When They Come For Me

5 Capítulo V — Green Goblin


Notas iniciais
Gente, mais uma milésima vez me desculpem a demora, eu não tava muito bem esses dias mas agora TO DE VOLTA PRA ARROMBAR O CORAÇÃOZINHO DE VOCÊS COM UM CAPITULO QUE SAIU BEM GAY. Mentira gente, nem ficou tao ruim assim. Mas enfim, aqui temos a aparição do nosso primeiro vilão, O DUENDE VERDE TAM TAMB TAM!!!!!!! Boa leitura, até as notas finais sz

Capítulo llV — Green Goblin

Steve

— Mary Jane? — chamava Peter, enquanto voltávamos por onde estávamos vindo. Mary Jane havia sumido de um segundo para outro, e de um jeito extremamente silencioso. Não era possível ela ter abandonado o grupo assim, nem ter sido atacada e evaporar desse jeito. O Aranha era o mais desesperado, de modo que eu conclui minhas suspeitas.

— Como ela pode ter evaporado desse jeito? — pergunta Felicity — Quer dizer, não tem tantos zumbis aqui, e ela teria gritado se tivesse sido atacada, nós veríamos o corpo, e não faz sentido ela fugir.

— É isso que precisamos saber, assim que, sei lá...Acharmos ela. — diz a Fênix. — Vamos voltar pra Starling City pra ver se achamos ela, então seguimos pra Central City.

— M.J.? — gritava Felicity.

— Ruivinha! — chamava Bruce.

— A gente só vai atrair mais errantes pra cá. — diz Wolverine. — Precisamos procurar por ela sem fazer barulho.

— A gente tá indo pra Starling City, é óbvio que vamos topar com os errantes. — diz Oliver.

— Mas o James tá certo. — diz o Aranha — Não podemos piorar as coisas pro nosso lado.

— Gente? — alerto — Estão ouvindo?

— Ouvindo o que, América? — pergunta Peter

— Shhh.

Os gritos desesperados vindos da cidade ficavam mais altos. Obviamente eram da M.J., agudos, mas fortes. Corremos até o o centro dos gritos com todas as nossas forças, até onde Mary Jane havia ido parar. A ruivinha se debatia em uma mordaça, com os pulsos amarrados e as pernas no mesmo estado. Ela estava dentro de uma casa abandonada, repleta de sombras.

— Mary Jane! — grita Peter, se abaixando até a ruiva e desamarrando seus pulsos.

— Nem pense em fazer isso, Parker. — um homem saiu do meio das sombras. Um homem não, um adolescente, mais ou menos da idade de Peter. Ele tinha cabelo desajeitado e curto, feições traiçoeiras e com certeza um sotaque forçado.

— Como...Como você sabe meu nome? — pergunta o Aranha — Foi você que pegou ela?

— Há muitas perguntas nesse mundo que foram feitas para serem apenas perguntas. — responde o homem.

— Há muitos caras estupidamente enigmáticos nesse mundo que foram feitos para serem socados. — digo.

— Se eu fosse você — ele se afastou mais um pouco das sombras, de modo que conseguimos ver seu rosto melhor. Ele tinha traços verdes, olhos dourados e uma roupa que combinava estranhamente com a pele. — Eu não arranjaria briga comigo.

Ele tirou dois facões dos bolsos de trás e os colocou em volta dos pescoços de Peter e Mary Jane, respectivamente.

— Solte eles! — Oliver diz, apontando o arco e flecha para a cabeça do cara.

— O Duende Verde não recebe ordens de humanos. — o cara responde — Então, vocês vão me passar esses suprimentos e armas ou eu vou ter que decapitar os seus amiguinhos?

— Duende Verde? Você deve estar brincando comigo, certo? — pergunta Peter — Você não tinha um nome menos Branca de Neve?

— Cale-se, infame! — grita o..er...Duende Verde. — Vocês estão atraindo os errantes pra cá, então ou vocês me fazem o que estou mandando ou eles vão comigo e vocês ficam encurralados.

— Eu tenho uma opção melhor — diz Wolverine — Você solta o Aranha e a ruivinha e nós vamos embora, ou matamos você.

— Peter...Faça seus amigos colaborarem... — diz o Duende. — Ou você vai negar a ordem do seu melhor amigo.

— Melhor amigo? Quem é você, cara? — pergunta Peter.

— Ah, coitado, não se lembra de quem te deu apoio desde o jardim de infância? — pergunta o cara.

— Você tem problemas. — diz Mary Jane.

— Você que tem um problema, Ruiva. — diz o Duende, pressionando mais ainda os facões. — Vejo que a Gwen não está aqui, Parker.

— Cala a boca. — rosna o Aranha.

— Você deixou ela morrer? — pergunta ele.

— Já chega. — Peter aciona a máquina que leva no pulso e esguicha um jato de teia de aranha no rosto do cara, depois no facão que ele prendia no pescoço de M.J., a jogando para longe, o qual Bruce pega, e então o garoto derruba o vilão no chão, pegando o outro facão. — Mary Jane, corre!

A partir daí, eu prenso o Duende na parede com o escudo que uso, então me desvio das suas tentativas de escapar até me abaixar para me desviar de uma flecha lançada pelo Arqueiro, que acerta de raspão sua orelha. Peter lança teias que o prende na parede pelos pés e mãos, mas ele se liberta facilmente. Wolverine o prensa novamente na parede, le acertando socos no rosto, em seguida desviando de um facão lançado pela Fênix. O facão acerta em cheio sua cabeça, enquanto Bruce e Peter davam conta dos errantes do lado de fora.

— Estão vindo todos pra cá! — gritam eles. Eu, o Arqueiro, Wolverine e Fênix corremos até a porta, nos espremendo nas paredes e acertando os errantes em cheio. Mary Jane e Felicity esperavam nas florestas, mas até conseguirmos chegar até lá daria tempo de elas chegarem a Central City.

— Lesmas. — diz Mary Jane.

— Não conte com a gente pra te resgatar depois, então. — bufa Peter — Exigente.

— Ei, eu tava brincando, Aranha — diz M.J. Tá bom, vamos dizer que isso vai soar gay, mas eu sou o maior Mater shipper do universo. Acabei de inventar o nome e não sou bom nisso, então não encham.

— Peter — sussurro em seu ouvido — Você conhecia aquele cara?

— Não sei do que ele estava falando. Meu melhor amigo se chamava Harry Osborn.

Notas finais
E aí, gostaram????? Não sei se ficou arrombador como eu disse pois, como dizia uma das minhas melhores amigas, ficou meio vago. Mas enfim, ate o próximo cap, szsz