a razão não é aquele fucker chamado Arthur. Talvez seja, mas whatever. Tá, ele é a razão pela qual eu não quero ir. O por quê? Porque ele é um idiota, um dickhead que só sabe estragar a minha vida. E eu que pensava que o Alfred que tinha sido criado pra me matar socialmente, mas o amiguinho dele é pior. Não, não é "aquele" amiguinho, é o outro.

Se ele aparecesse lá, Olívia me obrigaria a conversar com ele. E conversar com a pessoa que eu mais odeio nesse planeta não está nos meus planos de como passar a noite. Realmente, não está. Mas é aniversário da Charlotte e tudo mais, e ela é minha amiga. Não comparecer ao aniversário dela seria péssimo, além de que é bem a cara da Lottie parar de falar comigo por não ter comprado um eroge pra ela.

Então resolvo ir para a loja lá em baixo, comprar um presente para a tal festa. Desço as escadas e dou de cara com uma Cyz sorridente e com as bochechas estranhamente rosadas. Estranho a expressão dela, e Cyz me diz oi e sobe as escadas. Nunca vi Cyzarine sorrindo e corando daquele jeito, mas ignoro e logo saio do dormitório saltitando alguns degraus.

A loja está estranhamente cheia, com várias pessoas comprando revistas e salgadinhos. Vou até uma sessão cheia de fitas de cabelo e encontro uma com a bandeira francesa. Não sei se Lottie é patriota e tal, mas parece ser uma boa ideia. Além do mais, não tenho dinheiro pra comprar algo glamuroso e Charlotte vai entender. Pego a fita e corro até a fila, mas esbarro em alguém.

– Sorry! – Digo sorrindo, me virando para encarar a pessoa.

– Oroa dig inte. – Rapidamente reconheço o meu parceiro de Química Avançada, um suíço chamado Vash Zwingli. – Oh, olá, Lise.

– Oi! Você vai pra festa da Lottie? Lili te avisou?

– Ah, sim... Mas não vou. Tenho que estudar para o simulado de Segunda-Feira, me desculpe. – Logo me lembro que Vash é do terceiro ano, o que faz dele quase formado e meu "veterano". Como as aulas avançadas são em conjunto com o primeiro e terceiro anos, Vash quase sempre me pede para que eu fique de olho na irmã dele, Lili, que mora no dormitório ao lado do meu.

– Não tem problema nenhum, Vash! Digo pra Lottie que você mandou felicidades e todas essas coisas homo e tal, hehe. A Lili está bem, acho. Olívia está cuidando dela.

– Eu não sabia que você tinha namorado. – Me assusto por conhecer a voz. Arthur está de braços cruzados e uma expressão cética. Quase mando o dedo para ele se não fosse por Vash, que respondeu antes. Caramba, ele tinha que aparecer como um motherfucking ninja sobrancelhudo perguntando se eu tenho alguma coisa com um cara velho?!

– Ah, não. Ela não é minha namorada; é minha colega de Química Avançada. De qualquer maneira, vejo você na aula, Lise.

– Obrigada. Até mais. – Quando Vash já está suficientemente longe, eu mato o Arthur (só que não!). – QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI?

– Comprando presente para a sua amiga. A loja é pública, Daisy, posso ir aqui independente se você quer ou não. – Aquele asshole diz. Urrg. Só de ouvir a voz dele, meu estômago embrulha de tanta... Raiva, ódio. Só não mato ele agora porque tem gente olhando e eu não quero ser presa. Ter ficha criminal aos 17 anos não é nada legal, até porque a minha mãe me comeria viva e o Alfred ficaria rindo até o fim da vida. E eu ainda preciso me vingar pelo desastre Cyza-Ludwig da semana passada. Ah, aquele americano filho da mãe morre hoje...

– Crap. Não. É. Isso. – Que vontade de esganar uma pessoa... – Vou passar cocô nas suas sobrancelhas se você continuar falando merda, dude. Por que diabos você vem e pergunta se o Vash é meu namorado?

– Não foi isso que eu disse, ninny. Eu disse que não sabia que você tinha namorado. – O de sobrancelhas diz, e reviro os olhos. O que é ninny? Tá, eu sei que a minha bipolaridade é enorme, mas isso é um apelido estranho... Pera... ELE ME CHAMOU DE VACA?!

– Você não tem nada a ver com a minha vida.

– Meu Deus, você é pior do que eu imaginei. Vai levar essa fita de cabelo para a sua melhor amiga? – Arthur diz, com um sorrisinho cínico estampado. Cadê. A. Minha. Faca. – E eu pensando que o crepe que o seu irmão fez tinha sido um presente ruim.

– Holy fuck, you're so boring, dude. – Digo, imitando um bocejo.

– Você está sem dinheiro para comprar algo decente, suponho?

– É. Satisfeito? Pode ir agora, seu–

– Eu compro um para você. – Epa. Tem alguma coisa cheirando mal aí. Arthur Homo Kirkland se oferecendo para comprar um presente pra Lottie por mim? Que gentileza esquisita. Pensei que eu era a única exceção ao cavalheirismo ridículo dele. Quê. Que. Está. Acontecendo. Aqui. Deus.

– Tá. Isso foi estranho. O que você quer? Já disse que eu não tenho dinheiro, e nem pense em pedir pra que eu seja sua namorada de mentira. Tô cansada de ouvir esses clichês nos filmes, em que os caras se odeiam, aí o cara pede pra mina ser namorada de mentira dele por uma semana e bam! Dois dias depois, eles se amam. – Dou a língua e percebo que o sarcasmo do inglês aumenta quando faço isso. Oh, shit. Shiiiiiit.

– Não, não quero que as pessoas pensem que eu gosto de garotas como você. – Isso foi um insulto? ISSO FOI UM INSULTO?! Dude, eu mato esse ingleszinho aqui e agora se ele falar mais uma palavra contra mim... – E eu nunca me apaixonaria por alguém como você, sem ofensas. – Isso foi golpe baixo... Ele usou a minha foreveralonice contra mim... – Mas eu queria que você me ajudasse com o seu irmão.

– O quê que tem a bicha do Alfred? – Ah, eu amo tanto o meu irmãozinho mais novo...

– Ah, bem... Ele não para de dizer que eu... Bem... – Epa. PREVEJO UMA CONFISSÃO DE YAOI AÍ, GENTE. O SOBRANCELHUDO TÁ CORANDO, GENTE. GEEEEEEEENTE. Até que ele fica fofinho assim... Que porcaria eu acabei de pensar... – Ele está dizendo pra todo mundo que você está saindo comigo às escondidas.

– O QUÊ?! – Berro mais alto do que deveria, derrubando tudo o que eu tinha nas mãos no chão. O Alfred passou dos limites. Passou. Dos. Limites. Ele, dessa vez, quer mesmo morrer. Como disse aquele brasileiro chamado Luciano alguns dias atrás, "não cutuque onça com vara curta"! Arthur se assusta e recua alguns passos, aí ele faz sinal que eu fique calada.

– Calada! Eu só quero que você me ajude a–

– Ferrar com a vida dele? Man, you called the expert. Vou fazer o Alfie sofrer. Se quiser, eu dou o número de celular dele pra um nigga estuprador gay e ainda faço ele ficar sozinho no dormitório com o cara. Aí, dude, que o Alfred inicia o relacionamento sério com você.

– Então suponho que isso seja uma trégua? – Ele ergue a mão para mim, com um sorriso verdadeiro, sem nenhum cinismo, sarcasmo ou algo mais, ignorando a última parte do "plano". Um sorriso genuíno, até bonitinho. Ergo os olhos e fito as orbes verdes; ele não está mentindo. Sorrio da mesma maneira e aperto sua mão.

– Claro, por que não?

***

Tá, depois do meu momento estranho – e muito cor-de-rosa, porque né. Até pareceu que a gente tá realmente saindo juntos, o que é totalmente uma fucking mentira do Alfred. – na Loja com o meu nêmesis, agora "Aliado Temporário Que Eu Odeio", ele comprou um eroge para a Charlotte. Quer dizer, Arthur não gostou nada de ter um jogo hentai em mãos e ficou o tempo todo corando, sendo que eu fiquei tão irritada que disse pra ele que ia obrigá-lo a jogar aquilo dentro de um stripclub ou iria invadir o banheiro dele com várias strippers se ele continuasse com aquela homossexualidade. Jesus, não precisa ficar olhando a ÚNICA imagem pornográfica da capa o TEMPO TODO como se fosse uma coisa TERRÍVEL. É, meus amigos, acho que eu nunca vou visitar a Inglaterra na vida.

– Eu sei que você gosta, Iggy. – Admitam que eu sou terrível. A-d-m-i-t-a-m. Dei um sorriso bem rape face que só piorou a situação do coitadinho (só que não). Cara, achei que ele iria explodir naquele momento de tanta vermelhidão por causa do A Lovely Yuri Life.

– C-c-cale a boca, ninny! E não me c-chame assim!

Foi uma tarde bem normal.

Eu até diria que a companhia dele me acalmava, mas é o Arthur e esse pensamento ia contra totalmente as minhas regras, sendo que a primeira é "shippe o Arthur com todo santo homem que você ver, principalmente o Alfred". É USUK na veia, manolos e manolas. É OTP das novas fujoshis – porque ser fujoshi é melhor do que ser normal, hehe. Então, ele me acompanhou o tempo todo, o que foi estranho. Tipo, muito estranho. Até constrangedor, porque algumas pessoas passavam e davam risadinhas. Ai, cacete. A história do Alfred já deve estar bombando na escola. I'm. Fucked. Então aqui estou eu, parada na porta ao lado de um idiota observando a cena mais estranha da minha vida.

Vamos pelo começo; o quarto inteiro está arrumado para a tal festa da Charlotte. Tem vários balões dourados e brancos, uma mesa gigante e uma televisão com 1000000000 mil polegadas. Afastaram as camas e o espaço ficou gigante, acho até que dá pra colocar uma piscina olímpica ali. Até aí tudo bem, né. O problema é que a primeira coisa que eu vejo é a Gylla em cima de uma escada, sorrindo toda boba junto com o irmão mais velho da Cyz. Tipo, parece que eles estão dentro de um maldito shoujo com aqueles sorrisinhos cor-de-rosa que todo mundo odeia e que tem várias flores e estrelas voando pelo ar e todas aquelas coisas gays.

– QUE INDECÊNCIA É ESSA?! – A GYLLA NÃO ME CONTOU QUE ELA ERA NAMORITA DO IVAN. Fuck, fuck, fuck. Agora isso só deixa na cara que eu sou a única forever alone dessa merda toda. Eu berro tão alto que Arthur fica quase surdo, Gylla cai e o Ivan consegue pegá-la sem usar aquelas homossexualidades românticas que todo mundo gosta, exceto eu.

– Oi, Daisy! Encontrei o Ivan ontem e ele se ofereceu pra nos ajudar com a festa~ – Gylla diz como se NADA estivesse acontecendo. Eu pensei que relações românticas entre os alunos fossem proibidas e tal. E como eles se CONHECEM? – Ah. Você trouxe o Arthur? – Por que a voz dela ficou toda safadinha? Foi ela quem ficou a tarde inteira num quarto sozinha com um cara! THAT'S. NOT. FAIR.

– Não. Essa é só uma vadia que me persegue; o Arthur morreu.

– QUE TIPO DE RESPOSTA É ESSA? – O idiota pergunta, irritado, como sempre. Ai, ai... Esse é o tipo de coisa que eu tenho que aturar...

– É uma resposta válida, darling. – Dou um soco nas costelas dele sorrindo para Gylla; lembre-se Daisy, tente não criar treta. Arthur dá um gritinho com o soco, massageia a área que acertei e me olha com raiva. Dou outro sorriso que ele entende como "tó-o-dedo-pra-tu-motherfucker", e ele retribui como se dissesse "você-é-uma-idiota". Vejo que a nossa trégua vai ser uma coisa linda de dels (só que não).

– Daisy, você bebeu alguma coisa? – Gylla pergunta, como se tivesse visto o casamento de Olívia com uma vaca. Cara, como esse povo daqui é prodígio em alguma coisa? Todo mundo é mais besta do que o povo da minha escola anterior. Vou te contar, viu; hoje vai ser um dia terrível. – Por que você e o Arthur estão sorrindo um pro outro como se fossem–?

– Não, não bebi nada. Baka, – "Baka" é uma forma de dizer idiota que o Kiseki da sala A-2 me ensinou, aí agora tô usando pra tudo quanto é coisa. NÃO. É. PLÁGIO. – você pode ajudar o Ivan com a decoração? É trabalho de homem; mesmo você sendo gay, você ainda tem aquilo. A não ser que você seja assexual.

– Eu. Não. Sou. Gay. Sua. Ninny. Imbecil. – O inglês diz, soletrando cada palavra com uma fúria psicopática maníaca do mal. Cara, acho que ele vai fazer umas magias estranhas e mandar carma pra mim. E aí que eu perco a minha chance de me formar num trabalho decente e caso com uma Lhama. Arthur obedece o que eu pedi como um cachorrinho (só que não) e vai ajudar o Ivan a arrumar os balões que ele está soprando.

Pego Gylla pelo braço e arrasto ela até o banheiro. Tranco a porta, cruzo os braços e começo.

– Primeiro, não estou saindo com o Arthur. Fizemos uma trégua pra que o Alfred sofra com a vingança que estamos preparando para hoje à noite. Segundo, acho que Cyz está namorando escondido. Terceiro, você está saindo com o irmão dela?

– Ah, essa primeira parte eu já sabia... – Gylla diz, com um sorrisinho. Are you serious, girl? Tipo, ela até DEU A ENTENDER que estava pensando porcaria. – Sobre a segunda, eu também tô desconfiando disso. Ultimamente ela anda agindo muito estranha, sabe. Saindo do dormitório de repente, corando sem motivo... Tem coisa aí. E a terceira... – As bochechas de Gylla ficam avermelhadas e ela coça o pescoço com um sorriso envergonhado. – O Ivan não gosta de mim desse jeito. Ele quase me matou quando eu abracei ele sem querer pensando que fosse a Cyza, e se eu não tivesse dito que ela é minha amiga, eu estaria morta agora. Acho que ele ainda está com raiva de mim, sabe... Mas isso não significa que ele seja... Um deus grego.

Minha sobrancelha se ergue e eu não consigo fazer nada além de dar uma baita de uma gargalhada. 'PERA AÍ. GYLLA ACHA O IRMÃO DA CYZ UM DEUS GREGO? EU NUNCA PENSEI QUE ESSE TIPO DE COISA FOSSE, SEI LÁ, POSSÍVEL. Caracas, só de imaginar a possibilidade da Gylla ser cunhada da Cyz já me faz rir. Ai, caramba, imagina a foto de família da muvuca que é a família da Cyzarine mais a Gylla. Ela ia se sentir descolada com tanta gente alta e assustadora.

– GYLLA, VOCÊ TÁ APAIXONADA? – Ai, caramba. Sorry, honey, mas não dá pra parar de rir! – A CYZ VAI TE ASSASSINAR E TE COMER VIVA!

– FALA MAIS ALTO QUE O YAO AINDA NÃO TE OUVIU! – Yao é uma bicha (?) do terceiro ano que se diz "tio" de todos os "kouhais" dele; ele tá viajando pra China agora, indo encontrar a família e coisa e tal. – Não é amor à primeira vista; é admiração. A-d-m-i-r-a-ç-ã-o.

– Eu pensei que você gostasse do Cevin.

– O Vin gosta de você.

– Eu sei, mas cara. Eu não gosto dele desse jeito. – Minha vida amorosa voltando a tona... Cara, quero me matar. – Além disso, eu acho que–

Sou interrompida pelo barulho vindo da porta do quarto. Aí Gylla destranca a porta do banheiro com tudo e dá de cara com o irmão de Charlotte, Francis, conversando com o Arthur. MEU DEUS. GENTE, NOVO OTP. FRUK. Err, como eu ia dizendo? Ah, é. Então, o irmão da Lottie olha para Gylla e sorri.

– Gyh~ Cheguei para a festa~ – Francis diz sedutoramente e reviro os olhos. Faço o sinal "hoje-você-perde-aquilo" pro Arthur, que parece se conter pra não me mandar o dedo e manter seu hella gay cavalheirismo. Ivan continua sorrindo assustadoramente; cara, ele é muito parecido com a Gyza. Dá medo. – Que horas a Lottie chega~?

– Disse pra ela chegar às sete, pra estudar matemática com a gente. Ela não faz a menor ideia que vai ter festa aqui. – Gylla sorri e volta para ajudar Ivan com a decoração. – Daisy, você pode colocar o bolo na mesa?

– Tá. – Enquanto vou até o bolo, seguro o braço de Francis e sussurro: – Faça bom proveito do Artie; ele não gosta de muita força. – Aí vou saltitando até o bolo, pegando-o e colocando na mesa.

A decoração está muito bonita, tem até um tapete com a bandeira francesa no meio. Os presentes ficaram numa mesa redonda no canto, e percebo que boa parte deve ser eroges ou mangás hentai; coisas que a Lottie provavelmente vai adorar. A mesa é longa, com várias comidas francesas – tem até escargot – e um bolo gigantesco no centro com o nome da Charlotte escrito e um "parabéns e muitos anos de vida" em baixo.

Logo, várias pessoas chegam. Ludwig e sua trupe composta pelo italiano Feliciano e o japonês Kiku chegam pontualmente e nos ajudam com a decoração. Cyz chega logo depois e finge que não vê Ludwig, cumprimentando a todos e dando um abraço no irmão. Natalia, irmã de Ivan e Cyz, chega junto com ela e se apresenta para todos nós. Meu querido irmãozinho chega logo depois e tenta me abraçar com aquela cara de motherfucker dele, mas aí eu me esquivo na hora. Kiseki, o japonês da sala A-2, chega depois e inicia uma conversa sobre alguma coisa com Kiku. Caterina chega junto com o irmão de Feliciano, Lovino, e os dois começam a conversar – a espanhola cora toda vez que ele fala alguma coisa, e percebo que os dois são íntimos. Olívia chega com meu outro irmão mais novo, Matthew, e com Lili. Cevin chega depois dela e começa a conversar comigo, mas não chego a ligar muito. Ele para de conversar quando conhece Elizabeta, colega húngara de Olívia, e eles parecem se dar bem.

– Você já ouviu falar daquele livro de romance em que o casal morre em baixo da ponte? – Cevin pergunta e Elizabeta sorri, concordando.

– Sim! Já li. É "Um Amor Para Recordar", não é? Estudei ele na minha escola antiga.

– Ah, legal. – O sueco diz, e percebo que os dois vão virar grandes amigos.

A festa seria perfeitamente normal se a aniversariante não tivesse chegado antes da hora.

Notas finais
O CAPÍTULO IA SER MAIOR, SÓ QUE EU TIVE QUE DIVIDIR EM PARTES ASDFGHJKL Ficou tão horrível que meu Deus. Eu ia colocar MUITO mais coisa, mas ficou longo pra k7 e eu tive que dividir em 3 partes e-e Postarei a parte dois assim que tiver tempo. Tchauzinho~