Witch.

1 No magic.


Notas iniciais
A última estória! Ufa!
Vão ler!

“Venham, ouçam essa triste história.

Não se esqueçam de preparar o lenço.

Em algum lugar, parece que havia uma bruxa

E parece que ela se apaixonou por um príncipe.

Vamos esquecer-nos da mágica que para o tempo

Agora é tempo de felicidade.”

No século de caça as bruxas, um sacerdote muito bonito chamado: Lúcifer. O sacerdote, ditando a palavra de Deus até que percebe um de seus novos integrantes da igreja. Um homem que parecia ser um tanto mais velho, porém continuava esbelto e seus fios ainda loiros e seus olhos um tom azul meio verde ou verde meio azul, o sacerdote não sabia muito bem dizer, mas o homem era muito bonito.

As pessoas ao redor pareceram desconfiar do loiro, mas se o sacerdote disse que aquele homem era confiável então ele é confiável. As pessoas idolatravam Lúcifer. Em certo dia, o loiro caminhava sob os muros da igreja até que um chapéu pousou em seus pés.

Lúcifer pegou o chapéu e olhou ao redor para ver de quem era e percebeu o novo integrante que lhe chamou tanta atenção. O sacerdote foi até o loiro.

- Desculpe, esse chapéu seria seu? – Perguntou –

O loiro olhou para o sacerdote e o mesmo finalmente pode perceber quais são as cores de tais olhos tão misteriosos, um verde azulado – Sim, eu já estava desistindo de procura-lo. – Disse o loiro com um sotaque britânico –

Luci devolveu o chapéu e logo pergunta – Desculpe meu interesse, mas, qual é seu nome? – Lúcifer não era educado assim, ele estava mais para rebelde revoltado, mas, alguma coisa naquele homem tão misterioso fez o sacerdote ficar gentil como uma pétala –

- Balthazar, meu nome é Balthazar Roché. – Respondeu –

- O meu é Lúcifer Pellegrino. –

Tão belos quanto uma rosa juntos, uma das servas de Deus estava a observa aquela cena tão pecaminosa, a mulher tinha um nome: Lilith, uma loira muito bonita e sensual que desde sempre era louca pelo loiro de olhos azuis.

Lilith já estava há muito tempo na igreja, sempre ao lado de Lúcifer, mas o mesmo nunca lhe dará tal atenção que estava dando a Balthazar que parecia está realmente interessado no mesmo.

A mulher se controlou e foi até o altar e orou, enquanto isso Lúcifer já estava combinando um encontro secreto com Balthazar que aceitou com gosto. Eles fizeram isso até a loira não suportar mais.

“Abraçada pela cruz, eu olho para o céu

PENITENZIACITE! (Arrepende-se!)

As vozes das nossas orações já abafadas

OPUS TRANSIT NI OTIUM (Dedicação reduzida a nada).

Se você chama esse amor de bruxaria

PENITENZIACITE! (Arrepende-se!)

Então acenda as chamas do ódio.

LA MORTZ EST SUPER NOS! (A morte está pesando sobre nós!)”

Ela, sob a inveja, chegou até o sacerdote Lúcifer com um cartaz de procurado e o avisou:

- Meu senhor! O tal de Balthazar não é quem tu pensas! –

- O que quer dizer com isso? – Lúcifer disse com arrogância, pois ele não gosta de quem falasse mal de Balthazar –

Lilith entregou o cartaz e disse – Ele é um bruxo! – Afirmou –

Não tinha como negar, os cartazes colocados como procurados pelo governo tinham um carimbo oficial e não tinha como copiá-lo, o mundo de Lúcifer desmoronou com aquilo. Logo o sacerdote reuniu todos os guardas para fazer algum plano de captura de Balthazar.

Lúcifer não conseguia supera aquilo, aquele ser tão engraçado e belo ser um bruxo, tinha alguma coisa errada. Mas ninguém lhe deu atenção e logo colocaram o plano em ação.

Lúcifer pediu que Balthazar lhe esperasse após o culto e assim o fez e logo a guarda real o capturou e o levaram para a prisão. Lúcifer estava com o pensamento pesando, ele não sabia como iria encarar o seu amado depois disso.

No dia, a guarda amarrou Balthazar sobre a cruz e o povo o chamando de vários nomes. Lúcifer tinha que aparecer com Lilith para a oração para que depois por fogo na cruz.

- Acho que não consigo fazer isso. – Lúcifer já estava no palco onde o culto iria começar –

- Você tem que fazer! Ele o enganou! – Disse Lilith –

Balthazar parecia péssimo e o mesmo chorava baixo, aquilo não deveria está acontecendo.

- Quais são suas últimas palavras bruxo? – Perguntou Lilith –

Balthazar olhou para ela e respondeu – A BRUXA AQUI É VOCÊ! – Gritou Balthazar – DEUS PODE RECEBER QUALQUER UM EM SEU REINO, MAS VOCÊ IRAR MORRER NAS CHAMAS DO INFERNO! – Gritou mais uma vez em meio de lágrimas que pareciam não querer parar –

Lilith riu nervosa – Vamos começar. – Disse ela com um sorriso diabólico –

Lúcifer estava tão confuso, mas ele começou o culto. Durante o culto, aquele que foi chamado de bruxo parecia está um pouco cansado e logo percebe que Lilith estava usando palavras diferentes do culto normal, aquilo era muito estranho. E quando o culto acaba e que o próprio Lúcifer iria colocar fogo, asas marrons com branco surgiram nas costas de Balthazar e as cordas que o prendia logo sumiram e ele voou longe.

“Um anjo...” pensou Lúcifer. Lilith pareceu furiosa, mas o povo que viu que era um anjo e não um bruxo, acusaram a mesma de ser herege, ela parecia pedir ajuda para Lúcifer, porém o mesmo estava muito preocupado com Balthazar, ele se perguntava se algum dia iria vê-lo novamente.

Balthazar deixou uma pena cair no chão e Lúcifer pegou-a e ficou para se.

“Venham, não esqueçam as chamas da justiça.

E parece que ela havia enganado o príncipe.

Para aqueles capturados pela sua magia, os tempos felizes acabaram.

Amarrada na cruz, um demônio te chama.

Antes de gritar um feitiço maligno, ‘Virtude que vira vicio!’

As vozes das nossas orações já abafadas.

Se você chama esse amor de bruxaria

NUNC CUNCTA RERUN DEBITA! (Agora de uma vez por todas!)

Então acenda as chamas do ódio.

EXORBITANT A SEMITA! (Se perdeu do caminho e ficou louca!)

Este sol vermelho queimando quase como as chamas, não se esqueça das suas lágrimas amargas.”

Notas finais
Essa Lilith...
Espero que tenham gostado!
Até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!