What if?

10 Chapter 9


Notas iniciais
Heeey povo lindo :3 eu quase postei esse capítulo no sábado , meu coração se comoveu com quem me mandou comentários desesperados kkk , sou sensível gente rs Tive que aguentar auahu mas enfim ... falei que recompensaria e aqui está o capítulo tãaao esperado . Obrigada a todos que comentaram , fiquei muito feliz semana passada gente *--* Enfim ... here we go. Aproveitem :) Até as notas finais ... Sugestão Música: Sirens (Cher Lloyd)

CHAPTER 9

Previously on “What If”...

“A loira abriu a porta de uma vez e ao abrir, se deparou com a cena que ela tanto temia ver . Aquilo não podia estar acontecendo...

Não com Rachel.”

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Quinn não teve tempo de pensar em nada , apenas correu e foi em direção à Rachel , que se encontrava caída no chão do banheiro e parecia estar tendo uma convulsão , pois seu corpo se remexia no chão de uma maneira estranha.

A loira tentou pegar a amiga no colo , mas Quinn não conseguiria carregá-la até o estacionamento, onde seu carro se encontrava . Quinn então ligou para a recepção , pedindo que alguém corresse até o quarto , pois sua amiga parecia estar tendo uma convulsão .

O homem que estava na recepção rapidamente mandou que um dos seguranças do hotel fosse buscar a mulher , no décimo andar. Ele já imaginava quem seria a “tal mulher” ... Quando viu Rachel naquele estado, há algumas horas atrás, ele sabia que havia algo de errado com a morena, mas não imaginava que aconteceria algo do tipo .

O segurança foi correndo até o quarto e pegou a morena , que parecia estar inconsciente , mas ainda se remexia bastante . O homem levou Rachel às pressas ao local que Quinn o indicara . Depois de chegarem no estacionamento , correram em direção ao carro, o homem colocou Rachel deitada no banco de trás do carro.

Quinn só teve tempo de sussurrar um “Obrigada!” e entrar correndo no veículo , para logo depois liga- lo e correr em direção a algum hospital . A loira não sabia onde haveria um hospital naquela cidade, ela nunca havia estado por ali , então decidiu ligar seu GPS e procurar no mapa o hospital mais próximo dali . Quinn viu que o hospital mais próximo era o “Rockyview General Hospital” , que estava à 10 quilômetros de distância dali . A loira então acelerou o carro, tomando cuidado para que não acontecesse o mesmo que acontecera mais cedo .

O dia já estava amanhecendo , Quinn nem havia percebido que passara a madrugada toda atrás de Rachel . As dores de cabeça haviam piorado bastante, seus pés doíam bastante , pois Quinn passara quase todo o dia dirigindo, sem contar que a loira estava se sentindo fraca , pois não havia comido até então, mas Quinn não pensava em nada disso , apenas pensava na cena em que Rachel estava “jogada” no chão e se tremendo toda . Quinn se sentiu tão culpada por não estar com a amiga quando ela precisou mesmo sabendo que fizera de tudo para encontrar Rachel antes que a morena fizesse qualquer coisa de prejudicial a si mesma.

Enquanto reproduzia repetidas vezes em sua mente a cena que havia visto há pouco , a loira olhou para Rachel pelo retrovisor e viu que a morena parecia totalmente inconsciente , suava excessivamente e respirava com dificuldade. Quinn entrou em desespero e decidiu acelerar mais ainda , chegando a alcançar 120 quilômetros por hora .

Quando chegou no estacionamento do Hospital , Quinn nem estacionou o carro direito e já desceu correndo , indo direto ao pronto socorro e chamando enfermeiros para buscarem Rachel no carro . Dois enfermeiros seguiram Quinn até o carro da loira e enquanto um tirava Rachel do mesmo , o outro buscava uma maca para colocar a morena .

Os dois enfermeiros entraram com a maca no hospital, eles corriam , enquanto alguns outros da enfermaria se juntavam a eles . O caso de Rachel parecia que precisava de cuidados urgentes. No caminho para o pronto-socorro, Quinn não conseguia ao menos ouvir o que aqueles enfermeiros tanto falavam a respeito do “caso” de Rachel , só observava que eles faziam uma massagem cardíaca e o procedimento de respiração artificial .

Quinn não era médica, nem sabia nada sobre medicina , mas ela sabia que aqueles procedimentos eram feitos geralmente quando o paciente já estava desacordado ou quando já estava sem batimentos cardíacos . Só de pensar nisso , Quinn começou a chorar . Ela não poderia imaginar viver sem sua amiga . Rachel tinha que se recuperar .

Rachel foi levada até um dos boxes que havia no pronto socorro e a equipe de enfermagem fez uma triagem para descobrir a classificação de riscos e as necessidades da paciente . Nessa verificação , os sinais vitais de Rachel foram medidos ,os sintomas foram registrados, retiraram sangue da morena para que exames fossem feitos e o médico soubesse a gravidade da situação da mesma .

Ao terminarem todos os procedimentos , acharam um acesso no braço de Rachel, colocaram soro e aplicaram algumas medicações na morena via venosa. Logo depois um médico entrou no box segurando um prancheta. Ele analisava alguns papéis que estavam dispostos sobre a mesma e logo em seguida se apresentou a Quinn , que estava sentada ao lado do leito de Rachel.

– Olá , Eu sou o Dr. Will Schuester , sou o médico do plantão .- O homem estendeu o braço em direção a Quinn com intuito de dar um aperto na mão na loira.

O médico aparentava ter uns 37 anos e era bem bonito. Tinha os cabelo cacheados e curtos, tinha o corpo em forma -sem exageros- e era alto .

– Oi, eu sou Quinn ... Amiga de Rachel . – Quinn dizia com a voz embargada , ela havia chorado muito e não tinha mais forças para falar.

– Oi Quinn . Bom ... Os enfermeiros fizeram alguns exames em Rachel e eu pude constatar nesses exames que por pouco ela não teve uma overdose, causada pela mistura de uma grande quantidade de álcool e cocaína .-Quinn levantou da cadeira e agora olhava perplexa para o médico que estava à sua frente.- A junção dessas drogas no organismo é chamada de “COCAETILENO”. Em geral , os usuários ou dependentes químicos usam essa mistura por três motivos: para minimizar os efeitos desagradáveis da cocaína, como ansiedade , tremores, dor de cabeça por exemplo; pela intensa euforia provocada pela junção das duas ; e por fim, para diminuir os efeitos negativos do álcool, como lentidão do pensamento e dos movimentos . Mas acredito que quando a sua amiga fez a junção dessas duas drogas , ela não imaginava a gravidade de ter essa mistura no organismo.

A administração da medicação em Rachel será feita via venosa para que os efeitos da droga sejam “cortados” mais rapidamente . Ela deverá ficar sob observação até que ocorra total desintoxicação . Se precisar de alguma coisa , é só me chamar, estarei aqui até às quatorze horas de hoje , depois outro médico iniciará seu plantão. Enfermeiros também estarão à disposição de Rachel, ela ainda passará por alguns procedimentos deverá fazer uma gasometria arterial- exame de sangue- . Os medicamentos são um pouco fortes e causam sonolência, mas ela deverá estar acordando logo, logo . Se reagir bem a medicação, ela irá embora, no máximo até amanhã.

Então... é isso . Boa sorte com sua amiga ! até mais, Quinn . – O médico disse saindo do box e fechando a cortina do mesmo.

Quinn ainda estava perplexa com tudo que ouvira do médico . Ela estava achando –se estúpida por ter pensado que Rachel estava sofrendo de uma convulsão , não conseguia imaginar sua amiga fazendo uso daquele tipo de substância.

Rachel nunca foi de “fugir” dos seus problemas , ela sempre os enfrentara de frente. A morena sempre odiou essas substâncias químicas , chegando muitas vezes a brigar com Finn por conta delas. Ela ainda não havia processado toda a informação que o médico havia lhe dado. Era demais pra ela. Ela chegou a pensar que Rachel poderia fazer algo de prejudicial a si mesma , mas nunca imaginou daquela forma.

Como Rachel poderia fazer algo assim ?! Quinn voltava a chorar com o pensamento de que poderia ter perdido Rachel.

O Dr. Shuester preferiu que Rachel fosse para um dos quartos individuais que havia no hospital , pois ela precisaria ficar em observação . Quinn agradeceu pela decisão do médico, pois ela não queria ter que ficar horas e horas em uma cadeira dura e no quarto individual havia um pequeno sofá e um banheiro, onde Quinn poderia ao menos fazer sua higiene matinal . A loira iria pensar depois em como faria para tomar banho, pois não queria deixar Rachel só e ela não tinha como falar pra ninguém a respeito do que tinha acontecido ...

Até que... Quinn teve uma ideia ...

A loira pensou em ligar para Santana, uma de suas grandes amigas, e pedir que ela ficasse no hospital com Rachel, enquanto ela iria no hotel onde estava ficando, tomaria um banho e buscaria algumas coisas que precisaria usar enquanto estivesse no hospital com Rachel.

Quinn só havia esquecido que Santana e Rachel não se davam muito bem...

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Flashback On

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– Cadê a Rachel ?! Vamos começar a gravar agora ! – O diretor gritava .

– Deve estar nas “aulas de Yoga” juntamente com Finn . – Santana falou em tom de ironia enquanto fazia o sinal de aspas com os dedos.

A morena sempre achava ridícula a forma que Rachel era tratada por todos, como se fosse a grande estrela de Glee. Todos ‘endeusavam’ Rachel e Santana achava aquilo desnecessário , afinal Rachel não era a principal da série .

– Na verdade, estou aqui Santana . Apenas peguei um engarrafamento antes de chegar... Eu não sei se você sabe , mas o Finn não terá que vir gravar hoje e ele está em Calgary , junto da família . – Rachel dava seu sorriso vitorioso , que fez Santana suspirar e sair em direção ao set onde seria feita a filmagem.

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Flashback Off

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Quinn preferiu ligar para Santana mais tarde, ainda estava muito cedo e Quinn sabia que Santana odiava perder seu “sono da beleza”.

A loira sentou-se na poltrona ao lado do leito de Rachel e decidiu descansar um pouco , pois ainda não havia dormido e passara a noite toda atrás de Rachel. Quinn estava totalmente esgotada , não tinha forças nem para pensar mais.

Um celular começou a tocar, Quinn ouvia “distante” , uma melodia que ela conhecia muito bem ...

Era o celular de Quinn a tocar .

Quinn acordou de seu sonho e percebeu que havia dormido naquela poltrona , a loira foi acordada pelo toque “frenético” de seu celular . Ela pegou seu celular e olhava para o visor do mesmo tentando enxergar , pois a vista ainda estava um pouco embaçada . Quinn esfregou um pouco os olhos e olhou novamente, ela não estava acreditando ... Era uma chamada de Sam , a loira nem pensou duas vezes e recusou a ligação . Um minuto depois o “tal” Sam mandou uma mensagem de texto para Quinn. A loira revirou os olhos, suspirou de desgosto e decidiu abrir a mensagem .

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(SMS)

Quinn , sinto tanto a sua falta ! Depois que essa tragédia ocorreu com Finn eu percebi que amo você e quero estar ao seu lado para sempre. Me desculpe por tudo , vou te provar que estou mudado ... Eu te amo minha princesa .

Seu princípe ,

Sam.

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Quinn riu daquela mensagem que acabara de ler . Nada poderia ser cômico do que aquilo. “Percebi que amo você”?!, a loira pensava em como aquilo soou estúpido e infantil da parte de Sam . Como alguém diz que “percebeu” que tinha sentimentos por outra pessoa?! É como se ele dissesse que depois de tanto tê-la traído , depois de ter experimentado várias garotas, ele percebeu que Quinn era a garota “certa” pra ele .

Enquanto ainda sorria e lia repetidas vezes a mensagem que Sam havia lhe mandado, Quinn não percebeu que havia alguém observando-a atentamente ...

Notas finais
Hey galera ! Não sei muito sobre medicina , mas me inspirei em algumas situações e internações que já passei ... espero mesmo que tenham gostado. Pode ser que poste outro capítulo ainda hoje , se tudo correr bem :) é isso gente .. Até o próximo capítulo, super beijos no core ;* Boa semana !