Whisper

3 Mary Had A Little Lamb...


Notas iniciais
Hey pessoal aqui esta o novo capitulo
Eu espero que voces gostem
Muito obrigada por estarem comentando *---*

Capitulo Anterior:

Willian resolveu espairecer e ir até a cozinha. Enquanto mexia na geladeira, ouviu uma voz sussurrando.

Você me irritou! Vai ser o primeiro a morrer!

Ele olhou para trás e para os lados e viu que não tinha ninguém.

Quem tinha falado aquilo?

Você vai ser o primeiro a morrer. Repetiu a voz e ele olhou ao redor novamente.

Quem diabos estava falando aquilo?

Você vai ser o primeiro a morrer!

Novo Capitulo:

No cativeiro...

Willian foi para a sala ainda confuso, sentou-se entre Puck e Quinn, que segurava a mão de Santana sentada na poltrona desconfortável ao lado do sofá.

Santana era namorada de Puck antes de deixá-lo para ficar com a sua atual noiva, elas estavam esperando todas as turbulências passarem para marcar o casamento.

Puck volta e meia lançava um olhar irritado para elas.

“E então?”. Puck iniciou uma conversa.

“Então o que?”. Willian perguntou confuso

“Quem é o tal Jones?”. Perguntou Puck, o que atraiu os olhares de Quinn e Santana, que estavam curiosas com esse fato também.

“Não sei”. Disse Willian, dando de ombros.

E então, explicou que um dia o telefone de sua casa tocou, e era alguém com um modificador de voz que se identificou apenas como "Jones" e ofereceu a ele muito dinheiro para realizar aquele trabalho.

Foi quando ele chamou Puck, que já tinha trabalhado para ele antes e Quinn, que tinha saído da cadeia por roubo e porte de armas há alguns meses.

Santana veio no pacote.

“Então... Você não sabe quem é Jones, não é?”.

“Não. Ele me dá números diferentes a cada ligação e me manda para um lugar público diferente para telefonar de orelhões. Eu tenho que ir amanhã ao museu, vocês acreditam?”.

Os outros deram uma risada, sabendo que Willian jamais iria a um museu por livre e espontânea vontade.

“Já ia esquecendo. Alguém aí leva comida para a pirralha e faça o favor de trancar a porta!”

“Mas nós trancamos!”. Reclamou Puck.

Enquanto isso, na mansão Berry...

“Por favor!”. Implorou Shelby aos prantos. “Por favor, salvem a minha filha!”

“Senhora, nós vamos fazer o possível!”. Disse o investigador Finn Hudson. “Tenha calma, vamos achar a sua filha”.

“Minha estrelinha é tão frágil! Deve estar passando por tantos horrores!”. Choramingou ela.

Finn sabia que nada a faria se acalmar.

Nenhuma mãe ficaria calma nessa situação.

De volta ao cativeiro...

Quinn saiu da sala de estar, indo para o lado de fora da casa, precisava espairecer.

Aquele era seu último trabalho.

O último.

Só queria abrir seu restaurante e ter uma vida ao lado da Santana, mas isso não a impedia de se sentir mal com essa situação, a garota tinha quinze anos, era praticamente uma criança!

Ela acabou olhando sem querer para o balanço que ficava do lado de fora da casa.

Era um banco solitário e já apodrecido, segurado por cordas em um galho de uma enorme arvore. Era até horripilante olhar para ele, ainda mais com aquele corvo estranho que estava em cima dele naquele momento.

Corvo que olhava fixamente para Quinn de uma forma totalmente estranha.

Era quase... humana.

...

“Obrigada”. Disse Rachel gentilmente a Santana, quando a latina levou a comida para a garota.

“De nada Rachel”.

“Bem... posso conversar com você? É chato ficar aqui sozinha”. Pediu com um pequeno bico, era praticamente impossivel negar algo a ela naquele momento.

“Claro. Sobre o que quer conversar?”. Se sentou na cama, ao lado da garota

“Você tem filhos?”. Cruzou as pernas sobre a cama e olhou para a Santana curiosamente.

Santana ficou com o rosto pesaroso e triste, pensando no bebê que perdeu há algum tempo. Quinn não sabia que ela estava gravida.

“Não”.

“Que pena... Gosta de filmes?”. Mudou completamente de assunto.

“Sim. Principalmente comédia romântica”.

“Eu adoro assistir thrillers psicológicos”.

A boca de Santana se curvou em um "O" surpreso. A pequena Rachel não parecia nem um pouco alguém que vê filmes de terror.

“Sabia que o meu sonho é visitar um hospício? Acho esse tipo de lugar fascinante!”. Continuou sua fala com um estranho brilho no olhar, deixando Santana ainda mais surpresa.

Santana por um momento achou que a menina fosse louca. Quem em sã consciência gostaria de ir a um manicômio?

“Por que é tão fascinante assim?”. Perguntou franzindo a testa.

Ela deu um sorrisinho para Santana e explicou.

“Aqui fora, nesse mundo... As pessoas podem se valer do poder, do dinheiro, da força física e de artifícios para sobreviver... Já lá dentro, é um lugar onde apenas a sua mente te torna mais forte”.

Santana olhou para a menina com estranheza. Sim, a garota estava certa, mas aquilo não deixava de ser estranho.

“Eu nunca pensei que você falaria algo do tipo. Não me parece uma pessoa fascinada por loucos”. Santana expos seus pensamentos sobre o assunto.

Por um segundo, Rachel não pareceu tão inocente, lançando um sorriso que assustou Santana.

“Ninguém é o que parece”. Respondeu simplesmente.

...

Quinn ficou um pouco afastada da casa, mesmo com uma nevasca caindo, cobrindo tudo com blocos de neve.

Quando voltou, tomou um enorme susto com o que viu. Rachel estava se balançando no banco podre, que podia se quebrar a qualquer momento.

O mesmo corvo estranho que antes repousava no banco, estava agora no ombro da garota, enquanto lobos com o mesmo olhar assustadoramente humanizado fuzilavam Quinn e ameaçavam avançar em cima dela da loira.

Rachel estava cantando uma antiga cantiga de roda.

“Mary tinha um carneirinho, de pelos brancos e macios. Mary tinha um carneirinho, fofo e bem branquinho...”.

Preocupada com os lobos que rodeavam a garota com os dentes para fora, Quinn gritou.

“RACHEL SAI DAÍ!”.

Ela parou o balanço, olhando para ela com tristeza.

“Por quê?”. Perguntou com um pequeno bico de manha nos lábios.

“Os lobos vão...”.

“Que lobos?”. Rachel a interrompeu, parecendo confusa.

Foi então que Quinn notou que os lobos e o corvo que se apoiava no ombro dela, haviam simplesmente desaparecido.

“Tinha lobos aqui agora mesmo! Estavam rodeando você”.

Rachel fez uma cara confusa.

“Lobos? Do que você está falando? Não tinha nenhum lobo! Eu hein! Acho que você está ficando doida!”. Falou com um tom risonho.

Quinn balançou a cabeça sem entender nada.

“Posso continuar balançando ou vai me trancar de novo?”. A morena perguntou um pouco impaciente.

“Ãrgh... Pode continuar aí”. Deu de ombros e caminhou em direção à entrada da cabana, Quinn ainda ouvia a garota cantar a cantiga de roda dela.

“Mary tinha um carneirinho, de pelos brancos e macios. Mary tinha um carneirinho, fofo e bem branquinho. Mary tinha um carneirinho... e eu o fiz em pedacinhos”.

Quinn estancou e virou o rosto em direção a garota com os olhos arregalados, espantada com o que tinha acabado de ouvir, mas a vozinha infantil continuou cantando a canção normalmente e Quinn pensou que era apenas sua imaginação.

“Mary tinha um carneirinho...”.

Notas finais
E então?
Críticas?
Reviews?
E se alguém por milagre amar demais essa fic...recomendações? kkkkkkkkkkk
PS: Quem é Jones? Alguém faz ideia?