Why?
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Difícil não e lutar por aquilo que se quer e sim desistir daquilo que se mais ama.
Bob Marley (modificado)
Eles eram seu mundo, sua razão de viver. Foi assim desde do momento que nasceram e ela viu pela primeira vez aqueles lindos olhinhos (um par verde, outro castanho). Agora pediam para ela abandonar um de seus lindos bebês.
—Não! – disse ela
— Lily, pense bem é necessário para a segurança dele... – disse Albus que tinha seus olhos cintilantes nublados pelo cansaço e velhice.
—Não! Nunca abandonarei um de meus filhos.
Dumbledore respira fundo e a responde:
—Você não está o abandonado... Está dando uma chance de viver!
As palavras a deixam em choque... Ela abaixa a cabeça e tenta segurar as lágrimas que já começam a escorrer pelo cano de seus olhos.
— Dumbledore, eles são tudo que me restam depois que o James...
Não consegue terminar a frase... Era demais para ela... Seu marido estava internado no St. Mungus em coma desde aquele dia em que aquele monstro atacou sua família. Dumbledore pega uma de suas mãos e diz olhando para o cansado rosto da jovem a sua frente.
—Tenha fé minha jovem tudo acabará bem.
—Eu não posso fazer isso...
— Pense bem minha jovem... E a única chance que ele terá de viver longe dessa guerra, protegido. Não sabemos quando Voldemort voltará ...
Lily levanta a cabeça, já não tenta segurar as lágrimas que escorrem livremente pelo seu rosto, e responde:
— Ao menos poderei me despedir? – Respondeu entre soluções
Ela estava sentada do lado daquela pequena cama o que parecia horas, esperando seu pequeno filho acordar. Eram seus últimos minutos ao lado dele antes de... Não queria pensar nisso. Seu bebê estava acordando.
— Mamãe...? – disse esfregando os olhos com suas pequenas mãozinhas.
— Estou aqui meu amor- disse puxando seu filho para seu colo.
Já não conseguia segurar as lágrimas que já começavam a escorrer livremente pelos seus olhos. Enquanto abraçava fortemente seu filho.
—Mamãe por que você esta chorando? — Perguntou enquanto segurava o rosto de sua mãe entre suas pequenas mãozinhas.
Ela não responde, não conseguia olhar para os pequenos olhos verdes sem visualizar tudo que perderia com sua decisão. Nunca o veria crescer, não o ensinaria a andar de bicicleta, não o veria se apaixonar pela primeira vez, não veria seu casamento... O estava abandonando...
— Bebê você sabia que a mamãe o ama muito.
—Harry também ama a mamãe muito! – disse abrindo um grande sorriso.
Esse sorriso faz aumentar à dor que Lily sentia no seu peito, àquela criança que vi na sua frente era um anjo. Respira fundo e continua:
—Sabe meu amor quando amamos muito uma pessoa fazemos qualquer coisa para mantê-la segura e as vezes e necessário , fazer... Sacrifícios para manter quem amamos a salvo. Meu bebê você não pode ficar com o papai e a mamãe e muito perigoso.
— Não! Harry não quer! Mamãe Harry promete que vai ser um bom garoto que nem o nath , vai guardar seu brinquedos direitinho, mais por favor não abandone o Harry !
Disse a criança de dois anos com lágrimas escorrendo dos olhos. Lily pega sua varinha e entre soluços diz apontando para seu filho.
— Obliviate.
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Eram 5:00 da manhã quando Petúnia Dursley levantou para preparar o café da manhã de seu marido e filho. Ela estica suas costas e espreguiça seus braços enquanto tateia o chão com seus pés em busca de suas pantufas.
Sempre era a primeira a acordar na casa e costumeiramente a responsável por acordar os outros membros da família, coisa que só costuma fazer quando o café da manhã já está posto na mesa, o que explica o silêncio perturbador que ocupava a moradia. Este silêncio já gritava que alguma coisa nesta peculiar manhã seria diferente mas Petúnia distraída com seus pensamentos sobre o pequeno Dudley confundia o estranho com o rotineiro.
Dudley era o único filho de Petúnia e Válter e havia acabado de completar dois anos de idade. Para seus país era a criança mais perfeita do mundo, não interessa o que os outros país dizem sobre bullying ou agressão outras crianças, as outras mães que ensinem os seus filhos a serem tão fortes como o dela pensou Petúnia enquanto franzia a testa e descia distraidamente a escada de sua residência de dois andares.
Neste momento ela entra na cozinha e começa a prepara o café da manhã, o prato do dia é panquecas o favorito do seu lindo neném. Dudley era seu orgulho, com a sua forte personalidade e excelentíssimas maneiras ela constantemente se perguntava como conseguira colocar ser tão perfeito neste mundo. A perfeição de seu filho era tão grande que a fazia desejar mais, mais pequenos dudleys correndo pela sua casa. Só de imaginar uma versão feminina de seu lindo dudley de saias com um grande laço cor de rosa na cabeça faziam Petúnia ter um grande sorriso em seu rosto.
Uma pequena filha, sempre quis ser mãe de um casal e afinal ela mesmo havia tido uma... Não pensou ela, não queria lembrar de sua maldita irmã, que infelizmente, carregava o mesmo sangue dela.
"Erro maldito e punição divina." Costumava dizer para Valter nas conversas que tinham no quarto, longe de seu filho. Não que ele se junta-se aquela gente e muito menos as crias destes.
Sua irmão havia dito dois filhos que tinham a mesma idade de seu filho e só a ideia deles se aproximarem de seu neném já lhe causava calafrios.
Enquanto a mente divagava as mão trabalhavam e o ódio que estes pensamentos lhe trouxeram ela descontava na massa. A Minima menção de sua irmã lhe provocava uma verdadeira dor no peito, irá implacável que subia a garganta e nublava seus pensamentos.
Foi o ódio que a fez esbarrar na pequena jarra de leite posta sobre a bancada. O líquido espeço e branco espalhou-se pelo chão da cozinha e a fez ficar ainda mais nervosa.
Agora precisava ir para a porta, pegar o leite que o leiteiro havia deixado lá. Petúnia sempre havia sido perfeccionista, o tipo de pessoa que tem seus dias cronometrados e minutos contados e sabia como seria cada dia de sua vida nos próximos 10 anos.
O simples fato de o leite ter caído no chão destruí o seu dia, por "O leite só se pega ás 8:00, que é o horário que o carteiro passa com a correspondência, agora terei de buscar o leite mais cedo" tudo era culpa da sua irmã
Sai da cozinha bufando, "oque mais poderia arruinar seu dia?" pensa, já tentando arranjar formas de reorganizar seu difícil cronograma de dona de casa. Mas o que ela viu na porta de sua casa a fez gritar bem alto e destruiu por completo todo o planejamento daquele dia e de todos os dias que viriam nos próximos 10 anos.
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