Notas iniciais
Aqui esta o novo capitulo, eu espero que voces gostem
Boa leitura

POV. ASHLEY

Eu não estava gostando nada do rumo daquela conversa.

Todos eles tão preocupados com aquela humana. Quinn mal notava minha presença e quando aquela Marley falou que minha Quinn precisava da tal humana na sua vida eu congelei.

Eu não queria nenhum humano entre nós. Eles têm uma vida muito curta. E caso Quinn resolvesse manter contato com ela, ela iria acabar passando muito tempo com os Fabray’s.

Como se não bastasse o fato de ela estar aparentemente toda derretida com eles de novo. Até esta chamando os lideres do clã de pai e mãe. Isso é ridículo. Será que eles nunca vão entender que vampiros não têm famílias. Nós temos clãs.

E eu não quero de jeito nenhum pertencer ao clã deles.

Quero Quinn comigo. Quero um clã só nosso.

Tenho que dar um jeito de fazer logo o ritual com ela para poder levá-la para longe daqui.

POV. QUINN

Eu andava calmamente pela mata com Ashley. Ela estava muito quieta.

Sei que deve estar perdida em pensamentos. Terei que ter muita paciência com ela agora

– Ashley, nós precisamos conversar.

– Tenho até medo do que você vai dizer.

– Eu quero ficar aqui um tempo.

– Droga. Eu sabia.

– Me deixe explicar Ashley...

– Quinn você havia me dito que só iria deixar a humana aqui.

– Eu sei, mas eu não posso. Ashley a Rachel é muito especial para mim. Eu a via como uma filha. Ter que sumir da vida dela a primeira vez já foi horrível. E eu vi que não foi só para mim. Você acabou de ouvir junto comigo. Ela também não suportou minha ausência. Agora que eu a reencontrei quero ficar um pouco ao lado dela.

Eu falava abraçada a Ashley. Estava usando todo meu poder de persuasão com ela.

Eu queria ficar, mas não queria que ela fosse embora. Ashley era importante para mim. Ela me aceitava do jeito que eu era. Ela nunca tentou me mudar.

– Meu amor, eu até entenderia essa sua preocupação se ela ainda fosse uma criança. Mas ela já é uma mulher. Ela não quer mais uma mãe. Ela até pode ter sofrido tudo isso que disseram, mas isso já passou, ela agora não demora vai conhecer uma mulher humana e se casar, ter filhos. Coisas de humanos. Não vai mais sentir sua falta. Você pode apenas... sei lá, manter contato por e-mails, telefonemas. Coisas esporádicas.

– Não seja absurda Ashley. Rachel ainda é muito nova, tudo bem que não é mais uma criança. Mas também não é uma adulta. Ela ainda vai demorar muito para formar a sua própria família. Ela ainda precisa de uma mãe.

Ela balançava a cabeça rindo com ela mesmo.

– Absurda é você sabia.

Então ela me agarrou

– Como não consegue ver o que está bem na sua frente?

– Como assim?-. Pergunte confusa.

– Nada. Esquece. Se você não percebeu, não vou ser eu que vou te dizer. Mas por favor. Não me peça para ficar aqui. Para viver com eles. Para viver como uma humana. Você sabe tão bem como eu, que eu não fui feita para esse tipo de vida. E se me lembro bem você sempre disse que também não.

– Eu sei. Olha, não vou dizer que vou ficar morando aqui, mas eu quero passar um tempo aqui. Quero conhecê-la de novo. Quero saber o que ela vai fazer da vida dela. Se depois disso eu perceber que ela estará bem sem mim por perto. Se eu perceber que ela aceitará a convivência com minha família, aí eu faço o que você sugeriu tudo bem?

– E como eu fico nessa história Quinn?

– Comigo é claro. Sei que você e os Fabray’s não se dão muito bem. Mas se você quer tanto ser minha companheira como diz, já está mais do que na hora de aprender a conviver com eles. Afinal, eu jamais os deixarei por muito tempo. Mesmo não vivendo com eles, eu quero me manter próxima.

Ela me largou e virou de costas bufando.

– O que foi?

– VOCÊ. Essa humana.

Ela se virou para mim.

– Você só a reencontrou a algumas horas e já mudou completamente. Até hoje de manhã você dizia que não suportava nada disso. Que os Fabray’s te sufocavam de mais, que não deixavam você ser você mesma. O que foi? Vai querer brincar de casinha agora? Vai querer uma casa de dois andares também, cerca branca, viver de sangue animal?

– Não! Claro que não. Eu só estou... acho que estou confusa.

– Confusa sobre sua vida ou sobre mim?

Ela andou lentamente até mim. Olhando-me profundamente. Essa cretina sabia muito bem ser sexy e me deixar sem ar quando queria.

– Está confusa sobre mim meu amor? – ela perguntou se colando ao meu corpo, pressionando o quadril dela contra minha cintura.

Eu conhecia Ashley muito bem, sabia exatamente do que ela precisava para se sentir menos ameaçada por minha família.

Então eu subi no colo dela e envolvi minhas pernas em sua cintura.

– Eu te garanto que minhas dúvidas não tem nada haver com você.

Então ela me beijou e se embrenhou mais na mata comigo.

Pelo menos eu sabia que ela ficaria quieta e sem reclamar por algumas horas.

POV RACHEL

Minha cabeça doía.

Não, doer é pouco, ela parecia que iria explodir.

Eu me sentia toda rígida, dolorida, tensa. Meu estomago estava me matando.

Tentei abrir os olhos e a claridade me cegou por uns minutos

Credo o que tinha acontecido na noite passada?

Nada me vinha à mente.

Droga Rachel. Anda, pensa. O que você fez para estar desse jeito.

E onde será que eu estou? Essa cama é macia de mais para ser aquele colchão velho e sujo do apartamento em que eu estou morando.

Ah, claro, eu me droguei. É isso. Tinha me esquecido desse detalhe.

Merda! Nunca tinha ficado desse jeito depois do efeito da droga. Sempre me senti meio mal, mas assim já é exagero.

E onde eu estou???

Então lentamente imagens, fragmentos da noite anterior começaram a inundar minha mente.

Quinn. Eu tinha reencontrado a minha Quinn. E a família dela também.

Mas por que eu não me lembro de mais nada? Tudo que me lembro é de ter vindo até a casa dos pais dela e de ir ao banheiro.

E... e quando sai de lá vi ela indo embora com aquela loira com cara de idosa com botox.

Droga. Acho que eu desmaiei.

– Arg. Minha cabeça.

– Ah, então você resolveu acordar.

Uma voz harmoniosa soou próxima a mim, mas a dor em minha cabeça era tanta que eu não sabia ao certo de quem era.

– Bom, acho que morta eu não estou. A morte não pode ser tão dolorosa assim, então acho que acordei sim. – eu sussurrei.

– Vamos ver se você vai ser capaz de fazer gracinhas quando eu acabar o meu assunto com você.

Assustei-me com o tom da ameaça e me virei para ver com quem eu estava falando.

Eu paralisei. Quinn estava mais linda do que nunca.

Vestia uma calça justa preta que colava em seu corpo e como blusa ela vestia um pedaço de pano que poderia se chamar de top tomara que caia.

E seus cabelos estavam soltos e caiam pelo seu ombro em cascatas.

Céus, eu estava com frio e ela vestida como se estivesse um calor de 30° graus.

Mas a roupa lhe caia incrivelmente bem, seja lá qual for o motivo do calor que ela sentia, eu estava mais do que agradecida. Ter tal visão ao acordar me fez esquecer temporariamente meu mal estar.

Mas o que mais me chamava atenção era o seu olhar. Ela estava visivelmente furiosa com algo. E apesar de toda aquela ameaça, ela esta mais sexy do que nunca. Não sei por que, mas em todas as minhas fantasias com ela, ela sempre tinha esse ar selvagem.

– O que foi? Não vai continuar fazendo graça não?

– Você pode falar mais baixo. Minha cabeça parece que vai explodir.

– Se você quiser eu posso aliviar a sua dor de cabeça. — ela falou bem mansa agora. Levantei meu olhar para ela e não sei por que tive certo medo do tom de voz dela.

– E.. e como você faria isso? – eu gaguejei ridiculamente.

– Simples. Arrancando fora a sua cabeça. – ela agora falava alto de propósito.

– Já vi que você quer me matar. – eu falei com ela, sem o menor medo. – mas será que pode pelo menos me dar a honra de saber o motivo.

– Simples. O. Que. Deu. Em. Você. Para. Se. drogar . E. Para. Fugir. De. Casa. Com. apenas. 16. Anos. – ela gritou

Merda!! Agora sim eu estava com medo.

POV Quinn

Eu estava já há mais de uma hora no quarto com Rachel. Eu andava de um lado para o outro. Russel a havia examinado e disse que ela não demoraria a acordar. Disse que todo o organismo dela já estava limpo de qualquer vestígio das drogas, mas também comentou que ela iria acordar se sentindo mal e que precisaria de analgésicos. Mas eu fui categórica dizendo que primeiro iria conversar com ela. Depois ele poderia medicá-la.

Eu já estava impaciente.

Puck estava atrás da porta junto com Santana. Eu pedi aos dois que ficassem ali para me ajudar a ficar com Rachel durante algum tempo. Puck era forte o bastante lutar comigo caso eu perdesse o controle, e Santana me enviava calma e controle por trás da porta.

Ashley tinha ido caçar. Disse que não queria estar perto quando eu fosse falar com Rachel. Segundo ela, aquilo tudo era exagero da minha parte e ela não gostava de me ver assim.

Finalmente Rachel começou a se remexer na cama.

Dei um tempo a ela, pois sei que humanos quando acordam não se encontram em sua completa capacidade mental.

– Arg. Minha cabeça-. Ela murmurou.

– Ah, então você resolveu acordar

Eu falei logo para que ela tomasse ciência de que não estava sozinha no quarto.

– Bom, acho que morta eu não estou. A morte não pode ser tão dolorosa assim, então acho que acordei sim.

A infeliz ainda tinha coragem de fazer piada com o estado que ela se encontrava. Isso me irritou ainda mais.

– Vamos ver se você vai ser capaz de fazer gracinhas quando eu acabar o meu assunto com você.

Dessa vez acho que ela despertou por completo. Vi ela se assustar levemente com meu tom de voz e virar para onde eu estava.

Seu estado era péssimo. Seus olhos castanhos e normalmente brilhantes estavam apagados. Havia grande olheira em baixo de seus olhos. Sua respiração era rápida e superficial o que denunciava seu mal estar. E seu coração estava acelerado. Seu cheiro já havia voltado ao normal. Mas isso apesar de ser bom para ela, era péssimo para mim, o que mais uma vez piorou meu humor.

Ela ficou um tempo anormalmente grande me encarando e aquilo me deixou nervosa.

– O que foi? Não vai continuar fazendo graça não?– eu perguntei debochando.

– Você pode falar mais baixo. Minha cabeça parece que vai explodir. – a filha da mãe ainda se atrevia a falar assim comigo. Aonde foi parar aquela garotinha obediente??

– Se você quiser eu posso aliviar a sua dor de cabeça – ofereci sarcasticamente.

– E.. e como você faria isso?

– Simples. Arrancando fora a sua cabeça. – a desafiava com o olhar. Mas por incrível que pareça, ela não ligou.

– Já vi que você quer me matar. Mas será que pode pelo menos me dar à honra de saber o motivo.

Nesse momento o restante de cuidados que eu estava tendo sumiu

– Simples. O. Que. Deu. Em. Você. Para. Se. drogar . E. Para. Fugir. De. Casa. Com. apenas. 16. Anos.

Eu gritei, mas ainda falando baixo para o que eu poderia fazer.

Eu não estava mais aguentando toda aquela enrolação. Ela teria que me explicar tudo e muito bem

Ela me olhava assustada e não falava nada.

Passaram-se dois minutos E ela apenas encarava o chão.

– Ande Rachel, estou esperando-. Cruzei os braços

– Eu não sei o que dizer...

– Que tal começar com a verdade. Por que se drogou ontem?

– Eu não sei. Estava... – então ela olhou para mim. – olha Quinn, minha vida é um tanto complicada e às vezes e só às vezes quando eu quero esquecer algumas coisas, eu faço isso. E ontem eu estava com raiva, frustrada e triste. Então eu apenas queria me desligar de tudo. Mas é sério, eu faço isso muito raramente.

– Não me interessa se é raramente ou não. Você tem ideia do risco que corre se drogando? Do que isso faz a você, ao seu corpo? Sem contar que você pode simplesmente errar na dose e...

Eu me virei de costas e respirei fundo para me acalmar. Eu não conseguia nem mesmo pronuncia a palavra morrer para ela.

Todo meu corpo estava tenso.

Eu tentava me acalmar um pouco para poder voltar à conversa com ela quando eu sinto ela se levantar da cama. Continuei parada e vi que a respiração dela estava se acelerando ainda mais. Interpretei como ela ficando nervosa para falar algo.

Então eu o ouço dar um passo em minha direção.

– Então você se importa comigo? Quer dizer... você se importaria se eu... se algo acontecesse comigo?

Virei-me para ela.

– Claro que sim. O que você acha? Tem ideia de como passei a noite toda preocupada com você! Você é muito importante para mim Rachel. Será que não percebeu isso?

Ela deu um sorriso e mais um passo para mim.

– É muito bom saber disso anjo.

– Arg. Será que dá para perder essa mania de me chamar assim?

– Impossível. – ela agora ria descaradamente. – você sempre será meu anjo Quinn.

Percebi que eu sorria bobamente para ela, mas então me lembrei que estávamos falando de um assunto muito importante.

– Você nunca mais vai fazer isso entendeu? Nunca mais vai usar essas porcarias. Russel te deu uma medicação que limpou seu corpo totalmente. Você deu sorte que nada de pior aconteceu, mas eu nunca mais permitirei que cometa uma loucura dessas.

– Claro. Tudo bem. Pode deixar que eu jamais faria isso de novo.

Então ela deu um sorriso que eu não conhecia. Um sorriso de lado. Esse sorriso era bem charmoso. balancei a cabeça afastando esse pensamento.

– Eu acho que agora não terei mais motivos para isso. – ela falava rindo.

– E outra coisa, pode ir falando onde você mora para que possamos ir a sua casa pegar as suas coisas. Você não vai mais sair de perto de nós. Pode até não gostar da ideia, mas vai viver aqui.

Ela gargalhava.

– Vai me prender é anjo?-. Levantou uma sobrancelha divertida, com o mesmo sorrisinho de antes.

– Se precisar. O que te deu na cabeça Rachel? Russel já me contou que esteve com Shelby e ela lhe contou tudo que aconteceu.

O sorriso dela sumiu assim que falei no nome daquela mulher.

– Entendo que você possa ter tido seus motivos. Mas fugir com 16 anos? Ficou louca? Tem ideia de tudo que podia ter te acontecido? Foi uma sorte eu ter te encontrado por acaso de novo. Nunca mais digo que não acredito no destino-. Eu falei com se divagando para mim mesma. – Mas o que você fez foi uma loucura. Sabe-se lá o que poderia ter acontecido...

Ela revirou os olhos.

– Menos Quinn. Deu tudo certo não foi? Eu estou aqui na sua frente viva e bem. – ela ainda ria com bom humor

– É. Deu certo até agora. Mas sabe-se lá o que poderia acontecer se eu não te encontra-se.

– O que quer dizer?

– Ora Rachel. Você ainda é muito nova para ficar sozinha. Está mais do que claro que ainda precisa de cuidados. E a prova de tudo isso é o estado em que eu te encontrei.

– A não-. Ela se jogou na cama sentando. Colocou as duas mãos tampando o rosto.

– O que foi?

– Me diga que você não esta me vendo ainda como uma criança?

– Eu sei que você não é criança. Mas também não esta me parecendo nada madura e responsável. Eu sei que posso estar exagerando, mas eu quero te ajudar. Dessa vez eu vou ficar por perto. Vou eu mesma cuidar de você...

– Como uma filha? Ai não. Por favor, por favor, me diga que você não esta me vendo como uma filha.

Ela murmurava ainda com a cabeça enfiada nas mãos.

– De certo modo. Quer dizer... não foi isso que você sempre quis?

– Não!!!! – ela gritou. – Quer dizer... de certo modo era, mas agora... agora não. Tudo mudou.

– Eu não estou te entendendo.

– Quinn, será que você não pode me enxergar? Não pode ver como as coisas mudaram? Eu não sou mais uma criança, eu sou uma mulher.

Ela levantou e veio até mim, me pegou pelos ombros, firme e falou comigo.

– Olhe para mim Quinn. Eu sou já sou uma mulher. Será que não é capaz de ver?

Ela olhava profundamente em meus olhos.

Mas eu fui atingida em cheio pelo cheiro dela. O hálito dela tão próximo a mim. Minha sede chegou a um nível insuportável no momento.

– Quinn eu...

Ela começou olhando para mim de uma forma estranha, mas eu não podia ficar mais nem um minutos ali.

Eu saí rapidamente de seu aperto.

– Depois continuamos essa conversa Rachel.

– Mas... por favor Quinn, ainda temos muito que falar.

– Não. Agora não posso. Eu... eu tenho que sair. Depois nos falamos

Então sem pensar em mais nada eu sai pela porta o mais rápido que meu disfarce humano permitia.

Assim que passei por ela Santana me ajudou.

– Calma Quinn. Respire.

– Eu preciso caçar Santana. Agora.

–Eu vou com você para te ajudar.

– Não.- olhei assustada para ela. – sinto muito Santana. Mas você sabe muito bem o que eu vou caçar.

Então ela me soltou e abaixou seu olhar.

– Sinto muito.

E saí correndo.

Quando já estava fora da casa eu olhei no relógio. 25 minutos Eu havia aguentado 25 minutos Ao lado dela. Com ela dormindo era mais fácil. Eu pude ficar uma hora com ela lá. E nem estava tão difícil assim. Mas ela acordada. Se movimentando perto de mim, respirando próximo a mim...

Não isso era de mais para minha força de vontade.

Entrei na mata para poder correr para longe dali. Eu precisava ir para longe para caçar. Não poderia acabar matando um conhecido da minha família por descuido.

Teria que ir para uma cidade longe dali.

Então me lembrei do olhar que Rachel me deu quando me pediu para vê-la como mulher. Ela estava estranha. E o modo com o que ela me segurou em seus braços, me fez sentir estranha.

Eu nem tive tempo de descobrir o que era, pois logo a sede me invadiu. Mas em uma coisa ela estava certa. Eu não tinha o menor direito de tratá-la como criança. Ela já era uma mulher. Acho que eu me recusava a pensar assim para não admitir o tempo que perdi. Vou ter que começar a pensar em uma maneira de ficar perto dela sem que a irrite. Isso é se ela me quiser ao seu lado, já que ela diz que não me quer mais como mãe.

Eu parei de correr der repente.

Ela disse que não me quer mais como mãe.

Por quê? O que mudou? E o principal, por que eu não estou triste com isso?

Afinal, eu sempre a quis como filha não foi?

Continua...

Notas finais
E então?
A Quinn finalmente está se dando conta que a Rachel não é mais uma criança. O que será que vai acontecer daqui para frente?

Comemtem bastante, eu nao sei se conseguirei postar amanha, entao por via das duvidas, até segunda pessoal
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