Notas iniciais
oi oi oi oi vem dançar kuduro (8) hahahaha só que não
desculpa por desaparecer, andam acontecendo algumas coisas, ando desanimada com tudo e tals, por isso ando meio sem criatividade.
mas véi, cadê vocês comentando??? poxa, fiquei triste, no outro capítulo me dediquei pra caramba e recebi apenas duas reviews, eu sei que vocês podem melhorar isso ai! rs
bom, é isso.
boa leitura ♥

POV’s Narrador.

A menina ali desmaiou, enquanto olhares curiosos tentavam se aproximar do corpo de Pedro, caído sobre o chão sujo da avenida, Erick logo catou o celular no bolso desesperado e ligou para a ambulância, pegou o celular da menina no bolso da calça e ligou para todos que conseguiu. Após vinte minutos que pareciam ser vinte anos, chegaram Thomas, Bruna, Mariana e Pedro Lucas, e logo a ambulância, a menina Jennifer ainda estava desmaiada, mas com sua tonalidade de pele muito mais branca que o normal, só sabia-se que estava viva pela pouca pulsação do pulso.

Colocaram Pedro em uma maca cheia de aparelhos respiratórios, máscara de oxigênio e assim o colocaram dentro da ambulância levando-o rapidamente ao hospital, Thomas ajudou rapidamente Erick a carregar Jennifer ainda desmaiada até seu carro, Pedro Lucas depois de quase se ajoelhar para Bruna ficar com ele para ligar para o pai da menina e acalmar os ajudante da casa do seu Roberto (pai de Jenni) e pegar os documentos de Jennifer, ela aceitou ainda chorando muito, Mariana como estava grávida parecia que ia ter o filho antes mesmo de completar seu quarto mês de gestação, chorava muito e decidiu ficar atrás com Jennifer, já que Thomas iria dirigindo e Erick no banco de carona, acompanharia a ambulância e assim foram.

Pedro Lucas entrou rapidamente dentro da grande casa do Sr. Roberto e avisou Bruna para tentar se acalmar e não passar mais angústia do que os próprios irão receber, ele tentava mostrar que estava calma, mas por dentro estava sofrendo tanto quanto Bruna é a vida do amigo dele que está em jogo, após chamá-los, todos se encontrava na cozinha, Dona Cida com a mão no coração após Bruna conseguir terminar de explicar, pegou no telefone localizado na parede, discou alguns números e pela voz chorosa e cuidadosa ao falar deduziram estar falando com o Roberto. Todos estavam imobilizados com a notícia, Pedro Lucas pegou a mão de Bruna que ainda não acreditava que aquilo tudo estava acontecendo e decidiram ir para o hospital, mas antes escreveu em um pedaço de papel o endereço do mesmo e partiram.

Chegaram ao hospital e com todo o cuidado os enfermeiros tiraram Pedro da ambulância e o colocaram na maca especial do hospital e correram para a sala de cirurgia. O corte em sua cabeça era realmente preocupante para os médicos que assim disse para os seus amigos que chegaram logo atrás e após outro médico levar Jennifer para sua sala e dar á ela alguns calmantes, pois sua pressão estava muito baixa e o sangue havia perdido completamente todo o açúcar.

Thomas, Mariana e Erick estavam na sala de espera, realmente tentador, aquilo tudo branco, algumas vozes no fundo do corredor, mas nada há mais que isso, e o típico irritante barulho tic-tac do relógio. Mariana havia se acalmado um pouco, pois o médico havia dito que a menina estava bem e logo ia acordar, e Erick suspirou completamente aliviado, Thomas era o mais sentido deles, seu rosto era coberto por suas mãos grandes, nas suas costas se encontrava o braço de Mariana que também havia encostado sua cabeça no ombro do namorado, tentando consolá-lo. Dona Leni chegou correndo rapidamente completamente atordoada, chegou perto dos demais e Thomas a olhou e apenas a abraçou, a mesma retribuiu o abraço com lágrimas nos olhos, ela o olhava como se ele fosse apenas uma criança que conhecera há alguns anos atrás, ela sentou-se ao lado de Mariana ainda aflita e tremendo esperando que alguém saísse daquela sala e desse alguma notícia do seu pequeno filho.

Logo Roberto chegou e exigiu ver a filha.

POV’s Jennifer

Acordei em uma sala completamente branca, não sei o que aconteceu, nem o que se passou, com os minutos que fiquei naquela maldita sala, fui me recordando do que havia se passado, o acidente do Pedro, o quase beijo no Erick, minhas vistas ficaram sóbrias e depois devo ter desmaiado.

Tentei me levantar da cama, mais quando olhei pro chão quase caí, ainda estava muito fraca e havia uma seringa em minha veia, a única opção é ficar deitada e olhar pras paredes, mas as lembranças de tudo, dos meus momentos com o Pedro, a traição com as fotos e os vídeos, e de quando ele me viu com o Erick na minha própria cama quase transando, minhas lágrimas não me deixaram em paz, comecei a chorar e perceber o quanto fui idiota, eu que deveria estar no lugar do Pedro, eu poderia ter impedido aquele acidente, mas não, sou uma inútil.

Ouvi batidas fracas na porta, enxuguei as lágrimas rapidamente.

- Jenni? – era meu pai

- Pai!! – ele me abraçou fortemente

Consigo seus olhos estava muito vermelho, ele havia chorado.

- pai, eu to me sentindo tão culpada, eu não quero mais esse sentimento dentro de mim. – disse entre soluços

- minha filha, não se culpe, a culpa não é sua por descuido dele não olhar para os dois lados. – ele disse me abraçando forte

Eu chorando descontroladamente em seus braços, não sabia o que fazer, ou o que poderia diminuir minha dor, eu não tinha notícia do Pedro desde a hora do acidente, não sei se ele está bem, ou com risco de vida.

Batidas na porta fizeram com que eu secasse rapidamente minhas lágrimas e com um “entre” do meu pai, ali surgiu um homem com cabelos grisalhos, com olhos azuis, alto, digamos assim, um coroa charmoso.

- senhorita Jennifer Williams? – ele se dirigiu á mim

- sim, eu mesma.

- como está?

- estou bem, tirando a tristeza e a dor no coração.

Ele suspirou forte e me olhou com um olhar preocupante.

- o que houve doutor? Aconteceu alguma coisa com o Pedro?

- é..

- é o que doutor? Por favor, me diga, não faça mistérios. – meu coração acelerava demais a cada segundo que se passava naquela sala extremamente branca e aquele silêncio angustiante

- o Pedro, ele sofreu um traumatismo craniano. – ele disse assim, rápido e direto.

Aquilo caiu como uma bomba, meu coração já não acelerava mais, minha respiração começou a diminuir, á única coisa que eu sentia era o gosto das lágrimas salgadas caindo sobre meu rosto.

Isso não deveria estar acontecendo, não mesmo.

Comecei a chorar mais desesperada ainda.

Eu não posso perder o meu Pedro, não posso.

Notas finais
gostaram?
me desculpem pelo capítulo triste, como eu disse lá em cima eu não to passando por boas coisas nesse momento, mas vocês não tem nada a ver com isso, então...
quero reviews para continuar, e juro que no outro eu melhoro cem por cento.
beijos ♥
@pqpnicole