Wolf Ice

7 Illllll


Notas iniciais
Yoo minna! Eu fiquei com muita vontade escrever um capítulo hoje! Um não, dois! Agradeço a LevyMcGarden por comentar! ^^ Como esse é o segundo dia, esse capítulo ficou meio pequeno. Prometo compensar amanhã!

Capítulo 7

– E então, Mina, a transformação usa muito sua magia? – pergunta Levy.

– A transformação não gasta cada nada da minha magia! – Falo e rio em seguida com a cara deles.

– Como um homem, você não sente dor na hora de se transformar? – pergunta Elfman.

– Não sinto absolutamente nada, Elfman – respondo. Por que ele me chamou de homem?

– Como você conversa com a sua loba? – Natsu pergunta.

– Telepatia – respondo.

– Então significa que você pode ler meus pensamentos com essa telepatia?! – ele pergunta novamente.

– N-não... Eu só consigo ouvir os pensamentos da minha loba e ela os meus. Não posso ouvir nada além do seus batimentos cardíacos de longe! – respondo e eles recomeçam a perguntar.

– Você pode ouvir qualquer coisa a longa distância? – pergunta Lucy.

– Sim, e sentir o cheiro também – respondo.

Em poucas horas, eu já havia conhecido todos da guilda. Eu e minha loba fomos bem acolhidas aqui na Fairy Tail. Todos possuíam alguma história diferente para contar. Uma mais interessante do que a outra. São, definitivamente, uma grande e louca família. Natsu e Gray já haviam brigado bastante e sempre, Erza os separava. Ela é uma ótima pessoa, mesmo me dando medo...

– E onde você vai morar, Mina-chan? – Mirajane pergunta.

– Não havia pensado nisso... Mais, sem dúvidas, vou encontrar um lugar para morar ainda hoje! Acho até que vou agora! – falo sorrindo.

“Sinto que este é o nosso lugar, Mina-sun!”

“Também senti isso, loba! Eu amo a Fairy Tail!”

Lucy e Mirajane me indicaram alguns locais para que eu procurasse moradia. Elas são bem legais, mais a Lucy é um pouco estranha... Enfim. Lucy me disse que no hotel onde está, é possível que haja vagas. Mira também disse que a Fairy Tail disponibiliza um local para que os magos durmam, o único problema é o valor, são 100,00 peças! Venderei um rim para conseguir dormir lá!

– Então, eu vou indo procurar moradia! Até mais! – falo para o pessoal.

– Até mais!

ɸɸ

“Mina-sun, você é muito burra! Como assim você decidi procurar moradia pela Magnólia, sozinha?! Você não conhece nada por aqui!”

“Eu não havia pensado nisso... Só me dei conta que não conhecia o local quando já estava perdida!”

“Como você ainda esta viva com esse sendo de direção?”

“Hei! Eu ainda estou ouvindo, sabia?”

“Sim!”

Olho em volta, respiro fundo... Nada é peculiar para mim ali. Nenhum cheiro. Nada.

Absolutamente nada.

Continuo a andar. As pessoas me olham e sorriem e eu retribuo o sorriso. Mais não tenho coragem de perguntar onde estou ou como eu posso encontrar uma moradia. Sou realmente burra, só pode!

Olho para uma casa, grande aos olhos, e uma placa me chama a atenção: “Aluga-se quartos”. Aha!

“Viu! Eu disse que sabia me virar sozinha!”

“Você não disse, absolutamente, nada!” – ela responde.

Entro na casa e observo o local, é uma sala de recepção imensa. Atrás do balcão havia uma senhora baixinha, que me olha com um sorriso meigo nos lábios. Me aproximei do balcão:

– Boa tarde, senhora! – Tento parecer educada.

– Em que posso ajudar a moça de cabelos de neve? – Ela pergunta.

– Eu gostaria de saber o preço dos quartos que estão para alugar?

ɸɸ

“Dá para acreditar, loba? Um quarto imenso daquele, por apenas 85,000 peças? Acho que levei sorte!”

“E no entanto ainda continua perdida! Custava perguntar para a senhora onde fica a guilda?!”

“Eu não havia pensado nisso...”

“Mina-sun...” ­– Sem dúvidas, a loba adoraria me matar neste exato momento.

Ignoro ela completamente, e me concentro no cheiro, tentar guardar todos os cheiros da cidade e depois me localizar, às vezes isso funciona. Continuo andando e cumprimentado as pessoas. Como pude viver tanto tempo longe de civilizações? Eles são tão educados!

Logo o vento, que vem pelas minhas costas, me traz um cheiro conhecido. Um cheiro de gelo, frio e Gray. Não paro de andar, continuo normalmente, como se não tivesse sentido seu cheiro. E novamente venta. O cheiro esta mais próximo de mim, está mais intenso. Começo a correr. Ele só pode estar de brincadeira comigo. Me seguir! O cheiro dele continua próximo, ele também esta correndo. Vejo um beco próximo, e adentro nele, porém me encosto na parede e aguardo Gray, que não demora a aparecer e levar um susto ao me ver:

– O que você pensa que está fazendo? – Pergunto a ele.

– Por que você me deu um susto?!

– Por que me seguiu? – rebato outra pergunta.

– Você não conhece Magnólia, achei que fosse se meter em confusão... – suas bochechas coram.

– Não era melhor ter se anunciado antes? Eu irá aceitar sua ajuda sem problemas! – Falo como se fosse obvio. “Mais é obvio, Mina!”

– Queria ver como você se saia sozinha... – Ele responde me encarando ferozmente.

– Como já viu, eu me saio bem! Até encontrei um local para ficar! – Bato o pé.

– Claro, e como vai voltar para a guilda? – Droga.

– Eu não estou perdida, se é isso o que você está querendo dizer! – Ele ri. Uma risada gostosa e contagiante.

– Você parece uma criança mimada! – e volta a rir.

Reviro os olhos e saio do beco. Mimada? Como ele ousa dizer que eu sou mimada? Nem família eu tenho! Começo a andar, fico com raiva de Gray, pois ele mal me conhece e fica falando esse tipo de coisas? Ele é o mimado! Está certo que eu também não o conheço... Então não é certo o chamar de mimado. Ele é um idiota! Pronto!

– Hei, Mina! Espere, eu só estava brincando! – Ele aparece ao meu lado, ainda com aquele sorriso nos lábios.

– Brincadeiras de mau gosto, as suas! – falo sem parar de andar. E ele me acompanha em silêncio.

Ouço o seu coração bater, e está agitado. Ouço, então um barulho estranho. Paro de andar e me concentro em ouvir os sons.

– O que foi? – faço um sinal de silêncio para ele, que assente e tenta ouvir também.

E novamente o barulho. Não está longe.

– Ouviu isso, Gray? – perguntei olhando-o.

– Ouvi o que? — É claro que ele não vai ouvir.

E então novamente o barulho, porém desta vez foi um grito de uma menina pequena. Foi a poucos metros de onde estamos. Começo a correr para o local de origem do grito e Gray me segue.

Uma. Duas. Três. Quatro. Cinco ruas à frente. A menina estava desmaiada no chão com seu irmão ao seu lado, chorando:

– O que aconteceu, garoto? – Pergunta Gray.

– Eu es-estava brincando... El-ele apareceu e... – ele voltou a chorar.

“Mina, sente esse cheiro?”

Gray me encara enquanto eu começo a respirar em partes. Já começo esse cheiro. Thaitus Gavren. O que ele fazem aqui? Esse cheiro é dele. O mago mais forte da Thaitus Gavren, Necros Dynols.

– Esta sentindo algum cheiro? – Assenti para ele.

– Garoto, você sabe para onde o homem foi? – ele assente e aponta para a direita – Vamos, Gray.

Começo a andar para o local que o menino disse. Necros não pode estar por aqui, se ele está significa que algo ruim aconteceu. Ele deve ter descoberto que eu vim para Fairy Tail, mais como? Não faz um dia que isso aconteceu e... Droga!

“Mina, você não acha que Necros, agora, decidiu buscar uma revanche, não é?”

“Não sei, loba, eu espero que não...” .

Andava olhando os locais, preocupada. Gray me olhava, seguia-me, porém não fez pergunta alguma.

O vento esta me ajudando, só pode. Sinto o cheiro que a brisa carrega. Necros. Ele está próximo. Sinto meus batimentos aumentarem. Ele não pode... Não poderia...

– Mina, quem estamos procurando?

– Lembra-se da Thaitus Gavren? – ele assente – Já ouviu falar em Necros Dynols?

– O mago da sombras?

– Sim. Eu não tenho certeza do que ele procura aqui, mais... Ele deve estar atrás de mim – digo e como se fosse o destino, no final da rua, eu o vejo. Necros. Paraliso instantaneamente.

“Mina... É ele!”

Gray me olha e fica entre perguntar ou agir.

E ele escolheu o pior.

“Mina, se Gray for pego pelas sombras...”.

“Ele morre!”

– Gray! – grito para ele que me ignora completamente – Idiota – começo a correr para o encontro de Gray. Paro em sua frente, bloqueando a passagem – Você sabe o que acontece com aqueles que tocam nas sombras? Morrem! – ele olha em meus olhos, acabo sentindo algo estranho em meu corpo – Por isso você não pode simplesmente atacar assim! Se ele resolver nos atacar na cidade, a vida das pessoas estará em perigo!

– E o que você sugere? – ele me ouviu!

– Vá para a guilda e avise Makarov, ele sem dúvida saberá o que fazer... – Fico de costas para Gray e olho para o corpo que se afasta.

– E o que você vai fazer? – sinto sua respiração em minha nuca.

– Vou levá-lo para fora da cidade e se realmente ele estiver atrás de mim, vou dar um jeito sozinha – olho de relance para ele, que me encara surpreendido.

– Você não entendeu o que é estar em uma guilda? – ele me vira, fico de frente para ele – Estar em uma guilda significa que você está em uma família, que os seus problemas se tornam nossos! Você não pode pensar assim!

– Gray... – sou interrompida.

– Olha só! – Um arrepiou surge – Eu estava atrás de você, D’Moon! – Necros...

– Vai, Gray, avise Makarov... – sussurro para ele, que assente forçado mais vai. Viro-me para Necros que se surpreende ao ver minha marca da Fairy Tail.

– Ora, ora! Já está fazendo parte das fadinhas? – ele sorri macabramente.

– Diga o que você quer, Necros! – faço com raiva.

Ele me encara com o mesmo sorriso de antes e diz:

– Sua derrota!

Notas finais
Sabem o que quero? Comentários! Estou com vontade de responder comentários! E antes que eu me esqueça, se vocês tiverem alguma ideia para a história, qualquer tipo de ideia, me enviem elas por MP. Beijocas.