What If... (And If)

74 Fase III - Capítulo 19 - Personagens secundárias também tem vida...


Fase III — Capítulo 19 — Personagens secundárias também tem vida….

POV Zenday…

Depois de sairmos da festa, Bart me levou para seu carro e nós fomos para minha casa. Mas nenhum de nós estava preocupado em entrar, por isso ficamos no carro mesmo nos pegando. Afinal de contas o bom da vida é namorar e beijar muito.

Estávamos parados na esquina lá de casa, para o caso dos meus pais chegarem mais cedo. Ninguém merece ser pego pelos pais quando se está no maior amasso com o namorado. NA-MO-RA-DO! Mal posso acreditar nisso! Depois de anos na sofrência achando que não éramos correspondidos nós finalmente estávamos juntos.

De repente, em meio aos beijos e mãos bobas, meu celular começou a tremer. Eu pretendia ignorar, mas o desinfeliz não parava de tremer e só tinha uma pessoa que eu conhecia que mandava 1527 mensagens seguidas. Maxxie. E ele não ia parar enquanto eu não respondesse. Por isso, a contragosto, me afastei de Bart que me olhou sem entender nada.

— Desculpa, é o Maxxie. Se eu não responder logo ele não vai parar. — Respondi a pergunta muda dele.

Bart suspirou resignado e tirou os braços que me envolviam. Assim que me vi solta senti um vazio ruim e por um segundo pensei em mandar Maxxie ir pastar. Mas amigos vêm antes de namorados. Então saí de cima de Bart e voltei para meu banco enquanto Bart recostava a cabeça no encosto de seu.

Pelo que entendi das 1527 mensagens de Maxxie alguém tinha contado pra ele que Bart e eu éramos um casal e ele estava querendo saber se era verdade. Sorri feliz e apertei o botão da câmera, já puxando Bart para aparecer na foto.

— O que você tá fazendo?

— Tô tirando uma foto pra mandar pro Maxxie. Ele vai surtar quando ver essa foto.

— Se é pra se amostra vamo fazer direito. — Ele disse me puxando para um beijo e ainda tirou proveito para dar aquela apalpada no meu peito.

Em meio aquilo acabei tirando a foto, nem sei como, e então mandei rapidamente com a frase “Tire suas próprias conclusões” logo abaixo. E então voltamos a nos pegar. Eu tinha que ser honesta, Bart parecia ser tudo o que eu sempre sonhei e em pouco tempo eu estava sentado sobre o colo dele novamente.

De repente escutamos uma gritaria e portas batendo. Olhamos procurando de onde vinha o barulho e eu temi que fosse meu pai. Mas então percebemos que era um casal brigando. Aparentemente não éramos os únicos que estávamos aproveitando o escuro daquela esquina. Do outro lado da rua um casal discutia na calçada ao lado do veículo.

— Eu não sei porque isso me surpreende. Eu deveria imaginar que você era afim dele. Não acredito que fui tão burro. — Escutei uma voz familiar demais.

— Maxxie? — Perguntei para mim mesma enquanto apertava os olhos tentando enxergar melhor no meio daquele breu.

Eu sabia que o outro estava respondendo, mas ele falava baixo demais pra ouvir dali. Maxxie vinha me escondendo esse namorado a mais de seis meses e eu sabia que ele me falaria se pudesse. A oportunidade de finalmente descobrir estava ali na minha frente e no entanto eu não ousei me mexer. Parecia que qualquer movimento poderia quebrar a visão que eu estava tendo, e por mais que eu respeitasse a privacidade do meu melhor amigo a curiosidade me impedia de fazer qualquer outra coisa.

Então, para a surpresa de nós dois dentro daquele carro o namorado de Maxxie deu a volta no carro e passou por um sensor de movimento que fez com que uma luz se acendesse e revelasse quem era o cara misterioso. Bart e eu nos olhamos com olhos arregalados e de boca aberta. Então voltamos a olhar para o sujeito que tinha acabado de entrar no carro e dar a partida. Em silêncio acompanhamos o motorista fazer o carro dar a volta e seguir no sentido contrário que estava parado antes. O acompanhamos até que ele fez a curva e desapareceu do nosso campo de visão.

Preocupada com meu amigo voltei a olhar para o outro lado da rua e vi um Maxxie agachado de cócoras com as mãos sobre o rosto. Naquele momento não importava se eu não deveria saber o que tinha acabado de acontecer. Tudo o que importava era que Maxxie, meu melhor amigo, estava sofrendo horrores e precisava de mim agora. Rapidamente abri a porta do carro e corri até ele.

— Maxxie! Oh Maxxie… — Disse o abraçando forte e sendo respondida com os soluços de meu amigo.

— Zi… — Foi tudo o que ele conseguiu dizer antes de se ajoelhar e me abraçar de volta.

— O que aconteceu? — Perguntei querendo entender o porque eles haviam brigado.

— Ele… você... viu ele? — Maxxie perguntou em meio aos soluços.

— Vi. Me desculpe. Não deu pra evitar. Sei que tinha prometido...

Maxxie pareceu ficar irritado e se afastou de mim. Olhando nos meus olhos ele disse:

— Estou pouco me fodendo pra isso. Eu só não te contei porque ele não queria sair do armário. Mas ele que se foda. Aquele desgraçado. Ele só queria me usar. Usar meu corpo. Babaca insuportável. Argh! Por que eu só gosto dos babacas? Por que não posso ter um relacionamento saudável? — Disse ele caindo no choro novamente.

— Mas o que fez vocês brigarem? — Por mais que eu quisesse saber como tudo aquilo tinha começado eu precisava me manter no presente e saber como eu poderia ajudar meu amigo.

— Ele nunca me amou Zi. Ele ama outro e eu sempre desconfiei disso. E hoje eu tive certeza. Quando mostrei a foto de vocês ele surtou. Primeiro achei que era por sua causa, mas aí eu vi os olhos dele. Não era ciúme de irmão, era ciúme mesmo.

— Perai, você dizendo que o Luke é apaixonado pelo Bart? É isso mesmo? — Ok aquela notícia tinha me surpreendido mais do que descobrir que meu irmão era gay.

— Como assim o Luke é apaixonado por mim? — Foi a vez do meu namorado se manifestar. Eu nem sabia que ele estava ali.

— Bart, ele é louco por você. Foi por isso que ele inventou um monte de coisa pra separar vocês dois. Ele me contou tudo hoje, depois que viu a foto de vocês dois. Ele disse: “Depois de todo o trabalho que eu tive pra separar esses dois eles ainda assim ficam juntos!”. Aí a gente começou a brigar, porque eu fui defender vocês dois e ele surtou. Ele me bateu. — Disse Maxxie apontando para o olho que ia inchando e ficando roxo a medida que conversávamos.

— Ele te bateu?! — Perguntei atordoada.

— Isso não vai ficar assim. — Disse Bart saindo andando duro na direção de minha casa, onde Luke havia entrado.

Maxxie e eu nos olhamos e fomos atrás dele. Bart não fez cerimônia e abriu a porta da frente da casa. A gente devia passar a trancar a porta… Ainda seguindo meu namorado nós subimos as escadas e vimos quando ele escancarou de forma abrupta a porta do quarto de meu irmão.

— Bart?! O que voc… — Ouvimos meu irmão falar, mas ele foi interrompido.

Corremos pra ver o que tinha acontecido e nos deparamos com Luke segurando o maxilar e o ajeitando. Como os caras fazem nos filmes depois de levar um soco.

— O que é isso?! Ficou louco?

— Isso é por ter me afastado da Zenday. E isso — disse ele dando um soco no estômago do meu irmão — é por ter batido no melhor amigo dela. Eu não quero saber de você e acho melhor que você nem tente chegar perto da gente. Não dê as caras amanhã lá no Freddie ou eu não respondo por mim.

Ele deu as costas para deixar o quarto e deu de cara comigo e com o Maxxie completamente chocados.

— Me desculpem por terem que ver isso.

— Eu não acredito que você está acabando anos de amizade por causa desses idiotas. — Meu irmão falou se colocando em pé e ainda parecendo sem fôlego.

O maxilar de Bart travou enquanto ele entortou a cabeça lentamente como quem não acreditava na ousadia de Luke. Ele inspirou fundo, como que juntando forças, mas aparentemente aquilo não adiantou de nada, pois ele se virou irritado antes de começar a falar:

— Não estou acabando com uma amizade porque o cara que eu era amigo jamais faria as coisas que você fez. Meu amigo aparentemente não existia e se ele não existia nossa amizade também não existia. — E ele andou lentamente até meu irmão, que era uma cabeça menor que ele, e disse entre dentes — Se você falar desrespeitosamente sobre minha namorada, sua irmã! e o Maxxie, aparentemente seu ex, eu vou te dar uma surra tão grande que será você quem passará meses em coma no hospital.

Tendo dito isso ele deu as costas novamente e conduziu Maxxie e eu até meu quarto. Eu não entendi nada até que ele disse:

— Zenday, arruma uma mala de roupas, não vou deixar você sozinha com ele. Hoje você dorme na casa do Maxxie. Seu amigo precisa de você. Certo? — Ele perguntou para meu amigo.

— Certíssimo. — Maxxie respondeu de pronto, completamente maravilhado com meu namorado. E ele não era o único.

Por isso fui até ele e dei um baita beijo nele. Bart correspondeu ao beijo um segundo depois, mas assim que o fez ele me envolveu com os braços de uma forma que transmitia todo amor e preocupação que ele estava. Pude sentir que aquele beijo o acalmou. Tanto que quando nos afastamos, porque Maxxie pigarreou chamando nossa atenção, Bart tinha um sorriso preguiçoso no rosto. Pedi desculpas a Maxxie e fui fazer minha mala.

— Coloque roupa de sair também. Amanhã você vai voltar pro grupo oficialmente e você Maxxie vai entrar. Faço questão. — Disse meu namorado sorrindo para meu melhor amigo.

— Obrigado cara. Mas não sei se eu vou estar no clima pra isso. — Disse Maxxie chamando a minha atenção.

— É sério isso? Nunca te vi recusar uma festa. Nem por causa de fim de rolos. — Falei completamente chocada.

— Seu irmão fez um estrago e tanto. — Foi tudo o que ele falou e aquilo me assustou mais do que ter visto ele chorar.

Troquei olhares com Bart e ele não sabia o que fazer. Olhei para Maxxie, mas ele não me olhava, estava perdido, ou fugindo do meu olhar, no movimento dos próprios dedos. Foi duro ver aquilo. Ele sempre era tão irritantemente feliz e agitado que ver meu amigo calado, triste e quieto no cantinho me fez ter certeza de que eu realmente deveria dormir na casa dele hoje. E talvez ele realmente não estivesse animado para encontrar com os outros no dia seguinte. Por isso me vi falando:

— Amanhã eu te falo se a gente vai ou não Bart.

— Tudo bem. Tomem o tempo de vocês. A gente deve se encontrar lá no barraco do Freddie lá pelas 14h. Se animarem é só me falar. Vamos? — Ele perguntou assim que eu fechei o zíper da mochila onde tinha colocado todas as minhas coisas.

Bart nos levou até a casa de Maxxie e nos acompanhou até a porta. Percebendo que ele queria falar comigo Maxxie abriu a porta e entrou na casa nos deixando sozinho.

— Se ele não tiver bem amanhã você me fala. Eu posso trazer alguma coisa pra vocês comerem mais tarde.

— Obrigada Bart. mas eu não sei se ele vai querer ficar muito perto de você por agora. Afinal o Luke é apaixonado por você…

— Eu entendi…

— Eu não queria ficar longe de você…

— Eu também queria passar o dia todo de amanhã com você, mas…

— Amigos em primeiro lugar. — Completei o que ele ia falar e recebi um aceno de cabeça em confirmação.

— Eu te ligo amanhã. — Prometi.

— Eu vou esperar por isso. — Ele respondeu sorrindo um pouco antes de me beijar.

Foi um beijo demorado e lento. Um beijo sedento de quem já sentia falta um do outro antes mesmo de nos afastarmos. E terminou com ele encostando a testa na minha e falando baixinho pra mim:

— Eu te amo tanto…

— Eu também te amo… tanto…

Ficamos assim por um bom tempo. Ambos sabendo que tínhamos que nos separar, mas incapazes de fazê-lo. Era bobagem, mas a gente tinha demorado tanto tempo pra ficar junto que parecia que aconteceria novamente se a gente se separasse.

— Ok, hora de ir. — Disse ele se afastando de mim.

Ele não me olhou, deu meia volta e retornou ao carro. O acompanhei com os olhos até que virasse a esquina. Então entrei e fui até Maxxie que estava na cozinha.

— Ele está com os quatro pneus arriados por você. — Ele disse sorrindo fraco pra mim.

— É o que parece. — Falei sem conseguir deixar de sorrir abertamente.

— É um fato. Já posso ver os filhos de vocês brincando com meus objetos caríssimos que usarei de enfeite pela minha casa e você tendo que ir atrás deles pra que eles não quebrem nada e você fique sem filhos.

— Credo Maxxie. — Disse rindo do futuro que ele pintou.

Ele me deu uma colher para que eu pudesse comer do pote de sorvete que ele comia. Peguei a colher e subimos para o quarto dele. Iriamos assistir filmes dramáticos e antigos cheios de desgraça dos outros. O plano era sempre esse, se é pra chorar a gente chora do drama dos outros pra poder esquecer os nossos próprios. Mas dessa vez foi diferente. Estávamos no meio de “E o vento levou” quando ele pausou o vídeo e começou a me contar absolutamente tudo sobre como ele e Luke começaram o namoro.

Aparentemente tinha começado bem debaixo do meu nariz nos vários fins de semana que ele dormia lá em casa. Ele brincou uma vez com Luke sobre ele olhar demais pra ele e acabou sendo jogado na parede e recebendo um beijo desentupidor de pia do meu irmão. Eu não queria ouvir aquelas coisas, principalmente porque era o meu irmão, mas Maxxie quando começava a contar um caso dele não parava, por mais que eu implorasse por menos detalhes.

POV Maxxie…

Lembro-me como se fosse ontem. Eu tinha acordado no meio da noite com sede então resolvi descer para tomar água. Eu e Zenday éramos amigos a pouco tempo, mas eu já tinha liberdades na casa como se fossemos amigos de infância. Abri a geladeira e peguei a garrafa d’água, mas quando virei me deparei com Luke sentado no escuro e me olhando de forma estranha. Ele tinha ficado de olho em mim o dia inteiro e eu estava começando a achar que ou ele era um homofóbico daqueles ou era gay enrustido e queria me comer.

— Isso tudo é ódio ou você quer me comer? — Perguntei na cara dura, ser sutil nunca foi meu forte.

Ele sorriu de lado e se levantou vindo até mim enquanto dizia:

— Eu quero te comer.

Menina, depois disso ele me jogou contra a geladeira e me deu um beijo… não estava preparada pra aquilo não. Mas não deixei por menos e logo passei a explorar aquele corpo másculo com minhas mãos. Foi um beijo de desentupir pia e me deixou todo aceso, mas eu não ia facilitar pra ele não. Me afastei dele e fui procurar um copo pra poder beber minha água. Eu estava fazendo de propósito. Queria ver qual seria a reação dele. Não era só porque ele queria me comer que eu ia dar pra ele.

— Sério mesmo que você vai se fazer de difícil?

— Não estou me fazendo de nada. Eu só não estou afim de sexo agora. Além disso acordei porque estava com sede. — Disse mostrando o copo com água para ele e então bebendo o resto da água.

Ele sorriu de lado pra mim e acenou.

— Tudo bem. Outro dia então. — Disse ele indo para fora da cozinha.

Assumo que fiquei um pouco decepcionado, mas era verdade. Eu não estava afim de sexo naquele momento. Por mais aceso que ele tenha me deixado. Mas antes de ir embora Luke virou e falou:

— Isso que aconteceu aqui é segredo nosso. Se contar pra minha irmã ou pra qualquer outra pessoa você está morto.

Puta merda, por que ele falou aquilo? Agora sim eu queria dar pra ele. Eu tenho fraco por homens brutos. E agora eu também queria acordar Zenday pra contar tudo pra ela. Duvido que ela soubesse que o irmão era gay. Aliás, duvido que qualquer pessoa soubesse disso.

Na noite seguinte eu só esperei que Zenday dormisse para descer pra cozinha. Eu sabia que ele estaria lá me esperando. Tinha me atiçado o dia inteiro e eu já estava subindo pelas paredes. Ele tinha me encoxado, falado ao pé do meu ouvido, desfilado pela casa sem camisa, colocado uma sunguinha pra nadar na piscina e até tinha apertado minha bunda. Tudo isso sem que ninguém visse. Ele era muito bom naquilo e eu estava doido pra encontrar com ele agora a noite.

Mas para a minha surpresa ele não estava na cozinha quando desci. Fiz uma hora lá embaixo, mas ele não apareceu. Frustrado subi as escadas, mas antes que eu pudesse abrir a porta do quarto de Zenday ele apareceu e me imprensou contra a porta.

— Estava procurando por mim? — Ele disse ao pé do meu ouvido enquanto roçava o pau na minha bunda.

Eu podia estar ter sido provocado o dia todo e estar sendo encochado, mas eu jamais cederia assim tão fácil.

— No seus sonhos. Eu fui beber água e acabei ficando com vontade de fazer uma boquinha. — Respondi da forma mais natural.

Pude sentir o sorriso dele se formando em sua boca que ainda permanecia incrivelmente perto do meu ouvido.

— Se você ainda estiver afim de uma boquinha eu posso te ajudar nisso.

Juro que fiquei toda molhada quando ele disse aquilo. Eu podia me fazer de difícil novamente, mas eu não queria. Eu estava queimando de desejo e nunca fui de me negar nada que eu queria e podia ter. Por isso me vi dizendo:

— Parece uma ótima ideia.

— Achei que você iria gostar. — Disse ele me dando espaço suficiente pra me virar e ficar de frente pra ele.

Não gastamos muito tempo conversando mais. Ninguém ali queria perder tempo. Logo estávamos nos beijando de forma luxuriosa e necessitada. Ele me agarrava de forma bruta e sua língua fazia maravilhas na minha boca. Senti uma de suas mãos saindo do meu corpo apenas para abrir a porta do quarto dele e logo eu era arrastado para lá. Ele parou de me beijar, deu as costas e trancou a porta do quarto. Ele definitivamente não queria sair do armário. Eu não gostava dessa situação, mas no momento eu não estava pensando.

Ele se virou e me olhos de cima a baixo com um sorriso safado no rosto. Reparei pela primeira vez o quanto ele era bonito, mas ao mesmo tempo percebi que ele seria um grande problema na minha vida. Ele então, sem qualquer pudor, abaixou o short que usava, juntamente com a cueca, revelando seu pênis ereto e perfeito para sexo anal. Sabe como é, fino na ponta e grosso na base. Eu praticamente babei. Como se eu precisasse de mais alguma coisa para começar a me apaixonar por ele.

— Pronto pra fazer a boquinha? — Ele perguntou de forma sacana já se aproximando de mim.

Não me fiz de rogado. Nunca fui santo e nem tímido e não começaria agora. Sentei na cama dele e segurei seu pênis já começando a massagear o membro. Ele abriu a boca pra falar alguma coisa, mas não deixei que continuasse. Abocanhei o falo e comecei a sugar com voracidade o fazendo perder a voz. Sorri internamente com aquilo, ma snão perdi o ritmo. Logo a sua mão estava sobre minha cabeça, auxiliando a movimentação. Eu conseguia colocar quase tudo na boca, mas o filho da mãe queria entrar por completo. Com algum esforço consegui fazer o que ele queria e senti as lágrimas se acumulando nos meus olhos. Ele então se retirou por completo de minha boca e falou:

— Tira a roupa e fica de quatro.

Não era dado a seguir tanta ordem, mas ele mexia comigo e eu logo obedeci. Escutei o barulho dele abrindo a camisinha e me virei para vê-lo colocá-la. Ele olhava para mim enquanto se masturbava, lentamente, e sem tirar os olhos de mim, ele desenrolou a camisinha sobre o membro túrgido e lambeu o lábio inferior enquanto olhava minha bunda empinada para ele. Aquilo me deu muito tesão e eu tive que massagear meu pênis pra tentar me aliviar um pouco. Senti a cama afundar atrás de mim e ele segurar meus quadris, me preparei para a investida que veio numa única estocada. Doeu um bocado, fazia alguns meses que eu não era o passivo e ele não me preparou para aquilo, mas aquilo não era uma novidade. Suas investidas eram rápidas e precisas, tocava nos lugares certos, em pouco tempo a dor foi completamente esquecida e tudo o que eu sentia era prazer. Quando estávamos prestes a atingir o ápice ele diminuía a velocidade fazendo com que o momento durasse mais tempo. Prolongando e intensificando nosso prazer. Ele sabia o que estava fazendo. Me perguntei quem teria ensinado ele a fazer aquilo. Não eram todos os caras que sabiam fazer aquelas coisas. Ainda mais na idade dele. A pergunta escapou da minha mente quando as ondas de prazer me atingiram mais fortes. Eu não ia aguentar muito tempo mais. E aparentemente nem ele, pois dessa vez ele não desacelerou, pelo contrário, intensificou as investidas e eu não aguentei, me derramei sobre a cama dele sem que ele nem mesmo tocasse meu pênis. Foi intenso e longo. Senti ele se retirar de dentro de mim e desabei exausto sobre a cama.

Notas finais
Eita q essa cena final foi quente. Quem curte yaoi deve ta esperando essa cena faz tempo né? Quem desconfiava que o Luke era o namorado do Maxxie? Eu sei que teve gente que desconfiava rsrsrs Quem achou super fofo o começo de namoro do Bart e da Zenday? Eu tenho que confessar que esse casal está ganhando muita força no meu coração... Sei que vcs devem estar se perguntando: Cadê a Nessie e o Jake? Eles aparecerão no próximo cap, tudo bem? Eu precisava fazer esse capítulo sem eles, pois existiam esses dois casais que tinham que ter suas histórias contadas. Outra coisa, o hentai da Nessie e do Jake vai demorar um pouquinho pra acontecer. Vcs tem que entender que é complicado manejar esse tipo de coisa perto de vampiros que leem a mente, preveem o futuro e sabem exatamente o que vc está sentindo. Nessie e Jake precisam de tempo pra colocar o plano da Gabrielli em prática. Mamãe ama vcs COMENTEM SEMPRE Bj Ellie ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤