What I'm Feeling For You?
8 Capítulo 8 - Trick or treat Part 1
Notas iniciais
Sam reparou que havia acontecido algo com Finn para ele agir tão estranhamente, quando cantará a música para o amigo, parecia que não aconteceu a conexão que sempre tinham quando cantavam juntos. Assim que acabou sua aula, a qual não prestou nenhum atenção, correu pelos corredores para achar o amado, precisava saber o que acontecerá.
Finn estava uma pilha de nervos desde que discutiu com Sue, não suportava a mulher desde seu ensino médio. Agora que já se acalmará planejava, na sala do coral, como acabar com a treinadora antes que ela contasse a alguém o que viu, isso realmente o preocupava, ninguém poderia saber que estava ficando com Sam, primeiro: o garoto iria ser bombardeado no colégio, e não desajava que algo ruim acontecesse com ele. Segundo: Finn seria bombardeado pela diretoria do Mckinley ou até pelos pais de Sam, e é claro, iriam separar os dois, o que também não estava em questão, pois não conseguiriam viver longe um do outro.
Ainda pensando sobre o plano contra Sue, não percebeu Sam chegando na sala lentamente.
— Quem é? – Disse Finn ao sentir mãos tampando seus olhos.
— Se eu contar perde a graça – disse, o que parecia ser uma imitação de Darth Vader.
— Sammy!!! – falou o moreno se virando e beijando o amado.
— Estava morrendo de saudades amor!
— Eu também Sammy, adorei a música que cantou pra mim hoje.
— Quem disse que foi pra você? – disse Sam maliciosamente.
— Não me provoque Sr. Evans!
— Ou o que?
— Tem certeza que quer saber?
— Adoraria!
Finn puxou Sam pela camisa, pressionando-o contra o piano enquanto o levantava, os dois se beijavam como se fosse a última vez, indo da nuca, passando pelos lábios carnudos e descendo para o abdomen definido do loiro, também dando beijos e leves mordidas em seus mamilos. Desceu até a calça do amigo a arrancando e lambendo seu membro sobre a cueca que pulsava de tanto tesão.
— Oh Finn, me chupa! – dizia Sam implorando para o amigo.
Finn puxou levemente a box branca do loiro, mostrando apenas a cabeça de seu pênis, e, dando leves mordidas, arrancava gemidos cada vez mais altos. Cansado de toda aquela brincadeira, o moreno arrancou a cueca do amigo e engoliu de uma única vez o membro de 18 centímetros, chupando continuamente, fazendo Sam ir a loucura.
— Ah meu deus, como você chupa bem Finn. Agora me come, vem!
Obedecendo as ordens, o moreno puxou Sam de cima do piano, e o deitou no chão da sala. Tirou suas calças, cueca e começou a beijá-lo, ambos totalmente sem roupa, esfregavam seus membros, já eretos, um no outro. Nenhum dos dois aguentava mais de tesão, Finn começou a alargar a intimidade do amigo, lambendo os dedos e enfiando para abrir a passagem, então começou a colocar lentamente seu pênis em Sam, que deu um pequeno grito ao senti-lo dentro de si, logo o moreno começou a aumentar o ritmo, transformando a dor em prazer.
Ainda com a penetração, Finn se levantou do chão abraçado com o loiro e, ao perceber que estaria perto de seu ápice, retirou o membro deixando-o livre para que Sam terminasse o trabalho. O moreno forçava a cabeça do mais novo contra seu pênis, o que o deixava louco... loiro se assustou ao receber jatos e mais jatos do líquido branco em sua garganta, mas mesmo assim o engoliu, aproveitando também para lamber desde a cabeça até a base do pênis de Finn, que dava gemidos altos de prazer.
- Meu deus Sam, como você chupa bem! – Disse Finn puxando Sam para um beijo.
- Que bom que gostou, o que acha de me retribuir tudo isso?! – disse o loiro empurrando o amigo para baixo, em direção a seu membro que continuava ereto. Finn foi descendo lentamente, dando mordidinhas e beijos por todo o corpo sarado de Sam. Quando tinha chegado ao “pote de ouro”, e começou a chupá-lo, ambos ouviram vozes vindo dos corredores.
- Quê barugu fui eche? – falou Finn ainda com o membro na boca, o que fez Sam rir.
- Não sei, mas é melhor saírmos...larga meu pau, você terá mais tempo para fazer isso amor – respondeu o loiro.
Os dois, pegaram suas roupas rapidamente, e as estavam colocando o mais rápido possível, mas os passos e vozes no corredor só aumentavam.
- Vem, temos que nos esconder! – disse o moreno puxando o amigo pela mão em direção a alguns instrumentos e objetos colocados em um canto, e atrás deles, se esconderam quase que na mesma hora que duas pessoas entravam na sala, eles tentavam enxengar quem era, mas não conseguiam, ouviam apenas leves gemidos e vozes baixas.
- Não Kitty, alguém pode pegar a gente! – dizia Marley, quase que sussurando.
- Não vem ninguém aqui essas horas, relaxe... – falou Kitty envolvendo a amiga em seus braços.
- Okay...mas e se alguém aparecer?
- Você sempre fala isso, quando estavamos no campo de futebol ninguém pegou a gente, nem no banheiro, nem no laboratório, nem no auditório...ninguém vai aparecer ok? Eu prometo – disse a loira antes de começar um beijo fervoroso com Marley.
Sam e Finn, que observavam escondidos, olhavam-se surpresos, nunca poderíam imaginar que as duas garotas estavam se encontrando as escondidas, ao que parece, a festa não revelou apenas um casal...mas os dois precisavam sair da sala do coral, elas podiam ficar a tarde inteira ali.
- Vamos, temos que sair daqui – susurrou Sam.
- Mas por onde? Elas vão nos ver.
- Não se formos cuidadosos.
Os dois garotos foram se esgueirando pelas paredes, se escondendo em instrumentos entre outras coisas até próximo da porta.
— Okay, agora temos que ser muitos rápidos ok? – disse Sam segurando a mão de Finn – um...dois...agora! – Os dois saíram correndo para porta e, felizmente, as garotas não os ouviram.
- Essa foi por pouco Sammy!
- Nem me diga...mas e agora o que vamos fazer?
- Bem, eu irei para a sala dos professores...e você vai voltar pra sua aula mocinho, não quero que fiquei com notas baixas por minha causa.
- Mas...
- Mas nada Sammy!
- Até parece meu pai falando – disse Sam fazendo uma cara de emburrado.
- Seu pai não pode fazer com você o que eu posso – falou Finn dando um selinho no amigo.
- Okay, vou pra minha sala...mas antes queria saber uma coisa, e me deixar terminar antes de vir com desculpa. – Finn ficou surpreso com a atitude do garoto – Percebi que estava estranho hoje durante o coral...e quando estavamos transando também, parecia tenso, o que está acontecendo? Por favor, pode me falar, temos que confiar um no outro amor.
- Okay Sammy, eu não queria que soubesse disso, queria lidar com isso sozinha para você não se estressar, mas é que – Finn começou a engasgar nas palavras, Sam descobriria mais cedo ou mais tarde – A Sue viu a gente se beijando...
A cara de Sam não podia ser pior, o garoto ficará palido na hora, parecia que ia desmaiar.
— Ela o que???
— Ela viu a gente na frente do colégio hoje e está ameaçando nos dedurar pro Figgins.
— Aquela vadia desgraçado, vou enfiar aqueles troféus no rabo dela! – disse Sam saindo com raiva.
— Não Sammy, não podemos fazer nada...ainda!
— Como assim ainda?
— Bem, tenho uma ideia que vai fazer a querida Sue Sylvester parar de nos enxer por um booom tempo. – os dois sorriram pensando na vingança contra a treinadora que faz da vida dos estudantes do coral um inferno. – Mas agora, você tem que ir para a aula antes que o sinal bata e mais alguem nos veja no corredor.
— Ok amor, te encontro na saída okay? – Sam deu mais um beijo em Finn e se dirigiu até a sala, ao mesmo tempo que, algums metros dali, a porta da sala do coral abre e de dentro dela saem duas garotas desarrumadas que olharam diretamente para Finn, assustadas.
— Oi Finn...o que faz por aqui? – disse Marley com uma cara desesperada, assim como Kitty.
— Nada de mais, apenas esperando, não se preocupem, eu não vi ninguém! – Finn acenou para as garotas e foi até a sala dos professores. Precisava planjear como destruir Sue...teria que ser algo que fizesse ela passar muita vergonha.
— JÁ SEI! – gritou Finn entusiasmado ao pensar na grande ideia, todos na sala olhavam para ele. – Já sei..o que...vou comer...hoje...desculpem. – e voltou a abaixar a cabeça, envergonhado.
— Olha quem já esta ficando louco, se não é Finn Hudson – disse Sue, sentando na mesma mesa de Finn. – Começa com gritos na sala dos professores, quando for ver está beijando os alunos...não, espere, você já fez isso. Está na hora de se aposentar taradão!
— Vejo sua boca se mexer mas só ouço blá blá blá! – respondeu Finn com cara de desinteressado.
— Você pode ignorar a mim, mas não ao diretor quando contar a ele o que vi!
— Desculpe, não ouvi o que disse, estava distraído pensando em como você parece uma adolescente quando escreve em seu diário. – A treinadora parecia que teria um infarto.
— De onde tirou essa ideia estúpida? Sue Sylvester não precisa de um diário para expressar suas emoções, por que eu NÃO TENHO EMOÇÕES! A única coisa que sinto é raiva, e expresso ela assim! – Disse Sue jogando todo seu café em cima da pasta de partituras de Finn que estava na mesa. – Não tente me confrontar garoto, ou irá acordar em uma banheira cheia de gelo sem seu rim! — saiu da sala, derrubando tudo o que via pela frente.
— Parece que minha ideia deu certo, nunca pensei que espionar a treinadora iria me ajudar...agora só preciso achar o diário! –Finn esperou até que sinal batesse e correu para encontrar Sam e contar tudo o que aconteceu e o que teriam que fazer.
***
- Então é isso! – concluiu Finn.
— Você falou isso para a Sue? Como você ainda está vivo? – perguntou Sam abismado.
— Isso não é o importante, agora temos que achar o diário dela, tirar cópia das páginas e distribuir pelo colégio!
— Uau, sua ideia é muito boa...mas como iremos pegar o diário?
— Vai ser um pouco...difícil, só temos que ser cuidadosos na verdade. Vamos chamar Sue no coral e falar para ela que iremos fazer uma apresentação em sua homenagem, assim como ela queria que fizessemos. Então, enquanto o New Directions se apresenta, iremos até a sala dela, pegamos o diário e saímos!
— Mas ela não vai percebeu que sumiu?!
— Essa é a parte difícil, temos que pegar o diário, fazer as cópias na sala dela, já que é a única impressora do colégio, devolver o diário e sair antes que ela volte!
— Tem certeza que isso vai dar certo?
— Na verdade...não...mas temos que tentar, se eu ouvir mais uma das piadnhas dela...
— Calma amor – disse Sam se encostando com Finn em um canto no corredor que já estava vazio – Vai dar tudo certo, acredito em você. – Os dois se beijaram amorosamente.
— Espero...mas então, você vai la em casa hoje? – perguntou Finn animado.
— Não posso, estou cheio de coisas para fazer e meus primos chegaram na minha casa hoje, não posso sair de lá.
— Hm, primos...já se pegou com algum desses primos?
— Na verdade não mas bem que gostaria – falou Sam desafiador.
— Vai lá com eles então!
— Mas é claro que prefiro você, você é o único garoto da minha vida Finn Hudson!
— É bom que seja mesmo!
— Awn, você fica tão fofo quando está com ciumes. – os dois se beijaram novamente. – Agora tenho que ir, não posso me atrasar pra chegar em casa.
- Okay, vou sentir saudades Sammy! Até amanhã!
Finn ficou observando o loiro andar, nada daqui parecia verdade, mesmo com a ameaça de Sue, Finn sabia que nada podia separar os dois, e iriam provar isso a ela. Foi até seu carro, e dirigiu até em casa, a saudades de Sam já era grande, com certeza, seus sonhos iram ser dedicados a ele.
Notas finais
Até a próxima!
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