Whispered Hope
2 Capítulo 2
Notas iniciais
E agora? O que será que aconteceu com a Livizinha linda? Será que a Corinne está bem? Será que o Elzinhozinho será capaz de proteger as duas mulheres (de sua vida)? Lamento dizer que não revelarei tudo isso apenas nesse capítulo, e queria muito estar ao seu lado para ver sua cara brava de eu tentando-os! Mwahahaha!
Enjoy *-*
"Capitão, o que está acontece?" indagou Elliot ao chegar a sua mais nova cena do crime. Por volta de uma hora antes recebera um ligação de Cragen dizendo para ir para o apartamento de sua parceira, que algo tinha acontecido. Desde então, seu coração estava a mil.
"911 recebeu uma ligação de uma mulher histérica dizendo que seu bebê fora sequestrado. Ela logo se identificou como Olivia. Quando os paramédicos chegaram, Olivia estava inconsciente no chão em uma poça de seu próprio sangue" Don respondeu "Liv estava tão histérica que os paramédicos tiveram que lhe dar um tranquilizante"
"Onde ela está agora?"
"Estão chegando seus ferimentos em uma ambulância agora"
Elliot então correu para onde sua parceira estava. Quando a viu, tudo que queria era abraça-la. Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar e havia rastros de lágrimas em suas bochechas. Ela segurava uma bolsa de gelo em seu queixo, amenizando a dor vinda de um hematoma causado por sua queda. E uma mulher cuidava de uma ferida ensaguentada na parte de trás de sua cabeça.
"O que eu fiz para merecer isso, El?" ela indagou, voltando a chorar mais uma vez. "Ela é tão inocente, não sobreviverá muito tempo sem sua mãe..."
Ele pegou sua mão "Nós vamos achá-la, Liv. Eu prometo"
"Mas... mas e se for tarde demais? E se apenas a recuperarmos... morta?"
Ele a fez olhar diretamente em seus olhos "Não seja assim pessimista. Você tem que acreditar que ela logo estará sã e salva junto a ti"
Olivia assentiu com a cabeça. A mulher, terminado de limpar a ferida em sua cabeça, disse que queria admiti-la no hospital por uma noite, mas Olivia recusou. Ela e Elliot então foram ao encontro de seu capitão "Como você está, Liv?"
Ela olhou para baixo "Estarei bem uma vez que Corinne estiver comigo"
Ele assentiu com a cabeça. Não tinha ideia como ela estava se sentindo. Por causa dos medicamentos, podia estar calma fisicamente, mas os dois homens sabiam muito bem que sua mente estava conturbadíssima.
"CSU... CSU encontrou algo?" ela consegui perguntar depois de um tempo em silêncio.
"Checarão as câmeras de segurança a procura do rosto do criminoso, mas nada além disto" ele respondeu "Sinto muito Liv"
Simplesmente assentiu com a cabeça. Corinne podia estar viva por apenas um par de dias, mas Olivia já a amava acima de tudo e apenas com esses breves momentos de separação, já sentia sua falta imensamente.
"Vamos, Liv, eu te levarei para meu apartamento" Elliot disse, pondo a mão em seu braço.
"Por que?" ela logo protestou.
"Você parece cansada. Umas horas de sono não te farão mal"
"Não, Elliot!" ela logo disse "Minha filha recém-nascida está nas mãos de um psicopata e só Deus sabe o que ele está fazendo com ela e você realmente espera que eu durma?" disse, voltando a ficar histérica. Obviamente, o tranquilizante já estava perdendo o efeito.
Elliot a puxou para um canto "Olivia, você tem que se acalmar"
"Como você espera que eu me acalme numa situação dessas? Eu preciso dela, El, ela é tudo que sou..." sua voz foi diminuindo cada vez mais.
Elliot então a envolveu em seus braços, oferecendo-lhe seu ombro para chorar. E ela chorou "Eu só a quero de volta, El" disse, soluçando.
Ele a abraçou cada vez mais, apenas a embalando em seus braços "Eu sei, Liv, eu sei..." foi tudo que podia dizer.
"Quem faria uma coisa dessas? She's just a newborn... she won't survive too long without her mother..."
Elliot odiava vê-la tão vulnerável assim, odiava vê-la em uma situação como essa, mas por cima de tudo, odiava-se por não poder fazer nada para amenizar sua dor "Eu a acharei, Liv, eu prometo e não pararei de procurá-la até que esteja de volta a ti"
Enquanto isso, em algum lugar da grande cidade de Nova York, um homem misterioso tentava fazer com que o bebê em seus braços parasse de chorar "Vamos, peste, apenas pare de chorar!" ele exaltou.
Mas ela não parava, e era assim pelas últimas horas, desde que fora tirada de sua mãe. Então, cansado de tanto badular a criança, o homem a deixou em um canto qualquer. E a menina chorou até dormir em exaustão.
Notas finais
Eu sei que vocês odeiam meu "dun dun dun", mas fazer o que né?
Agora, apenas passem a página um pouco mais para baixo onde encontraram uma caixa e vocês tem a OBRIGAÇÃO de escrever alguma coisa, certo? Xoxo
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