Notas iniciais
Hey meus amores, eu iria postar esse capitulo ontem a noite depois que eu chegasse da faculdade, mas FDP do meu professor de anatonia mandou fazer um trabalho para o dia seguinte... entao eu só consegui postar agora

MUITO OBRIGADA pelos comentarios no capitulo anterior
Amo voces
Espero que gostem desse capitulo

POV. Quinn

A sede era insuportável, beirava a insanidade.

Em algum lugar no fundo do meu ser, eu sabia que minha garotinha, minha Rachel estava ferida e que precisava de mim, mas o monstro que morava em mim e que nesse momento me dominava, não permitia que esse lado meu se sobrepujasse a ele.

Eu rosnava e rosnava alto, e como Santana sentia tudo que eu sentia, ela não estava melhor do que eu. Nossos rosnados eram ouvidos longe e por sorte foram logo imitados por leões e tigres irritados com urros de possíveis predadores, assim as pessoas não puderam notar nada de anormal.

Brittanny e Marley estavam em nossa frente, mas a uma distancia segura, nesse momento tentar nos segurar acabaria em luta, pois agora nosso lado primitivo nos dominava.

Brittanny tentava me chamar à razão.

– Quinn, por favor. Tente se controlar lembre-se que ela é sua garotinha. Lembre-se que você a ama.

Eu conseguia ouvi-la, mas meu corpo não obedecia minha mente.

– Santana meu amor, por favor. Você tem que se controlar para poder ajudar a Quinn.

Mas eu via que ela também não tinha escolha nesse momento. Ela e eu apenas rosnamos mais alto.

Ouvia as pessoas assustadas lá fora. Mais assustadas pelos rosnados “dos felinos” do que pelo acidente em si. Mas ainda assim alvoroçadas.

E também ouvia minha família.

Puck, Judy e Russel não sabiam se vinham nos segurar ou se socorriam Rachel. Brittanny decidiu por eles.

– Russel vá ajudar Rachel, é grave.

– Judy venha me ajudar. E Puck fique com Russel. Se Quinn e Santana se descontrolarem, pro inferno com os disfarces, pegue Rachel e fuja.

Nessa hora eu rosnei como nunca. Eram as duas Quinn’s ali rosnando. A fera que rosnava por ameaçarem tirar o sangue que eu queria tomar mais que tudo. E a Quinn mãe, pois falavam de tirar minha filha de perto de mim.

A batalha dentro de mim não tinha fim, e eu sabia de longe quem já tinha ganhado. A Fera.

Eu dei um passo à frente. Passo esse que foi imitado por Santana. E eu vi as três vampiras a minha frente ficarem selvagens como nunca antes.

Elas agacharam em posição de ataque, e eu me martirizei mais uma vez.

Eu era ótima de luta. Muito provavelmente eu as machucaria e muito para conseguir o que eu quero. E elas iriam se machucar apenas por tentarem me proteger de mim mesma. Elas estavam protegendo minha filha de mim.

Eu jamais me perdoaria por isso. Assim como jamais me perdoaria por fazer Brittanny atacar sua esposa e essa a machucar também por minha causa.

Tudo por culpa desse maldito monstro que eu sou.

Mas infelizmente eu não posso evitar o que eu sou. E com esse pensamento concluído eu dei mais um passo.

Tudo isso se passou muito rápido não havia se passado nem um minuto completo. E foi nesse momento, em que eu me preparava para atacar que tudo aconteceu.

Rachel chorou.

Ouvir minha pequena chorando partiu meu coração e me trouxe a realidade. A minha mente ao registrar o choro de Rachel empurrou a fera para um canto qualquer e permitiu que eu retomasse o controle.

Nesse lampejo de lucidez, Santana também voltou a si, e no mesmo momento em que percebeu o que quase fez, ela pulou janela a fora e fugiu.

As fêmeas percebendo que eu estava lúcida outra vez voltaram ao normal.

– Eu preciso vê-la. Me ajudem-. Implorei.

– Quinn seria melhor você ir caçar minha filha. – Judy falou para mim.

– Eu só preciso vê-la mãe, mesmo que de longe. Só preciso que ela saiba que eu estou aqui.

Elas assentiram e abriram a porta para que eu saísse, e como mãe e irmãs maravilhosas que elas eram, elas me ladearam, para possivelmente me protegerem de mim mesma.

Eu fui andando a passos lentos para onde Rachel se encontrava. Se contorcendo e chorando no chão.

Eu queria poder correr, mas cada passo meu exigia muito do meu autocontrole.

Ao chegar à porta eu vi minha Rachel caída no chão ao lado de uma árvore da qual ela caiu. Sua perna havia se quebrado, mas não foi uma simples fratura e sim uma fratura exposta. O osso que se partiu antes de perfurar a carne, tinha rompido uma veia de sua perna. E era isso que fazia o sangue de Rachel jorrar.

Meus olhos brilhavam. Eu sabia que estavam vermelhos, mas nem liguei para isso. Por sorte todos ali nem pareciam me perceber.

Assim que apareci na porta, Rachel pareceu me perceber, pois na hora ela olhou para mim e seu choro se transformou em uma súplica.

– Quinnie, por favor, me ajuda!

Meu pai fazia um torniquete com todo cuidado em sua perna. Puck segurava gentilmente Rachel para que ao se remexer, ela não piorasse o estado da sua perna.

Quando Rachel percebeu que eu não me aproximei dela, seu desespero aumentou.

– Quinnie! Quinnie!... Mamãe por favor.

Ali eu desabei. Cai de joelhos no chão.

Eu era uma merda de criatura que não podia nem ao menos ficar ao lado do ser que eu mais amo na hora que ela mais precisa de mim.

Russel como não sabia o que fazer, apenas murmurava para ela se acalmar e trabalhava em sua perna para colocá-la em condições de uma remoção para o hospital.

Ao ver todo o sofrimento de Rachel, Shelby a enfermeira que iria adotá-la dali a três semanas se apressou em se aproximar dela. Tentou confortá-la, mas Rachel rejeitou sua proximidade.

– Não! Eu não quero você, quero minha mãe. Mamãe por favor-. Voltou a me olhar com os olhos banhados em lagrimas.

Eu soluçava alto já. A cada suplica dela, eu morria mais um pouco. Era como se eu fosse serrada ao meio aos poucos.

Judy tentou amenizar.

– Quinn se você talvez chegasse mais perto prendendo a respiração.

– Não dá mãe. Não dá!-. Eu respondi em meio aos soluços.

Marley, a que mais queria ser mãe de todas nós, caiu de joelhos ao meu lado. Ela entendeu um centésimo da minha dor e não suportou. Ela soluçava abraçada comigo.

Depois de devidamente imobilizar a perna de Rachel, Russel avisou que ela já podia ser removida para o hospital, e pediu para que Puck a levasse para o carro.

Mas eu acho que movida por um instinto materno, Shelby se apressou em pegá-la no colo.

Puck tentou impedir, a segurando firme e olhou para mim.

Eu só conseguia chorar e nada mais. Era óbvio que eu queria fazer aquilo. Queria tomar minha pequena no colo e eu mesma a levar ao hospital. Consolá-la por todo o caminho e ficar na sala de cirurgia segurando sua mão enquanto era operada. Mas eu jamais poderia fazer isso.

Então como uma forma de me torturar, eu permiti que a futura mãe dela assumisse logo essa posição.

Fiz um sinal para que Puck deixasse que ela a pegasse.

Ele ainda tentou impedir, mas logo Russel tocou seu braço para que ele deixasse Shelby carregá-la.

Puck assentiu e a entregou de cabeça baixa. Ela foi levando minha Rach para longe e eu ainda o ouvia seu clamor.

– Por favor, mamãe, não me deixe. Eu quero você. Me ajuda Quinnie. Eu te amo.

E com essa última frase dita eu me pus a correr. Me virei ainda em velocidade humana e atravessei a cozinha e sai pela porta lateral da casa e me embrenhei na floresta, assim que eu sai do campo de visão dos humanos eu passei a correr na minha velocidade.

Ainda ouvi minha família correndo atrás de mim, mas falei para eles:

– Quero ficar sozinha. Apenas me liguem quando ela sair da cirurgia.

Assim eles me permitiram me afastar e eu corri para me isolar do mundo, mas eu sabia que não importando para aonde fosse, a dor iria comigo.

(...)

Depois de 6 horas, Judy me ligou avisando que Rachel já estava no quarto e estava bem. Ainda estava sedada, mas a cirurgia tinha sido um sucesso. Ela não teria nenhum tipo de sequela do ferimento.

Falou que eu já poderia ir visitá-la, mas eu disse que não iria e desliguei o telefone.

Eu jamais teria condições de vê-la dessa maneira. Frágil, indefesa.

Eu falhei. Falhei completamente.

Eu não podia em hipóteses nenhuma ficar ao lado dela.

...

3 dias depois.

Eu já tinha tomado minha decisão.

Estava apenas indo me despedir.

Eram 4 horas da manhã. Logo iria amanhecer. Eu tinha que ser rápida.

Cheguei a frente ao hospital e a farejei. Ótimo. Ela estava no segundo andar, assim seria mais fácil.

Escalei as paredes do hospital e entrei em seu quarto pela janela Sentei-me em sua cama. Ela dormia tranquilamente, mas minha vista apurada via a diferença em seu corpo. Ela estava abatida. E um pouco mais magra. Eu não sabia se isso era normal em humanos que se machucavam. Teria que perguntar isso a Russel.

Nesse momento Eu os farejei.

Ah claro, Brittanny deve ter tido uma visão minha.

Um a um, os seis vampiros que compunham minha família foram entrando.

Eles ficaram nos rodeando por um tempo. Todos calados. Apenas nos olhando.

Eu segurava a mão de Rachel e fazia leves carinhos em seus braços.

Depois de uma eternidade, ou talvez dois minutos, eu não saberia dizer, Puck quebrou o silencio.

– É verdade o que Brittanny viu? Você vai deixar Rachel? E vai nos deixar também?


Continua...

(N/A: Eu iria parar aqui, mas não estou afim de levar um tiro de algum de vocês kkkkkkk)

POV Quinn:

– Sim, eu vou embora.

– Mas filha...

– Não adianta Russel, é a coisa certa a fazer.

– Abandonar sua filha é a coisa certa?

– Você viu que eu não posso ficar com ela Russel. Não posso cuidar dela.

– Tudo bem, mas não precisa ir embora de vez, nós não havíamos combinado que....

– Não serei capaz de fazer isso... pensei que pudesse, mas estava errada.

– Quinn...

– Não dá pai. Jamais vou ter coragem de ficar sozinha com ela, em um passeio ou uma visita. Você viu. Os humanos são muito frágeis. Mesmo em uma casa com sete vampiros e dezenas de humanos, ela ainda sim conseguiu se machucar. O que teria acontecido se eu estivesse sozinha com ela, ou se vocês não estivessem por perto? Eu teria... teria...

E mais uma vez eu desabei em um choro sem lágrimas.

Nunca vi minha família em um silencio tão sombrio.

Sentia as mãos de minha mãe afagando minhas costas e meu pai segurando minhas mãos em uma tentativa de consolo, mas eu não podia ser consolada.

– Eu imagino o quanto seja difícil minha filha. Mas você viu o quanto Rachel te ama. Não acha que vai ser doloroso para ela também se você se ausentar?

– É exatamente por isso que eu vou embora de vez.

– Como assim? – Brittanny se colocou ao meu lado

– Os humanos têm uma memória muito curta. Sei que ela vai esquecer logo de mim.

– Quinn ela te ama!

– Eu sei que ama Brittanny. Mas ela sofreria muito mais se eu permanecesse por perto. Sempre me negando a ficar sozinha com ela, ou a ficar tão presente como ela gostaria. Imagina você ser rejeitada pela pessoa que você quer que seja sua mãe nos momentos mais difíceis da sua vida. Não, eu não posso fazer isso com ela. E nem comigo. Não suportaria ver outra mulher tomando meu lugar de mãe. Então vou me afastar. Sei que ela vai sofrer, mas os humanos esquecem rápido. Logo ela vai... vai sentir carinho pela mulher que cuidará dela e muito antes do que ela pensa, estará a chamando de mãe e a amando intensamente.

Terminei de dizer isso quase sem ar.

Imaginar minha pequena chamando outra mulher de mãe me rasgava por dentro.

Puck estava tão quieto quanto os outros. Aquilo era atípico dele. Puck era uma criatura alegre e divertida por natureza. Foi o primeiro da família por quem Rachel se apaixonou.

E agora ele estava tão sério quanto todos. Sei que eles também estavam sofrendo por perder o Rachel. Eu mesma coloquei essa alegria na vida deles, e agora eu também estava tirando.

Mas jamais, em momento algum eu imaginei ouvir o que eu ouviria agora.

– Mas por que você tem que nos abandonar também? – Puck perguntou quase soluçando.

Ele segurava tão firme a mão de Marley, que com certeza se ela fosse humana teria esfarelado todos os ossos da mão dela.

– Puck... – eu comecei a falar olhando para ele, mas ele me interrompeu.

– Desde que te conhecemos você faz parte da família, mas mesmo quando você morou com a gente você mantinha uma certa distancia emocional de nós. Sei que nos amava, assim como nós te amávamos, mas você não se deixava envolver conosco.

– Nessa semana que passamos todos juntos, você... você realmente se deixou ser nossa irmã. Você riu conosco, brincou conosco. Conversou, tomou decisões. Você se permitiu fazer parte da família e fez todos nós te amarmos ainda mais. Por favor, não vá embora agora. Já vai ser duro perder a Rach. Perder você também vai ser... horrível.

Ele me abraçou. Por um milésimo de segundo tive medo de Marley sentir ciúmes. Não que algo na cena pudesse despertar ciúmes, mas Marley era a criatura mais ciumenta que eu conhecia, mas para meu espanto ela estava chorando igual ao Puck. Olhei em seus olhos e vi que a dor dela era a mesma dele. Olhei para todos ali que vi que todos se sentiam igual.

Beijei o rosto dele e me afastei para falar.

– Sinto o mesmo por todos vocês. Mas peço que me entendam. Eu não posso. Não posso querer viver em família quando estou justamente abandonando uma filha.

– Mas eu vejo você Quinn. – Brittanny disse me olhando profundamente – Vejo você vagando sozinha de novo, como nômade. Eu vejo...

Ela inspirou profundamente antes de falar, ela tomava coragem. Então eu soube que ela já tinha visto tudo que eu decidi fazer.

– Eu vejo você voltar a ser como antes... e vejo você com alguns machos e fêmeas... você vai começar a procurar um parceiro, você quer fazer parte de um clã, não uma família como nós, mas um clã. Você nunca mais vai voltar.

Ela sussurrou a última frase.

Todos prenderam a respiração. Acho que ela não tinha contado essa parte a eles.

– Eu não posso garantir que nunca mais vou voltar Brittanny. Essa parte eu ainda não decidi, mas posso dizer que por muito tempo vocês não vão me ver. Mas sim o resto é verdade.

Se eu não tenho forças nem mesmo para ficar com um filho, para que eu vou lutar para mudar o que eu sou?

Levantei-me e dei um beijo no rosto de Rachel.

Sussurrei em seu ouvido.

– Vou te amar para sempre minha pequena.

– Nunca mais vou lutar. Se é um monstro o que eu sou, então é como monstro que eu vou viver.

Virei às costas e me preparei para pular pela janela, mas antes falei por sobre meu ombro:

– Mas irei amar vocês para sempre. Não sou capaz de viver com vocês, mas se um dia precisarem é só me chamar. Sempre estarei disposta a lutar por vocês. Adeus.

E antes que um deles pudesse falar mais alguma coisa eu pulei. Comecei a correr e logo senti um deles correr atrás de mim. Já ia mandá-lo ir embora quando eu farejei quem era.

Eu senti o quanto era importante ela falar comigo. A única que eu não ouvira a voz a noite toda. Senti a necessidade que ela sentia. Então eu parei.

– Você não tem culpa de nada Santana.

– Claro que tenho Quinn. Perdoe-me. Naquele dia eu não apenas não consegui te parar como também ameacei a vida da Rachel.

– Você não tinha escolha. Você sentia tudo que eu sentia. Eu que deveria me desculpar com você. Além de todo o mal que eu já fiz, eu fiz você reviver a fera que existe dentro de você e que você tão habilmente escondeu por mais de 200 anos.

– Minha irmã, existe uma coisa que você ainda não entendeu.

Ela que até agora falava as minhas costas veio ficar de frente para mim.

– Isso que você sente, esse monstro, todos nós sentimos. Tudo bem que para nós é mais fácil, pois aprendemos a controlar nossa sede logo que nós acordamos, mas nós também lutamos contra esse monstro dentro de nós a cada dia de nossa existência. A diferença é que nós sabemos que sozinhos nós não conseguimos. Nós aprendemos a nos apoiar um nos outros. Em nossos parceiros.

Eu olhava para ela sem entender nada do que ele falava.

– Se sei que você agora não está entendendo nada, e também sei e aprendi que tudo na vida tem seu tempo. Por isso minha irmã, sei que isso não é um adeus. É apenas um até breve.

– Pensei que a bruxa vidente da família fosse sua esposa. – falei tentando amenizar a dor que sentia por deixar todos eles.

Ela riu de leve.

– Brittanny pode ver o futuro. Mas o futuro depende de nossas decisões. Ela só vê depois que as decisões foram tomadas. Já eu vejo os sentimentos, enxergo o que vai fazer você tomar as decisões.

Disse apontando para meu peito.

– Sei que você agora não está pronta Quinn. Sinto sua dor e vejo que você vai tentar exorcizá-la da maneira errada. Mas também sei que só aprendemos com nossos erros. E que só podemos saber que uma coisa é a certa para nós depois de viver as erradas.

Eu olhava para ela sem entender absolutamente nada.

– Eu enxerguei uma coisa que você não enxergou ainda, aliás, acho que ninguém na nossa família enxergou. Mas um dia você vai. E quando isso acontecer é que você vai voltar para nós e vai aprender a mudar. É nesse dia que você vai ser capaz de superar o que você pensa que é e deixar seu verdadeiro eu aparecer.

Ela beijou minha testa demoradamente e me soltou.

– Até lá minha irmã, boa sorte. E tente não cometer muitos erros para não se arrepender pela eternidade.

Eu ainda fiquei parada olhando Santana voltar pelo caminho que veio, até que ela virou uma rua e eu a perdi de vista.

Não entendi nada do que ela havia dito. Talvez ela apenas estivesse tentando me confundir para fazer com que eu não fosse embora e antes que essa confusão me fizesse voltar ao lugar de onde eu acho que não conseguiria sair novamente decidi correr.

Eu me virei e corri.

Corri por muito tempo, não sabia para onde estava indo e muito menos se um dia eu voltaria.

Continua...

Notas finais
Eu espero que tenham gostado, tentem nao me matar por eu ter feito isso

10 comentarios e eu posto o proximo
Beijos