Notas iniciais
Gente linda, cade os meus review's?? Olha lá hein vocês que me fazem ficar de bom humor, se eu parar de receber review's não sei o que pode acontecer, logo falo que a cabeça da Kate e do Castle estão a premio. kkkkkkkkkkk' na base das ameaças! Brincadeira meus amores! Dedicando esse capitulo para a Catarina que comenta sempre aqui, obrigada viu lindona!

_Não é possível, tem que ser algum desses.

_Kate, nós já vimos e revimos todos os arquivos dos 39 pen-drivers do Castle, não há nada que nos interesse dentro deles.

_Javi, por favor, nós temos que achar isso. –Kate sentia que desabaria ali no meio do escritório de Castle a qualquer momento, a ideia de não encontrar a única coisa que daria a mínima chance de sobrevivência ao escritor, deixava-a desnorteada.

_Kate, procuramos em todos, não há arquivo nenhum dentro deles. –Ryan falava tentando conformar a detetive. –Mas...

_Mas o que Ryan? –Ela perguntou um tanto desesperada.

_Mas, nós não achamos o pen-drive que Martha descreverá o prata com detalhes vermelhos, não me lembro de tê-lo visto por aqui? Espo, você viu algum assim?

_Não, não vi nenhum parecido... Como eu não lembrei disso antes?

_Do que Espo?

_Kate, o pen-drive que achamos no apartamento do Steven, era exatamente assim. –Esposito se lembrava de ter visto esse maldito pen-drive, mas não recordava o local, bastou uma ajudinha de Ryan para lembrar-se de tudo.

Kate foi correndo até a bolsa pegar o pen-drive. Eles ainda não tiveram tempo de analisar o conteúdo, por isso estava carregando-o para todo o canto, afim de que, quando fosse possível, pudesse ver o que ele continha.

Espetou o acessório no computador, e foram os cincos segundos mais longos de sua vida até o reconhecimento do dispositivo. Ela clicava desesperadamente nos arquivos ali existentes, mas nada achava sobre o caso de sua mãe.

Algo chamou sua atenção, uma pasta intitulada “Kate”, ela pensou que poderia ser o caso de sua mãe, mas quando abriu, continha apenas uma pequena frase, ou talvez nem isso fosse, “As flores estavam erradas, não é mesmo?”.

_Eu não acredito. –Kate sorriu abertamente.

_O que foi Kate?

_Espo, o pen drive é falso, não era por esse que deveríamos procurar.

_E por que você está tão feliz?

_Por que eu sei onde o verdadeiro está Ryan. –Ela correu até a prateleira pegando os livros escritos por Castle, foi diretamente ao best seller de Derrick Storm, procurou “Flowers for your grave” e achou o que procurava. O pen-drive prata, mas com detalhes dourados.

_É esse. –Ela falou animadamente.

_Como sabe? –Esposito perguntou.

_Apenas abra os arquivos, Espo. –Quando o detetive o fez, encontraram o que tanto procuravam os arquivos que incriminariam o Senador. O lado positivo é que eles conseguiram achar, o negativo é que perderam o dia todo atrás disso.

_Não faz sentido. –Ryan falava, ele estava intrigado desde que Kate achou o verdadeiro pen- drive.

_O que não faz sentido? –Ela questiona.

_Kate, pense bem, Steven não conseguiu realizar o roubo, então como esse pen- drive do Castle foi parar no apartamento dele?

_E porque é que isso importa agora, Ryan? Nós já temos o que aquele desgraçado quer.

_Certo. –Ryan nada mais disse, mas ele sentia que algo estava estranho. –Então, o que faremos agora Kate? Você já tem o que ele quer, como vamos entregar isso?

_Vamos esperar que ele nos diga isso, se eu bem o conheço ele fará contato conosco. –Kate não contou a parte em que ele os despistaria, por que não queria que ninguém saísse ferido e com toda a certeza essa seria uma das exigências dele.

_Vamos voltar para a sala, passamos tempo de mais aqui nesse escritório. –Os três encaminharam-se para a sala, Martha estava abraçada com Alexis que tinha parado de chorar, mas não dizia absolutamente nada. Kate sentou-se ao lado da garota e a puxou para o seu colo.

_Eu te prometo que tudo vai dar certo Alexis, tem que dar.

_Eu sei que você fará o máximo que pode para tirar meu pai dessa situação Kate, mas não prometa que tudo dará certo Kate, nós não podemos afirmar isso.

_Me desculpe!

_Pelo que exatamente você está se desculpando?

_Por ter metido o seu pai nessa, por deixá-lo correr perigo todos os dias, por não ter dado um fim em tudo isso quando ainda era tempo.

_Kate não se desculpe por nada, se meu pai estava lá, era porque ele queria ninguém o obrigou.

Alexis sorriu tentando confortar Kate, as tarefas estavam um pouco invertidas.

_Eu vou para casa. –Kate diz, tanto para os meninos, quanto para Alexis e Martha.

_Certo, boa sorte Kate.

_Obrigada Martha. Espo, Ryan, vocês vem?

_Claro.

Os três estavam já na porta quando Alexis chama Kate para um canto da sala, e a detetive a segue com toda a gentileza.

_O que foi querida?

_Se algo der errado...

_Não vai dar nada errado. –Kate a cortou.

_É assim que nós desejamos, mas se algo der errado, eu quero que saiba que eu sou muito grata a você, mudou a vida do meu pai, e para melhor.

_Obrigada anjinho, mas temos que pensar positivo.

_Sim eu sei... Ah, e Kate antes que eu me esqueça, papai gosta muito de você. Muito mesmo.

Beckett sorriu para a garota e deu um beijo no topo de sua cabeça, virou-se e foi embora, sozinha em seu carro, permitiu-se deixar mais algumas lagrimas caírem. Chegando em seu apartamento, Laine esperava por ela na porta.

Não foi necessário palavra alguma, elas apenas entraram e Kate, com a cabeça no colo da amiga ficou em profundo silencio, pensando nele. O que faria se algo desse errado? E se ela não sobrevivesse? E se ele não sobrevivesse? Isso seria ainda pior.

_Você sabe que depois de amanhã eu vou sozinha, não sabe?

_Sim Kate, eu sei.

_Fala para eles não me odiarem, certo?

_Ninguém irá te odiar por isso, mas é uma grande burrada.

_Laine, é a vida dele que está em jogo.

_Eu sei, e é por isso mesmo que eu vou te deixar fazer do seu jeito, por que é ele.

Notas finais
É isso ai, comentem por favor viu!
Spoilers
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*Em algum lugar da escura Nova York, Castle estava agonizando em dor, ele tivera alguma partes do corpo perfuradas e queimadas. Sozinho em uma sala ela só conseguia pensar em uma pessoa: Kate.
_Como está senhor Castle? Willian perguntou.
_Vá para o inferno.
_Pensei que já havíamos passado dessa parte. O senador faz um sinal dispensando seu capanga, ele curva-se na frente do escritor e sorri diabólico. Está com dor?
_Por que não me mata de uma vez?
_E qual seria a graça disso tudo senhor Castle? Ela saberia que você estaria morto e me caçaria até os fins do tempo, e com aquele arquivo em mãos, não é melhor do meu jeito.
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Nos vemos na sexta? Pode ser né gente, pela primeira vez tenho muito trabalho da escola para fazer. Beijos nina's!