Ela estava de volta a corte, sendo mantida como refém novamente por Jeremy e Diego, mas desta vez, estava sozinha, eles haviam atirado em Cragen e Elliot, que por sua vez estavam sangrando no chão.

Se eles estavam vivos ou ao menos consciente, não sabia, ao menos não aparentavam estar. E ela estava de joelhos, assim com Jeremy a ordenou, que já estava de calças abaixadas, pronta para estuprá-la ali mesmo, ignorando a presença de uma câmera na parede mais próxima.

Ele tirou seu membro de dentro de sua cueca. Olivia podia perceber perfeitamente que seu pênis já possuía uma ereção, e se sentia repugnada com as coisas que estavam preste a acontecer.

Diego veio por traz dela e forçou-a a abrir sua boca. No próximo segundo, Jeremy já estava com seu pênis posicionado em sua boca, pondo-o e tirando-o por um bom tempo.

Toda vez que isso chegava a sua garganta, ela queria vomitar, se engasgando toda vez que ia muito profundo. Mas isso não o impediam de continuar, era apenas outro motivo para rirem de sua cara.

Quando ele finalmente cansou-se, Diego a forçou contra o chão, rasgando sua calça, deixando-a totalmente exposta. E assim como a primeira vez que a estupraram, Diego veio para cima dela, e forçou-a novamente a sexo oral, porém era diferente desta vez. Enquanto Diego se divertia, Olivia sentia seu pai entrar e sair de dentro dela.

E assim eles ficaram por um bom tempo. Lágrimas pesarosas escorram por sua face, por mais que tentasse evitar,

Quando ele finalmente pararam, Diego veio com a mesma arma que usou para matar seus amigos, e atirou nela, primeiramente na barriga, e depois em seu peito. Depois, ambos saíram sorrateiramente pelas portas do tribunal, esperando por seu destino.

"Seu coração esta disparando!" gritou um enfermeira

"Carreguem o desfibrilador" gritou Dra. Marker.

E assim a médica colocou aquele aparelho em seu peito, carregando-o e disparando-o até que os batimentos cardíacos de Olivia voltassem ao normal.

Ao ter certeza de que Olivia não corria mais risco de vida, Dra. Marker saiu para falar com Fin e John, que esperavam por notícias no corredor.

"Como ela esta?" perguntou Fin.

"Ela esta estabilizada agora. Achamos que ela teve uma ataque de pânico, e isso causou o aumentos dos batimentos, causando posteriormente uma parada cardíaca"

"Um ataque de pânico? Por quê?" questionou John.

"Provavelmente a um pesadelo ou um Flashback. Agora, se vocês me dão licença, tenho outros pacientes"

E ela deixou-os sozinhos, em um silêncio profundo, cada um perdido em seus próprios pensamentos.