What They Do To Guys Like Us In Prison.
12 I Don't Love You, I Love Cookies!
Notas iniciais
–------------------------ 1 ano depois –------------------------
Acordei com a voz de Gerard, Alicia e Mikey juntos.
–Acoooooooooooorda papai! Você sabe que dia é hoje? — Gerard disse, entrando com Mikey e Alicia no quarto, que seguravam as bebês.
–Gerard, me deixa dormir. — Pedi.
–Você sabe que dia é hoje ou não? — Perguntou.
–Acabei de abrir os olhos, hibernei e estamos no natal?
–Fala pra ele que dia é hoje Alicia. — Pediu.
–Hoje é aniversário de um ano das bebês. Fala pra ele Cherry: aniversário. — Disse Alicia, tentando fazer Cherry repetir a palavra.
–Mikey, Alicia, vocês podem por favor levar as bebês pra brincar lá fora enquanto eu... Acordo o papai Frank?
–Papai Flank! — Repetiu Lily.
–Isso, o papai Gee vai acordar o papai Frank. Por favor, levem elas pra brincar que eu vou dar o meu jeito.
–Tá bem, vamos Alicia. — Mikey disse, piscando para Gerard e saindo do quarto.
Eu observava ainda deitado de bruços na cama, envolto por lençóis. Gerard fechou a porta assim que eles saíram, tirou a calça jeans e os sapatos ficando apenas de cueca e camiseta. Ele me descobriu e pulou encima de mim.
–Vou ter que te acordar do meu jeito? — Perguntou, malicioso.
–Essa era minha intenção desde o começo. — Falei.
Gerard arrancou minhas calças e cueca, eu me virei, ele estava agora sentando encima de minha barriga, de costas pra mim.
–Mas como você tá rápido em, já tá duro?
–Efeito matinal, sabe como é. O culpado por me fazer errar a privada muitas vezes. — Falei.
–Frank Iero, acabando com o clima desde sempre. — Reclamou.
–Mas eu não disse que você não era o causador.
–Tava sonhando comigo? Tarado.
–Transar à essa hora manhã? Ninfomaníaco. — Retruquei..
–Então estamos no mesmo nível. Quer discutir ou começar?
–Você que sabe.
Gerard sorriu, virando de costas novamente e começando a me masturbar com rapidez.
–Transa de comemoração ao 1 ano de bebês interrompendo nossas transas de madrugada. — Riu.
Um tempo depois, Gerard resolveu parar de me masturbar antes que eu chegasse ao meu máximo e resolveu começar a usar sua boca. Os movimentos fortes e rápidos que se alternavam para mais devagar me deixavam louco. Não consegui avisar Gerard ao chegar ao ápice, senti sair de mim um jato forte e invadir sua boca, Gerard sorriu e engoliu. Era minha vez de dominar, coloquei Gerard de quatro na cama, vesti um preservativo rápido e me preparei para a primeira estocada. Seus gemidos eram como droga pra mim, eu precisava de mais e mais, e para ter mais, eu precisava causá-los. Gerard interrompeu, me ajeitou na cama e vestiu um preservativo com rapidez. Senti ele me penetrar com cuidado, soltando um gemido assim como eu. Agora estava dentro de mim e com movimentos rápidos que me faziam sentir prazer e dor ao mesmo tempo. Gerard atingiu minha próstata e me fez soltar um gemido mais alto. Ele chegou rápido ao se ápice saindo de mim, ofegante. Me derrubou na cama e se jogou por cima, veio direto para minha boca, como se tivesse cede de mais. Gerard me beijava ofegante, puxando meus cabelos com força, até que decidiu parar, me deu uma mordida e encerrou, se jogando na cama ao meu lado.
–Lembra, o gay é o que fica de quatro. — Falou, me fazendo recordar a noite da morte de Will.
–Só fez isso pra me lembrar? Idiota.
–Também te amo, seu anão gay. — Disse, sorrindo. — Olha na janela, Alicia e Mikey tão voltando. Se veste.
Eu e Gerard nos vestimos e ficamos deitados esperando Alicia e Mikey subirem. Ao chegarem, bateram na porta.
–Licença, casal. — Disse Mikey, entrando.
–Toda. — Falei.
–Vamos deixar as meninas aqui e terminar de arrumar a casa pra festinha. — Disse Alicia.
–Ah, tudo bem, Frank já vai levantar pra ajudar vocês, eu tô exausto. — Gerard disse.
–Exausto do que? Sedentário. — Mikey disse, rindo.
–Deu trabalho pra acordar o Frank. — Gerard falou.
–Não preciso de detalhes. — Falou Mikey, colocando Lily na cama. — Vem Alicia, precisamos terminar.
Alicia colocou Cherry na cama entre Gerard e eu e saiu do quarto.
–Eu amo vocês. — Falei, beijando Gerard.
–Eu te amo. — Disse Cherry, como Gerard havia ensinado, mas meio enrolado.
–Eu amo cookies. — Lily disse, nos fazendo rir.
Fazia um ano que tudo tinha acontecido, eu estava feliz com minha família, e era só isso que importava. Eu amava cada um de um jeito especial, e Gerard me provou que pode me fazer mais feliz que qualquer um. Satisfação era a palavra que me descrevia. Eu amo minha família, mesmo depois de tudo sendo trocado por um cookie.
FIM.
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