Notas iniciais
Perdão pela demora
Olá novamente! Espero que goste!
Perguntas nas notas finais. Estejam a vontade para perguntar qualquer coisa aos personagens principais

31 de agosto, 2166

Deixei-me cair sentado no pequeno banco com cobertura de borracha da academia subterrânea, no colégio militar, sentindo o chão de tatame emborrachado sugar os pingos de suor que escorriam do meu corpo. Eu havia retirado a camisa antes de começar, tendo em mente que não valia a pena deixar a mesma totalmente encharcada de líquido, a calça que eu vestia no momento era larga e tinha um tecido grosso, semelhante a calças de treinamento de artes marciais, com exceção de que a minha era verde, e cheia de bolsos. Toquei o tórax com os meus punhos enfaixados, notando que as faixas de curativo que envolviam desde a metade do meu antebraço até os ossos do punho que são usados para socar, estavam tão encharcadas quanto a minha camisa, se eu ainda a vestisse.

Ah! Uma coisa a ser explicada, antes de começar. Lembrei-me disto assim que olhei para o estado atual do meu corpo: Não, eu não faço nenhum tipo de depilação, ou coisa do gênero. Creio que, na época em que você pode estar lendo este relato, tal prática ainda poderia ser necessária, mas, com o tempo, segundo o curso natural da evolução, a presença de pelos no corpo humano se torna dispensável, portanto, o último humano que teve pelos em alguma área do corpo morreu há vinte anos. Nenhum humano contemporâneo possui pelos em qualquer parte do corpo, com exceção do cabelo. Este cresce muito mais devagar, quando comparado ao passado, e, tal fato acaba gerando algumas alterações no comportamento antigo. Um exemplo? O fato do cabelo não ser raspado assim que você ingressa como um militar é uma destas alterações. Não me entendam mal, eu disse que o cabelo cresce mais devagar, não significa que temos menos cabelo.

Continuando.

Aquela grande academia estava totalmente vazia, por incrível que pareça. Eu havia entrado aqui hoje mais cedo, cheirando mais uma vez o incrível fedor que aquele lugar exalava, enquanto me preparava para mais umas séries de soco rápidas no saco, somente para aquecer. Enfaixei a minha mão para evitar algum ferimento desnecessário e para conter o sangramento, se este, por ventura, ocorresse e comecei a distribuir as séries que eu praticava normalmente em casa. “Droga” Pensei, um tanto frustrado “O saco é macio demais”. Geralmente, em minha casa, eu costumava distribuir os golpes rápidos e certeiros em uma superfície mais dura, como a parede, ou uma rocha grande, mas, como não posso golpear as paredes às duas horas da manhã, teria de me contentar com aquele alvo.

Na verdade eu não estou aqui para narrar o que eu fiz no dia de hoje. Eu não estava nem um pouco a fim de contar os meus dias monótonos naquele lugar, até por que, não teria sentido falar que eu havia treinado socos por seis horas e trinta minutos. Eu separei este tempo para atualizar os leitores sobre o que havia acontecido no passado. Então, enquanto estou aqui, sentado no banco de borracha, às oito e meia da manhã, vou começar a contar algumas coisas úteis.

Haviam passado dez dias desde que o teste foi aplicado. Tudo havia sido muito fácil, e, com certeza, eu passei. Alyssia e Douglas passaram em seus respectivos exames, e agora estão em um curso preparatório de quarenta e cinco dias. Eu não os vi em nenhuma ocasião, desde o dia do exame. “Lúcio, o que aconteceu com você depois de aquele homem te chamar pra conversar?” Já vou chegar aí.

O que aconteceu foi:

=/-/=

No início da terceira rodada, como vocês sabem, o instrutor me conduziu para fora da quadra de treinamento, dizendo que queria falar comigo. Ele me guiou para dentro do grande estabelecimento e me convidou para descer até o sétimo subsolo, ainda seguindo o pretexto de conversar com um “Amigo”. Assim que entramos na única porta que nos levava ao interior do local, passamos por uma sala que deveria ser um corredor, mas era extensa e larga o suficiente para atender a outros propósitos. Ao continuar andando em frente, a atravessar o corredor em seu comprimento mais curto, chegamos logo a uma porta um tanto grande, que se abriu automaticamente.

O ambiente do hall de elevador era um pouco mais diferenciado do que achei que seria. Uma sala, também grande se revelava atrás da porta, deixando sua decoração tipicamente militar totalmente a mostra. A sala era bonita, de certa forma, mas, o que foi um pouco mais surpreendente foi a imagem das duas entradas para os elevadores principais do famoso local. Suas portas eram perfeitamente prateadas, tanto que, o brilho do reflexo da luminária no teto podia facilmente ofuscar um olhar desavisado.

Paramos na frente do elevador da esquerda, vendo a porta se abrir assim que nos aproximamos. Meu guia entrou primeiro, e apertou o botão que indicava o sétimo piso subterrâneo. “Sétimo?” Pensei naquele momento “Geralmente os cadetes e oficiais de baixo nível só tem acesso até o terceiro”. A porta se fechou e desceu rapidamente para o local desejado. Foi revelado um extenso corredor, cujas paredes eram pintadas de verde claro, o chão e o teto eram completamente brancos. Várias portas se repetiam ao longo do local, todas tinham placas de identificação que revelavam o nome do proprietário. Deduzi que aquele local era o reservado para os aposentos particulares dos oficiais superiores.

Andamos por muito tempo por aquele corredor, apenas vendo as portas que se repetiam de forma profundamente irritante. Finalmente, chegamos ao fim daquela tortura. Uma porta à nossa frente demarcava o fim do corredor. Pensei que teríamos mais algum corredor para percorrer, mas, felizmente, do outro lado se encontrava uma sala que nos levava a três saídas diferentes: Uma à esquerda, outra à direita e, por último, uma à nossa frente. Continuamos andando em frente, rumando a saída frontal, no entanto, meu instrutor pediu para que esperasse ali “Alguém vai nos indicar, quando a nossa entrada for permitida” Foi o que disse. Na verdade, ficamos parados por pouco tempo. Uma voz masculina grave lá dentro indicou que deveríamos entrar.

O salão era do tipo que se usava para fazer reuniões importantes. Uma grande mesa central feita de madeira ocupava quase todo o espaço interno, deixando apenas lugar para as cadeiras e uma pequena porta lateral. As paredes eram pintadas de uma cor bege, o chão era de madeira e o teto, marrom. Três pessoas de aparência importante olharam diretamente para mim, sentadas nas três cadeiras mais próximas de nós.

-Erugan, certo? – Perguntou o homem

Eu levantei o olhar para ele, tentando me mostrar um pouco amistoso, no entanto, tudo o que consegui foi falar um “Sim” sussurrante e um pouco ameaçador.

-Muito bem – Começou, erguendo um pouco a sua voz – Temos que conversar sobre um assunto importante. Este assunto pode comprometer, negativa ou positivamente, em sua carreira militar, está certo que quer seguir em frente e tentar ingressar neste local?

Novamente, eu não respondi como deveria. Tudo o que saiu de minha boca foi um “Humpf”

-Certo... – Falou ele, novamente – À propósito, eu sou o diretor-chefe do local. Major-de-Infantaria Jakeins Helmet, O Defensor – Exibiu sua vasta coleção de títulos relativamente impressionantes.

Suponho que esta afirmação deveria me deixar um tanto intimidado – Claro que isso seria natural – Mas eu não me deixei amedrontar. Aquele título era importante, mas não seria por isso que eu me curvaria obedientemente perante ele.

-Muito prazer – Consegui falar – Sou o, nada, deste local. Cadete Lúcio Erugan, O sem-título – Concluí de forma extremamente boba e irritante, tentando desesperadamente demonstrar algum bom-humor. Tudo bem, eu sou um pouco ríspido, mas não é justificativa para eu ser mal educado. Entretanto eu continuei com os braços cruzados, e uma expressão sombria ainda pairava em meus olhos.

-Muito bem, cadete Erugan – Ele se permitiu um sorriso amistoso, devolvendo calorosamente a minha tentativa de iniciar uma conversa – Estes dois são os meus auxiliares, o Capitão Urton Hanker e o Tenente de 1ª qualificação Walzer Velasco.

Devo dizer, achei que o primeiro contato com o diretor-chefe do local foi um tanto informal demais. Definitivamente, não era comum apertar a mão de um Major-de-Infantaria, enquanto conversava sobre nada importante.

-Já imagino o que pode estar pensando – Comentou ele, com um sorriso alegre e caloroso, totalmente inapropriado para uma pessoa com o seu título – Vamos direto ao assunto: Lúcio, você conseguiu obter um recorde invejável, quando falamos sobre a qualidade de seu teste de nivelamento. A sua pontuação foi tão grande que, se fossemos avalia-lo normalmente, seria suficiente para lhe ganhar todos os títulos e patentes conhecidos. Ninguém conseguiu dizimar aquela quantidade de soldados em menos de dez minutos. Este tipo de capacidade é sobre-humana, o que você fez exatamente, para chegar a tal nível.

Senti um olhar desconfiado vindo dos três que estavam me interrogando naquele momento. Eu dirigi meu olhar firme para todos, antes de responder:

-Treino e prática – Falei, simplesmente.

Meu interrogador mudou de expressão. Agora seu rosto indicava que ele não havia acreditado em minha afirmação anterior, mas ele continuou falando.

-Nós não podemos deixar uma pessoa sem prática comandar todos os nossos exércitos, por mais que esta pessoa seja muito boa nisto. Precisamos de uma garantia de que você é realmente digno deste direito.

Ele olhou para mim por um momento, para ver se eu estava prestando realmente a atenção. Eu presto a atenção em tudo.

-Então decidimos fazer uma coisa melhor – Continuou ele, depois daquela pausa – Se você concordar será feito o seguinte: Sabemos que, por melhor que você seja em nossos testes, falta-lhe experiência, portanto lhe proporcionaremos uma missão de sua escolha, dentro do nosso banco de dados. Terá a chance para montar uma equipe, escolher o arsenal, tempo para preparativo e terá também autoridade total sobre o estabelecimento. O real propósito da missão é apenas provar que es tão bom quanto pensamos. Aceita?

-Sim – Murmurei entre os dentes, já imaginando a opção que eu escolheria – Todavia, preciso de um tempo antes de começá-la efetivamente.

-Quanto tempo?

-Quarenta e sete dias

-Não acha muito? – Indagou, desconfiado – Acho que este tempo é um pouco grande demais para formar uma equipe.

-Não quando a sua equipe ainda não se formou – Retruquei

Ele olhou para mim com um olhar um tanto incrédulo. Certamente não era normal escolher calouros para uma missão, principalmente os recém-formados, mas eu podia garantir que a qualidade das pessoas que vou recrutar era maior que a grande maioria dos alistados.

-Deduzo então que vou ter de receber algum título, antes de sair deste local – Afirmei, esperando a sua confirmação.

-Geralmente sou eu o encarregado para dar títulos à oficiais, mas creio que, neste caso, eu não possa lhe dar um título. Teoricamente, você é meu oficial superior.

Ele deu uma longa pausa em sua fala, como se estivesse pensando em alguma lembrança distante, olhou para mim e continuou:

-Então, na falta de um título apropriado para você, lhe daremos a honra de ser o próximo WindWalker. Assim como o seu pai, você tem um grande futuro.

Não pude deixar de sentir uma pequena satisfação percorrer o meu corpo, fazendo-me sorrir. Por dentro. Por fora, permanecia inexpressivo e frio. Finalmente estou sendo recompensado por todos os meus dias de investimento físico e mental.

“Parabéns, novo WindWalker. Está um passo mais a frente, em direção ao seu objetivo” Sussurrou aquela voz, em tom mais ríspido que o meu, provocando uma tenção repentina nos meus músculos. “Não se preocupe, não vou atrapalhar o seu momento de prazer.” Terminou o se pronunciamento com um pequeno e estranho ar de carinho, deixando-me livre novamente. Tomara que, desta vez, ela vá para sempre.

O oficial pegou um pequeno estojo azul, trouxe-o para minha frente, e o abriu, exibindo seu interior ricamente acolchoado, e uma medalha prateada, esta considerada de extrema importância: Seu formato era idêntico a de uma rosa dos ventos, com um círculo em seu centro. No centro da forma circular a sigla W.W. estava gravada com letras retas e firmes, completando assim o emblema mais famoso e cobiçado da aeronáutica, somente os oito WindWalkers a usaram.

=/-/=

Foi basicamente isto o que aconteceu. Eu ainda estou devendo a escolha da missão para ele, mas já sei qual vou escolher. No entanto, não vale a pena ficar comentando isto agora. Apenas vou continuar treinando.

Voltei a levantar, fazendo o tatame emitir um barulho agudo irritante, causado por meu suor e a fricção dos meus pés, e continuei a socar a superfície macia do saco de pancadas, sempre me concentrando para aumentar a velocidade, a força e a precisão dos meus golpes.

-Olá, mestre Lúcio. – Ouvi uma voz amigável, com um tom inconfundível de brincadeira, ressoar atrás de mim, chamando a minha atenção.

Voltei o meu olhar para trás e encontrei o meu amigo se curvando de forma desajeitada. Trajava uma farda básica, para cadetes: Uma camisa sem mangas branca e uma calça semelhante a minha. Ele estava claramente brincando, quando me dirigiu a palavra, como um “Mestre”. Comecei a exibir uma expressão interrogativa, acompanhando ele se levantar e me encarar diretamente.

-Olá, Douglas – Falei, enquanto verificava se nós estávamos realmente a sós. Definitivamente não gostava de demonstrar algum divertimento com a cena se tivéssemos companhia – Achei que você estivesse em treinamento preparatório.

-Estou. Na verdade, hoje é o dia em que todas as três turmas do curso se juntam para praticar, pela primeira vez, nesta extensa academia. Esta cessão de treinamento começa às nove da manhã. Provavelmente os outros vão começar a chegar logo

Aproximei-me dele e apertei a sua mão, num gesto amigável. Ele estava um pouco sorridente e disposto, provavelmente estava dando duro para passar com a sua melhor pontuação. Não conte para o Douglas, mas ele é muito bom em combates corpo-a-corpo, tem uma excelente condição física e sabe ser inteligente, quando quer. Se tem uma pessoa que dispõe de muitas chances para se tornar um ótimo fuzileiro da marinha, esta pessoa é ele.

-Quer aquecer um pouco comigo? – Ofereci, enquanto olhava em volta mais uma vez – Você sabe que, quando começar a aparecer gente por aqui, eu vou sair imediatamente. Se quiser, melhor começarmos logo.

-Hoje, que estou de bom-humor, vou me rebaixar ao seu ritmo – Falou enquanto sorria de um jeito brincalhão – E treinar um pouco com você. Só não me atrase

Soltei um pequeno sorriso vingativo e comecei, junto a ele, um aquecimento rápido.


Notas finais
1ª-Pergunta de Snarkii:
"Alyssia, seus pais são feitos de tomate?"
A - Ahn? Meus pais? Suponho que esteja falando sobre o fato de eu estar sempre vermelha... Bem, eu não estou sempre vermelha. Você só viu partes de minha vida em que eu estive com o Lúcio e o Douglas, eles me deixam vermelha frequentemente. Cada um de seu jeito.
2ª-Pergunta de Hurricane
"Alyss, posso te chamar assim? Tipo... não que eu seja tão íntimo de você ou coisa parecida, mais antes de começar a chamar alguém por um nome, tenho que perguntar se a pessoa aceita ser chamada assim. Então, eu fico pensando, por tudo que eu ''ouvi falar'' sobre você, eu achei você uma pessoa interessante. Acho que uma pessoa que pula pra cima de uma assassino deve ser no mínimo interessante. Então, quais são seus hobbies além de ficar sonhando com o Lúcio, e ficar socando o estomago de assasinos? se já foi comentado eu não me lembro, por que de algma forma, de 4 coisas que me falam, eu não entendo 5 porque uma surge misteriosamente na minha cabeça."
A - Fique a vontade para me chamar desta forma, já não me incomodo mais, hah hah
Meus hobbies? Bem...
Deixe-me listar para você:
-Ficar com o Lúcio é o meu hobbie preferido. Na verdade, eu faço poucas coisas além disto. Gosto de treinar com ele e com o Douglas.
-Estar com meu irmão. Este é o meu segundo melhor hobbie
-Gosto de estudar medicina, principalmente quando relacionada com os primeiros socorros. Adoro ler e pôr em prática o que aprendi, principalmente porquê o Lúcio sempre me ajuda.
-Além disto, gosto de ler e escrever um pouco.
3ª-Pergunta do Hurricane
"Douglas,sua rivalidade torna sua amizade com o Lúcio uma coisa mais interessante.Então, você realmente não consegue ser melhor que ele em nada?Cara, se alguém te chama de ''Doug'' isso te irrita?(eu me irritaria com isso)"
D - Quem te disse que eu não consigo superar ele em nada? Desde que ele não use aquelas malditas próteses, ou alguma habilidade que não tem diretamente nada a ver, já consegui vencê-lo algumas vezes, quando praticamos alguma luta juntos, principalmente quando esta luta envolve lâminas. "Doug"? Gostei! Não me irrito de forma nenhuma. Peço sua permissão para usar este apelido. Posso?
4ª-Pergunta de Hurricane
"E, por fim, você Luke, como eu perguntei para Alyssia, eu posso te chamar assim?(claro, eu não perguntei para Alyssia se eu poderia chamá-la de Luke)você é tipo, um cara muito... eu não tenho palavras pra te descrever, você é, sim, já sei o termo.Você e, realmente interessante.Me conte, qual a velocidade máxima de sua moto? No ano em que estão, já existem ''sabres de luz''? Você se refere à aeronáutica,mais até onde eu vi, se resume a ficar no nosso planeta ainda, então, você não vai fazer algo como ir pro espaço ou coisa parecida? ah, sobre essa vz a sua cabeça. Acho que katsoji Wind tem algo pra te dizer.
Wind:
-Skywalker, como você faz pra conviver com essa maldita voz? essa desgraça não me deixa em paz por um segundo que seja!
Foi mal Lúcio, não creio que você vá saber quem foi ''Luke Skywalker'' por causa do tempo em que você está.Mais o Wind quiz te chamar de Luke."
L - Pode me chamar do que quiser.
Velocidade máxima? Não tenho autorização para dirigir a moto em tal velocidade, mas o máximo que ela alcança, se estiver em uma altitude boa, é 600 Km/h. Minha carteira de habilitação somente me permite alcançar os 200 Km/h.
Sabres de luz? Ah! Está se referindo àquele filme extremamente antigo? Star Wars, se não me engano(Prefiro os filmes antigos). Bem, tecnologia para fazê-los, nós temos, no entanto, o tempo de prática exigido para virar um mestre em tal arma é muito grande. Existem armas mais eficazes.
A aeronáutica do meu presente já realiza expedições espacias, com pouca frequência. Tais missões só são realizadas com extrema necessidade, e não temos uma área muito grande de alcance. O homem só conseguiu chegar até Marte, até hoje. Acho que falarei sobre isso, mais tarde.