Whisper

5 Time for to silence


Notas iniciais
Hey meus amores aqui esta o novo capitulo
alguns de voces estao apostando que Jones seja Mercedes. Alguem tem alguma sugestao diferente??

Boa leitura sz

“Não tem como enterrar o Willian?”. Puck perguntou para a Quinn, assim que todos conseguiram se acalmar.

“O gelo não deixa. Está muito fundo”.

“O que a gente faz com ele, Quinn?”.

“Vamos ter que por ele no porão e quando a neve abaixar, nós nos livramos do corpo”. Puck concordou e juntos começaram a arrastar o corpo de William até o porão.

Depois disso, os dois foram até a sala, onde Santana tentava acalmar Rachel, que parecia ter entrado em choque e não parava de chorar.

“Calma, Rachel!”. Dizia Santana, acariciando seus cabelos carinhosamente, a pequena estava com os braços ao redor da cintura da latina.

“Ele... Ele começou a passar mal e... Ai, meu Deus!”. Seus soluços eram altos.

“Calma!”. Santana disse e depositou um leve beijo na testa da criança.

Rachel se levantou do sofá chorando e foi correndo para o quarto.

Assim que ela entrou no cômodo, olhou para a parede e onde antes, estava o desenho de Willian jogado no tapete, agora tinha apenas um borrão preto.

“Um já foi”. O choro havia desaparecido, dando lugar a um pequeno e maldoso sorriso.

...

Santana em um estalo, percebeu que Rachel a impediu de chamar ajuda, mas isso não fazia sentido, pois um prisioneiro sempre tenta escapar do cativeiro.

Resolveu não comentar com Puck e Quinn por achar que não tinha importância, mas que era estranho, era.

...

No horário combinado, Quinn foi até o museu ligar do orelhão.

“Alô, Jones?”.

Uma voz metálica respondeu.

“Você não é o Willian”.

“Ele está morto”. Disse com um pouco de pesar.

“Como? Morto? E a garota?”.

“Rachel está bem”. Lhe assegurou.

A linha ficou muda por algum tempo.

Liguem para a senhora Berry. Façam a garota falar ao menos um oi para ela, só para que a mulher saiba que a filha está viva. E depois peçam o dinheiro. Caso algo der errado, me ligue do orelhão a frente do restaurante da Rua Gilmore”.

“E depois disso, tudo acaba, não é?”.

Acaba”. E então, Quinn ouviu um estalo, indicando que o telefone foi desligado na sua cara.

...

“Vamos, Rachel?”. Santana entrou no quarto da garota assim que anoiteceu

“Para onde?”. Perguntou sorrindo inocentemente.

“Ligar para a sua mãe”. Rachel concordou, pegando a mão de Santana e elas andaram até a sala, onde Quinn e Puck esperavam.

“Todos fiquem quietos!” Puck ordenou, enquanto colocava o aparelho de modificar vozes no telefone.

Ligaram para a mansão Berry.

A polícia estava aguardando e o policial Finn Hudson estava atento a cada empregado, pois qualquer um deles poderia ter facilitado à entrada dos sequestradores.

Estava interrogando Sam Evans, o motorista da família, quando o telefone tocou.

Hudson assentiu para Shelby, que torcia as mãos de puro nervosismo.

Ela pegou o telefone.

“Alô”.

“Senhora Berry, estamos com a sua filha”.

“Co-como ela está?”. Perguntou com desespero na voz.

“Está bem”.

“Prove! Quero falar com ela!”.

Puck estendeu o comunicador para Rachel, que sorriu e não disse nada.

“Fala com a sua mãe Rachel”. Lhe instruiu.

Ela continuou olhando fixo para ele, em um silêncio absoluto.

“Vamos menina! Fale com a sua mãe!”. Insistiu ele, começando a se irritar.

Rachel começou a brincar com as mechas de seu cabelo e olhou para o nada, como se aquilo não tivesse nada a ver com ela.

“Eu disse para falar!”. Disse Puck furioso, pegando ela pelo cabelo e a obrigando a se inclinar para o comunicador.

Santana ficou exasperada e até se assustou com a violência de Puck.

“O que você está fazendo? Solta ela!”.

Na mansão, Shelby começou a chorar.

“Fala comigo, Rachel. Por favor, fala com a mamãe”. Choramingou.

O rosto de Rachel continuou impassível e ela não disse nada.

“Fala logo garota! Essa porra de acampamento já está me enchendo!”.

“PUCK SOLTA ELA!”. Gritou Santana, sem pensar.

“VOCÊ DISSE O MEU NOME SUA...”.

Ele ficou realmente bravo, largou Rachel e avançou até onde estava Santana, mas foi parado por Quinn.

“Calma, Puck! Fica frio!”. Ordenou ela.

Quinn desligou o comunicador, mas não iria adiantar de nada.

“Como eu vou ficar frio? Ela disse o meu nome!”.

“E você falou onde estamos! Empataram certo?”.

Ao mesmo tempo em que Quinn e Puck brigavam, Shelby chorou.

“Eles a ma-mataram?”.

Finn fez um sinal para o rapaz que tinha escrito o nome falado e a referência ao acampamento para que ele entregasse o papel.

“Senhora Berry, nós vamos fazer de tudo para encontrá-la. Tenho certeza que esse tal Puck vai nos levar direto até ela”.

“Eles a mataram?”. Voltou a perguntar.

“Bom... Senhora... Não podemos descartar essa possibilidade”.

“Não!”. E teve outra crise de choro.

...

Depois de um bom tempo, Quinn conseguiu acalmar Puck.

Rachel assim que os avistou, correu até Quinn e com uma voz inocente, perguntou:

“Agora que acabou, posso tomar sorvete?”.

Quinn olhou para ela com um pouco de raiva.

“Melhor sair de perto de mim. O que você fez agora a pouco seria o suficiente para uma criança como você acabar morta”.

“Eu não seria sua primeira criança a morrer, seria?”

Quinn olhou para ela, sem entender.

“Do que está falando?”.

“Do filho que a Santana perdeu”. E antes que Quinn pedisse maiores explicações, Rachel seguiu o caminho de seu quarto.

A morena passou pela sala, onde Puck esfregava o lado do rosto atingido pelo soco de Quinn.

“Eu deveria te matar!”. Puck ameaçou a criança.

Ela apenas sorriu para ele.

EU deveria te matar...

Até que não era má ideia...

Notas finais
alguns de voces estao apostando que Jones seja Mercedes. Alguem tem alguma sugestao diferente??

Comentem e me digam o que acharam do capitulo