When I Felt In Love
11 11º Capítulo
Notas iniciais
Cadu: É… Hum… Desculpa?! – ele diz, constrangido. Cadu se afasta e olha para baixo.
Ju: Tudo bem, Cadu… Eu que peço desculpas! Eu… Eu… Te dei o maior bolo, causei essa bagunça, fui completamen..
Cadu a interrompe:
Cadu: Ju, eu bebi porque eu quis. Porque é um modo de fugir do que eu sinto, eu não quero sentir.
Ju: Sentir?
Cadu: É… Medo… Sabe?!
Ju: Seja mais específico… Medo de?
Cadu: De me apaixonar por você somente com um encontro. De me preocupar enquanto você não estava preocupada – ele a puxa pela cintura- de gostar de alguém que não gosta de mim.
Ju: Mas eu gosto…
Cadu: Você gost… – Juliana o beija.
Um beijo intenso, quente, muuuito molhado e com muito desejo.
Cadu: Ju, fica… Por favor.
Ju: Não sei se é uma boa ideia, Cadu. Eu acho que ainda não é a hora…
Cadu: Eu nunca vou fazer nada sem que você queira. Você não é só mais um caso. Você é especial. — ela suspirou – fica, vai! Eu aposto que vou estar muito melhor se você ficar comigo… E seu remorso vai passar – ele sorri tentando ser fofo.
Ju: Tudo bem, você venceu. Vamos DORMIR! – ela da ênfase à dormir.
Cadu: OK, vamos. — ele sorriu vitorioso, pegou a mão dela e foram em direção ao quarto.
O quarto de Cadu era espaçoso e aconchegante, e no centro havia uma cama enorme. Ele retirou os travesseiros e almofadas de cima da cama e puxou o edredom. Deitaram-se e não demorou muito para pegarem no sono, já que estava tarde e ambos estavam cansados.
POV Juliana
No meio da noite acordo com braços passando ao redor de minha cintura. Demoro alguns segundos para me localizar, e logo a noite anterior me veio à cabeça. Sorrio ao lembrar de quem eram aqueles braços. Ainda está escuro, então concluo que não faz muito tempo que dormimos. Sinto um beijo em meus cabelos e percebo que não sou a única acordada. Me viro lentamente e fico de frente para ele. Aqueles belos olhos me encaram. Aquele olhar balança minhas estruturas. Sua mão sobe pelo meu braço suavemente, me fazendo estremecer. Acho que ele percebe isso, pois um sorriso se forma em seus lábios. Sua mão chega ao meu rosto, onde ele passa algum tempo acariciando. Ele aproxima seu rosto do meu e estremeço mais uma vez. Ele me beija. E eu quero isso. Meu olhar desce de seus olhos para seus lábios. Parecem tão convidativos. Exibo um sorriso, que logo é coberto pelos seus lábios em contato com os meus. Seu beijo é uma delícia. Acho que nunca me cansarei deles. Sua mão corre para a parte de trás da minha cabeça, puxando levemente meus cabelos e intensificando o beijo. O clima está esquentando, e eu sei onde isso vai terminar.
Colamos nossos corpos, e uma corrente elétrica corre por cada centímetro dentro de mim. Passamos incontáveis minutos desse jeito, e o clima está realmente quente. Cadu me deita de costas na cama e deita-se sobre mim. Suas mãos correm pelas laterais do meu corpo, enquanto as minhas passam por suas costas, sentindo seus músculos definidos.
Paramos os beijos por alguns segundos e nossos olhares se encontram. Seus olhos estão negros, cheios de desejo, e tenho certeza de que os meus estão da mesma forma.
Cadu: Você tem certeza? — ele pergunta, com o máximo de cuidado.
Ju: Tenho — minha voz sai como um sussurro, então ele sorri e volta a me beijar.
Ele sai de cima de mim, sentando-se na cama e me puxa com ele. Suas mãos pousam em minha cintura e posso senti-lo puxando minha camisa para cima. Ergo os braços para que ela saísse do meu corpo e agradeço mentalmente por estar com uma lingerie decente. Ele para por alguns segundos, seus olhos correm pelo meu colo. Um sorriso malicioso surge em seus lábios. Tenho certeza de que meu rosto está corado. Eu estou insegura, faz algum tempo, um bom tempo, que não vou para a cama com um homem.
Seus braços contornam minha cintura e ele me puxa para um beijo de tirar o fôlego.
Cadu: Você é linda. – ele me disse com um sorriso apaixonante. Sorrio de volta, e rapidamente, nos beijamos mais uma vez quando ele tira sua própria camiseta. Sentir sua pele se arrastando na minha é delicioso. Delicioso e excitante.
Não demora muito para estarmos apenas em nossas roupas íntimas, deitados novamente, mas desta vez sou eu quem estou por cima. Suas mãos correm por minhas costas e encontram o fecho do sutiã. Habilidosamente ele o tira.
POV Cadu
Meu Deus! Como essa mulher consegue ser tão gostosa? Ela está me levando à loucura. Tiro seu sutiã e sinto seus seios grudados ao meu corpo. Deus! Seus seios são perfeitos!
POV Juliana
Ele fica mais uma vez sobre mim. Vai descendo seus beijos pelo meu pescoço, indo em direção ao meu colo. Uma de suas mãos cobre um de meus seios, massageando-o. Arqueio minhas costas com o contato, e um gemido escapa de meus lábios. Esse é o incentivo que ele precisava. Logo seus lábios tomam meu outro seio, me levando a loucura. Ele me estimula de uma forma que eu acho que nunca senti na vida. Gemo mais vezes enquanto ele me toca. Ele desce os beijos pela minha barriga, arrepiando-me por inteiro.
Suas mãos descem para as laterais da minha calcinha, e ele me olha, como que para ter certeza se pode continuar. Sorrio para ele. É o “sim” que ele precisa. Ele tira minha calcinha lentamente, aproveitando para passar as mãos por minhas pernas. Ele volta a subir em cima de mim. Seus lábios encontram os meus e uma de suas mãos vai para o meu seio.
Cadu: Você me deixa louco — ele disse, com a voz carregada de tesão. Pode-se confirmar isso com o volume de seu sexo na cueca.
Sua mão abandona meu seio, me fazendo soltar um gemido de reprovação, mas logo entendo o porquê. Ele tira sua cueca desajeitadamente, com a ajuda das pernas. Se posiciona entre minhas pernas e seus lábios tomam os meus no mesmo momento em que ele me penetra. Sinto um desconforto inicial, mas logo o prazer toma todo o meu ser. Ele começa lentamente, movimentando-se com cuidado, mas logo estamos descontrolados. Nos movimentamos de forma selvagem, desejosa. Isto é maravilhoso! Perco o controle dos meus pensamentos graças ao prazer que me consumia. Ele intensifica os movimentos, se é que isso é possível. Sinto o prazer me dominando. Temos um orgasmo juntos. Avassalador, estonteante, maravilhoso.
Cadu cai deitado ao meu lado. Estamos ofegantes. Nos olhamos e sorrimos. Ficamos assim até que o cansaço nos vence, e caímos no sono mais uma vez.
POV Narrador
Pela manhã, Juliana abriu os olhos com a claridade do quarto batendo em seu rosto. A noite intensa voltou a sua cabeça. O que ela tinha feito?
Levantou da cama, tomando cuidado para não acordar Cadu, que dormia profundamente ao seu lado. Pegou sua roupa e vestiu, precisava sair dali. Não conseguiria encará-lo.
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