What If... (And If)

35 Fase II: Capítulo 7 - Parte do passado


Notas iniciais
OLÁA gente, Amanda aqui, sim, estou de volta capitulo novinho para vcs escrito pela Gaby

Fase II: Capítulo 7 – Parte do passado...

Muito antes, mas tipo, muito mesmo rsrsrs…

POV Gabrielli…

Eu estava curtindo a virada de ano em Veneza. Estávamos começando o ano de 1700. Aquilo era realmente um grande banquete. Todos bebendo e se divertindo sem cuidado algum. Era o céu para qualquer vampiro esperto. Eu já havia me deparado com inúmeros vampiros se alimentando no meio da multidão sem serem notados. Eu tinha acabado de me alimentar de um jovem italiano quando fui imprensada contra a parede.

— Ei...- Tentei reclamar, mas fui impedida pelos lábios de um homem.

No primeiro momento eu fiquei assustada e tentei me soltar, mas foi inútil. Então eu realmente dei uma olhada nele. E ele era lindo. E Deus como beijava bem! Esse tinha pegada. Parei de resistir. Me entreguei aos beijos daquele vampiro lindo e gostoso. Esperava que ele não tivesse um poder chato ou ruim. Pois a essa hora eu já havia copiado.

Quando parei de lutar contra ele e passei a retribuir seus beijos ele abriu um sorriso, sem parar de me beijar. Dei um beliscão nele. Convencido. Mas aquilo só o fez rir ainda mais.

Afastei a cabeça o suficiente para dizer:

— Idiota, pare de sorrir e possua-me.

Se o beijo dele era daquele jeito imagina o resto! E eu estava necessitada de uma boa noite regada a sexo. Os últimos foram muito fraquinhos pra mim. Todos humanos que viraram lanche depois. Eu queria algo mais forte. Bruto. E ele parecia o vampiro pra isso.

— Seu pedido é uma ordem Milady. — Disse antes de arrancar minhas roupas de uma só vez.

Sim. Ele era mesmo o vampiro pra isso.

Ele sorriu quando viu que eu não vestia nada por baixo.

— Sou uma mulher prática. — Falei sorrindo enquanto ele admirava a vista.

— Eu gostei de vosso estilo. — Ele falou sorrindo torto.

Deus, que sorriso é esse?! Mal terminei de pensar e já o ataquei, rasgando suas roupas e o deixando nu também.

Ele voltou a me imprensar contra a parede e eu rapidamente envolvi minhas pernas em sua cintura.

— Menos papo e mais ação. Do jeito que eu gosto. — Ele falou antes de me penetrar brutamente.

— Ahhh. — Gemi de prazer.

Sim. Ele era bom. Seus movimentos eram brutos, fortes e rápidos. E ele chupava meu pescoço com voracidade. Tudo o que eu conseguia fazer era gemer de puro prazer. Eu já estava beirando meu primeiro orgasmo. Ele era BOMMMM....

— A propósito, meu nome é Damon Salvatore. Quero ouvir você gritar meu nome Milady. — Ele disse em meu ouvido.

— Ahhh... — gemi novamente. — Gabrielli Ambrósio. Senhor.

Ele investiu duas vezes mais e puxou meu rosto para outro beijo lascivo. E com isso eu cheguei ao meu limite. Explodi em mil pedaços mastigando seu membro dentro de mim. Ele veio logo em seguida. Gemendo meu nome assim como eu gemia o seu.

Abri meus olhos com a mente ainda nublada pelo prazer e olhei diretamente nos olhos dele. Era azuis. Como um vampiro podia ter olhos azuis? Mas quem se importava com isso? Se isso fosse um poder eu ia ficar muito feliz em ter meus olhos verdes novamente.

— Pronta para mais uma Milady? — Ele perguntou sorrindo torto.

Ok, acho que eu tinha tirado a sorte grande aqui.

— Mais do que vosmecê imagina. — Sorri de volta.

— Perfeito. — Damon disse me virando de costas pra ele. — Vamos tentar de outra forma agora.

Não tive tempo para responder, ele já estava dentro de mim novamente.

— Ohhhh sim…

E lá fui eu para o céu novamente. Definitivamente aquele era o vampiro/homem da minha existência. Eu poderia ficar aqui pra sempre, mas eu quero aproveitar meu tempo com ele.

Antes...

POV Damon...

— Damon, você precisa me escutar. Ela só te deixou da primeira vez porque Katherine apareceu. Ela disse para Gabrielli que vocês eram companheiros.

O choque foi a primeira reação que tive. Como assim Katherine e Gabrielli conversaram? E então veio a compreensão. Katherine aparecendo naquele dia e me beijando. Vinda das profundezas da terra. Até aquele dia eu acreditava que ela estava morta. Eu tinha tocado em suas cinzas. (Essa é a versão dos livros de TVD, neles a história é bem diferente do seriado). Minha cabeça foi transportada para aquele dia. O dia em que Ela havia me deixado.

Flash Back on~~~~

Eu era o vampiro mais feliz na face da terra. Finalmente tinha encontrado minha companheira e ela era perfeita para mim. Gabrielli havia me enfeitiçado no momento em que à vi bebendo o sangue de um dos venezianos. Ela estava toda de vermelho, dos cabelos aos pés. Era sem sobra de dúvida a mulher mais linda que eu já havia visto. E como eu já estava bêbado nem sequer me preocupei em chegar e me apresentar. Agarrei-a e imprensei-a contra a parede atacando seus lindos e deliciosos lábios vermelhos em formato de coração. Ela resistiu, mas por pouco tempo. Nossa primeira vez foi ali mesmo. Mas quando ela percebeu que estávamos nus e o dia amanhecia propôs que fossemos para uma caverna subterrânea que havia nas redondezas da cidade. Nenhum humano conseguiria mergulhar até ali naquela época. Foi preciso mergulhar fundo e nadar por um bom tempo até emergirmos em uma caverna seca e escura. Mas não era escura para nós vampiros. Eu podia ver perfeitamente a beldade em minha frente.

Nossos dias naquele lugar tão inóspito foram regados de sexo e mais sexo. Foram os melhores dias da minha existência. Ficamos ali, entregues ao desejo por 3 meses inteiros. Mal conversando. Não porque não quiséssemos nos conhecer, mas porque não conseguíamos nos desgrudar ou fazer outra coisa que não fosse sexo. O desejo que sentíamos eram quem falava mais alto. Sabíamos o nome um do outro e fizemos comentários sobre nossas preferencias, mas não passou disso. Quando nossa sede se tornou insuportável decidimos finalmente deixar nosso ninho de amor.

Nos alimentamos das primeiras pessoas que apareceram, então atacamos um casal, roubamos suas roupas e continuamos a caçar juntos. Ela tinha classe ao fazer aquilo que me distraia vez por outra. Nenhum homem resistia aos encantos dela e quando davam conta do que estava acontecendo era tarde demais. Era hipnotizante vê-la em ação. Eu mal conseguia tirar meus olhos dela.

Então, depois de drenarmos alguns pares de humanos, ela disse que precisava passar em casa para colocar uma roupa melhor e que eu deveria fazer o mesmo. Concordei em fazer isso, pois precisava resolver alguns negócios. Afinal faziam 3 meses que eu estava desaparecido. Tinha algumas contas para pagar. Beijei-a com paixão e lutei contra o desejo de me afundar nela mais uma vez.

— Nos vemos logo, e de preferencia sem roupas. — Brinquei sorrindo para ela.

Ela sorriu de volta e me beijou novamente antes de nos separarmos.

Não demorei para resolver tudo o que tinha, então me dirigi ao local que havíamos marcado de nos encontrar. Foi quando Katherine apareceu em minha frente. Por um instante achei que tivesse morrido e encontrado-a no inferno.

— Surpreso em ver-me Damon? — Perguntou ela com um sorriso estampado no rosto.

— Você estava morta. — Disse completamente atordoado.

— Não, eu não estava morta. Sentiu saudades? — Ela se fazia de sonsa.

— Katherine, explique-se? — Eu quase explodi de raiva.

Ela havia fingido sua morte. Tanto para mim, como para Stefan e Rodrigo. Entretanto não conseguia saber o porquê.

— Vejo que mudou extremamente. Costumavas ser um homem distinto, bondoso e decente. Agradou-me seu novo eu. — Disse ela sorrindo de uma forma que a anos atrás teria atraído-me. Mas hoje aquilo era apenas enervante.

Ela não disse mais nada e eu esperei pela resposta. Depois de um tempo cansado de esperar comecei a falar.

— Katherine quê queres?

— Fiquei com saudades. — Ela respondeu fazendo beicinho.

Se eu não a conhecesse acreditaria em suas palavras.

— Katherine por favor... — Mas não pude terminar.

Então ela fez a última coisa que eu esperava. Ela me beijou, ávidamente, e por um segundo me deixei levar. Afinal um dia cheguei a acreditar que a amava. Mas minha ruiva me veio a mente e eu me afastei.

Katherine olhou para a direita e sorriu satisfeita.

— Estás louca? Finges tua morte para depois retornar sem dar explicações e, como se não bastasse tamanha sandice, beijas-me subitamente! Encontrei a mulher certa para mim. Minha companheira. Já não tenho assuntos com vosmecê.

— E o que faz com que penses que desejo ter algo contigo novamente? — Disse ela rindo debochadamente.- O senhor sempre foi e sempre serás apenas um passa tempo para mim Damon. Entretanto sou apreciadora da exclusividade sobre aqueles que já me pertenceram.

Se isso acontecesse há três meses eu me sentiria ferido. Mas agora aquilo não me atingia. Eu tinha minha ruiva.

— Não importo-me com o que pensas ou deixas de pensar. Esta conversa chegou ao fim. Adeus Katherine.

Não esperei por uma resposta. Fui embora. Em busca de minha amada. Acabei por retornar ao local que havíamos marcado e esperei por horas sem qualquer sinal de minha dama de vermelho. Comecei a ficar preocupado. E saí a sua procura mais uma vez. Revirei Veneza porem foi debalde*. Qual não foi minha surpresa quando a vi subindo em um navio no porto principal da cidade?

A princípio fiquei feliz por vê-la bem. Mas, então, percebi que ela estava nos braços de outro homem. Era um vampiro. Disso eu tinha certeza. Eu estava confuso. Então ele a abraçou apertado. Envolvendo-a pela cintura. Vi vermelho. A próxima coisa que sabia era que estava subindo abordo do navio.

— Solte-a. — Ordenei tentando controlar meu ciúme.

Ela me olhou primeiro chocada, e então com raiva. Qual era seu problema?

— O que estás a fazer aqui senhor Salvatore? — Perguntou friamente.

— Sou eu quem pergunto o que estás a fazer aqui. Esperei-te por horas.

— É este o homem de quem falou-me? — Perguntou o outro assumindo uma postura protetora sobre ela.

Aquilo me irritou. Ela não precisava ser protegida. Não de mim.

— Sim Gerard.

Ela se dirigiu a ele informalmente e isso não me passou despercebido.

— Saía de meu navio, senhor. — Ele disse diretamente à mim.

Ri dele.

— Deixarei este navio assim que minha senhora estiver ao meu lado. — Disse pegando Gabrielli pelo braço.

Ambos me olharam ultrajados. Então três coisas aconteceram. Ela puxou seu braço de volta enquanto ele assumia uma posição de ataque e toda a tripulação do navio sacou suas espadas apontando-as para mim.

Ignorei as espadas que não poderiam me ferir de forma alguma e olhei espantado pela a reação dela. Qual era o problema?

Gabrielli assumiu outra postura. Colocou a mão sobre o ombro do homem a sua frente e sorriu.

— Isso não é necessário Gerard querido. — Ele então relaxou e se posicionou ao seu lado envolvendo-a pela cintura.

A raiva borbulhou novamente dentro de mim. Ela dirigiu-se a mim desta vez:

— Senhor Salvatore, quero deixar claro que não sou sua de forma alguma. De fato se tem alguém a quem pertenço neste navio e ao senhor Gerard Bourdieu. — Ela disse calma transbordando frieza. Uma frieza a que eu não conhecia vindo dela até aquele momento.

Calma era a última coisa que eu sentia naquele momento. Como assim pertencia a ele? Ela era minha. Somente minha. MINHA.

— Mentira. Tu és minha e sabes.

— Estás enganado meu caro. O que tivemos foi apenas um casinho sem importância. Gerard é meu companheiro há 70 anos. Nosso relacionamento não é de todo convencional. Mas no final das contas somos sempre um do outro. Não se engane. O que tivemos foi ótimo. Mas acabou. Eu e meu companheiro precisamos partir da cidade. Tinha a pretensão de encontrá-lo mais vezes. Contudo, depois de encontrar com meu marido fui informada que precisamos partir imediatamente.

Eu havia perdido o chão. Meu coração inerte doeu de forma a questionar se ele era mesmo feito de pedra como eu imaginava.

— Brincastes comigo? É isso que estas a dizer? — Minha fúria tomava o lugar de minha surpresa e tristeza.

— Se é desta forma que queres pensar não farei objeção. Creio que agia de igual modo para comigo senhor Salvatore. Afinal, um homem que ataca uma mulher como o senhor me atacou não poderia ter boas intenções. O que era perfeito para mim, obviamente. O senhor não está satisfeito com o final desta breve história? — Ela ainda falava de forma fria. Era uma total estranha para mim.

Eu estava sem reação. Ela pensava tão mal de mim. Como era possível? Eu não conseguia respondê-la. Sua frieza era em demasiado para mim. Eu não aconhecia. A mulher com quem passei esses últimos três meses era fogo puro. Um vulcão em erupção. Está que estava à minha frente era a rainha do gelo.

— Pelo visto o senhor não quer mais conversar. Sendo assim, peço que retire-se por favor. Precisamos zarpar imediatamente. — Falou ela olhando no fundo dos meus olhos.

Sim eu precisava sair dali. Estava a ponto de quebrar e não queria fazer isso na frente dela e de seu companheiro. Cheguei a dar um passo para trás. Mas então fui inundado pelo ódio. Quem era essa mulher que podia brincar comigo dessa forma e me dispensar assim facilmente?

— Escute vadia do gelo, não gosto que brinquem comigo e só não arranco essa sua cabeça dos ombros porque não quero. Se o seu companheiro gosta de ser corno é problema dele. Eu não gosto que me façam de palhaço. — Eu avançava passo a passo a medida que falava e ela recuava igualmente ao meu avançar.

E então eu fui lançado para fora do navio. Pensei em voltar abordo e continuar aquela briga. Mas tinha medo de perder completamente o controle e acabar matando-a. Isso eu não poderia suportar. Jamais poderia vê-la morta. Mas isso não diminuía a raiva que sentia.

A lua estava alta no céu quando me deparei com a primeira ruiva naquela noite.

~~~~~~Flash Back off

Lembro-me de muito sangue, gritos, e de destroçar cada ruiva que vi naquela noite. Quando o sol nasceu tudo o que vi foi vermelho. A cor me remeteu diretamente a ela. Pulei no mar e nadei até a Grécia.

— Sei que ela parecia fria naquele dia. Mas há uma explicação. Ela achava que você estava com Katherine. Gabrielli viu o beijo que a Pirce roubou de você.

A voz do Cullen me tirou de minhas lembranças. Tudo aquilo foi por causa de Katherine?

— Sim – ele continuou — Gabrielli estava cega pelo ciúme. Katherine já havia enchido a cabeça dela com dúvidas e histórias sobre como vocês eram companheiros. Ela se fez de amiga da Ambrósio e inventou histórias sobre vocês. De que você havia sumido em uma viagem de negócios. Que ela sabia que você sempre ficava com várias mulheres, mas que no final sempre voltava para ela. Disse que a última informação que teve sobre você vinha de Veneza e que por isso estava ali procurando. Fingiu que estava preocupada e que queria apenas informação. Saber se ela o tinha visto. Induzida por Katherine e pela sua forma bruta de apresentação e adicionando o fato de que mesmo depois de três meses juntos ela não sabia praticamente nada sobre você, Gabrielli acreditou nas mentiras.

Eu estava pasmo. Não podia acreditar que tudo de ruim que aconteceu em minha vida era culpa de uma única mulher. Se soubesse disso teria matado Katherine no momento em que ela pisou em Mistic Falls pela primeira vez há 2 anos atrás. Teria evitado todo aquele drama de se interessar pela mulher do irmão e muitos outros problemas que vinham junto com Elena.

— Agora que você sabe a verdade eu devo insistir em que tente reconquistar Gabrielli. — Edward falou colocando a mão em meu ombro.

— Reconquistar? — Bella e eu falamos ao mesmo tempo.

— Ela pode entender que você não era um bastardo traidor/conquistador barato quando se conheceram. Mas você ainda matou o melhor amigo dela.

— Que melhor amigo? — Perguntei sem entender de quem ele estava falando.

— Gerard Bourdieu foi sim companheiro dela por mais de 70 anos. Mas isso foi antes de vocês se conhecerem. Muito antes. — Edward começou a me explicar. — Foi ele quem a transformou e eles foram companheiros por muito tempo. Até que ela descobriu seus poderes. Ela queria explorar. Queria colecionar poderes. Mas Gerard queria que ela aprendesse a lidar com seus poderes antes de absorver os poderes dos outros. Ela não entendia o ponto de vista dele. Então eles se separaram. Foi amigável. Eles não se amavam. Era mais como ela descreveu pra você no navio. Só que eles não eram companheiros como eu e Bella somos. Acho que está mais para como você e Bella são. Eles se tornaram amigos.

— Mas o que ele estava fazendo lá naquele dia?

— Foi uma coincidência. Ela literalmente esbarrou nele pela cidade enquanto fugia da cena que viu. Ele a consolou e se ofereceu para levá-la de lá.

— Como eu fui um idiota! E eu o matei. Não é atoa que ela me odeia tanto. Vou precisar de toda a ajuda para reconquistá-la.

— E você terá. — Disse Bella ao meu lado.

— Sim, você terá muita ajuda. — Confirmou Edward sorrindo para mim enquanto puxava Bella pela cintura num abraço lateral.

— Ótimo. Porque eu vou precisar.

*Debalde = Em vão, inutilmente.

Notas finais
Espero que tenham gostado.... Pra quem pedir no comentário o cap extra da Gaby e do Damon, recebera por MP igual a Gaby faz..... Não estive aqui no natal e no ano novo, espero que tenham sido datas muito boas e que tenham aproveitado muito, mas como eu adoro um draminha, então gente, vocês não querem me dar o meu presente de natal não? deixar uma recomendação pra nós ficarmos mais felizes *carrinha de cachorro abandonbado* não cai a mão de ninguém dar um presentinho pras autoras... FORA ISSO, DEIXEM COMENTÁRIOS... O que vcs tao achando do Damon? Agora sim ele vai reconquistar a Gaby *-----* BEEIJOS, nos vemos semana que vem :D