What I'm Feeling For You?
12 Capítulo 12 - Meetings, Farewells and Miss
Notas iniciais
Finn corria desesperadamente atrás de Rachel, a garota corria mais do que ele esperava e a perdeu em meio a escuridão da noite, ele clamava seu nome em busca de uma resposta, ela tinha pelo menos que ouvi-lô, não sabia que ainda era amado, e mesmo que soubesse, no tempo em que a amiga passou em NY tudo mudará, agora ele iria a faculdade e tinha um namorado, não iria abandonar tudo por ela novamente, mas tinha que deixar tudo esclarecido por que acima de tudo era sua amiga.
Todos no restaurante encontravam-se calados, até mesmo Tina não havia comentado nada sobre o ocorrido, Kurt sentará do lado de Blaine e davam-se as mãos por de baixo da mesa, disfarçando os sorrisos, ao contrário de Sam que não podia ser desvendado, misturava uma cara de raiva mas também desespero pela chegada inesperada da ex de seu namorado, mas também sua amiga. A porta abre lentamente seguido de um leve suspiro de tristeza, Finn andou até a mesa como se suportasse um grande peso em suas costas.
— Não consegui alcançá-la...não queria que ela descobrisse assim...deve estar me odiando
— Calma, ela não deve ter ido longe e além do mais, vamos ficar aqui até as regionais, você vai conseguir falar com ela! – consolava Kurt.
— Vem cá meu amor – chamou Sam estendendo seus braço – tudo vai ficar bem okay? Agora se acalma, ela vai te entender, vocês são amigos lembra?
— Não está bravo comigo? – perguntou o moreno tristonho.
— Claro que não, você fez o que tinha que fazer – os dois se beijaram carinhosamente. Apesar de tudo o que ocorrerá, Sam não se importava tanto com a chegada da garota ou a surpresa dela, estava feliz com seu namorado e era isso o que importava.
Lentamente a conversa reiniciou-se, com pequenas risadas e brincadeira, então pediram algo para comer, já que passará um bom tempo que estavam ali.
— Desculpe gente, mas tenho que ir...vou procurar Rach! Vejos vocês no fim de semana! – Kurt se despediu de todos e especialmente em Blaine, deu um leve selinho – Até mais! – E então saiu caminhando rapidamente até a porta. A cara de Blaine não podia ser melhor, seu rosto se iluminará de alegria.
Todos comeram lentamente, conversando uma vez ou outra, aquele encontro agora realmente parecia com uma despedida. Ao terminar, pediram a conta, cada um começou a procurar nas carteiras e bolsas, em busca de dinheiro. – Não precisa disso galera, eu os convidei então eu pago – falou Finn puxando a carteira do bolso – Esse é o momento em que vocês dizem “que isso, não precisa”!
— Ah não, obrigado – disse Tina rindo juntamente com os outros. – Foi um ótimo jantar, mesmo com os acontecimentos, espero que dê tudo certo para você Professor Hudson. Sério...e venha nos visitar hein! – a ação repentina da asiática assustou a todos.
— Uau, Tina gentil? Pensei que iria morrer sem ver isso! – Blaine também retirava-se da mesa – Mas concordo com ela, boa sorte campeão!
— Sabe que amo vocês não é galera? Virei aqui sempre que puder e quero que deem o sangue por essa competição, não quero passar vergonha! Venham, abraço em grupo! – chamou o garoto a todos.
— Abraço em grupo? É, a noite terminou como começou: gay! – mais risos.
Todos se despediram e foram de carro, a pé ou até mesmo de carona até sua casa, assim como Finn e Sam. O mesmo silêncio que ocupará o restaurante continuou no carro até que o mesmo parou em frente a casa.
— Eu sei que tinha dito pra irmos até o apartamento mas... – Finn foi interrompido pelos lábios carnudos de Sam em sua boca, lentamente o loiro foi subindo em cima do namorado até ficar sentado sobre ele.
— Não quero que diga nada ok?! Quero te dar uma despedida especial. – disse ele enquanto abaixava o banco do motorista, continuando com os beijos que já começavam a descer para o pescoço. Sam deslisava suas mãos para o peito do garoto, retirou sensual e calmamente a camisa dele e também a sua, mostrando o abdomên definido. Voltando aos beijos, que nesta hora já chegavam perto da calça, juntamente com os dedos que abriam a calça do moreno, revelando a box branca onde já se percebia o volume. O loiro mordiscava sensualmente o membro sobre a cueca, fazendo Finn dar leves gemidos e depois de algum tempo o atiçando, começou a fazer o que tinha de ser feito, mordeu a cueca e a puxou lentamente, assim como na primeira noite dos dois, o que fez eles rirem. Sam puxava lentamente o tecido, enquanto dava leves beijos no membro que aparecia pouco a pouco, e assim que o mesmo mostrava-se por inteiro, o loiro o engoliu e começou a chupá-lo levemente, elevando o prazer de Finn.
O clima esquentava cada vez mais, até que, mais uma vez, algo interrompeu.
— Sam? É você aí? – chamava uma mulher em frente a porta de sua casa.
— Ah não, mas que merda de dia! – falou Sam extremamente estressado, guardando o membro de Finn novamente na cueca.
— Quem é? – falou o moreno aborrecido, terminando de arrumar sua calça.
— Quem mais seria...minha mãe. Desculpa Finn, vou ter que ir embora mas eu só quero dizer que eu te a... – outra interrupção, dessa vez mais perto do carro.
— Sammy, você ta aí? Mamãe ta chamando! – falava a pequena irmãzinha de Sam, Stacy, batendo com sua pequena mão no vidro do carro.
— Tenho que ir amor – deram mais um beijo de despedida e então o garoto saiu do carro. – Estou sim querida, vem cá! – pegou a garotinha no colo e andou calmamente até sua casa, onde a mãe o esperava. O carro acelerava, deixando apenas o barulho se distânciando pouco a pouco.
— Onde estava? Com quem estava? De quem é o carro? – falava Mary Evans.
— Estava no Breadsticks com o pessoal do colégio, Finn me trouxe pra casa – respondeu o filho calmamente.
— Da próxima vez me avise, fiquei preocupada querida. Agora entre, tem biscoitos no forno.
— Ehh!!! Biscoito! – falou Stacy, descendo do colo do irmão e correndo pra cozinha, ao contrário de Sam, que foi direto para seu quarto e jogou-se na cama, deprimido. O celular em seu bolso vibrou por alguns segundos, era uma mensagem de Finn. “Já estou com saudades, te amo”. A felicidade do loiro foi tamanha, que praticamente pulou da cama e foi correndo até a cozinha com um grande sorriso no rosto, o que deixava seus lábios mais sensuais.
— O que é isso? Ganhou na loteria? – perguntava sua mãe enquanto ele surrupiava alguns biscoitos.
— Quase mãe, quase.
***
— Não acredito Kurt, não dá pra acreditar...como ele fez isso comigo? – chorava Rachel no quarto do amigo.
— Você tem que se acalmar Rach...essas coisas acontecem, você não poderia ter feito nada – o garoto tentava consola-lá.
— Essas coisas acontecem é o cassete!!! Não é normal de um dia pro outro seu namorado virar gay!
— Olha aqui! – levantou-se Kurt, assim como sua voz – Em primeiro lugar: não foi de um dia pro outro, você está quase um ano em NYADA. Segundo: Vocês estavam separados, e não dar desculpas, estava acabado okay? Terceiro – ele sentou-se ao lado da garota novamente, segurando suas mãos – Ele está feliz Rach...ele está feliz com Sam e não há nada que você possa fazer pra mudar isso okay? Você tem que ser feliz também.
— Se eu não tivesse... – a garota começou a chorar novamente.
— “Se eu não tivesse” nada, a culpa não foi sua, agora vamos enxugar essas lágrimas e voltar pra sala antes que venham nos procurar okay? E não comente nada sobre o que aconteceu hoje, tenho certeza que Finn não contou nada para os nossos pais.
Rachel concordou, foi até o banheiro, lavou seu rosto para que qualquer sinal de que havia chorado sumisse, então foram até a sala.
— Pensei que tivessem morrido – falou Burt, que estava olhando diretamente para a tv, que transmitia um jogo de futebol. – O que aconteceu? Rachel chegou correndo aqui, parecia que estava chor...
— Desculpe Burt, é que eu...comi...um camarão, e eu...tenho alergia a camarão, por isso estava chorando. – Rachel tentou disfarçar o máximo possível.
— Hum...melhoras...Kurt, pode pegar uma cerveja para seu pai? Obrigado.
— Ufa! – disse o garoto indo até a geladeira e lançando a lata de bebida a seu pai – E aí, temos uma semana inteira até as Regionais, o que quer fazer? – perguntou ele a amiga. Mas o que ele realmente queria, era se encontrar com Blaine, ver o garoto novamente fez uma chama de acender dentro dele, estava morrendo de ssaudades do ex-namorado e no resstaurante, mesmo com todo o acontecido, havia rolado um clima entre os dois.
— O que você acha? Kurt? Kurt! – o mesmo deu um pulo depois de ser cutucado pela amiga. – Você ouviu o que eu disse? Eu queria...
— É claro que ouvi, mas vamos vazer algo divertido, venha – os dois voltaram ao quarto, Rachel sendo puxada, sem saber o motivo de tanta agitação.
— A onde vamos? – disse ela depois de Kurt começar a retirar roupas do armário.
— Vamos ao Scandals! – pegou seu celular e mandou uma mensagem a Blaine. “Vou estar no Scandals em uma hora me encontre lá. Saudades.”. E voltou a escolher roupas. – Vamos Rachel, se arrume logo.
— Não Kurt, eu tenho que fazer algo, te encontro lá okay? Okay, até mais. – e a garota saiu decidida.
— Rachel Berry, o que você está planejando? Enfim, ela é grandinha e eu..tenho um encontro!!! – gritou Kurt lendo a resposta de Blaine. “Estarei lá”
— É isso aí filhão! – gritou também seu pai, direto da sala.
***
Finn já havia chegado em seu apartamento há algum tempo, inúmeras caixas espalhavam-se pelo local, algumas já abertas outras ainda lacradas, a preguiça contribuirá para que a arrumação não terminasse, de meia em meia hora o garoto parava para comer algo. Um colchão estava estendido no chão para que dormirsse naquela noite, já que ainda não tinha cama e naquele momento o garoto arrumava a estante, que já continha alguns retratos dele, de sua família, amigos inclusive Rachel, parou abruptamente ao ver a foto, não queria que tudo aquilo tivesse acontecido justo em um momento difícil como este, tudo estava embolado em sua cabeça, é claro que não deixaria Sam, o amava, mas também não queria magoar Rachel, apesar de tudo o que ocorrerá entre os dois, nunca jogaria fora sua amizade.
Havia dado mais uma pausa para o lanche, mas dessa vez uma coisa um pouco mais forte, procurou nas várias sacolas dispostas sobre a mesa o produto que havia comprado no mercado mais cedo, e em uma delas retirou duas garrafas, uma de licor e outra de tequila, colocou-as na pia e foi buscar mais alguns utensílios para fazer seu drinque, no mesmo momento em que leves batidas foram dadas na porta. Finn largou o corpo que segurava e foi até a porta.
— Olá... – a garganta de Finn secou quase que instantaneamente.
— Oi – disse Rachel.
— É...o que você...hum...sabe...o que faz aqui? – o garoto não continha o nervosismo, sabia que a visita dela iria acabar em algo ruim.
— Também estou bem muito obrigada – respondeu ironicamente.
— Ah, desculpe...está bem?
— No possível, depois de descobrir que seu ex-namorado virou gay e está namorando um ex-stripper...não me convidar para entrar? – a garota entrou antes mesmo de ouvir a resposta.
— Por que não – e fechou a porta, em seguida indo até a cozinha, onde havia deixado a bebida e também onde se encontrava Rachel, parada. – Quer uma marguerita?
— Quero sim, muito obrigada – respondeu simpatica. – Você deve estar se perguntando o por que de eu ter vindo até aqui, essas horas da noite para falar com você. Acho que não preciso dar a resposta não é?! Quero saber exatamento o que aconteceu para que tudo esteja como está agora! Se não for incomodo é claro.
— É claro que não, você tem toda razão – dizia ele enquanto fazia a bebida – Primeiro de tudo, você tem que entender que eu estou... – foi interrompido.
— Feliz! Eu sei disso, mas eu não estou, e o que pode melhor um pouquinho meu ânimo é saber o que houve...qual é, eu fico menos de um ano fora e quando volto você vai pra faculdade, está namorando o Sam e duas garotas do glee estão se beijando,! Eu mereço uma explicação!!!
— Okay Rach, se acalma, vou explicar tudo – disse Finn convidando a garota a sentar, oferencedo a bebida – Na verdade, não tem uma explicação pra isso, apenas rolou sabe. Eu estava muito triste, minha vida estava horrível sem ter você por perto – o moreno olhou nos olhos da garota e percebeu a felicidade em que ela ficará a ouvir isso –Sammy era o único que estava me ajudando.
— Então o “Sammy” estava te ajudando como? Te agarrando no banheiro? – a raiva havia voltado.
— Não foi assim, é que começou a rolar um clima entre nos dois, não sabiamos o que estavamos sentindo e então apenas aconteceu...nos demos conta que aquilo podia dar certo. E está dando, estou feliz e também quero que você fique...olhe pra você – o garoto a puxou pela mão e a fez dar uma volta – você está mais linda do que nunca, NYADA a fez muito bem, está seguindo seu sonho e não quero você mal por ex-namorado idiota que virou gay ok? Você promete? – os dois olhavam-se nos olhos, sorrindo.
— Eu prometo – respondeu ela se aproximando mais de Finn. Suas mãos lentamente foram ao rosto do garoto, acariciando-o enquanto mais e mais seus rostos foram ficando mais perto. O garoto continuava parado, sem saber o que fazer, já conseguia sentir a respiração quente da garota, os lábios se movendo em um susurro. “Eu te amo”. Foi o que ela disse antes de colar seu corpo no dele, como a muito tempo não fizerá, a saudade, a paixão, a raiva, tudo se juntou em poucos segundos, como se o universo inteiro tivesse sumido dando lugar a um mar cheio de confusão. E então, acabou.
— Não Rachel...eu amo o Sam e não há nada que você possa fazer sobre isso. Agora...por favor vá embora – Finn não encarava a garota, não queria nem mais estar no mesmo espaço que ela.
— Mas Finn, nós...
— “Nós” nada! Não existe “nós”!!! – ele aumentará a voz enquanto ela continuava com o olhar petrificado – Por favor, saia. – pediu calmamente, andando até a porta e a brindo.
— Pensei que eu ainda significava algo para você... – saiu pela porta sem olhar para trás, as lágrimas começavam a brotar de seus olhos ainda fechados, assim como a chuva que começava a cair.
I heard he sang a lullaby
I heard he sang it from his heart
When I found out thought I would die
Because that lullaby was mine
I heard he sealed it with a kiss
He gently kissed her cherry lips
I found that so hard to believe
Because his kiss belonged to me
*Rachel caminhava lentamente enquanto a chuva de aumentava*
How could an angel break my heart
Why didn't he catch my falling star
I wish I didn't wish so hard
Maybe I wished our love apart
How could an angel break my heart
I heard her face was white as rain
Soft as a rose that blooms in May
He keeps her picture in a frame
And when he sleeps he calls her name
I wonder if she makes him smile
The way he used to smile at me
I hope she doesn't make him laugh
Because his laugh belongs to me
Oh my soul is dying, it's crying
I'm trying to understand
Please help me
How could an angel break my heart
Why didn't he catch my falling star
I wish I didn't wish so hard
Maybe I wished our love apart
How could an angel break my heart
Rachel sentou em frente a casa de Kurt, ainda chorando e totalmente ensopada. Mas isso não a preocupava...havia perdido o amor de sua vida.
Notas finais
Espero que tenham gostado, até a próxima reviews auysusha
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