Who are you?

19 Novas Direções.


Notas iniciais
Já que vocês gostam, vou abusar do drama. haha Me amem muito por estar aqui no ferido.

Brittany ainda dormia quando Santana entrou de supetão em seu quarto e deu um pulo na cama fazendo a loira despertar, um pouco assustada, diga-se de passagem.

— Acorda flor do dia. Tem mais de meia hora que seu despertador está tocando.

— Mentira, faz pouco tempo que eu fechei os olhos pra dormir. – Colocou o travesseiro no rosto tentando imaginar que ainda estava em seu sonho.

— Deixa de ser preguiçosa. – Balançava o corpo da loira insistentemente. – Além do mais, você tem que me deixar na consulta com o doutor bonitão, vamos chegar atrasadas.

— Meu Deus, como você é chata! – Tirou o travesseiro e a encarou. – Você fez algum curso nessa área?

— Não que eu me lembre, porque né... Eu acho que é um charme natural. – Deu de ombros, reprimindo o riso e mantendo uma expressão inocente. – Mas eu fiz um outro curso que ajuda a pessoas a melhorarem seu humor logo de manhã. – Dizia enquanto envolvia uma perna de cada lado do corpo de Brittany e se sentava em sua cintura.

— É mesmo? E como funciona isso?

Santana preferiu não responder com palavras, mas sim com ação. Apoiou uma das mãos na cama, na altura da cabeça de Brittany e a outra usou para afastar os fios loiros do rosto. Lentamente foi abaixando o seu corpo, até que sua cabeça ficasse na altura exata para que seus lábios se encaixassem. O beijo iniciou calmo, permitindo que as línguas se encontrassem e aproveitassem o sabor uma da outra. As carícias eram mútuas. Brittany já tinha uma das mãos encaixadas nos cabelos de Santana, enquanto a outra deslizava entre as costas e a bunda. A latina correspondia com carícias entre o quadril e as coxas. Aquela troca de energias, os beijos cada vez mais intensos e envolventes. Não havia jogos, não havia provocação, apenas dois corpos se conectando de uma forma incrivelmente gostosa. Os quadris encaixados ensaiavam movimentos que provocavam choque, causavam uma forte onda de calor.

Santana já trassava o caminho do pescoço de Brittany, seus lábios carnudos marcavam a região com beijos e chupadas, quando ouviram bater na porta.

— Senhora Pierce, telefone pra senhora. – Anunciava a babá.

— Não atende não. – Santana sussurrou, enquanto tentava convencê-la invadindo sua blusa de pijama.

— Oh céus! – Suspirou e calculou se entregar aquelas carícias, quando novamente Lisa bateu.

— Senhora Pierce?

— Quem é, Lisa? – Perguntou com a voz ofegante, enquanto apertava o corpo da morena, na tentativa de não frustrá-la, pois ainda queria aquilo.

— A senhora Fabray. Posso entrar? – Perguntou estranhando a demora.

— Quinn à essas horas? Deve ser importante. – Santana entendeu o recado, revirou os olhos e deixou seu corpo cair no lado vazio da cama. – Vai ser rápido. – Brittany se levantou e foi até a porta pegar o aparelho. – Obrigada, Lisa. Pode cuidar do Luca pra mim? Eu ainda vou ter que levar Santana até o médico, e acredito que vou me atrasar um pouco.

— Sim, senhora Pierce.

— Alô, Quinn? – Voltou para cama e se sentou na beirada.

“- Mas que demora, estava ocupada?”

— Mais ou menos. – Nesse momento pode sentir um arrepio, pois Santana havia se instalado atrás de seu corpo, ajoelhada na cama, e dava vários beijos entre seu pescoço e ombro. – Mas ao que eu devo a honra de sua ligação logo cedo? – Tentou falar o mais firme que conseguiu.

“- Venho pra te trazer boas notícias. Eu e Rachel já nos mudamos e gostaríamos muito que viesse jantar conosco, por isso eu estou ligando, eu gostaria de saber com você qual é o melhor dia.”

— Eu não acredito! Isso é bom demais! – Disse tão empolgada, que até mesmo fez Santana rir. – Bom, poderíamos jantar na quinta agora.

“- Excelente! Mas de quem é essa risada?” — Perguntou, mesmo prevendo a resposta.

— Ah, é Santana. — Disse sem graça, se a loira pudesse ver seu rosto agora, seria descoberta na hora.

“- Vocês duas vivem grudadas, não é?” — Riu e pelo silêncio do outro lado do telefone sabia que sua mensagem havia sido captada. – “Pois diga a Santana que a aguardamos também. Rachel e eu queremos muito conhecê-la oficialmente.”

— Claro que eu digo! Vai ser um prazer.

“- Estou bastante ansiosa por esse jantar. Então, nos vemos na quinta. Beijos pra você e dê outros na Santana por mim.”

— Combinado. Beijos pra você e para Rachel, Quinn. – Fingiu não entender a indireta e desligou. – Quinn e Rachel estão nos convidando para um jantar na casa delas, estão muito ansiosas por conhecê-la.

— Vai ser divertido conhecer suas amigas.

— Se depender de Quinn... Vai mesmo. – Fez uma pequena careta. – Mas olha, estávamos cuidando de coisas muito importantes aqui. – Virou um pouco seu corpo de lado e levou a sua mão até o rosto moreno e o trouxe para si, quando seus lábios iam se encontrar novamente com os de Santana, o despertador voltou a tocar.

— Eu acho que hoje não é o nosso dia.

— Definitivamente não. Até quase me faz sentir saudades de ficar incomunicável naquele motel de quinta, quase...

— Você ainda não me escapa. – Selou os lábios e se levantou da cama. – Eu vou ver o que a Bertinha preparou de gostoso pra gente enquanto você se arruma.

Santana desceu até a cozinha e ao ver a senhora parada na pia, de costas pra porta, aproveitou para entrar na pontinha dos pés, fazendo o mínimo de barulho possível, só para poder surpreendê-la. Pegou uma faca sem ponta na mão, parou atrás de Berta e colocou na região de sua costela.

— Mãos pra cima que isso é um assalto! – Fez uma voz grossa, que seria engraçado pra senhora se, é claro, não tivesse tomado um tremendo susto.

— Sua diaba de uma figa. – Usava do pano de prato que tinha nos ombros para bater em Santana, que até se incomodaria com a dor, se não estivesse ocupada demais rindo da senhora. – Você quase me matou! Essa faca poderia ter me furado com o pulo que eu dei.

— Ora, Bertinha, não seja dramática. É só uma faca de pão. – Mal conseguia controlar o riso pra responder, já estava ficando vermelha. – Você tinha que ver a sua cara. Por que eu não gravei?

— Você não presta mesmo. Já esqueceu do nosso acordo?

— Não me esqueci não. Você disse que não era mais pra eu implicar com você e eu não estou.

— E como é que chama isso no seu país?

— Bricadeira. – Deu de ombro enquanto se servia de um copo de suco. – Eu estou brincando com uma senhorinha agradável, que me alimenta todos os dias e pela qual eu nutro um imenso carinho. Acredite ela ou não.

— Eu também vou brincar. Vou brincar de fazer latina assada. – Santana não pode evitar de voltar a rir. – Vá rindo, vá rindo. Sabe o que temos semana que vem?

— O que, Bertinha?

— Ação de Graças. E você será meu prato principal.

— Faço questão, deixo pra você o meu pobre coração ferido com essa sua ameaça, pois tudo que tenho feito é te adorar.

— Ah, saia daqui sua criatura insuportável. – Voltou a bater o pano nela quando voltou a rir. – Suma da minha cozinha.

— Estou indo, aí, aí, aí. Estou indo. – Saiu dando risada, corredor a fora.

Momentos mais tarde, Brittany deixava Santana em frente ao consultório do Dr. Parker.

— Enquanto você se consulta com ele, eu vou até uma loja próxima comprar um presente pra Rachel e Quinn.

— Tudo bem, eu vou aproveitar a sua ausência pra fazer umas perguntinhas ao doutor bonitão.

— Que tipos de perguntas? – Olhou meio duvidosa das intenções da latina.

— Sobre você, é claro. – Sorriu de forma inocente.

— Nem ouse. – A repreendeu. – E não demora, tá?

— Não se preocupe, ele não vai me atacar nesse meio tempo, não é a mim que ele quer. – Disse e antes mesmo que Brittany pudesse rebater, entrou no consultório. – Bom dia, Marcos. Digo, doutor Marcos.

— Bom dia, Santana. – Respondeu e ficou um pequeno tempo olhando em direção a porta, como se esperasse algo.

— O senhor está bem? – Olhou pra mesma direção, fingindo-se de desentendida. – Foi pra mais uma balada ontem e hoje tá meio paradão?

— Como sempre audaciosa, Santana.

— É minha marca registrada. – Deu de ombros. – Podemos começar a consulta?

— Claro... Mas hã... Você veio sozinha?

— Bom, não tem mais ninguém aqui, não é? – Já se sentiu enciumada, pois o médico não fazia nenhuma questão de disfarçar seu interesse por Brittany. – E como o senhor mesmo pode notar no outro dia, eu já respondo muito bem por mim mesma. Tenho evoluído bastante com a minha memória.

— Isso é excelente! – Começou enfim dar atenção ao que realmente era necessário. – Conte-me do seu progresso. – Pediu enquanto começava a examiná-la.

Ao fim das analises e da narrativa de Santana, Marcos se demonstrou muito otimista quanto a melhora de seu quadro clínico.

— Sua perda de memória está sendo sanada, Santana. Na verdade, não há nada que a impeça de voltar totalmente a qualquer momento. Esse bloqueio que seu cérebro criou foi uma forma de te proteger. Por isso, deve ter cuidado pra não forçar demais. Claro, deve estimulá-lo, mas não sobrecarregá-lo. Buscar ajuda sempre que for necessário. Mas eu acredito que muito em breve você estará 100% bem.

— Eu espero que sim. Odeio ter a sensação de que estou perdendo muito da minha vida.

— E como vão as buscas pela sua família?

— Ah, Brittany não te contou naquela noite? – Começou a jogar verde. – Eu pensei que o único assunto que poderiam ter em comum, era eu.

— Não... Não. – Disse um pouco encabulado. – Como eu te falei, aquela noite eu era apenas o Marcos, não estava lá pelos meus pacientes.

— Hum... E sobre o que falaram então? – Perguntou de forma intimidadora.

— Besteiras... Mas e Brittany, como está?

— Bem, muito bem. Sabe... Filho, marido e trabalho. A vida dela. – Mentiu.

— Eu pensei que...

— Que ela e Sam estavam mal? – Arqueou a sobrancelha. – Aquela casa parece um ninho de amor. Parece que o Sam a viu com outro cara e começou a dar valor ao que estava perdendo. Aquele típico clichê. Eu mesmo preciso usar fones de ouvido pra dormir, ou não aguento a farra daqueles dois. Ela não poderia estar mais feliz. Afinal, matrimônio é uma coisa que não deve ser profanada, não é não, doutor?

— Sem dúvida nenhuma. – Ele podia sentir seu rosto queimar de vergonha, mas não sabia nem ao certo dizer o motivo.

— Que bom que concorda. – Sorriu de forma cínica e se levantou. – Agora se me dá licença, preciso ir trabalhar ainda.

— Claro, eu te acompanho até a porta. – Ele a levou até a saída e na parte de fora pode ver Brittany a aguardando. – Senhora Pierce. – Fez um cumprimento discreto e entrou de volta na sala.

— Marcos... – Mal teve tempo de responder. – Está tudo bem?

— Maravilhosamente bem. Vamos? Quero ver o que você comprou nesse pacotão. Espero que também tenha presente pra mim.

— Sempre criança, Lopez.

Dali para frente o dia prosseguiu mais tranquilo do que esperavam, apenas as mesmas rotinas administrativas de sempre. Brittany agradecia aos céus ao fato de Sam estar tão encabulado com o que estava acontecendo, que preferia ficar enfiado em sua sala e só sair pra se encontrar com os investidores. Toda vez que via a cara dele sentia vontade de enforcá-lo, ainda não conseguia admitir que ele sairia livre de tudo.

“Você devia fazer igual a ele. Ou então, só pegar o que é seu por direito e embarcar com Luca e Santana pra bem longe. Uma ilha na Grécia, ou uma casa no interior da Itália.” — Fechou seus olhos enquanto imaginava a sua vida calma e pacata, longe da confusão em que vivia. – “Férias eternas. Com tempo pra fazer muito sexo sem ser interrompida ou...”

— Brittany! BRITTANY! – Santana quase gritou, ao notar que a loira estava tão distante em seus pensamentos que não a ouvia.

— Ainda bem que eu sou jovem, ou já teria morrido com seus sustos. – Levou a mão ao peito e tentava disfarçar sua “viagem” anterior. – “Ainda bem que não pode ler pensamentos.”

— Olha, ainda bem que aparentemente eu sou rica. Porque quero trabalhar na minha empresa assim como você faz, ficar dormindo em cima dos papéis.

— Muito engraçadinha você. – Mostrou a língua a latina.

— Cuidado, ou eu mordo. – Provocou.

— O que você quer, Santana? Além de atrapalhar meu raciocínio super sério.

— Aham, imagino quão sério... Mas bem, eu só vim te avisar que eu vou dar um pulo no cartório. Spencer do jurídico vai me ensinar umas coisas de lá e depois disso já me dá uma carona pra casa. Já está quase na hora de encerrar o expediente.

— Carona com Spencer... Tá bom. Não vou te esperar então.

— É impressão minha ou está com ciúmes de sua funcionária, senhora Pierce?

— E se eu estiver? Eu posso usar do meu poder e te demitir. Vai ter que ficar em casa, apenas esperando eu chegar.

— Faça isso e verá a greve que eu posso fazer. – Saiu dando uma gargalhada.

— Eu te odeio!

Assim que Santana saiu, Brittany viu seu celular vibrar, era uma mensagem de Noah.

“Ei princesa loira, seu amigo mais gostoso está chegando. Tenho novidades. Se prepara e preapara a deusa latina.”

— Eu espero que sejam coisas boas, porque se forem mais coisas ruins, eu vou achar que colocaram um para-raio na minha cabeça.

Não demorou muito para que Noah chegasse até a empresa.

— Ei bonequinha, pode dizer a Brittany que eu quero vê-la. – Disse com todo seu charme para Marley.

— Ela já está o aguardando.

— Obrigado.

— Olha só quem o vento trás. Espero que seja com coisas úteis pra finalmente tirar aquela assombração latina de dentro de casa.

— Certeza que ela deve ser mais útil do que você, não é mesmo, Sam? Pelo menos ela está trabalhando e não só dando desfalque. – Rebateu e entrou rapidamente na sala de Brittany. – Olha, eu te juro, te juro. Que um dia eu ainda quebro a cara daquele bonequinho loiro.

— Quem? – Levantou-se para abraçar o amigo. — Sam? – Notou o nervosismo dele.

— O próprio. – Retribuiu o abraço. – Espero que ele vá logo preso.

— Sobre isso eu já não tenho mais tanta certeza...

— Mas como não?

— É uma longa e frustrante história. Mas antes, eu preciso que me conte o que descobriu sobre Santana. Essa situação está me deixando aflita. – Indicou o sofá para ele se sentar e sentou ao seu lado.

— Cadê a Santana?

— Ela saiu antes de eu receber o seu recado. Então, conta só pra mim que depois eu arranjo maneiras de passar as novidades pra ela.

— É, vai requerer um pouco de tato pra contar mesmo.

— Prevejo que lá vem bomba...

— Muitas! Mas são novas direções, eu só não sei se é bom ou ruim tudo...

— Qualquer informação já é algo bom, melhor pensarmos assim. Então me diz, me conta tudinho.

— Bom, depois de descobrir sobre a avó da Santana eu fui atrás de investigar. Eu descobri que a empresa de cristaleiros já era dela e de seu marido. Quando ficou viúva, seu filho assumiu a empresa, porque ela nunca teve habilidade e nem interesse pra gerir. Ou seja, não faria sentido ela querer que eles morressem pra tomar conta de tudo. E todos com quem conversei enfatizaram o fato de que a senhora Lopez nunca foi de fazer grandes gastos, apesar da imensa fortuna. Tanto, que ela não desapareceu de Lima à toa, ela se mudou pra uma fazenda que eles possuem em Albany.

— Então quer dizer que não sobrou mais ninguém que teria um motivo real pra querer os pais de Santana mortos, além dela mesma?

— Calma que isso não é tudo. Agora é a hora de se perguntar “mas quem está tomando conta da empresa se a vovó Lopez foi cuidar de porquinhos?"

— Tá e quem está tomando conta de tudo? – Perguntou impaciente.

— Um tal de Manoel Garcia. Antes ele gerenciava uma pequena fábrica de celulose, que foi de mal a pior com a crise. Assim que soube do falecimento da irmã e cunhado, o desaparecimento da sobrinha e quase abdicação da senhora Lopez, ele gentilmente se ofereceu para gerenciar os negócios da família.

— Gentilmente? – Arqueou a sobrancelha.

— Sim, mas o mais curioso é que ninguém sabia da existência dele antes desse acidente. Mas não consegui chegar muito afundo nessa história. Todas as pessoas com quem conversei se demonstraram bastante fechadas sobre o assunto. Esse assassinato em aberto está mexendo com todos.

— E como é que a polícia tem coragem de dizer que Santana é a única suspeita?

— Há muita coisa no escuro, Brittany. O ideal seria se fossemos até Albany e pedíssemos uma cópia do inquérito. Mas como faríamos isso sem chamar a atenção?

— E seu contato na polícia, aquele que achou a ficha civil da Santana ao fazer o boletim de desaparecimento?

— Ele disse que não vai ficar mexendo muito nos arquivos, porque já viu que tem esse boletim de homicídio onde o nome dela é citado. Além do mais, ele me alertou que era questão de dias até a polícia chegar a Santana. Podia só levar um tempo, porque eles têm que acionar a polícia de Albany, depois eles têm que pedir permissão pra agir aqui. Essas coisas que eu não entendo...

— Quer dizer que não temos pra onde correr? Praticamente entregamos a Santana de bandeja pra eles? Por que não me disse isso antes? – Levantou nervosa.

— Porque eu sei como está se apegando a Santana. – Brittany se assustou com aquela afirmação. – Eu sei o quanto são amigas. – Ela pode respirar um pouco mais calma. – E eu gosto muito da latina também. Mas Brittany, a gente tem que ter um olhar de razão também, eu estou fazendo de tudo pra ajudá-la e ficarei bem chateado se descobrir que ela tem um dedo nessa confusão, mas... Não posso tapar o sol com uma peneira. Vai que você achava de sei lá... Se mandar com a Santana pelo mundo a fora... Você é muito emotiva.

— Mas não burra! E eu tenho certeza que Santana não é culpada. – Disse firme. – E agora, Noah? O que nós vamos fazer? Quero dizer, chamamos um advogado?

— É bom, porque as notícias não param por aí não...

— Eu realmente devo ter um para-raios na minha cabeça!

— O quê? – Perguntou confuso.

— Nada, pensei alto demais. – Balançou a cabeça, tentando se manter concentrada naquela conversa. – O que mais você descobriu?

Notas finais
Como estava com saudades de fazer, eu vou deixar vocês na curiosidade. O que mais tem por vir? Comentem o que vocês acham. Obrigada por continuarem lendo e bem-vindas as novas leitoras. :) Até mais.