Notas iniciais
Olá amores, lembrando que esse capitulo vai ter um pouco de violência, corram pra ver o que vai acontecer com a Aria :O

Descemos do carro, e ouvi um barulho de tiro vindo de dentro do local, eu já estava fervendo de medo, não podia colocá-la em tanto perigo.

– Aria, por favor, volta pro carro.

– Como? Eu vim até aqui, não vou te deixar só.

– Amor...

– Ezra, olha pra mim — Ela disse e segurou meu rosto em sua direção — Eu sei me virar, amor. Vai ficar tudo bem.

Agora ela iria descobrir como tinha sido minha vida aquele tempo todo, eu já devia ter contado, mas eu vivia assim, e ainda vivo. A moto daquele dia não era de primo nenhum, é minha moto de trabalho, e eu estava no beco, pois tinha acabado de comprar munição, só não sabia como ela iria reagir ao saber que eu sou metido com isso.

– Aria... — Precisava ser agora.

– Oi? — Comecei a contar tudo desde de o início de uma forma rápida e resumida, só via os olhos dela se arregalando a cada palavra. No final ela apenas me abraçou — Amor, tudo bem. Eu não ligo, agora vamos — Ela disse, e me deu um selinho.

– Aria.

– Amor, o que foi? — Ela disse impaciente. Tirei uma arma da cintura e entreguei pra ela.

– Sabe usar?

– Mais ou menos — Ela destravou e atirou pra um árvore perto — É assim? — Ela disse sorrindo

– Onde você aprendeu isso? — Eu disse e beijei ela

– Segredo — Ela disse rindo

''VOCÊ VAI RESPONDER OU PRECISO ESTOURAR SEUS MIOLOS?''

Ouvimos alguém gritando lá dentro, o plano era tirar Fred de dentro, e ir embora, mas íamos ter problema maiores. Aria entrou e me chamou, estávamos escondidos atrás do balcão do bar, e vimos que Fred estava amarrado eu uma cadeira e tinha um cara e mais 4 capangas apontando armas pra ele.

''Olha aqui, eu vou te perguntar mais uma vez, onde ta o Marco?''

''EU NÃO SEI, EU NÃO VEJO O MARCO FAZ 9 MESES''

''MENTE PRA MIM VAI SEU FILHO DA PUTA, FALA OU VOCÊ NUNCA VAI TER FILHOS'' O homem alto apontou a arma para o pênis de Fred.

''Cara, vai com calma. A ultima vez que o vi ele disse que iria pro México''

Aria levantou e atirou da cabeça e em seguida no pênis do homem, que caiu no chão, os capangas e Fred se assustaram e não sabiam de onde tinha vindo o tiro, eu levantei atirei em 2 capangas, mas 2 nos viram.

''Ali!'' Um deles gritou, enquanto o outro puxou Aria por cima do balcão

''Vem cá, sua puta'' Atirei na cabeça dele sem dó nem piedade, o outro correu pra segurar Aria como refém, mas ela fez algo que eu nunca a imaginaria fazendo, e acabou derrubando ele com um chute na goela. A deixa pra que atirasse em sua cabeça. Desamarramos Fred, e corremos pro carro. Eu olhei pra Aria, e ela estava chorando, eu queria abraçá-la e dizer que passou, mas eu tinha que dirigir pra o mais longe daquele lugar, gritei pra que Fred dirigisse, e puxei Aria pro banco de trás, ela se apoiou no meu peito e eu a abracei, ela estava quente, e sua respiração ofegante, podia ouvir seus batimentos daqui.

1 semana depois, 21:30

ARIA POV

Eu estava sentada no sofá assistindo Instrumentos Mortais, quando minha mãe desceu as escadas todas produzida.

– Ta um gata hein, senhora Tatiana.

– Há, engraçadinha. Eu vou sair, com um amigo.

– Amigos não se beijam. É o tal dono de escola?

– Sim. Sem perguntas, fui. — Ela disse saindo e mandando beijinho

Alguns minutos depois a campainha tocou, atendi e era a pessoa que eu mais queria agora, ele entrou me beijando e fechou a porta com o pé, me encostou na parede e me beijava cada vez mais, levantou um boca minha blusa com as mãos e me alisava a cintura, aquilo estava tão bom.- Awn, Ezra. — Gemi

Ele parou e me deu e me deu 2 selinhos — Cadê sua mãe, amor? — Ele disse olhando em volta.

– Eita, hein. Não sabia que ela não tava? Já imaginou ela ali no sofá vendo essa safadeza? — Eu disse rindo

– Se ela tivesse no sofá você não deixaria eu continuar desde o primeiro segundo, e não teria gemido meu nome. — Ele disse e me deu outro selinho. O puxei até o sofá e sentei com as pernas no seu colo

– Bom, ela saiu, e agora estamos só nós dois e... — Eu disse me fazendo de inocente.

– Não precisa continuar, eu sei o que você quer só ouvindo sua voz manhosa — Ele disse me puxando pro seu colo, voltei a beijá-lo com certa rapidez, ele se levantou me carregando no colo, subimos as escadas e ele me colocou na cama, puxou meu shortinho do baby doll com certa delicadeza, e retirou a blusa, começou fazendo uma trilha de beijou da minha barriga, passando por meus peitos, e demorando um pouco mais lá, me levantou se deitou e me colocou em cima, retirei camisa, e depois me abaixei para tirar a bermuda. Alguns minutos depois já estavámos sem nenhuma peça de roupa.

–------------------------------------------------------------------------------

Acordei com o sol batendo no meu rosto, olhei pro lado e Ezra dormia como um anjo ao meu lado, olhei em baixo do lençol e eu estava nua, precisa de uma roupa, peguei a camisa de Ezra que estava mais perto e vesti. Acordei ele para tomar café.

– Amorzinho. — dei um selinho nele — acorda bebê

– ai que delicia acorda assim — ele disse com uma voz manhosa e com sono — oi minha princesinha — ele disse me beijando

– amor, veste um calção e vamos tomar café

– tudo bem, pega aquele calção que eu deixei aqui sexta.

– eu já peguei, toma

Ele vestiu rápido, e se levantou, fomos andando até a cozinha e eu segurava sua cintura, abraçava e beijava seu pescoço, ele virou e me beijou várias vezes, eu o amava cada vez mais.

– Ai eu não consigo parar de te beijar meu amor — ele disse me beijando de novo, com mais vontade

– Ezra — gemi seu nome

– CAHAN — minha mãe tossiu

Nos soltamos na mesmo hora, ela estava sentada na mesa do café, eu não podia acreditar.

– Bom dia, mãe. — Disse sorrindo

– Meninos, eu sei que vocês se amam, e não me importo de ouvir vocês transando a madrugada toda, mas vamos com calma, ok. — Ele disse séria, mas na mesma hora eu e Ezra no matamos de rir.

– Ok, tudo bem. — Eu disse, e eu estava apertando a bunda de Ezra por trás de nossos corpos, e ele mordia o lábio.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.