Wild Passion

11 Não precisamos saber pra onde vamos. Nós só precisamos ir.


Notas iniciais
BOOOOOOOOOOOOOOOOOM DIA BRAAAAAAAAAAASIL! Hoje é o dia de TWITTICAM COM A ESCRITORA MAIS LACRADORA DO MUNDOOOOOOOOOOOOO! SIM, ESTOU ME AUTO-BAJULANDO! HOJE AS 21:00 HORAS NO HORARIO DE BRASILIA VAI TER TWITTICAM!! Fique atento ao horario, e NAO PERCAM A OPORTUNIDADE DE ME FAZER PERGUNTAS! Irei responder todaaaaaaaaaaaaas as duvidas sobre as fanfics e consequentemente dar muitoooos spoilers... pq sou boca solta MESMO! Entao, pegue seu caderninho, pegue sua caneta e comece a anotar as suas duvidas! Leia este cap com atençao pq ja soltei um MEGA spoiler nele. QUERO AS MELHORES PERGUNTAS HOJE NA TWITT! PQ EU SEI Q VCS SAO POHAS LOUCAS, SAFADAS NO MUNDO E VAO FAZER AS PERGUNTAS CERTAS, NO PONTO CERTO! E VAO DESCOBRIR AS COISAS CERTAS! AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO VCS MEUS AMORES, ADORARIA INTERAGIR COM TODAS HOJE!! ENTAO VEM FALAR COMIGO! BEIJOOOOOOOOOS NOS TOINS E APROVEITEM O CAP! Ps: Dani e Caroline, mesmo que eu colocasse as palavras mais lindas do mundo que vem na minha mente, ainda sim eu nao estaria sendo justa e retribuindo tanto carinho q li nas suas recomendaçoes. Eu chorei por minutos, me senti tao grata, tao feliz, tao, tao escritora... Nao ha nada nesta vida que um dia va me fazer esquecer de vcs, e isso, eu posso jurar. CONSEGUIRAM ME FAZE FICAR SEM CAPS LOCK NUMA FRASE INTEIRA! TA VENDO O TAMANHO DO MEU AMOR? EU AMO VCS DUAS DEMAIS, PQP, Q RECOMENDAçOES PERFEITAS, QUE CONEXAO, AI QUE TUDO, AI QUE MARAVILHAAAAAAAAAAAAAAAAA, AI QUE DELICIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA *OOOOOOOOOOOOOO*

Pov Alan

– Pai... –

Ele estava virado de costas, tenso, esperando no seu escritório.

– Sente-se Alan. –

O obedeci e sentei-me calado, com receio do que estava por vir.

– Antes de qualquer coisa, quero que saiba que EU NÃO SOU IDIOTA! – meu pai virou-se de vez batendo na mesa. E eu, um homem grande, fechei os olhos com medo e tremi.

– Não entendo pai... – menti.

– CALE A BOCA ALAN! – fiquei quieto enquanto ele andava em volta de mim, sacudindo os braços com raiva.

– Interessante como você veio me perguntar da Karina aquele dia, antes dela sumir, não acha? –

– O que você tem a ver com ela? E PRA ONDE ESSA PUTA FOI?-

– Pai eu não sei de nada... eu só perguntei dela porque era uma amiga de um colega meu que faz faculdade junto, eu me interessei e.. –

– JÁ COMEçOU MENTINDO PRA MIM ALAN! COMO ESSE AMIGO FICOU SABENDO QUE ELA IA PRA LA? PORQUE NÃO DEU TEMPO DE NINGUEM SABER DISSO! –

Eu queria morrer, não sabia mentir pra ele.

– Sabe qual é sua maior sorte? – ele me perguntou bem próximo.

– Não pai. –

– Ser meu filho. – cuspiu a frase, e eu sorri sarcástico.

– Sério? –

– Sim, porque se não fosse já estaria morto por mentir pra mim.-

Segurei uma lagrima que insistia em sair, não entendia porque a opinião daquele crápula ainda importava tanto pra mim.

– Sabe Alan, você tem sorte por sua mãe ser a única vadia que eu assumi.-

– Não entendo.-

– Além de frouxo, burro. – sorriu e se sentou na cadeira alta, que aumentava sua imponência.

– Já comi muitas, engravidei algumas, tive até que matar outras por encherem meu saco pedindo que eu assumisse, mas a sua mãe foi a única esperta. – os olhos de Heideguer brilharam, ele devia ter uma queda muito grande pela minha mãe.

– Ela se parecia com a Karina. E isso é só mais um motivo pra ir atrás dessa garota.-

Precisava urgentemente distrair meu pai daquele assunto, ou ele insistiria de novo em que relação eu tinha com a Karina. Foi então que juntei o útil ao agradável.

– O Pedro vai passar uma temporada na minha casa de novo pai... –

– BOM QUE NEM PISO MEUS PES LA! –

Eu sabia que isso aconteceria se o contasse ( o que era ótimo para esconder a Karina), não entendia que tipo de ódio meu pai tinha por Pedro desde a época que ele morava na minha casa pra se recuperar, era louca aquela sua reação já que os dois nunca nem haviam se encontrado.

– O que esse cretino vai fazer lá agora? Não me diga que.. –

– Sim pai, voltou a fumar crack. – menti, evitando um questionamento maior.

– Bem parecido com o Marcelo... –

– Você chegou a conhecer o pai dele? – me assustei, nem imaginava aquilo.

– Sabia bem pouco, mas sobre a Delma... HAHAHA muito. –

– O que você tá insinuando? –

– Que ela era prostituta na Wild Passion, claro. – meu queixo caiu, A MAE DO PEDRO! NÃO PODIA SER!

– Muito, muito gostosa... –

Não conseguia processar aquilo, então a mãe do Pedro também era prostituta, e ele com certeza não sabia disso.

– Pena que depois de ter o Pedro, não quis mais trabalhar, muita pena, e que fim trágico não?-

– Foi muito traumatizante pra ele os pais terem morrido daquela forma tão cruel. – comentei.

– Porém, necessário. – meu pai respondeu vitorioso com um sorriso estampado.

Pov Pedro

– VAI MAIS RÁPIDO! – pirracei Karina que pedalava o mais rápido que podia, ela faltou parar pra me socar quando disse isso pela terceira vez a perturbando.

A viagem foi rápida até a casa do Alan, e muito distrativa também, não conseguia prestar atenção em nada que não fosse nossos corpos muito perto e minha mão segurando sua cintura. Pena que tinha a mala empata-contato.

– Eu vou te deixar aqui jogado no meio da rua. –

– Aquela casa! – apontei pra um muro enorme que se estendia quase 200 metros de frente, ocupando a rua inteira.

Karina freou na hora, parando exatamente na frente do longo portão. Sua carinha de tristeza pela despedida tão perturbadora com a irmã logo se transformou em espanto total.

– MEU DEUS! –

– Eu sei. – sorri. Ela ainda não tinha visto nada!

Ajeitei a mala nas costas e K veio logo atrás com aquela sacola gigante, eu não entendia pra que toda aquela porcaria, mas mulheres são todas iguais... Toquei a campainha e quem atendeu o interfone foi uma das empregadas:

– Pode entrar! Seu Alan nos avisou da sua chegada. –

Logo depois o grande portão se abriu e Karina foi a primeira a dar uma olhada pra dentro curiosa.

Entramos na parte externa do jardim, haviam milhares de tipos de flores e banquinhos de gesso por toda parte mas Karina saiu correndo em disparada parando na frente de uma espécie bem diferente e quase tomando um escorregão por causa da terra molhada.

– Karina vai com calma! –

–MEU DEUS PEDRO, VOCÊ SABE O QUE é ISSO? – ela me olhou sorridente, e meu coração se encheu de felicidade, estava muito tranquilo agora que via como ela gostou de tudo aquilo, até porque aquele seria o lugar que ficaríamos por bastante tempo até as coisas se resolverem.

– Uma flor vermelha? – dei de ombros.

– IDIOTA! – ela soltou um gritinho estridente.

– Ainda não acredito que abandonei tudo por uma louca que nem você. –

– HAHAHAA. – sorriu debochada e arrancou a flor me entregando.

– Isso é uma tulipa vermelha, é minha favorita, dizem que é a rosa dos amantes. TENTE-SE LEMBRAR E ME DAR UM BUQUE DE TULIPAS! Só uma dica. – me jogou um beijinho, chamando minha atenção para os seus lábios rosa.

Ela era tão infantil, tão feliz em meio ao turbilhão de problemas, tão viva. Ela tinha trago um sopro de alegria que eu nunca tive por toda a minha vida, e agora que já sabia o que era respirar aquele ar que ela me assoprava eu não queria mais respirar outro.

– Acho que você ficaria linda entrando pela igreja com essa tal de tulipa. – joguei a piada e Karina quase cai dura pra trás, corou muito forte e eu sorri do efeito.

– Melhor a gente entrar. – disse rumando pra porta principal meio boba.

Abri a porta e ofereci com as mãos para que ela entrasse primeiro. Ka ficou espantada com o tamanho da sala de estar, seus olhos azuis não se aquietavam, sua boca aberta faltando babar.

– Esse lustre é tão lindo... –

– Depois você fica olhando pro lustre ok? Precisamos ajeitar suas coisas.-

– Aonde eu vou ficar?-

– No meu quarto é claro. – Karina voltou pro estado de coragem igual há um tempo atrás, mas porque aquilo? Já não tínhamos dormido juntos? Qual era a vergonha?

– Mas se você não quiser... – falei um pouquinho ressentido.

– Claro que eu quero. –

Ela deu um sorrisinho de lado e foi o que bastou pra mim arrasta-la casa a dentro, a puxei pela escada em espiral para a ala dos corredores do quarto, enquanto Karina dizia “uau” pra alguns detalhes que já me passavam despercebidos de tanto conhecer aquele local. Cheguei no meu antigo quarto, dois quartos depois do de Alan e abri a porta.

Estava tudo exatamente como eu tinha deixado! Dei um amplo sorriso imaginando o cuidado que meu amigo teve para que tudo continuasse igual.

– PEDRO! QUE LINDO! –

Karina entrou saltitante deixando a sacola em cima da mesinha, ainda com duas fotos minhas e de Alan no Cristo Redentor.

Ela se jogou na cama e eu só avaliava como conseguia ser tão perfeita.

– TAOOOOOO FOFA! –

– E você tá toda suada se esfregando nela né sua porquinha. – fui correndo e dei o maior pulo na cama também, Karina sorria sem parar. A abracei e ela se aconchegou no meu abraço forte.

– Não pensei que fosse ficar tão feliz nessa situação. – fechei os olhos a escutando falar, não importava porque estávamos ali, mas ela estar feliz já bastava.

– É como um sonho morar com você, tenho que admitir, e agora você só vai ficar mais metido. – imaginei sua carinha se contorcendo mesmo não conseguindo enxergá-la.

TOOOOOOOOOOOC, TOOOOOOC, TOC. Alguém bateu na porta e K logo se ajeitou sentando-se, era um inferno aquilo, sempre quando estávamos quietinhos nos... TOOOOOOOOOOC TOOOOC

– PODE ENTRAR! – gritei

Uma mulher com roupas de empregada entrou sorrindo pelo quarto e eu logo a reconheci.

– BETH! – corri e a abracei, aquela mulher era incrível, conversamos horas no tempo que eu passei me reabilitando e ela conhecia bastante de mim.

– OK, OK PODE ME LARGAR! – disse se afastando e olhei pra Karina que olhava a cena ciumenta. Ciúmes de Beth? Por favor!

– Karina não é? – Beth se virou perguntando pra minha namorada que respondeu um pouco rude:

– Sim. –

– O Alan deixou um recado pra vocês dois. –

– Pode dizer Beth! –

– Ele mandou avisar que o quarto da senhorita Karina seria o ultimo, perto da saída dos fundos da casa. –

– O QUE? – o queixo de K caiu, e o meu também.

– Nada disso Beth, ela vai dormir aqui comigo. –

– Seu Alan mandou avisar que seria mais seguro se ela ficasse por la, ele me explicou a situação, eu já sei de toda a historia e concordo que seja melhor... desculpa se estou me intrometen.. –

– Não não Beth, tudo bem. – tratei de acalma-la e Karina veio em minha direção me abraçando e falando no meu ouvido:

– Você não vai me deixar dormir em outro quarto não é Pedro? – disse séria mas manhosa.

– Não começa Karina, é pro seu bem. –

Ela me soltou ficando emburrada e cruzando os braços. Karina estava fazendo birra, será que não entendia que aquilo era realmente muito sério? Era de sua sobrevivência que estávamos falando! Meu plano era dormir sim com ela todas as noites, mas se pelo seu bem não desse, ok, eu não iria morrer.

– Pode desfazer a carranca. –

– Sim, vou desfazer, NO MEU QUARTO! –

Puxou a mala pesada e a sacola saindo de lá batendo os pés, me deixando com a maior cara de tacho na frente de Beth. É, aquela tinha um gênio forte, mas nada do que eu não pudesse controlar.

Pov Karina

A casa de Alan era a coisa mais maravilhosa que eu já tive a oportunidade de ver. O jardim havia me encantado, as flores, a sala principal, os detalhes dos corredores dos quartos... estava totalmente feliz com o ambiente até aquela empregada vir abraçar o meu namorado e dar a noticia que eu era obrigada a dormir em um outro lugar! E o pior, ELE TINHA ACEITADO! E APOIADO AQUILO!

Sai esbarrando a mala pesada em todo canto até chegar no tal ultimo quarto. Abri a porta cansada e olhei para dentro. Aquele era bem mais normal do que o de Pedro, mas havia uma grande cama que parecia bem fofa com um dorsel, janelas por toda parte o que deixava muito luminoso, e o ponto alto: um grande piano de cauda perto de uma das janelas. Comecei a ajeitar minhas roupas e coisas no armário quando percebi uma movimentação do lado de fora, já entrando.

– Acho seu quarto bem mais bonito que o meu. – Pedro disse e eu revirei os olhos.

– Vamos trocar então! – dei língua e ele sorriu vindo mais pra perto.

– Isso é uma ironia sabia? –

– O que é uma ironia? –

– Você ficar nesse quarto... –

– Por que? – estava me sentindo boba, sem entender.

– Passei a maior parte do meu tempo aqui. –

– PEDRO TEM COMO SER ESPECIFICO?- já estava irritada com aquele joguinho.

– O piano, esse era o quarto do piano. – ele sentou-se no banquinho de rodinhas próximo ao piano e começou a girar brincando e sorrindo, seus cabelos desarrumando com o impulso.

– Quer me ouvir tocar? – perguntou parando de rodar.

– An... Desculpa mas essa não é minha vibe, gosto de musica eletrônica. – fui sincera, apesar de nunca ter visto alguém tocar piano na minha frente.

Me arrependi logo depois que vi a carinha de tristeza de Pedro, ele fazia bico inconscientemente quando ficava assim.

– Tudo bem... se não quer... –

– Vou tomar banho que to suada, TCHAU! –

Não estava afim de discutir agora. Então peguei minha toalha e entrei para o banheiro que havia no quarto. Me despi enquanto escutei a porta de fora batendo, Pedro devia ter saído. Abri o boxe transparente e já fui ligando o chuveiro quente. Suspirei profundamente, aquilo era tão delicioso, a sensação da agua sobre o meu corpo cansado depois de tanto pedalar, minhas juntinhas estavam precisando daquele banho, comecei a cantarolar amarrando o cabelo e depois pegando a bucha com o sabão e esfregando aonde conseguia alcançar nas minhas costas.

– Ta difícil? – tomei um susto quando vi a figura de Pedro só de toalha me olhando malicioso.

Eu estava tão relaxada e concentrada no banho que nem tinha notado sua presença. Em quantos segundos ele tinha arranjado aquela toalha e tirado a roupa? Ai meu Deus, ele estava pelado. KARINA VOCE TA MUITO MAIS PELADA QUE ELE! Comecei a me estressar, tudo bem que já tínhamos nos visto nus varias vezes, nos tocado, que fizemos amor de varias maneiras, mas eu ainda era tímida em relação ao meu corpo.

– Não ouviu Ka? Ta difícil pra esfregar as costas? –

Mordi a boca olhando para seu abdômen e braços fortes deliciosamente expostos e respondi, já sabendo no que a resposta incitaria.

– Um pouquinho. – Pedro sorriu abertamente, e foi o que bastou para deixar a toalha cair revelando o longo membro e entrar no boxe do banheiro.

Soltei o ar que prendia e ele percebeu como fiquei tensa quando nossos corpos sem roupa se encontraram bem próximos.

– Pensei que banhos fossem para relaxar. – disse na sua voz mais sexy no meu ouvido, e eu entrei no jogo.

Estendi a mão com a bucha e o sabão e ele os pegou. Virei de costas e empinei bem a bunda enquanto Pedro arfava, eu sabia seu ponto fraco.

– Pode esfregar. –

Calmamente senti sua mão passar o sabão pelo meu bumbum, que safado! Estava tão gostoso seus movimentos lá... mas eu não era fácil.

– Eu disse as costas Pedro. – falei dura, mas sorrindo silenciosa sem ele saber. Ele disse “ chata” e subiu o sabonete para as costas, passando devagar. Fechei meus olhos e mordi forte a boca sentindo a bucha ser esfregue por suas mãos habilidosas. Se sua intenção era me deixar relaxada... o efeito estava sendo totalmente o contrario.

– Já terminei as costas, tem mais alguma parte que meu amor não consegue? –

Me virei pra ele e pude ver seus olhos castanhos brilhando de excitação com aquele jogo, ele olhava todo o meu corpo exposto sem pudor.

– Tenho um pouquinho de dificuldade aqui na perna... – disse manhosa e ele se ajoelhou me dando um susto. Sua boca muito próxima da minha vagina...

Pedro tentou olhar pra cima pra falar, mas só conseguia encarar aquele lugar.

– Aqui? – apontou para minha panturrilha, ainda olhando descaradamente pra minha intimidade.

– Anrram. –

Pê começou a me ensaboar naquele local com o seu melhor sorriso de gogoboy, suas mãos abusavam do meu corpo, subindo e descendo meladas e ensaboadas. Agora ele já subia pela minha coxa e meu coração estava em disparada, quando achei que suas mãos fossem para minha virilha ele me surpreendeu, se levantando e começando a esfregar minha barriga.

– Adoro cuidar de você. – disse beijando meu pescoço, e ensaboando minha barriga que dava pontadas de tesão.

Parei os movimentos da suas mãos o segurando pelo pulso e Pedro parou os seus beijos, me encarando com as sobrancelhas arqueadas. Coloquei suas mãos nos meus seios e tive o prazer de ver seu rosto excitado, em seguida ele começou a massageá-los e eu me derreti, acabei gemendo e Pê adorou, intensificou os movimentos brincando com os meus mamilos entre os seus dedos.

– Pe-pedro – consegui dizer arfando. Agora ele não só me massageava forte, agarrando tudo enquanto as vezes meus peitos escapuliam da sua pegada ensaboada porque ele apertava demais, como ele me chupava nos ombros profundamente.

– Hmmmm... – disse concentrado.

– Será que owwwn, será que você não quer lavar outro lugar? –

– Karina, você vai me deixar louco. – Pedro tirou suas mãos dos meus seios e me surpreendeu começando a esfregar o sabão no seu pênis.

– O que você tá fazendo? – eu não conseguia desgrudar meus olhos daquele negocio lindo e grosso.

– Observe. –

Pedro esfregava rapidamente fazendo barulho com o ritmo forte e mirando bem o membro pra mim, as vezes sorria da minha expressão de choque com sua falta de decência.

– Agora sim estou pronto pra te lavar lá em baixo. – fiquei molhada na hora que ele me contou seus planos, apertei a boca para não gemer e demonstrar que estava totalmente entregue.

– Vira... –

O obedeci colando meu corpo na parede de cerâmica gelada. Pedro chegou por trás de mim, e senti seu pênis se esfregar no meu bumbum, gemi alto e ele sorriu rouco.

– Calma... – ele estava brincando comigo, e adorando.

Senti seu pênis ir entrando devagarzinho pelo meio das minhas pernas e acabei gritando desesperada:

– AONDE VOCE VAI COLOCAR?? –

– Pode ser la atrás? – ele perguntou com jeitinho, implorando.

– Não, lá atrás só domingos e feriados, ANDA LOGO PEDRO! – gemi agonizada.

– Shhhh, já disse pra relaxar... –

Pedro brincava de esfregar seu membro pela minha entrada, e vez o outro pela entrada de trás, ele me provocava tanto com aqueles movimentos que eu estava indo até o limite da loucura.

– Por... por favor Pedro... –

– Relaxa Karina. –

Ele chupava minhas costas e intensificava os movimentos esfregando seu pênis cheio de sabão que deslizava facilmente, foi quando senti ele entrar de vez no local que escolheu. Gritei tentando me agarrar na parede e Pedro apertou meus seios metendo forte na minha vagina.

– ASSIM! – estava quase babando enquanto ele enfiava violentamente todo o seu membro e o tirava em movimentos de vai e vem.

– Ta sentindo ele inteiro? Ta Karina? Ta cachorra? – dizia acido, me dominando e puxando meu cabelo amarrado, metendo sem parar no meu sexo molhado. Sair de mim era fácil, e entrar era mais fácil ainda por conta da sua lubrificação, Pedro abusou disso e me fodia no ritmo máximo.

– Aiiiiinnn... – eu só conseguia gemer, apenas.

Pedro começou a gemer quando consegui dar umas reboladas em meio a loucura que eram seus movimentos.

– Desse jeito... – bateu forte na minha bunda e eu gritei, aquilo iria deixar uma marca. Ele segurava pela minha cintura me ajeitando bem enquanto estocava profundamente, nossos gemidos se misturavam enquanto eu chegava no meu nível critico de excitação.

– Pedro... – ele entendeu e passou a fazer mais devagar, rebolando muito mais, ele rodava 360° dentro de mim, me abrindo inteira. Senti minhas pernas bambas e uma forte chupada no meu pescoço quando o orgasmo veio, gemi baixinho e Pedro começou a gemer baixinho também quando terminei o deixando completamente sujo. E tinha ficado delicioso, tudo muito mais melado e mais fácil, Pedro gemendo baixinho e me arrepiando inteira...

Ele estava prestes a gozar. Pera, ele estava prestes a gozar!

– PEDRO, ACORDA, TIRA! –

Pê só gemia, avulso ao que eu lhe mandava fazer. Tentei sair do apertado, ele me imprensava contra a parede o que tornou tudo mais difícil. Pedro continuou me puxando contra seu corpo enquanto eu me debatia, ele devia ter ficado louco achando que fazia parte do jogo.

– ME SOLTA! EU NÃO QUERO FICAR GRAVIDA! –

– Deixa eu terminar... – conseguiu dizer em meio aos gemidos e eu usei toda a força da época que lutava pra sair dele. Consegui cair no chão do outro lado do boxe bem na hora que Pedro gozou na parede, ainda gemendo e respirando pesado, todo suado.

– Você ficou doido... – disse sorrindo, não vou admitir que não gostei dele ter ficado totalmente tarado e louco por mim a esse ponto.

– Eu disse que não conseguia parar Karina. Agora vem cá neném pra papai tirar sabão. –

Levantei feliz e satisfeita enquanto meu namorado ligava o chuveiro novamente. Ele me jogou de cabeça e tudo em baixo da agua e eu dei um gritinho o fazendo gargalhar.

Brincávamos nus de jogar algo um no outro, até Pedro resolver que era sério e entrou em baixo do chuveiro comigo, e assim ficamos , agora lavando as impurezas. Pedro lavando tudo o que havia de sujo em mim, e eu tudo o que havia de sujo nele.

Não existia mais vergonha, mais medos, apenas uma cumplicidade de duas pessoas que pareciam se conhecer há anos e há vidas.

Pov Alan

Entrei pela sala principal um pouco mais calmo, depois de ter dado uma parada na praia e pensado em tudo o que meu pai me disse. Não tinha jeito da ultima frase sair da minha cabeça, então haviam chances daquele monstro ter matado os pais de Pedro. Mas por que? Pensei tanto que minha cabeça explodia, tive que tomar 3 remédios de controle emocional.

– Seu Alan eles já chegaram! – Beth me interrompeu animada e eu sai dos devaneios.

– Parece que sim Beth. –

Escutei a gritaria assim que cheguei, Karina esganiçava dando gargalhadas e Pedro falava umas coisas altas mas que não faziam o menor sentido.

– Eles mal entraram por aquela porta e já estão animando essa casa! Aqui parecia um cemitério até alguns minutos atrás. – sorri do comentário dela, mas era verdade.

Quando Pedro ainda morava aqui era possível de viver nessa mansão. Mas depois que ele foi embora tudo voltou a ser sombrio e muito grande pra uma pessoa só morar, sinceramente, Karina ter assinado aquele contrato foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Agora os dois iriam morar comigo e eu sobreviveria ao tédio, e ainda havia o fato de estar desobedecendo ao meu pai, o que era delicioso.

Fui quase correndo sorridente até a sala da TV, sabia que as vozes vinham de lá. Parei na entrada e os dois me encararam, estavam muito felizes, Karina sentada no colo de Pedro e ele a enchendo de cocegas e beijos. Eu nunca tinha visto Pedro daquela forma, e aquilo me deixava feliz também.

– Chegaram a tempo de tomar banho? – comentei observando os cabelos molhados dos dois. Karina corou forte e eu percebi que tinha dito besteira.

– Como foi com o seu pai? – meu amigo desviou do assunto, e sua pergunta me fez lembrar dos seus pais... tentei disfarçar a expressão.

– Melhor do que eu pensei, contei que você estava morando aqui e ele disse que não ia pisar nessa casa tão cedo. –

Pedro sorriu aliviado e Karina ficou em choque.

– VOCÊ CONTOU QUE O PEDRO TAVA AQUI? – ela era louca? Não tinha ouvido a parte do “ ele não vai pisar nessa casa”. Pedro disse algo no ouvido dela que pareceu a acalmar, e eu me sentei no sofá de frente pros dois cruzando as pernas.

– Então, alguma sugestão de como vamos arranjar este dinheiro? Eu tenho dinheiro suficiente pra nos manter, e manter você escondida Karina. – disse apontando pra ela.

– Mas nada como 500.000 reais. –

– Alan a gente entende, e nunca pediria uma coisa dessas pra você. Já acho um grande abuso virmos pra cá e... – Pedro tinha tanta culpa dentro de si, já havia tentado mudar isso no meu amigo de todas as formas mas era quase impossível.

– Não é abuso nenhum. É uma alegria receber vocês aqui.-

Karina me olhava igual um bichinho, toda estranha agarrada ao namorado. Era pra ela agradecer no mínimo, mas não o fez como Pedro.

– Bem, eu posso trabalhar. –

– NÃO! – Karina levantou ofendida depois que Pedro disse aquilo. DR na minha frente? Sério? Bocejei.

– Karina senta aqui. – Pedro a puxou de volta pra sua perna.

– Não é na Wild, eu vou arranjar trabalho em outro canto. – observei a loira se relaxar, então o problema dela era esse.

– Só se você trabalhar por 200 anos e ainda sim... – comentei.

– Eu tenho uma ideia. – Ka se pronunciou e foquei meu olhar no que ela tinha pra dizer.

– Bem... antes de tudo isso acontecer, eu estava pensando em usar um projeto pra ganhar dinheiro e ajudar o Pedro financeiramente. – Pedro fez careta e ela deu um tapinha nele prosseguindo.

– Comecei o trabalho com meu professor e ele já está bem avançado, falta algumas coisas, acho que duraria no máximo 2 meses conseguir todas as peças e fazer todos os cálculos. –

– KARINA! O ALAN ESTUDOU MATEMATICA! – Pedro disse orgulhoso e meu peito se inflou, ele tinha orgulho de mim!

– Verdade, eu poderia te ajudar com algumas coisas. Mas a questão é. De que projeto estamos falando? –

– Um avião de guerra. –

– O que exatamente você faz Karina? – perguntei pausadamente e ela olhou para o chão sem conseguir me encarar.

– Engenharia aeronáutica. –

UAU! Pedro realmente havia tirado a sorte grande, além da moça ser gostosa, parecia ser muito inteligente, mas ele merecia depois de tudo o que passou. Meu amigo sorriu quando ela disse, e deu um beijo demorado no seu pescoço que me deixou um pouco constrangido.

– Bem, e você sabe quanto custa um protótipo de avião de guerra? – perguntei tentando fazer com que eles parassem com aquilo na minha frente.

– Ainda não tinha pesquisado... eu não era muito ligada nessas coisas, só fazia por gostar de fazer, mas deve valer bem. –

– Espera. –

Puxei meu celular e pesquisei no google. Passei por alguns links que não me diziam nada até chegar no que queria. Os namorados me olhavam ansiosos, mas eu tinha as melhores noticias do mundo.

– Karina, Pedro. – disse seus nomes sorridente.

– 2 bilhões de reais. –

– O QUE? – Karina cairia morta no chão se Pedro não a segurasse firme.

– Calma... 2 bilhões de reais cada avião. –

– MEU DEUS! ENTÃO QUER DIZER QUE SE ELA CONSTRUIR O PROJETO E VENDER 20 AVIÕES... OU MAIS... – Pedro era o mais chocado de nos 3, eu sabia que ele nunca tinha sonhado com tanto dinheiro, sua ambição era conseguir a feira do mês.

– TA VENDO PEDRO! E VOCÊ BRIGANDO PRA MIM NÃO TRAZER A SACOLA! – Karina deu um tapão revoltada nele mas Pedro nem ligava, só quis partir pra cima e a abraçar, a beijar, a jogar contra o sofá e fazer cocegas.

E para quem antes reclamava de conseguir 500.000, agora comemorava com a possibilidade de conseguir muito, muito mais dinheiro do que alguém podia contar.

Pov Pedro

Depois de ter comemorado muito com Karina e Alan, resolvemos que devíamos descansar para pegar duro no batente no dia seguinte. Mesmo que eles construíssem o projeto de avião, eu decidi que amanha procuraria emprego pra ajudar da minha forma, já que não era bom em nada disso. Então era isso, eu morava na mesma casa da mulher que amava, iriamos conseguir o dinheiro e ficar ricos, eu poderia montar uma empresa ,não sei, conseguir meu próprio dinheiro, comprar tulipas, morganas, carros, Taj Mahais pra ela.

Acabei pegando no sono pensando nessas coisas...

Por volta de 1 da manha escutei minha porta sendo aberta e a luz acesa. Levei o maior susto da minha vida quando Karina entrou no quarto com uma calcinha e uma blusinha de baby doll, ainda corada com um travesseiro na mão.

– Karina? –

– Vim dormir com você. –

Ela sorriu entrando debaixo das cobertas, e o que eu poderia dizer? Somente envolvi meus braços em volta do seu corpo pequeno e fechei os meus olhos. Não havia outro lugar no mundo que eu quisesse estar.

Notas finais
HMMMMMMMMMMMMMMMMMM NEM VOS CONTO O QUE ACONTECEU NESTA CAMINHA AS 1 DA MANHA... ASPDFIOASFPAHFDPAHIFDPAOSIH, GENTE EU VOU DAR UMA PASSA DE TEMPO NO PROXIMO CAP PRA ADIANTAR AS COISAS NA FANFIC! SOBRE EMAG: AMANHA N VAI DAR PRA POSTAR PQ TENHO Q FICAR DESCANSADA PRO ENEM, MAS SEGUNDA TEM BRAAAAAAASIL! E AI, GOSTARAM DO CAP? VAO PARTICIPAR DA TWITT? AMOOOOOOOOOOOO VCS SEUS CHUPADORES DE CUIS