What should i do?
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Eren’s POV
O dia amanheceu quente e abafado. Era impossível não desejar se jogar na piscina refrescante, que chamava a atenção de todos os hospedes ali presentes.
Era só sobre isso que se conversava no café da manhã. “Como ir à piscina sem o chato do Levi descobrir?”. Jean e Connie não paravam de sugerir várias alternativas, uma pior do que a outra para atingirmos nossos objetivos. Armin tentava, inutilmente, alertar os mesmos que aquilo era impossível e suicida.
Eu concordava silenciosamente com ele. Quando o assunto é lazer, acredito que Levi seja o pior orientador. Se estivéssemos nas mãos de Hanji ou até de Erwin, pelo menos um dia seria dedicado ao lazer e divertimento. Como não é o caso, nos contentamos em vir para cá e fazer o trabalho
– Quem sabe – O careca continuava com as terríveis idéias e planos para conseguir chegar até a piscina – alguém pudesse tentar convencê-lo a ceder um dia para nos divertirmos. – Me limitei a olhar para Armin na esperança que ele achasse tal idéia tão idiota como eu achei.
– Caso fossemos tentar isso , precisaríamos pedir para alguém que seja considerado seu preferido — Reiner começou a ajudar no plano. Aquilo já estava se tornando ridículo. Tentei ao meu máximo desconcentrar-me daquela conversa, até que ouvi meu nome ser chamado.
– Eren! Você é o queridinho do físico, não é? – Perguntou Jean de maneira brusca e invasiva, fazendo-me cuspir um pedaço da minha tortinha de abobora, devido ao susto. Desde quando eu era o queridinho de Levi? Aquele cara me odiava.
Antes que eu pudesse entrar em minha própria defesa, Ymir disse sorridente com Christa praticamente escondida em seus braços.
– Sim, faz sentido. Se não me engano, ele passou quase toda a maldita viajem dormindo em seu ombro– Enquanto se inclinava cada vez mais em minha direção, podia ver seu sorriso aumentar. Não sei como, mas ela conseguia me assustar quase tanto quanto Levi – Além do mais, ele chamou você para dormir no quarto dele. Eu se fosse você tomava cuidado com o que esse baixinho pode fazer com você naquele quarto.
Aquela brincadeirinha já tinha sido o suficiente para me fazer corar. Quer dizer, imaginar que aquelas eram as intenções do francês me deixava inquieto. Não que eu quisesse fazer qualquer coisa com ele.
Só voltei a realmente prestar atenção no assunto, quando a risada de Jean (que mais seria um relincho) chegou aos meus ouvidos. Ele continuava a falar ao meu respeito,lógico. Senti o sangue ferver e não esperei duas vezes para levantar-me e gritar:
– Cala a boca cavalo! – gritei, fazendo-o erguer-se, logo em seguida, me agarrando pela gola da camiseta:
– Cale você dançarina de bordel! – Realmente, ninguém ia se esquecer daquele incidente na festa da Christa.
Mikasa já levantará para intervir em nossa briga, quando se sentou novamente, mais rápido que um raio.Fiquei confuso com a atitude da mesma, olhei para onde ela olhava e vi Levi, com uma cara menos amistosa do que a do cotidiano.
Jean largou-me e começou a justificar-se. O pequeno homem parecia nem ter interesse nas palavras ditas pelo maior. Ao ver que a briga já havia acabado graças ao seu olhar intimidador, voltou-se a sua mesa, que para desespero de todos se encontrava ao lado da nossa. Provavelmente, ouvirá tudo que dissemos. Como era possível que ninguém havia notado presença?
O silêncio veio à tona, deixando o ambiente desconfortável. Todos, principalmente eu, rezávamos para que Levi fosse meio surdo e não tivesse escutado os planos idiotas de Connie, as piadas vergonhas de Ymir e os relinchos de Jean.
– Se vocês... – Disse Levi, quebrando o silêncio – Finalizarem suas pesquisas até antes do anoitecer, podem aproveitar o resto do dia para fazerem o que quiserem. – Dito isso, deu mais um gole de seu café.
Parecia que o Connie queria pular em cima de Levi devido a surpresa agradável do professor. Todos estavam gritando novamente, devido a felicidade. Menos eu, saber que ele ouviu o comentário de Ymir, me deixava intrigado.
Foi a primeira vez que vi todos os colegas ali presentes tão empenhados. Normalmente a maioria, Armin era a exceção, deixava o trabalho em segundo plano. O resultado disso era o trabalho inteiro, deixado para fazer na ultima hora.
Não que muitos não fossem dedicados, Mikasa, Annie, Armin e Chista eram o exemplo a ser seguido. No momento se encontravam com vários livros sobre a mesa, contando a história da região onde estávamos. Enquanto isso, eu nem sabia onde nos encontrávamos
Tentei fazer um trabalho descente para variar, lógico que a cada cinco minutos eu precisava da ajuda de Armin para alguma coisa. O loiro se dispunha a ajudar a todos, sempre com um sorriso no rosto. Ele era um rapaz meigo e amigável, me pergunto como nunca arranjará uma namorada.
Comecei a ir em sua direção para pedir mais alguns conselhos sobre a pesquisa, quando deparei com o pequeno rapaz sozinho com Jean. Aquele cara devia ter tantas duvidas quanto eu, senão mais.
– Oh, você – Foi tudo que me permiti dizer. O mais alto notou minha impaciência em estar em sua presença. Pegou suas anotações e se retirou do ambiente, mas não antes agradecer Armin pela ajuda.
– Sério, você é legal demais com ele – Disse, sentando-me ao seu lado agora que Jean se fora. O loiro parecia meio nervoso com meu comentário.
– Eren, eu preciso falar com você... — Aquilo foi o suficiente para eu sentir meu coração pular. Não permitia que ninguém machucasse tanto Armin quanto Mikasa.
O que houve? Tem haver com Jean? – Perguntei rapidamente para o garoto, sentido já a raiva tomar conta de mim. Armin foi rápido e agarrou meu braço
– Acalme-se! Ele não tem nada a ver com isto.- respondeu baixinho, parecia que não queria ser ouvido por ninguém.
– Então, o que é? Perguntei agora no mesmo tom de voz que ele. – Estava meio desapontado, procurava um motivo para quebrar a cara de cavalo de Jean fazia tempo.
O rapaz soltou meu braço, ainda receoso. Suas mãos percorreram a mesa antes de chegar ao seu rosto, que tentava esconder a medida que corava. Aquele silêncio e a agonia de meu amigo estavam me deixando nervoso.
– Eren...- Ele pausou novamente, e eu o encarei preocupado – Eu sou gay. – Demorei um pouquinho para processar aquelas palavras. Armin gay? Como assim?
Não tenho problema algum com homossexuais, mas nunca imaginei que Armin fosse ter essa opção.
– Tudo bem Armin, não tem problema algum nisso — o consolei, agora o olhando com carinho. Comecei a cariciar seus cabelos com, tentando tranqüilizar o loirinho. Senti o pequeno relaxar um pouco antes de prosseguir com a conversa.
– Tem mais – Olhou-me com firmeza com seus enormes olhos azulados, embora ainda estivesse vermelho como um tomate. – Eu estou apaixonado pelo Jean.
Ok, aquilo eu não permitiria! Como assim alguém se apaixona pelo Jean? Aquilo era impossível, eu tenho certeza. Tentei continuar calmo na conversa, afinal, Armin era meu amigo.
– Como alguém se apaixona pelo Jean? –Foi o que acabei deixando escapar. Talvez eu não estivesse tão calmo assim. O loiro riu discretamente e respondeu calmamente
– Ele não é má pessoa, Eren – Eu suspirei, enquanto Armin parecia que vagava em seus pensamentos românticos. — Jean pode ser delicado, carinhoso, romântico..- Aquelas palavra martelavam em minha cabeça. — Sensual.. – Aquilo já havia passado dos meus limites, até tentar imaginar um Jean sensual era uma visão do inferno.
– Entendi, Armin – Pronunciei, tentando esquecer a imagem de Jean tentando ser sensual de minha cabeça. – Vocês estão namorando?
– Mais ou menos – Respondeu constrangido, sem entrar muito em detalhes. Não quis me intrometer em seus assuntos, então me limitei a apenas abraça-lo. O loiro me encarou com carinho e não pude deixar de fazer o mesmo, por mais que eu odiasse o cara de cavalo, meu melhor amigo nutria sentimentos por ele. Eu deveria respeitar.
Armin estava disposto, agora que com a consciência mais leve, em voltar sua atenção para o trabalho. Eu senti que precisava fazer uma pergunta para ele, antes que o assunto morresse.
– Como você, soube dizer que estava apaixonado? – Perguntei em um tom quase inaudível. O rapaz me encarou um tanto quanto curioso, mas apenas respondeu minha pergunta.
– Não sei explicar muito bem... — Iniciou, passando as mãos pelos próprios cabelos – Sabe aquela sensação de calor no peito? Você simplesmente não consegue tirar aquela pessoa de sua cabeça. Precisa dela perto de você.
– Entendi – Respondi, vagando em meus pensamentos. Nem percebi que Armin, voltou a me analisar com curiosidade.
– Por quê?
– Por nada.
As pesquisas foram finalizadas antes do anoitecer. Era em torno das 16:00 AM quando os trabalhos foram recolhidos. De acordo com Levi, havia tanto trabalhos excepcionais, quanto trabalhos que mal serviam para limpar a bunda. Senti que esse comentário era voltado principalmente para Jean, Connie e para mim.
Independente disso, o professor cumpriu o que prometerá. Ficaram ansiosos para se refrescar na piscina pelo resto da tarde. Christa com sua gentileza, chamou Levi para acompanhar os demais. Para surpresa de todos,o menor aceitou.
Sasha e Connie berravam enquanto corriam em direção à piscina, até que finalmente se jogaram lá dentro. Reiner estava com bóias para não se afogar, Annie de divertia as custas do maior agora que descobriu que o mesmo não sabia nadar. E Armin conversava animado com Jean. Só agora eu reparei como os dois estão sempre próximos, já devia ter imaginado.
Levi era o único que se encontrava fora da piscina, nem estava usando roupas apropriadas para entrar. Estava no pequeno bar ali perto. Tive a impressão que os olhos do físico, estavam sempre sobre mim, sempre sério e indiferente, mas ao mesmo tempo intimidador. O fato de eu estar usando apenas uma sunga, deixando a situação ainda mais constrangedora.
Talvez ele ainda estivesse irritado com o que aconteceu nesta manhã, deve estar se sentindo insultado ou coisa parecida. Caso esse fosse o caso, eu deveria me desculpar mais tarde.
O tempo foi passando e logo já havia anoitecido. Muitos já haviam retornado a seus quartos, enquanto outros, Sasha, o melhor exemplo de todos, fora.
Eu estava sentado na beirada da piscina, observando aqueles que ainda de divertiam na mesma. A essa altura da noite, eu me permitia encarar Levi de volta. Olhar dentro de seus olhos me dava um arrepio, um calafrio, mas ao mesmo tempo, calor e conforto. Era uma sensação estranha.O que Armin disse não saia de minha cabeça. Eu não sentia nada por Levi,sentia?
Tive que parar de encarar o pequeno homem, quando Reiner tampou minha visão. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisas, o maior me agarrou repentinamente e me jogou na água
– Bomba, Eren Jaeger! Acorda para a vida – O grande loiro gritou, fazendo todos ali rirem do meu susto. Bem, quase todos soltaram várias gargalhadas, Levi esta sério e encharcado. As risadas pararam na hora que perceberam o estado de Levi.
– Senhor, desculpe, não foi que nós queríamos fazer...-Annie começou a justificar, preocupada com a possível reação do professor.
– Esta tudo bem, Annie. – Disse tirando seu casaco e ficando apenas com a camiseta social. Era possível ver discretamente seu abdômen devido a camiseta encharcada. Preciso parar de reparar nesses detalhes. – Eu estava sujeito a isso em ficar por aqui. Se me dão licença, vou me retirar. Não demorem para voltar aos seus quartos – Finalizou e retornou ao hotel.
Depois de umas horas, decidi voltar para meu quarto. Eu era um dos únicos ainda acordados. No caminho, tudo que passava pela minha cabeça era como seria vergonhoso dividir o quarto com o homem que passei quase a tarde inteira encarando. E pior, meu professor.
Chegando lá, não encontrei com Levi. O ambiente estava vazio, onde estaria o nanico? Silenciosamente, fui em direção ao banheiro, que tinha a porta encostada.
Reparei que havia alguém dentro do banheiro, ninguém mais ninguém menos que Rivaille. Estava se banhando e como sempre, fico me metendo onde não sou chamado. Era melhor em me afastar ou caso ele descobrisse, seria pior para mim depois.
O único problema, é que eu não conseguia desviar meus olhos de seu corpo. Era tão forte e definido, e eu não podia ignorar aquela bundinha redondinha. Era uma visão privilegiada, não quero admitir isso, mas estou me sentindo atraído pelo meu professor de física.
Foi só quando Levi desligou o chuveiro que lembrei que, embora eu parecesse que fui notado, era arriscado ficar muito próximo da porta.
Voltei o mais rápido possível para minha cama, agarrando um livro qualquer, na tentativa de disfarçar que estava lendo já fazia um tempo. Claro, que a idéia teria sido genial, se eu não estivesse tão nervoso, ao ponto de segurar o livro de ponta cabeça.
– Não acho que foram assim que te ensinaram a ler um livro, Jaeger.- Disse Levi, enquanto saia do banheiro, secando seus negros cabelos, vestindo apenas uma toalha. Tudo que passava pela minha mente no momento seria: “Parabéns Eren! Você chegou a um nível de estupidez nunca atingido antes pelo homem!”
Despois de minha frustrada tentativa de mostrar normalidade, joguei o livro em um canto qualquer e joguei-me na cama. Senti os olhares de Rivaille novamente sobre mim, assim como hoje de tarde.
– Garoto não deveria ficar espiando os outros, enquanto estão tomando uma ducha.- Disse em seu tom autoritário e deixei escapar um sorriso e uma risada abafada. Sem pensar duas vezes, respondi:
– Ganhando sermão do cara que ficou me observando em um momento intimo. – Mal terminei a frase, e desejei nunca ter falado. Levi agora se aproximava de mim com passos lentos, eu tinha certeza que eu ia apanhar.
–Hm... Tem razão- Concordou, ainda vindo em minha direção – Mas eu não pude me conter, ainda mais ouvido aqueles gemidinhos seus.
Não consegui responder aquele comentário, eu devia estar muito corado e com uma cara de bobo, pois surgiu na face indiferente do professor, um pequeno e malicioso sorriso.
– Sobre isso, bem..- Inutilmente comecei a inventar uma desculpa para não parecer tão pervertido, mas fui interrompido por um sussurro em meu ouvido:
– Aquele jeitinho manhoso de chamar “Rivaille...” — Mordeu meu lóbulo, enquanto eu ainda tentava processar o que estava acontecendo.
– Senhor, porque você...?- Minha voz saia fraca e tremula. Como eu já me sentia tão afetado, pelo pouco que me dissera?
– Eu te desejo, pirralho- Ouvir aquilo em seu tom de voz baixo e rouco me fez estremecer.
Seus lábios foram em direção ao meu pescoço, onde começou a espalhar diversos beijos carinhosos, seguidos por vários chupões e mordidas. Deixei escapar um pequeno e manhoso gemido, chamando a atenção de Levi.
O menor ficou a me encarar por breves segundos, até tomar meus lábios com desejo e uma certa brutalidade. Senti sua língua pedir passagem para aprofundar o contato e logo consenti, sentindo sua língua explorar minha boca. Comecei a roçar minha língua na sua, agarrando seus cabelos para tê-lo mais próximo de mim. Nem eu sabia o quanto desejava aquilo, até prová-lo . Era uma batalha alucinante para ver quem dominava aquele beijo molhado. Não queria separar aquele contato, mas logo foi necessário pela nossa falta de ar.
Não queria admitir, mas aquele havia sido o melhor beijo de minha vida. Já havia beijado algumas meninas, mas nunca me senti tão bem, como me senti agora com Levi.
Tirando-me de meus pensamentos, o físico sentou-me em seu colo e voltava a me beijar, com mais urgência do que antes. Suas mãos começaram e explorar meu corpo ainda por debaixo da blusa.
As mãos do francês eram macias e faziam uma onde de calor atingir meu corpo. Brincava com meus mamilos, dando leve apertadas, fazendo-me estremecer novamente. Separamos o contato, fazendo-me suspirar em busca de folego. O professor soltou uma baixa risada ou ver minha reação.
– Devia ter escutado sua amiguinha sardenta, Jaeger – Disse enquanto começava a espalhar beijos e lambidas em meu abdômen.
“Eu se fosse você tomava cuidado com o que esse baixinho pode fazer com você naquele quarto.”
Lembrei das palavras de Ymir, mas ao sentir Levi fazer movimentos circular com sua língua em meu mamilo, me fizera esquecer sem dificuldades. Ele sugava e mordia com delicadeza e vontade. Aquelas sensações estavam sendo muito gostosas, eu já estava ficando excitado.
– Já esta animadinho, Eren? Ele me perguntou baixinho, com o rosto próximo ao meu peitoral. Ele não estava corado, mas estava um pouco rosado pelo calor.
Eu estava descido em não responder, faria o possível para não ser tão submisso. Ao perceber que eu permanecia quieto o menor pressionou seu baixo ventre no meu:
– Annnh...- Gemi, desabando minha cabeça em um de seus ombros. Ele agora massageava meu membro, ainda por cima da calça, arrancando ainda mais gemidos de mim. Era inevitável mover seus quadris a procura de mais, quando Levi apertava suavemente meu membro.
Para minha frustação, os estímulos sumiram repentinamente , me deixando nitidamente frustrado. Com isso, o menor sorriu e inverteu as posições. Jogou–me na cama e sentou-se sobre mim.
– Acalme esses seus hormônios moleque . – Seu tom era tranqüilo e provocativo. Minhas calças começaram a ser desabotoadas e em seguida deslizadas para baixo. Levi não desgrudava seus olhos dos meus. Era possível notar a luxuria em seus olhos.
Eu estava começando a enlouquecer com tais provocações, estava quase intervindo nas atitudes do físico. Me segurava para não jogá-lo na cama e continuar aquilo como eu desejava.
Levi me livrará de quase todas as roupas. Com exceção da minha peça íntima, que eu sentia cada vez mais apertada. Quando senti o mais velho lamber meu membro, ainda por cima do tecido, gemi mais alto do que antes:
– Aaanh! S-senhor..- Foi quase impossível segurar, quando pequenas sucções foram feitas no local, eu implorava internamente por aquilo sem tecido.
– Me chame de Levi – Ordenou e mordeu meus lábios, enquanto apertava meu membro.
– Hm... Levi – Suspirei, deixando seu nome escapar por meus lábios.
– Bom menino – Disse sorrindo maliciosamente, enquanto tirava a ultima peça de roupa que me aprisionava.
Ao ver meu membro implorando por atenção, O físico segurou, e começou a fazer movimentos de subida de descida no mesmo.
– Ah...ahn...- Eu mordia meus lábios para não deixar mais sons constrangedores saírem de minha boca. Levi parecia gostar dos sons, cada vez que eu sentia que conseguiria controla-los, o menor acelerava seus movimentos com a mão. Fazendo-me perder o controle novamente.
Parado os movimentos, o mais velho começou a depositar beijos pelas minhas coxas. Sempre que se aproxima de onde eu queria, o ato voltava para o ponto inicial. Aquilo começou a me deixar impaciente, á medida que alimentava minhas expectativas.
– L-Levi...unh..an-anda logo – pedi entre suspiros, ansioso para ter meu membro envolvido em seus lábios.
– Hm..? – Ele levantou uma sobrancelha, enquanto se fazia de desentendido. Então você seria cruel até nessas horas, seu desgraçado? – O que foi Eren? – Perguntou em um tom manipulador e duvidoso – Quer alguma coisa? –O sorriso sádico renasceu em seus lábios.
Ele realmente faria eu me humilhar a esse ponto? Filho da puta. Eu não conseguiria pedir tal coisa. O menor me encarava paciente e de volta com sua expressão habitual. Não agüentando mais, decidi me render.
–Eu... Eu quero que você- As palavras travavam em minha garganta. Não era fácil dizer aquelas palavras, ainda mais para alguém como Levi. O meu rosto já ardia em chamas.
– Quer..? – O francês parecia se divertir e adorar todas as minhas reações. Parecia que para essas horas, a paciência desse homem se tornava infinita.
“Quero que você me chupe com vontade seu desgraçado.” Era isso que eu tinha vontade de dizer, mas tudo que consegui responder as suas provocações foi:
– M-me...Chupe. – Não sabia onde esconder minha cara agora. Acho que nunca mais conseguirei ir às aulas de física.
– Muito bem — Pronunciou-se baixinhos, antes de lamber toda a extensão de meu membro. Feito isso, lambeu seus lábios sensualmente. Lambeu também minha glande, fazendo-me soltar mais gemidos baixos e manhosos.
Ele abocanhou meu membro rapidamente e com vontade, fazendo-me gritar. Sua língua quente esfregava-se no mesmo com rapidez. Sucções também eram feitas na glande do mesmo.
– Oh..Ahn..- Tentava conter meus gemidos. Mordia meus lábios com a mesma força que agarrava os lençóis desesperadamente.
Aquela cena parecia ter animado um pouco Levi, sem parar os movimentos, começou a acariciar seu próprio membro. Seus olhos estavam sempre colados aos meus. Eu não agüentaria por muito tempo. Todas aquelas caricias somado aos pequenos e controlados gemidos do homem era demais para mim.
– Ahhn..L-levi...Eu...Vou..- Não pude completar minha frase. O mais velho intensificou os movimentos, fazendo-me gritar seu nome. Logo, acabei por me desfazer em seus lábios. A medida que recuperava minha respiração descompassada , processava o que havia acontecido; Levi Rivaille me fez um boquete.
O físico após engolir meu sêmen, se aproximou de meu ouvido e sussurrou sensualmente em meu ouvido;
– Delicioso, Jaeger – Meus olhos se encontraram com os dele, mas não antes de analisarem cada centímetro de seu corpo. Eu queria toca-lo, faze-lo sentir-se tão bem quanto eu me sentia. Levi havia percebido isso – Quer brincar também?
Engoli seco. Um calor tomou meu corpo quando olhei para o baixo ventre do menor. Ele também estava nitidamente excitado, contudo parecia ter mais alto controle que eu. Assenti positivamente, respondendo sua pergunta.
Invertemos de posições novamente, Levi me deixou de ajoelhado no chão do quarto, enquanto sentava-se na beirada da cama. Aquela posição me deixava submisso, a idéia de ficar assim diante do mesmo começará a me agradar e excitar novamente.
Eu estava bem próximo de seu membro, fui agarrado por meus cabelos com um pouco de violência, fazendo-me começar os toques. Timidamente comecei a massagear a ereção do mais velho, fazendo-o suspirar. A medida que intensificava nos movimentos, seus gemidos se tornaram ou pouco mais audíveis. Aquilo me incentivava a continuar.
– Eren...- Ele chamou entre suspiros, fazendo-me encara-lo – Com a boca...- Aquele pedido me fez corar e entrar em um pequeno estado de choque por uns segundos. Ele realmente havia mandando eu chupa-lo como se fosse a coisa mais normal do mundo?
Voltando minha atenção para Levi, cheguei perto de seu membro e senti minha boca salivar. Acho que queria aquilo tanto quanto ele. Abocanhei seu membro com vontade, tentava fazer as mesmas coisas que fizera em mim.
Fazia movimentos vai e vem, tentando não engasgar. Pude sentir as mãos de Levi em meu couro cabeludo. Ele arranhava e puxava meus cabelos, suspirando cada vez mais descompassadamente.
– Oh...M-Muito bom, Jaeger – Sua frase me incentivou ainda mais. Eu estava me excitando novamente em ter seu membro em minha boca. Queria provar o sabor de Levi, engolir seu liquido. Precisava fazer ele gozar.
Quando intensifiquei meus movimentos, na função de cumprir meus objetivos, Levi me parou. Era frustrante saber que não me deixara terminar o serviço. Suspirei irritado com sua atitude, mas isso pareceu apenas divertir o outro
– Já mandei ter calma, pirralho. – Dito isso, ele me puxou para mais um beijo demorado. Era delicioso sentir sua língua roçando na minha. Estava começando a se tornar viciante.
Assim, que nos separamos, Levi jogou-me novamente em minha cama. Estendeu três dedos em minha direção.
– Deixe-os bem úmidos – Ordenou, e cumpri sem hesitar. Sabia muito bem o que viria agora, estava um tanto quanto preocupado. Realmente, deixa-los bem úmidos era melhor para minha segurança.
Levi introduziu o primeiro digito em minha entrada, fazendo-me reclamar e gemer baixinho devido o desconforto. O movimentava devagar em meu interior, enquanto acariciava meus cabelos delicadamente.
– Shhh..Acalme-se- Disse, enquanto já introduzia o seu segundo dedo, já os movimentando para continuar minha preparação. Isso causava uma sensação de dor, mas também um certo prazer.
– Angh...- Gemi, mordendo meus lábios para evitar soltar gemidos de dor.
Quando movimentos de tesoura começaram a serem feitos em meu interior, comecei a sentir o prazer predominar a dor. Meu corpo movia-se em direção aos seus dedos em procura de um aprofundamento no ato. Aquilo era muito bom, estava quase pedindo por mais. O terceiro digito finalmente se juntou aos outros dois.
– Hum...ah...isso. – gemi baixinho para mim mesmo, mas infelizmente Levi ouviu.
– Ah, então você esta gostando disso?- Perguntou-me, aprofundando mais seus dedos e aumentando a velocidade dos mesmos.
– A-Ah!- Gritei, fazendo o pequeno e sádico sorriso de Levi se abrir. Eu estava chegando a conclusão que ele adorava me torturar e me humilhar.
– Quer mais disso? – Perguntou em meu ouvido como um sussurro. O que seus dedos estavam fazendo, não me permitiam formar uma única frase sensata. O que me restou foi apenas a opção de acenar positivamente. Eu não podia negar a ninguém que estava amando tudo que ele fazia.
Seus dígitos foram retirados de mim, mas logo pude sentir a cabeça de seu membro roçando sobre minha entrada. Suspirei tremulo e um pouco inseguro do que estava para vir. Me arrependi amargamente quando Levi invadiu-me, violentamente, de uma vez só.
– L-Levi...tira isso, dói muito!- Me contorci, sentindo lágrimas se acumularam nos cantos de meus olhos. Era como se eu estivesse sendo rasgado em dois, não agüentaria muito daquilo.
– Garoto, relaxe- Respondeu-me calmamente, ainda imóvel dentro de mim – Vai ficar melhor. Aquelas palavras me deram um pouco de segurança, eu não queria continuar com a sensação de ser partido ao meio, mas algo dentro de mim não me permitiu parar.
Levi começou com leves e lentas estocadas para não me assustar. Era lógico que queria se movimentar mais rápido, dizia em suas expressões levemente coradas e impacientes, mas caso o fizesse, eu juro que lhe dava um soco na face. Levi começou a movimentar-se mais rapidamente
– Mais...devagar...- Pedi e ele obedeceu. Quando a dor já havia sumido quase por completo, tentei sinalizar que as estocadas podiam ser intensificadas. Ao perceber minha tentativa em realizar tal ato, me olhou curioso.
– O que? Pensei que quisesse ir devagar. – Disse, passando seus longos e finos dedos por meus cabelos. Tudo que eu conseguia pensar era como aquele ser era sádico e filho da puta. – Mudou de idéia, Erenzinho? – Ele perguntou, estocando-me bruscamente uma única vez, acertando uma região que me fez delirar.
Acabei por gritar de prazer e desejei ter tapado meus lábios, para não acordar os demais com tanto barulho.
– Ahn...Levi- Eu precisava ser tocado, meu corpo fervendo e meu membro pulsando
– Quer que eu te coma inteirinho? – Voltou-me a estocar, enquanto delicadamente, passava a ponta de seus dedos por minha glande.
– S-sim...ahn...P-por favor- pronunciei entre gemidos, começando a movimentar meus quadris no ritmo dos dele.
– Perdão...Não entendi. – Estava difícil até para ele manter com aquela postura. Não agüentei tudo aquilo, senti o pudor abandonar meu corpo por completo.
– Me coma! M-me foda! Acabe comigo – Aquelas palavras, foram equivalentes a palavras magicas para Levi. Finalmente, voltou a estocar-me intensamente.
Agarrou meu membro, inesperadamente, começando a masturbar-me novamente. Eram muitas sensações gostosas em meu corpo de uma única vez. Eu queria mais.
– Mais Levi...Anh..Mais – Realmente, meu pudor já era. O mais velho, atendendo meu pedido acertou novamente naquela região – Ah! Isso...unh..aí é bom- Formular as frases já eram difíceis, mas tal ato se tornou impossível, quando Levi passou a acerta-me apenas ali.
Era tudo muito erótico. Ter minhas pernas sobre seus ombros, o barulho de nossos corpos se chocando e o cheiro de sexo no ar. Tudo somado aos contidos e baixos gemidos de Levi, que eram musica para meus ouvidos, contribuíram para minha excitação.
– Levi! Annh..Levi! – Eu gritava, com o prazer que me proporcionava, sem nem me importar se era ouvido pelos outros.
– E-Eren... – Sussurrou meu nome, enquanto ainda masturbava me membro no ritmo de suas estocadas. Meu corpo já em chamas não agüentaria por muito tempo.
– E-Eu...Acho...que vou... – Não consegui terminar minha frase, o mais velho beijou-me com urgência e desejo, sem parar o que estava fazendo. Me desfiz, sujando nossos peitorais. Ao contrair meu interior, Levi gemeu mais alto que o habitual, se desfazendo dentro de mim.
Exausto, o físico desabou em cima de mim, demorou alguns segundos para conseguir se recompor. Passou novamente as mãos por meus cabelos fitando-me. Era estranho ver Levi tão próximo e sem cobrar minhas notas ou boa postura, mas também era confortável.
Eu não sabia descrever o que sentia por Levi. Toda vez que me encontrava em sua presença sentia-me intimidado, mas ao mesmo tempo seguro e confortável. Me sentia bem em sua presença, queria-o sempre perto de mim. Acho que estava começando a entender o que Armin havia dito.
Estava feliz, não pude evitar de deixar um pequeno sorriso surgir em meus lábios. Feito isso, Levi me encarou com seus olhos cinzentos. Por um segundo achei que fosse sorrir também, engano meu. Apenas saiu de dentro de mim, deitando ao meu lado.
– Jaeger, vá para sua cama agora – Seu tom voltou a ser ríspido e indiferente.
– Mas Levi..- Comecei a justificar-me, mas fui logo interrompido
– “Mas senhor” –Pude sentir o ênfase no “Senhor”
– Mas senhor...- Pausei por um segundo, perguntando-me se deveria realmente dizer isso. Eu poderia me dar muito mal se dissesse. Acabei por dizer mesmo assim – Aqui...é a minha cama.
O quarto foi tomado pelo silencio durante alguns segundos, mas foi logo quebrado pelo menor;
– Vai me contrariar, Jaeger? — Suas palavras foram altas e claras.
– Não senhor! – Disse rapidamente, pegando minha roupas e dirigindo-me para sua, agora minha, limpa e arrumada cama.
Rivaille desligou o abajur, que era única fonte de luz no ambiente. O quarto foi tomado pela escuridão absoluta e silêncio, que foi logo quebrado novamente
– Amanhã acorde cedo para tomar um banho – seu comentário repentino me assustou um pouco – deve estar imundo.
– Sim senhor.
– Boa noite, Jaeger. – Finalizou e deixei escapar mais um sorriso bobo antes de responder um “Boa noite, senhor.”
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